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Abaixo, você encontra nossas últimas atualizações:

Defenestrando Trojan (1986)

21 de abril de 2019
Defenestrando Trojan (1986)

Temos aqui o gameplay do antigo Trojan, um jogo de fliperama da Capcom de 86, comentado e publicado pelo canal Defenestrando Jogos. O vídeo é bem descontraído sem deixar de ser informativo.

Trojan, conhecido no Japão como Tatakai no Banka (闘いの挽歌) é um jogo de ação com temática pós-apocalíptica e rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Capcom para os fliperamas em abril de 1986.

O Trojan foi posteriormente portado para outras plataformas, incluindo MS-DOS, e foi bem recebido pela crítica especializada na época, embora não tenha conseguido alcançar o sucesso ou deixar um legado como o Ghosts’n Goblins ou a série Mega Man, grandes nomes da Capcom já consagrados nos anos 80.

Enredo

Em um mundo devastado pela guerra nuclear, surge um caudilho chamado Achilles, que usa o medo, seus capangas e o monopólio da violência para governar os sobreviventes do apocalipse com punho de ferro. Eis que, dos escombros da antiga civilização, surge Ryu, um mestre das artes marciais que não se curvará diante dos opressores. Empunhando sua espada e escudo, o herói enfrentará todos os inimigos até derrotar finalmente encarar o tirano na batalha final.

Gameplay

Podendo ser jogado por até duas pessoas que alternam suas vezes, o Trojan inicia em uma cidade em ruínas, uma das seis fases das quais o game consiste. Nestas, você vai usar seu escudo e espada para atacar e se defender das tropas deste caudilho maligno. Cada uma destas fases tem dois chefões, um no meio e outro no fim. Alguns inimigos são tão poderosos que te matarão instantaneamente se você não conseguir bloquear seus ataques. Além disto, tem que correr contra o relógio também, o que dificulta ainda mais o jogo.

De forma similar a jogos como Kung-Fu Master, Rush’n Attack e Hokuto no Ken, o Trojan usa o direcional para cima para saltar, ao invés de um botão separado para tal ação, como em outros jogos do gênero. Além do direcional, tem um botão para atacar e outro para usar o escudo, a fim de defender-se de ataques de projéteis, mágicos ou corpo a corpo. O escudo pode ser levantado enquanto o herói está parado em pé ou agachado, e pode ser colocado também nas direções verticais e diagonais. Alguns dos inimigos que atiram magias podem desarmar o jogador caso ele defenda seu ataque com o escudo, tendo então que recorrer a socos e chutes, ativados pelos botões de atacar e saltar, neste caso. Depois de certo tempo, o escudo e espada aparecem de novo na tela.

A versão de NES/Famicom conta com várias diferenças significativas no jogo, como novos power-ups e salas secretas, além de um modo versus, onde dois jogadores competem um contra o outro em batalhas de melhor de três rounds, o parece bastante com os jogos de luta que a Capcom viria a lançar posteriormente. Neste modo versus, jogador 1 controla o herói do game e o 2 um inimigo que conta com habilidades idênticas. O port contido no Capcom Classics Collection Vol. 1, por sua vez, permite definir um botão para saltar, ao invés de ter que usar apenas o direcional pra cima, mesmo sendo uma versão emulada da versão de arcade do Trojan.

Existem muitas semelhanças entre o Trojan e o Ghosts’n Goblins, tanto nos elementos gráficos quanto no gameplay. Tem também similaridades com outros jogos da Capcom da época, como notado no vídeo acima.

Curiosidades

  • Uma versão do ZX Spectrum do Trojan chegou a ser desenvolvida, mas nunca foi lançada. Um ROM deste port da coleção ZX Microdrive da Townsend chegou a vazar;
  • O título do jogo em japonês, “Tatakai no Banka”, pode ser traduzido em algo como “Réquiem para Batalha”;
  • A música do Trojan foi criada por Ayako Mori, quem trabalhou também em outros títulos da Capcom, como 1942 e Gun.Smoke;
  • A Alfa Records lançou uma edição limitada de um álbum com a trilha sonora do Trojan, em 25 de agosto de 1986 (Capcom Game Music – 28XA-94).

