Principais Atualizações

Quake III Arena

19 de fevereiro de 2019
Quake III Arena

Quake III Arena é o terceiro jogo da icônica franquia de jogos de tiro em primeira pessoa da id Software e o primeiro totalmente focado no combate no estilo arena, especialmente multiplayer. Com versões para Windows, Linux, Mac, Dreamcast, PlayStation 2, Xbox 360 e iOS, o Quake III é um dos títulos de maior sucesso da firma, tanto de vendas quanto de crítica, sendo um dos nomes mais famosos do gênero.

Lançado em 2 de dezembro de 1999 pela Activision, o Quake III Arena é notável pelo sua jogabilidade fantástica, design minimalista em prol de apenas funcionalidades realmente importantes, qualidade de texturas e modelos 3D, a enorme flexibilidade para personalizar as configurações e os personagens e por imortalizar elementos que consagraram a série, como strafe-jumping e rocket-jumping. O Quake III Arena ficou famoso também pela sua competitividade, sendo jogado extensivamente em campeonatos de e-sports, como o QuakeCon, Cyberathlete Professional League, Dreamhack e a Electronic Sports World Cup, sendo suplantado por jogos mais novos eventualmente.

O Quake III Arena foi realmente um competidor a altura do Unreal Tournament, outro grande título do gênero que apresentava uma proposta similar, lançado cerca de um mês antes. Além de ser um enorme sucesso de críticas e de vendas, o Q3 deixou um legado que inspirou inúmeros outros jogos (inclusive até de outros gêneros [1]) e mods para outros games [2].

Vídeos

O vídeo acima mostra o Xaero, o chefão final do Quake III Arena, sendo defenestrado pelo DoomSpawner na gravação de um replay onde ele faz 10 a 0 no bot mais difícil do jogo com 100% de precisão.

Exibir spoiler

Enredo

Bem vindo à Arena, onde os guerreiros de alto nível são transformados em mingau desossado. Abandonando todo resquício de bom sendo e qualquer vestígio de dúvida, você se lança em um cenário estreito e abismos. Seu novo ambiente te recebe com poços de lava e perigos atmosféricos enquanto legiões de inimigos te cercam, testando a reação instintiva que te trouxe aqui em primeiro lugar. Seu novo mantra é combater ou ser eliminado.

Screenshots

Gameplay

Como falei acima, o terceiro jogo da série Quake foge dos esquemas dos anteriores, descartando uma campanha single player tradicional para concentrar-se apenas em partidas em arenas multiplayer ou contra bots. O multiplayer é certamente o principal, mas o modo offline é legal também e consiste em uma série de desafios um contra um ou em equipe contra oponentes controlados pela inteligência artificial, aumentando a dificuldade lentamente na medida em que se sobe no rank.

O arsenal, comum para todos os personagens, consiste de armas novas e familiares, mas redesenhadas, incluindo a gauntlet e a metralhadora como armas iniciais, a escopeta, Plasma Gun, Ray Gun, Rocket Launcher e a BFG. Cada arma tem características específicas, como dano, velocidade de recarregamento, precisão e tal. Power-ups e itens podem spawnar nas diferentes arenas que, ao ser recolhidos, ajudam o jogador ou bot a recuperar energia, complementar armadura, garantir invisibilidade, quadruplicar o ataque, aumentar a defesa e tal.

Tal como é de praxe nesta série, o Quake III Arena oferece muita liberdade em movimento. Técnicas avançadas e características rocket jumping, strafing e circle jumping podem ser usadas para se locomover rapidamente pelas áreas. O salto duplo dos títulos anteriores foi removido, entretanto, mas substituído por novas técnicas. O jogo oferece mais velocidade que o Quake 2, mas não é tão rápido quanto o Quake original.

Quake III Arena vem com vários modos de jogo: Free for All (FFA), um deathmatch clássico estilo mata-mata; Team Deathmatch (TDM), onde geralmente duas equipes de quatro competem pelo maior total de frags; Torneio (1×1), um deathmatch entre dois jogadores que termina depois de certo tempo; e o Capture the Flag, um rouba bandeira jogado em mapas simétricos disputado entre duas equipes.

Sobre o download

O download do Quake III Arena que temos disponível aqui é o Quake III: Gold, no GOG. Além de vir o game, já configurado para rodar em Windows mais atualizados e sem DRM, também vêm, incluídos no pacote, a sua expansão, o Quake III Team Arena, o The Elder Scrolls: Arena e o The Elder Scrolls Chapter II: Daggerfall. Ele é pago, cerca de 14,99 dólares, mas vale a pena, pois já vem com um instalador que deixa tudo no jeito pra jogar e funciona funciona tudo direitinho, sem dor de cabeça.

