Comunistas proíbem jovens de jogar videogames demais na China

8 de novembro de 2019

Comunistas proíbem jovens de jogar videogames por mais de 90 minutos na China, além de fazerem outras imposições megalomaníacas típicas a esta atividade, a qual é perfeitamente saudável.

A China divulgou, nesta terça (5), novas maluquices para controlar o hábito de jogar videogames no país. Agora, menores de 18 anos passam a ser proibidos de jogar após as 22h e antes das 8h, de extrapolar 90 minutos de games (acredito que por dia) durante os dias da semana, e a gastar mais de 230 reais por mês em games.

Mais ou menos no minuto 5:22 do vídeo abaixo, dentre outros assuntos, o Davy Jones (do Gameplayrj) resume e comenta esta notícia:

Enfim, os burocratas chineses mandaram um papo que o objetivo desta decisão completamente arbitrária é controlar o vício em videogames entre jovens, um problema que acreditam causar aumento da miopia e deteriorar o desempenho acadêmico.

As regras determinam que as pessoas deverão usar nomes reais e números de identificação para conectarem-se para jogar. Elas também limitam o tempo de jogo durante fins de semana e feriados a três horas por dia, e controlam compras através de aplicativos, como armas virtuais, roupas e animais de estimação. Dependendo da idade, os jovens podem gastar o equivalente a até 115 a 230 reais por mês.

Isto é mais um empecilho que este país cria aos videogames, os quais já tem o conteúdo extremamente controlado, algo também imposto sob o jugo do presidente da China, Ursinho Puff, vulgarmente conhecido como Xi Jinping. Puff também pressiona as grandes empresas de tecnologia a espalhar os valores culturais promovidos pelo Partido Comunista, ou seja, valores intrinsecamente maus.

Os videogames na China foram escolhidos como o alvo do estado da vez. Diz-se que a imprensa estatal chinesa comparou alguns jogos a “veneno”, e o governo bloqueou a venda Battlefield 4, Devotion e outros títulos, alegando que estes seriam violentos demais. Ou seja, a grande mídia chinesa é tão inútil quanto a nossa.

Neste paraíso socialista, também as empresas estrangeiras são forçadas a cumprir com políticas do governo, o que significa, a rigor, se submeter a qualquer capricho do governo chinês, como vimos no caso da Blizzard com o Blitzchung.

É curioso como alguns daqueles deputados que foram pra China puxar saco de comunista no início do ano voltaram cheios de ideias péssimas. Não sei se tem algo a ver, mas curioso é.

Mas voltando ao país asiático, os comunistas ainda tem dificuldade de controlar partidas offline, embora é certo que tentarão também, de uma forma ou de outra, mesmo que não consigam embarreirar 100%. Só torcemos para que os jogadores encontrem maneiras de contornar essa situação acintosa imposta na China.

Lembrando que qualquer literal vício é sim algo ruim, mas, como disse o Jones do vídeo, não é papel do estado, o qual não pode ser confiado nem para gerir uma banca de revistas, regular isso.

Atualização (11/11/2019): Descobri um vídeo do canal CENTRAL que também comenta sobre mas este grande absurdo imposto pelo governo chinês:

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