Ports

Como falei acima, o Trojan foi portado para outras plataformas, saindo em algumas delas como parte de coletâneas:

  • Famicom/NES 8-Bit (24 de dezembro de 1986), lançado como Tatakai no Banka;
  • MS-DOS (1986);
  • PlayChoice-10 (1987);
  • ZX Spectrum (desenvolvido em 1987, mas nunca lançado) [2];
  • PlayStation 2 (2 de março de 2006), parte da Capcom Classics Collection;
  • PSP (7 de setembro de 2007), parte da Capcom Classics Collection;
  • PlayStation 3 (19 de fevereiro de 2013), parte da Capcom Arcade Cabinet;
  • XBox 360 (20 de fevereiro de 2013), parte da Capcom Arcade Cabinet;
  • Wii (31 de agosto de 2016).

Dados técnicos

  • CPU principal: Zilog Z80 (@ 6 Mhz)
  • CPU de som: (2x) Zilog Z80 (@ 4 Mhz)
  • Chipes de som: (2x) Yamaha YM2203 (@ 1.5 Mhz), OKI MSM5205 (@ 384 Khz)
  • Jogadores: 2
  • Direcional: Joystick de oito direções;
  • Botões: 2 (ataque e salto).

Veja também

  1. Versão online do Trojan de MS-DOS para jogar no browser – No Archive (não conseguir jogar, se você conseguir, diga como).
  2. Trojan (Durell) on the ZX Spectrum (Clip 1) – Gameplay da versão não lançada de ZX Spectrum do Trojan.

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StrikeForce Kitty

20 de abril de 2019
StrikeForce Kitty

StrikeForce Kitty é um maneiro jogo de free running online (em Flash) onde você vai reunir e equipar um poderoso exército de gatinhos guerreiros!

Controles

  • Setinhas: Movimentar

Mais jogos de Free Running

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Twisted Insurrection

19 de abril de 2019
Twisted Insurrection

Twisted Insurrection é um mod standalone do Command & Conquer: Tiberian Sun que se passa em uma linha de tempo alternativa onde a Brotherhood of Nod venceu a guerra do Command & Conquer: Tiberian Dawn, o primeiro jogo da série.

Lançado originalmente em 2010, o Twisted Insurrection é basicamente uma revisão completo do jogo original, contando com um redesign gráfico e sonoro completo, incluindo uma BGM totalmente própria (com músicas do Frank Klepacki). O mod traz também unidades e estruturas totalmente novas, várias campanhas individuais completas e missões cooperativas para GDI e Nod, além das novas facções GloboTech e Forsaken. Tem também uma pancada de modos de jogo diferentes e tal.

Somado às modificações no jogo, o Twisted Insurrection conta com suporte multiplayer e um cliente muito útil e simples de mexer que, inclusive, atualiza o mod sozinho, sem precisar de você baixar a versão nova e ficar mexendo e configurando as coisas.

Vídeos

No vídeo acima, joguei um skirmish offline no Twisted Insurrection e deixei minhas primeiras impressões sobre o mod.

Exibir conteúdo: Mais vídeos

Enredo

A Irmandade Nod (Brotherhood of Nod) foi vitoriosa na primeira Guerra Tiberiana (Tiberian War). Após os Nods usarem o Canhão de Ions para destruir uma estrutura monumental de valor inestimável, a Iniciativa de Defesa Global (Global Defense Initiative) perdeu totalmente o apoio das Nações Unidas, deixando-a em um estado totalmente desordenado. É aí que a nossa história começa.

Pequeno review do Facínora

Achei o Twisted Insurretion muito bom. Não diria que foi à toa que foi premiado no Mod DB em mais de uma vez. Entretanto, ele sofre de um problema que praticamente todos os jogos que usam este engine tem, inclusive o outro excelente mod Dawn of the Tiberian Age: é muito legal estabelecer sua economia e montar suas defesas, mas na hora de atacar demora muito. São poucas as unidades eficientes no ataque e, se você não souber micrar bem, vai ter que fazer muitas investidas contra os oponentes até finalmente inutilizar suas bases.

Mas o pior é que achei que o mod dá uns bugs escrotos. O cliente é bem estável, mas o jogo (game.exe), às vezes crasha do nada ou tem as janelas do menu desaparecendo. De qualquer maneira, recomendo bastante pra quem gosta de C&C e quer mais dificuldade e novos elementos de jogo. Aliás, o Twisted Insurrection ainda está em sua versão 0.7, o que significa que ele pode melhorar muito ainda.