Requerimentos em sistema da versão do GOG

  • Windows XP, Vista, 7, 8 ou 10;
  • Processador de 1.8 GHz ou superior;
  • 512 MB de RAM ou mais;
  • Placa de vídeo 3D compatível com DirectX 7 (com DirectX 9 é melhor);
  • 2 GB de espaço em disco livre.

Saiba mais

  1. Raze – Um jogo em Flash com perspectiva lateral fortemente inspirado no sistema de Arena de jogos como Quake III ou Unreal Tournament.
  2. Hunter’s Moon – Um mod para Doom que é basicamente o que uma campanha single player do Quaker III Arena seria, contando com suporte para multiplayer cooperativo também.
site ou autor do arquivo id Software tamanho do arquivo 879 MB licencaUS$ 14,99 sistemas operacionais compativeisWindows XP/Vista/7/8/10) download link Download

Atraso no lançamento do SIGIL, o novo episódio do Doom de John Romero

18 de fevereiro de 2019
Atraso no lançamento do SIGIL, o novo episódio do Doom de John Romero

O atraso no lançamento do SIGIL, o novo episódio do Doom que está sendo criado pelo John Romero, vai atrasar, segundo o próprio. Citando problemas na produção e buscando deixar tudo nos trinques pros fãs, Romero em pessoa disse que o lançamento tanto dos boxes quanto da versão grátis do novo WAD irão atrasar e devem ser lançados em abril ao invés de fevereiro [1], data anunciada anteriormente.

Nós já falamos um pouco do SIGIL, o sucessor espiritual da quarta missão do The Ultimate Doom nas Notícias do Facínora 42 e abordamos esta notícia do seu atraso na 46ª edição deste nosso programa jornalístico, que também falou sobre o atraso do PlanetSide Arena, mais uma tentativa de chupinhar popularidade dos jogos battle royales [2], e os lançamentos de novas versões de mods para Doom, o Quake Champions: Doom Edition v2.1 e o Hokuto no Doom: 19XX Edition:

O gameplay do vídeo foi o da primeira vez que o Facínora jogou o Quake Champions.

Saiba mais e fontes

  1. SIGIL Update – John Romero – February 16, 2019 – Post onde o John Romero fala sobre a parada lá.
  2. PlanetSide Arena delayed again, pre-orders refunded – Na PC Gamer.

Defenestrando D.D. Crew (1991)

17 de fevereiro de 2019
Defenestrando D.D. Crew (1991)

Pra iniciar bem a domingueira com algo decente para assistir, trazemos aqui o episódio do Fliperama Nostálgico do D.D. Crew, um jogo de luta que foi defenestrado pelo Celso em uma live. Além de comentar, mostrar o gameplay do título e zerá-lo, também traz várias informações do mesmo que utilizamos para montar este post. P.S.: o conteúdo do vídeo começa na minutagem 6:40.

D. D. Crew (D. D. クルー) é um jogo de luta estilo beat ’em up nos moldes do Final Fight desenvolvido e lançado para os fliperamas pela Sega em junho de 1991 no Japão. No jogo, podem ser controlados um dos quatro personagens, F. F., Buster, King e Gung Ho, a fim de frustrar um plano terrorista.

O jogo, apesar de ter ótimas animações, bons gráficos muito detalhados e ser bem trabalhado no geral, não chegou a ser nenhum sucesso de críticas nem de mercado, e não rendeu nenhum port nem sequências, sendo um jogo exclusivo dos arcades da Sega (System 18) mesmo. Enfim, a jogabilidade péssima e o fato de ser muito repetitivo fizeram o D.D. Crew ser uma bela bomba.

Enredo

F. F. recebe uma chamada de um cafetão louco em um terno laranja que lhe diz que tem uma bomba no Parque Yo. Uma série de explosões acontecem e mostram que a gangue não está para brincadeira. Cabe agora a F.F., Buster, King e Gung Ho porrarem todos esses vagabundos e frustrar os seus planos terroristas.

Gameplay

D. D. Crew é como dito anteriormente, semelhante ao arquetípico Final Fight. Nele, até quatro jogadores ao mesmo tempo encaram hordas de inimigos enquanto avançam pelas fases (a maioria dividida entre 3 ou mais cenas), que vão rolando da esquerda para a direita. Como de costume, tem um chefão no final de cada fase.

