Unboxing e teste do Mega Drive da Tectoy

Confira o nosso unboxing e teste do novo Mega Drive da Tectoy, que veio personalizado para a nossa Gaming Room. O console é filmado sendo tirado da caixa e mostrado em funcionamento, sendo ligado pela primeira vez, rodando com o cartucho do Might and Magic: Gates to Another World e com uns games do SD card que vem no videogame.

Trata-se, também, do segundo Memorabilia, nossa série de vídeos onde vamos mostrar unboxings ou algumas tranqueiras, novas ou usadas, do tipo revistas, cartuchos, livros, hardware, caixas de games etc.

Nós já falamos sobre este relançamento do mítico console da Sega pela firma brasileira em outras ocasiões, tipo quando ele foi anunciado ou quando a Tectoy afirmou que iria relançar o Turma na Terra dos Monstros, mas chegou a nossa hora de fazer o nosso unboxing também.

O relançamento do Mega foi envolto em muita falação na Internet. A quantidade de palpiteiros e gente querendo derrubar o partido da Tectoy, provavelmente por querer vender parafernálias e está com medo da concorrência, não foi brincadeira. O fato é que isto acabou ajudando na divulgação do console, que ganhou publicidade grátis.

Existem também, mesmo que bem mais raras, análises responsáveis sobre o assunto, abordando questões de compatibilidade, sons e outros aspectos do novo Mega Drive, de um modo imparcial e com o mínimo de embasamento. Mas, mesmo sabendo que a performance não seria jamais a mesma do console original, mas eu fiquei bem satisfeito. Queria um console novo que pudesse rodar cartuchos e roms e não alguma muamba usada, de procedência duvidosa ou simplesmente um emulador com carcaça. Além disto, achei que foi uma boa jogada da Tectoy, aproveitando a onda nostálgica que surgiu no mercado de games nos últimos anos.

O preço é realmente salgado, mas isto é reflexo do alto índice de roubo praticado no Brasil pelo estado (imposto) e outros encargos, e não da ganância dos fabricantes que acham que este é o único país do mundo onde todo consumidor é otário e pode obter taxas de sobre lucro estratosféricas. Entretanto, a existência deste excesso de “especialistas”, por si só, refuta esta tese.

Fatalmente, tudo dependerá, é claro, do consumidor. Cada um tem suas preferências que determinarão se o console vale a pena. Um colecionador, por exemplo, pode querê-lo apenas para guardar. Os normalzões só querem para matar a saudade sem ter que esquentar a cabeça com produto usado, o que demanda muito tempo e implica em risco de receber gato por lebre. O “gamer hardcore” talvez não se satisfaça com as diferenças de performance, mas este é o perfil dele e é algo perfeitamente razoável.

Mas isto é assunto pra quem entende de Economia. O que interessa pra mim, no momento, é arrumar uma placa de captura de vídeo decente pra gravar uns gameplays do novo Mega Drive pro nosso canal, pois a que eu tinha é uma porcaria.

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