Screenshots

Saiba mais

  • Twisted Insurrection no Mod DB – Entrada do mod neste site, com mais informações, screenshots, vídeos, artigos, links alternativos para download e mais coisa pra baixar. Em inglês.
  • Mod recomentado pelo Tyrant120.
  • Tem um arquivo que vem com o Twisted Insurrection chamado ReadMe.txt que tem mais informações sobre o mod também. Em inglês.
site ou autor do arquivo Twisted Insurrection Team tamanho do arquivo 413 MB licencaFreeware sistemas operacionais compativeisWindows download link Download

Hell Palace

18 de abril de 2019
Hell Palace

Hell Palace é um mapa para Doom II criado pelo Skyday_DEATH que leva o jogador a uma construção infernal onde ele vai enfrentar zumbis e demônios, enquanto tenta escapar deste lugar. É um mapa vanilla e contém apenas uma fase.

Em comparação ao Lost in Space, o pacote de mapas que o Skyday_DEATH fez anteriormente, o Hell Palace apresenta uma melhoria, com mapeamento mais complexo e ambientes diversos. Entretanto, ainda é uma fase bastante simples e com muitas salas quadradas, lembrando mais ou menos o esquema do antigo Wolfenstein 3D. De qualquer maneira, é divertido e desafiador, visto que a munição é escassa.

Vídeos

No showcase acima, carreguei junto o Brother in Arms para o caso de alguma eventualidade, pois não conhecia este mapa até então, mas acabou que só chamei os aliados no final.

Exibir conteúdo: Mais vídeos

Screenshots

Compatibilidade

Testei o Hell Palace no executável original do Doom II: Hell on Earth e parece funcionar de boa. Portanto, o WAD deve funcionar também em qualquer port avançado do Doom. No caso, você vai precisar do IWAD do Doom 2, Final Doom ou o da phase 2 do Freedoom.

Saiba mais

site ou autor do arquivo Skyday_DEATH tamanho do arquivo 68,9 KB licencaGrátis download link Download

Out Run

17 de abril de 2019
Out Run

Out Run (アウトラン) é um clássico jogo de corrida desenvolvido e lançado pela Sega para os fliperamas em 20 de setembro de 1986. Sucesso de crítica e de mercado, Out Run se tornou um dos games mais vendidos de sua época, sendo notável por ser inovador devido aos seus excelentes gráficos com a famosa tecnologia sprite-scaling, o seu robusto hardware, gameplay não linear e trilha sonora selecionável, características pioneiras até então.

A premissa de Out Run também fugiu um pouco do tema de Fórmula 1 que dominava os jogos de corrida até então. Uma maquina possante, o vento no cabelo e uma loira pistoleira ao lado… É bem a cara dos anos 80, com um tema bem casual e despojado, mas sem deixar de ser um tanto quanto extravagante.

Como não poderia deixar de ser, o sucesso do Out Run justificou ports para vários outros sistemas, além de gerar uma série que rendeu mais oito jogos, pelo menos até o momento. Mas o legado do Out Run não parou por aí. Além de tudo, encontramos facilmente seus elementos em outras franquias de sucesso, como Lotus e Mad Gear. Não foi à toa que a IGN, em 2015, considerou este clássico da Sega um dos dez jogos mais influentes do gênero, atrás de Pole Position, Gran Turismo e Virtua Racing.

Vídeo

Acima, temos o gameplay comentado do Out Run feito pelo canal Defenestrando Jogos. Trata-se de mais um Fliperama Nostálgico, uma série que apresenta títulos antigos dos arcades de uma forma descontraída, mas informativa.

Gameplay

Em Out Run, o jogador guia uma Ferrari Testarossa vermelha através de uma série de locais americanos, tentando alcançar os checkpoints em cada fase antes do tempo acabar (o que significa game over), sendo que cada checkpoint aumenta o tempo restante. A perspectiva é em terceira pessoa, com a câmera colocada perto do chão, o que pode acabar limitando a visão do jogador à distância.

No final de cada fase, os jogadores vão ter que escolher um dos caminhos de uma bifurcação na estrada, o que leva a diferentes cenários. As estradas estão repletas de tráfego civil que deve ser cuidadosamente evitado, se não o jogador vai acabar sendo desacelerado e perderá tempo.

Para além de poderem escolher rotas, os jogadores também podem escolher qual a música da excelente trilha sonora do jogo vai tocar no som do carro. As músicas são ‘Magical Sound Shower’, ‘Passing Breeze’ e ‘Splash Wave’.