Os jogadores podem recolher algumas armas ao longo do caminho, como facas e granadas, bem como outros itens como algumas vidas e pontos de vida “MAX”. Eles também podem pegar e atirar inimigos no chão ou contra outros inimigos. Além de combinar armas e golpes, os personagens também podem fazer dash attacks ao pressionar duas vezes o joystick pro lados e apertar um botão de ataque.

O D. D. Crew tem um contador que informa quantos inimigos cada jogador eliminou, algo não muito comum nos jogos desta época.

F. F. e Gung Ho são personagens mais rápidos, enquanto King e Buster tem poder de ataque maior. É muito ruim que nenhum tem particularidades interessantes para explorar.

Curiosidades

  • O chefe da fase 2 é uma homenagem a Bruce Lee;
  • Os personagens parecem ser modelados em lutadores reais ou heróis de ação: O F.F. lembra vagamente Jean-Claude Van Damme, o mestre de Kung Fu Gung Ho é possivelmente uma referência a Shaw Brothers, King como o Ahnuld Ripoff e Mike Tyson como Buster;
  • D. D. significa Dynamite Demolitions (“Demolições de Dinamite”, algo assim);
  • O final do jogo apresenta uma referência muito sutil no topo do Empire State do jogo Spider-Man: The Video Game.

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Lt. Alex: Space Platform

16 de fevereiro de 2019
Lt. Alex: Space Platform

Lt. Alex: Space Platform é um jogo de tiro em primeira pessoa em Flash que se passa no espaço. Nele, você tem que ajudar o Tenente Alex, cuja a espaçonave foi avariada e teve que ejetar emergencialmente em uma plataforma espacial. Ele sabe que nesta plataforma tem uma espécie de portal intergalático que pode ajudá-lo a voltar pra sua base.

Ajude-o e divirta-se!

Controles

  • Use as setinhas ou WASD para movimentar.
  • Barra de Espaço: Saltar
  • Mouse: Mira e atira
  • 1 e 2: Troca de armas
  • ESC: Pausa e mostra o menu
  • C: Troca a mira (crosshair)

Clique Aqui Para Jogar

Sin City

15 de fevereiro de 2019
Sin City

Sin City é um mapa para Doom II criado pelo Edward Cripps (Ed) inspirado na fase The Spirit World (Mapa 28) que apresenta um estilo meio gótico que lembra um pouco o Quake. O Sin City é um WAD single player, não é muito grande e é muito bem feito. Inclusive, foi listado em 2001 como um dos top 100 WADs de todos os tempos do Doomworld.

Posteriormente, o Ed Cripps lançou duas sequências, o Sin City 2: The Satan Complex (2003) e o Sin City 3 (2008).

Vídeo

O vídeo acima mostra o Mechatron e Sin City combinados e sendo jogados pelo Tyrant120.

Screenshots

Compatibilidade

Foi usado o GZDoom 3.3.2 e o IWAD do Doom II: Hell on Earth para gravar o vídeo acima, mas o requerimento oficial é apenas o ZDoom, então creio que qualquer versão antiga deste port, assim como seus forks, devem ser capazes de rodar o Sin City de buenas.

Saiba mais

site ou autor do arquivo Ed Cripps tamanho do arquivo 355 KB licencaGrátis download link Download

Hokuto no Doom: 19XX Edition

15 de fevereiro de 2019
Hokuto no Doom: 19XX Edition

Hokuto no Doom: 19XX Edition é a nossa edição do jogo desenvolvido por Benoit Spacher (iceman57) do Hokuto no Ken, o seminal anime e mangá escrito por Buronson e ilustrado por Tetsuo Hara.

O Hokuto no Doom: 19XX Edition traz um sistema de gore e sangue que faz os inimigos explodirem com os ataques de Kenshiro (uma modificação do Ketchup Gore Mod, do Sergeant Mark IV), inclui o belíssimo mapa Metz Cathedral do iceman57 disponível para deathmatches e organiza e seus recursos próprios, separando-os do Doom shareware, sobre o qual o Hokuto no Doom foi originalmente desenvolvido e distribuído.

Esta edição não apresenta nenhuma modificação no gameplay e mantém todos os recursos criados e adaptados da primeira versão do jogo, como texturas, sprites, efeitos sonoros, música de fundo etc.

