Senadores xingam e barram redução de imposto sobre os jogos

10 de julho de 2019

Senadores, em toda a sua comum vulgaridade e mesquinharia, xingam e barram a medida que visa redução de imposto sobre importação de jogos, bens de capital e outros produtos relacionados a informática.

Tal redução iria beneficiar não apenas o consumidor, promovendo preços mais baixos nos produtos finais, como também promover uma modernização interna, visto que iria tornar bens de capital e outros insumos de ponta mais acessíveis aos produtores brasileiros em geral, e não apenas àqueles “amigos do rei”. Sem contar que iria diminuir o nível de roubo, o que é bom per se.

Entretanto, os burocratas estatais mostraram que estão valendo todos os seus salários suntuosos e as excessivas regalias que lhes são concedidas pelo gado que vota nele, e estão fazendo o possível, mais uma vez, para impedir que a população seja beneficiada.

Acabou que eu e o AncaPepe do canal ChoppaCast resolvemos lançar um Notícias do Facínora, onde li um artigo relacionado a mais esta palhaçada parlamentar e comentamos o assunto:

Errata: no vídeo, dissemos que não acreditávamos que algum destes senadores eram sócios dessas bicheiras nacionais, mas pelo menos um deles, um que tem um garrancho no lugar de nome, foi fundador da Positivo, ao que parece.

Enfim, os parlamentares, com sangue no olho atrás de mais dinheiro roubado do “contribuinte”, decidiram em uma tal de Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), embora não tenham a menor ideia do que sejam as Ciências Econômicas (ou ao menos a Matemática), decidiram, nesta terça-feira (9/7), apresentar um projeto de decreto legislativo para derrubar a Portaria 309/2019. Esta portaria do Ministério da Economia, proposta pelo Paulo Guedes, estabelece regras para redução temporária da alíquota do imposto de importação para bens de capital e de informática.

Os sujeitinhos que ficaram mais xingando lá feito lavadeiras que perderam o sabão foram o conhecido socialista José Serra, que pela cara dele eu achava que já tinha morrido, um tal de Jean Paul Prates (nunca vi mais gordo) e um camarada que é chamado de “Ourivisto” Guimarães, como se isso fosse nome.

As baixarias que eles chamam de argumentos são aquelas conversinhas de botequim de beira de favela de sempre: alegar que é “entreguismo”, que temos que proteger a nascente indústria nacional (que tá sendo protegida desde a época do Império e até hoje não nasceu) e outros jargões de maconheiro de DCE ou desses fascistinhas de 40 anos que nunca tiveram adolescência e são apaixonados por ditadores de terceiro mundo.

No vídeo abaixo do canal CENTRAL, onde fiquei sabendo da notícia primeiro, eles comentam mais essa mesquinharia do estado brasileiro, embora eu não necessariamente concorde com tudo que eventualmente tenha sido falado nele:

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