Curiosidades

  • O esquema da escolha do caminho não foi inventado no Out Run. Ele já existia no TX-1, um jogo da Tatsumi de 1983;
  • O Out Run podia ser encontrado em um dos gabinetes mais extravagantes da história dos fliperamas, criado para se parecer com uma Ferrari Testarossa, tinha um volante e pedais, podia inclinar e contava com um poderoso sistema de som que colocava os auto falantes logo atrás da cabeça do jogador;
  • A trilha sonora do Out Run é tida em alta estima até hoje, sendo composta por Hiroshi Kawaguchi, quem trabalhou também em inúmeros outros títulos da Sega;
  • A Sega não tinha permissão para usar uma Ferrari no jogo. Isto levou a uma série de ameaças e picuinhas judiciárias até que isto foi resolvido no Out Run 2, com a firma japonesa obtendo permissão para usar Ferraris nesta sequência;
  • Os carros dos oponentes são: 1972 Volkswagen Beetle, 1971 Chevrolet Corvette, 1985 Porsche Carrera 911 Turbo, 1985 BMW 325i Cabriolet E30 e Lorry;
  • O Out Run contém vários outdoors com propagandas diversas, notavelmente das motocicletas KTM;
  • Richard Jackson detém o recorde oficial deste game com 52.897.690 pontos;
  • No filme Donnie Darko, um sci-fi que gente burra fala que gosta para parecer inteligente, Donnie, o protagonista, aparece jogando Out Run num fliperama com a sua namorada. A cena mostra ele batendo o carro durante uma DR.

Screenshots

As screenshots acima foram tiradas da versão de arcade do game e foram ampliadas.

Ports

O Out Run foi portado para as seguintes plataformas:

Exibir conteúdo: Ports do Out Run

Série

Além dos ports, o Out Run também deu início uma série composta de nove jogos, sendo sucedido por:

  • Out Run 3-D (1989, Master System);
  • Battle Out Run (1989, Master System);
  • Turbo Out Run (1989, Arcade);
  • Out Run Europa (1991, Game Gear);
  • Out Runners (1992, Fliperama);
  • Out Run 2019 (1993, Mega Drive);
  • Out Run 2 (2003, Fliperama);
  • Out Run 2 SP (2004, Fliperama).

Mais Out Run

Capcom anuncia controle de fliperama que vem com clássicos da firma

16 de abril de 2019
Capcom anuncia controle de fliperama que vem com clássicos da firma

Capcom anuncia uma espécie de fliperama caseiro que vem com 16 clássicos da firma lançados para esta plataforma, incluindo Street Fighter II’: Hyper Fighting, Final Fight, Ghouls’n Ghosts, Alien vs. Predator e Captain Commando.

O aparelho vai ser chamado de Capcom Home Arcade e já vai vir com roms dos jogos configurados com o emulador Final Burn Alpha, que é muito bom. Basicamente, ele é uma plataforma idêntica à parte dos controles das máquinas de fliperama, com um par de joysticks profissionais JLF-TP-8YT, botões OBSF e saída HDMI, só que com formato do logo da Capcom. Abaixo, tem o trailer da parada:

O Capcom Home Arcade vai ter WiFi onboard pra poder acessar um leaderboard mundial, um rank online, e competir com outros jogadores pra ver quem tem as melhores pontuações. Os jogos que vão vir no controle (não se sabe se vai dar para inserir mais roms):

  1. 1944;
  2. Alien vs. Predator;
  3. Armored Warriors;
  4. Capcom Sport Club;
  5. Captain Commando;
  6. Cyberbots: Full Metal Madness;
  7. Darkstalkers;
  8. Eco Fighters;
  9. Final Fight;
  10. Ghouls’n Ghosts;
  11. Giga Wing;
  12. Mega Man: The Power Battle;
  13. Progear;
  14. Street Fighter II’: Hyper Fighting;
  15. Strider;
  16. Super Puzzler Fighter II: Turbo.

Apesar dos poucos títulos, parece bem legal, né? Bom, poderia ressaltar que seria mais legal ainda se você pudesse usar o troço para ligar no computador ou algum outro dispositivo compatível com controles USB e jogar outros games com ele, mas o problema principal mesmo é o preço: nada menos que 229,99 €, cerca de 1012 reais, e isso na pré-compra. Até os gringos estão perplexos.