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

Como o Hokuto no Doom original era standalone, resolvi criar um pacote para a 19XX Edition que já vem com o Freedoom e o Zandronum 3.0, ficando praticamente pronto para jogar, faltando apenas configurar controles, resolução etc. O Hokuto no Doom: 19XX Edition também pareceu funcionar de boa aqui no GZDoom (1.8.2, 2.4.0 e 3.7.2) com os IWADs do The Ultimate Doom e da phase 1 do Freedoom.

Saiba mais

site ou autor do arquivo Iceman57 tamanho do arquivo 14,7 MB licencaFreeware sistemas operacionais compativeisGrátis download link Download

Chicotadas psicológicas: Blizzard demite 800 funcionários

13 de fevereiro de 2019
Chicotadas psicológicas: Blizzard demite 800 funcionários

Recentemente, 800 funcionários da Blizzard se sentiram como os técnicos do Elifoot II, recebendo chicotadas psicológicas. Segundo consta, eles foram demitidos para agradar investidores.

Apesar da Blizzard e Activision terem faturado alto no último ano, suas ações estariam em baixa. Alegando que iriam priorizar o desenvolvimento de games, mandaram o papel timbrado para quase 8% da sua folha de pagamento.

Segundo o canal TheQuartering, onde vi esta notícia, isto seria mesmo para segurar o valor da empresa. O vídeo segue abaixo (em inglês):

De acordo com o Business Insider, as demissões vão afetar todas as partes da Activision-Blizzard, incluindo a publisher do Call of Duty, o criador da Candy Crush Saga e a própria Blizzard, responsável pelas principais franquias como World of Warcraft, Overwatch, StarCraft, Hearthstone e Diablo. A matéria também diz que “apesar de possuir um catálogo de títulos favoritos dos fãs, a Blizzard viu parte do a sua atenção roubada por novidades free-to-play como Fortnite e Apex Legends.” Inclusive, o Overwatch (um Quake Champions cheio de frescura), uma das novas e mais bem sucedidas franquias da Blizzard estourou em 2016, mas lentamente perdeu terreno para rivais com atualizações mais frequentes, incluindo o próprio Call of Duty ou Rainbow Six: Siege.

Sem sombra de dúvidas é uma situação muito ruim para os empregados, mas se a firma está perdendo mesmo mercado, é melhor repensar a estratégia logo antes de ser tarde demais. Focar no que traz retorno e cortar gastos com departamentos não lucrativos seria válido diante deste contexto.

Mas sei lá, também. Enquanto isso, é melhor aproveitar que o StarCraft 2 está gratuito desde 2017, como noticiamos em nosso canal (veja abaixo) e jogar um pouco. Vai que a Blizzard quebra e ficamos sem Battle.Net?

Shadow Warriors (Ninja Gaiden)

12 de fevereiro de 2019
Shadow Warriors (Ninja Gaiden)

Shadow Warriors, ou Ninja Gaiden, é um jogo de luta estilo beat ’em up com rolagem horizontal desenvolvido pela Tecmo e lançado por esta firma originalmente para os fliperamas em 1988. Este primeiro jogo da série Ninja Gaiden, a qual foi imortalizada posteriormente no NES com a trilogia de mesmo nome, segue Ryu Hayabusa combatendo uma organização criminosa e macumbeira em Nova Iorque.

Posteriormente, o Shadow Warriors/Ninja Gaiden ganhou versões para outras plataformas, como o ZX Spectrum (1990), Commodore C64 (1990), Amstrad CPC (1990), Amiga (1990), Atari ST (1990), Lynx e Wii (2009). Parece que o game foi também relançado de novo no C64 e no Amiga em uma coletânea chamada Hot 2 Handle.

Shadow Warriors surfou na onda de um grande sucesso de 1987 da Sega, Shinobi, junto com uma enxurrada de jogos de estilos similares e explorando a temática ninja, porém com uma pitada de comédia, como o Teenage Mutant Ninja Turtles e Caveman Ninja “Joe e Mac”. O game, que tem muito bons gráficos pra época (embora careça de animações mais fluidas) acabou sendo bem recebido pela crítica também.

Vídeo

Acima, temos o gameplay do Shadow Warriors, a versão europeia do Ninja Gaiden dos arcades, feita no quadro Fliperama Nostálgico do canal Defenestrando Jogos. O vídeo tem mais de meia hora de duração e é bastante descontraído e informativo. É também a principal fonte que usamos para montar este post.

