Considerações sobre a revelação do gameplay do Doom Eternal da QuakeCon 2018

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Trouxemos nossas considerações sobre a revelação do gameplay do Doom Eternal da QuakeCon 2018 (QuakeCon 2018 Doom Eternal Gameplay Reveal) no décimo sexto vídeo da Gaming DooM, a nossa série de vídeos narrados a respeito de Doom.

Os comentários feitos pelo Facínora no vídeo foram feitos baseados no que foi discutido no nosso canal do Discord que, por fim, tem também a leitura de uma resenha mais completa feita por um dos participantes.

O Facínora já havia comentando as cenas de um teaser do Doom Eternal que eles lançaram anteriormente, mas o pessoal ficou querendo saber o que achamos do que foi revelado na QuakeCon 2018. Houve um consenso de que muitas coisas que foram apresentadas podem ser ruins como podem ser boas, mas parece que alterar o design de todas as armas não agradou a todos. Uma coisa que ficou sob controle foi a hype, com o pessoal decidido a esperar o Doom Eternal sair ou, pelo menos, mais informações sobre o jogo.

O Azrael Hensler fez um review mais completo que estou arquivando aqui, fazendo umas correções gramaticais e adaptações, mas o texto abaixo é de responsabilidade total dele, hehehe:

Resenha do Azrael Hensler

Primeiramente, a modelagem, a textura, a construção do cenário estão bonitos pacas, mas acho que vai exigir uma máquina nova pra rodar tudo no full. Pode rolar downgrade, se o caso de comprar algo como uma RTX 2080 não for verdade. Provavelmente, o gameplay revelado deve estar maquiado, pois é comum da Bethesda ter um delay na renderização das texturas que não vi hora nenhuma.

IA dos anos 90? pra um gameplay de hoje? Bom, não dá pra reclamar disso, que fez o Doom 2016 ser divertido e deve ser bom aqui também. É um desafio médio, mas, pra quem tá acostumado com coisas tipo o primeiro Doom rodando no DOS, vai ser um passeio no parque, pelo menos no modo normal.

Escalar paredes parece ser uma boa ideia. Mas se for pra ter isso podia ter em toda parte, e não só em determinados lugares. E isso elimina a necessidade da corrente da 12. A propósito, a ideia da lâmina no braço do Doomguy é maneira pra baralho, mas a corrente na Super Shotgun pra se pendurar nos demônios ou se puxar até eles é idiota. Funciona pro tipo de cenário que fizeram, combina com o level design, mas é idiota.

Vi um Zombieman e um Mancubus bem próximos dos das antigas e um demônio bem parecido com o Cyberdemon, só que menor. esse último parece ser bem fraco, mas ganha ponto positivo pelo visual. Tem algo bem parecido com um Hell Knight do Doom 3, o que é maneirão.

Não gostei do dash. Se fosse pra ter um, que tivesse mais alcance. Não vejo utilidade pra ele que não seja pra speedrun. O double jump também não me agradou. No original, o Doomguy nem pulava, mas agora a armadura parece mais pesada, as armas parecem maiores e ele não tem só um pulo normal, mas um SALTO DUPLO. Pra que?

Sistema de vidas. Ah, como eu sentia falta disso nos jogos de hoje em dia. E isso explica também a IA dos anos 90. É um jogo completamente arcade. E isso aumenta o senso de perigo de perder.

Da primeira vez que vi o lança-chamas, não tinha gostado, mas, ao rever o gameplay, mudei de ideia. Aquilo contra a Arachnotron foi um lançador de granada? O que parece ser uma bazuca futurista aparenta causar muito menos dano do que deveria e é menos divertido do que usar a 12.

As finalizações parecem se limitar a uma por inimigo, mas elas são uma delícia de assistir. Deve ser gratificante executar uma. Monstros explodindo em pedaços de carne com tiros, o melhor tipo de exagero possível.

E o resumo do gameplay na minha opinião… É um fan service completo com algumas novidades, mas a segunda parte do gameplay, mostrada em separado, não acrescenta em nada minha opinião. Só parecem ter colocado aquele trecho pra fazer o público ficar mais empolgado com uma parte mais frenética (e eu não tô ligando pro possível multiplayer).

Sobre a terceira parte do gameplay, TÁ, JÁ ENTENDI QUE VAI SER ARCADE, POHA. Não precisa colocar três trechos diferentes de vídeo pra eu entender que tem “diversidade de cenário” e que as armas estão muito boas. E, claro, pra dizer que os demônios com o design mais puxado pro Doom 2016 são mais fortes que os puxados pro design do Doom de 93.

Aliás. Não sei o que pensar sobre o sistema de mira de uma das armas. Parece limitar a movimentação e prezar por precisão demais… Em um jogo que se vende como frenético. E, por último, mas não menos importante… Espada. Temos uma fodendo espada no jogo. ISSO parece ser bom. Mas podiam ter mostrado a serra elétrica. Seria da hora.

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Vídeo adicionado em: 24 de setembro de 2018

Categorias: Vídeos

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Autor/Canal: Gaming Room

Visto/Jogado: 5 vezes.

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