Isto leva a crer que o Capcom Home Arcade será ainda mais proibitivo para a grande maioria dos brasileiros, pois considerando o frete e o roubo imposto, não deve chegar aqui por menos de 2000 reais, e SE chegar, pois pouco custa os Correios extraviarem a encomenda ou a Receita Federal ou a Anatel roubarem confiscarem o aparelho com alguma desculpa estapafúrdia.

Tem sempre os heróis contrabandistas que podem trazer o aparelho e driblar as quadrilhas fiscalização, mas mesmo assim, pra mim não valeria a pena. Consigo jogar quase tudo com teclado mesmo, e já vi uns caras que fazem uns controles USB tipo de fliperama, com manete e tudo, bem mais barato.

Enfim, o bagulho está marcado para ser lançado no dia 25 de outubro de 2019 e você pode acessar o site oficial do Capcom Home Arcade e ver o que pega.

Extra: abaixo, tem um vídeo do Velberan que comenta esta nova tranqueira da Capcom e fala mais sobre suas funcionalidades:

O cara do Postal vai pro Quake Champions: Doom Edition

15 de abril de 2019
O cara do Postal vai pro Quake Champions: Doom Edition

Na tarde de hoje (15/04) o DBThanatos lançou um vídeo onde ele mostrou as novidades do Quake Champions: Doom Edition v2.2, o seu mod do Quake Champions pra Doom, e uma delas é que o cara do Postal, o Postal Dude, vai ser um dos campeões nesta nova versão.

Além disto, ele também revelou a data prevista para o lançamento do QC:DE v2.2: 19 de abril de 2019.

Ele também mostrou um mapa novo, que usa texturas do Marathon 2 e Infinity, e está muito bonito, e um novo modo de jogo, o Frozen, onde os oponentes congelados parecem dropar health ou algo assim. Ah, o salto agachado (crouch jump), também será liberado.

Uma outra novidade prevista para o QC:DE v2.2 é o mapa Ruins of Sarnath, presente no Quake Champions original e que agora foi portado para este excelente e viciante mod.

Dá pra dar uma curiada nesta belezura no vídeo abaixo:

Este não é o primeiro mapa que tem no QC que vai para o PWAD do DBThanatos e Michaelis. No pacote QCDEmaps2.1.pk3, disponível no download completo do QC:DE, tem outros, como o Blood Covenant, Lockbox, Blood Run e o The Longest Yard (versão do Quake III Arena).

Tem um vídeo onde eu jogo no The Longest Yard, inclusive. É a segunda parte do vídeo que segue logo abaixo:

Linear Doom

15 de abril de 2019
Linear Doom

Linear Doom é um mod criado pelo DeXiaZ que transforma as missões dos três episódios do clássico jogo de tiro em primeira pessoa da id Software em fases completamente retas.

Os mapas mantém o mesmo aspecto dos originais, mas são obviamente mais simples. Além de apresentarem menos inimigos, não contém segredos, quebra-cabeças ou labirintos, podendo, assim, ser terminados bem mais rapidamente que os comuns. O mod conta com versões diferentes das músicas padrão dos mapas também.

O Linear Doom pode ser considerado um joke WAD, mas daqueles que não deixa de garantir desafio, pois se por um lado traz mapas mais simples, conta com menos espaço para evitar ataques inimigos.

Vídeos

O vídeo acima mostra o primeiro episódio do Linear Doom sendo defenestrado com o Quake Champions: Doom Edition na dificuldade Deathbound e com o campeão Terminator.

Exibir conteúdo: Mais vídeos

Screenshots

Compatibilidade

Rodei o Linear Doom aqui no GZDoom (1.8.2, 2.4.0 e 3.7.2), ZDoom 2.8.1 e Zandronum (2.0 e 3.0), com os IWADs do The Ultimate Doom e da phase 1 do Freedoom. O autor garante que o mod funciona em qualquer port que tenha suporte a DECORATE e MAPINFO.

Ele também deve poder ser combinado facilmente com WADs de gameplay, monstros ou armas, mas os mapas dos três episódios originais sempre serão os mesmos.

Saiba mais

  • Linear Doom no Mod DB – Entrada do PWAD no Mod DB, com mais informações, possíveis updates e mirrors para download.
site ou autor do arquivo DeXiaZ tamanho do arquivo 388 KB licencaGrátis download link Download

Defenestrando Two Crude Dudes (1992)

14 de abril de 2019
Defenestrando Two Crude Dudes (1992)

Como é hoje e domingo e neste dia quase sempre posto um gameplay de jogo antigo, trouxe aqui o Two Crude Dudes em sua versão de Mega Drive sendo defenestrado pelo Celso Affini em seu canal. O vídeo é bacana e mostra o game sendo zerado.

Two Crude, também conhecido como Crude Buster no Japão, é um jogo que combina plataforma e beat ’em up desenvolvido e lançado pela Data East para os fliperamas em março de 1990 onde dois brigadores de rua tem como missão retomar o controle de uma Nova Iorque em ruínas. No dia 28 de fevereiro de 1992, o jogo saiu para o Mega Drive com o título Two Crude Dudes. Consta que ele é parte da coletânea Data East Arcade Classics para Wii (19/02/10) e foi portado para o Nintendo Switch também (05/07/2018).

Considerado sucessor espiritual do Bad Dudes vs. DragonNinja, o Two Crude foi bem recebido pela crítica em ambas as suas versões dos anos 90. Lembro que ouve muita falação a respeito deste título em seu port de Mega Drive nas revistas especializadas da época. De fato, é um jogo bastante divertido e bem humorado que conta com bons gráficos, temática maneira e trilha sonora, mas, por algum motivo, não é tão lembrado como deveria ser.

Enredo

O ano é 2010 e Nova York foi devastada por um ataque nuclear de origem desconhecida. Vinte anos depois, quando as máquinas e construtores mal começam a reconstruir a cidade, uma gangue que se chama “Big Valley” invade e toma o controle de Nova York. Como resposta, o governo americano convocm os dois únicos homens capazes de entrar na cidade e derrotar os marginais, que possuem muitas armas, veículos, mutantes e até mortos-vivos ao seu lado. Estes dois são os CRUDE DUDES, e é claro que serão muito bem pagos por este trabalho.

Gameplay

Gameplay do Two Crudes é essencialmente o do Bad Dudes vs. DragonNinja, focado no beat ’em up e com chefões no final de cada fase. Os jogadores controlam os personagens que pode saltar, esquivar e atacar enquanto tentam avançar por hordas de inimigos, que podem ser até lobisomens, esqueletos e corcundas.

Como os protagonistas são a maromba purinha, eles conseguem carregar objetos pesados, como carros, semáforos e os próprios inimigos para usar como armas. No modo de duas pessoas, também é possível para um jogador pegar o outro para usar como um projétil.

Cada jogador tem uma barra de energia que diminui a cada vez que são atingidos. Alguns inimigos podem agarrar os jogadores e drenar sua vida. Um jogador perde uma vida quando sua barra de energia chega a zero. Se o golpe que termina um jogador é uma explosão ou chamas, ele cai no chão queimado. A barra de vida pode ser totalmente recarregada entre os estágios em uma cena mostrando o(s) jogador(es) detonando uma máquina de “Power Cola” pra dropar refrigerantes que aumentam a energia. Estas máquinas também aparecem na maioria das fases como pontos para você se recuperar.

Curiosidades

  1. O port de Mega Drive/Genesis do Two Crude permaneceu com o mesmo nome com o qual o jogo original foi lançado na Terra do Sol Nascente: Crude Buster;
  2. A Pony Canyon/Scitron lançou, no dia 21 de agosto de 1990, um álbum com a trilha sonora deste jogo (Crude Buster, Midnight Resistance – PCCB-00039) com edição limitada.

Veja mais

  • Bad Dudes vs. DragonNinja – versão online do antecessor do Two Crude Dudes, que conta com gameplay e outros elementos similares.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Critical Strike Global Ops

13 de abril de 2019
Critical Strike Global Ops

Critical Strike Global Ops é um jogo de tiro em primeira pessoa multiplayer online para browsers inspirado no Counter-Strike que promete bons gráficos e um grande arsenal de armas modernas para enfrentar jogadores rivais em mapas bem detalhados.

Controles

  • WASD: Movimentar
  • Mouse: Mira e atira
  • R: Recarrega
  • B: Compra armas
  • 1 a 3: Seleciona armas
  • Barra de Espaço: Saltar
  • C: Agachar
  • T: Chat
  • TAB: Menu

Clique Aqui Para Jogar

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