Enredo

Ao ser contatado por um membro de seu clã que está no Estados Unidos, o ninja Ryu Hayabusa fica ciente dos planos de uma organização criminosa que está utilizando os segredos dos ninjas para tomar todo o país. Estes criminosos fazem parte de um culto maligno liderado por Bladedamus, um descendente de Nostradamus que busca concretizar suas profecias do fim do mundo. Isso obriga Hayabusa deixar Tokyo para Nova York a fim de impedir este plano macabro e destruir o mal onde quer que ele esteja.

Gameplay

Shadow Warriors (ou Ninja Gaiden) é, como já dito, um side scrolling beat ’em up para até dois jogadores, um controlado um ninja com roupa azul e o outro com roupa laranja. O game conta com uma boa variedade de cenários, todos com partes destrutíveis, como cabines telefônicas, placas e lixeiras, que podem dropar power-ups. Basta atirar um inimigo (ou ser arremessado por eles) em tais partes da tela para detoná-las.

O controle se movimenta em oito direções de forma similar a jogos do gênero, como Double Dragon. Também conta com um botão que serve para agarrar em barras, um para atacar e outro pra saltar. Existem cinco técnicas primarias que podem ser ativadas através dos botões ou suas combinações: “Triple Blow Combination”, uma série de socos e chutes que servem como ataque padrão do jogador; “Flying Neck Throw”, realizada atacando o inimigo enquanto pula; “Hang Kick”, ataca o inimigo enquanto esta segurando em uma barra; “Tightrope Walk”, onde o jogador se move pendurado em cima de uma corda bamba; e o “Phoenix Backflip”, que consiste em um backflip executado depois de correr contra uma parede e que se torna um ataque se o jogador tiver uma espada.

O jogo é muito lembrado por uma tela mórbida onde o protagonista está amarrado a uma mesa batendo violentamente a cabeça enquanto uma serra circular está indo em sua direção. Se o jogador não usar continue em 10 segundos, a tela fica vermelha, o ninja grita em agonia e as palavras “GAME OVER” aparecem seguidas de uma música dramática. Final Fight, lançado um ano depois, teve uma seqüência semelhante, mas com os personagens amarrados ao lado de dinamite.

Os primeiros cinco estágios são baseados em regiões americanas reais, como a cidade de Los Angeles, Brooklyn, Las Vegas, Carolina do Norte, e uma estrada de ferro transcontinental. O sexto e último estágio se passa dentro do esconderijo do inimigo, onde acontece um boss rush com os chefões do jogo, que incluem um lutador de sumô, um par de lutadores de luta livre parecidos com os The Road Warriors e um trio de acrobatas mascarados com garras. O chefe final, Bladedamus, empunha duas espadas e tem um ataque onde ele cospe fogo.

Screenshots

As imagens acima foram capturadas da versão de arcade do Shadow Warriors e foram ampliadas.

Curiosidades

  • Pelo título de Ninja Gaiden, o jogo é conhecido nos EUA. No Japão é conhecido como Ninja Ryukenden e o nome Shadow Warriors foi usado tanto nos EUA quanto na Europa. Ele foi lançado na Europa em 1989, apesar da tela de título ter escrito 1988;
  • Nas versões originais, na hora de enfrentar os chefões que lembram os Road Warriors, é possível ouvir uma música que lembra bastante à música Iron Man, do Black Sabbath;
  • No final da quarta fase, é possível ver o rosto de Nostradamus esculpido na montanha ao fundo e um pentagrama no centro da tela com o ano de 1999 dentro dele;
  • Na quinta fase, tem um muro de pedra onde está pichado o nome de outro clássico da Tecmo, o Rygar;
  • O último estagio possui várias imagens estranhas, como quadros de pedras voadores, estátuas de demônios e uma parede feita de rostos. Essa fase é dividida em três partes: no final da primeira, é possível ver um vitral de uma mulher sendo queimada na fogueira; no final da segunda parte, pode ser ver um gigantesco quadro com a imagem de Nostradamus; e na última parte, aonde se enfrenta o chefão final, ao fundo, existe o desenho de uma caveira e uma mulher com roupas sadomasoquistas, além de um corpo dilacerado amarrado a correntes e o pentagrama no centro da tela;
  • Este jogo de arcade foi produzido e lançado quase que simultaneamente com o Ninja Gaiden do Nintendinho, apesar do fato que são diferentes jogos com apenas algumas similaridades;
  • O designer do Shadow Warriors foi creditado apenas como “Strong Shima”, mas Masato Kato, quem trabalhou na versão de NES, identificou-o apenas como “Mr. Iijima”;
  • Nas cutscenes entre cada estágio, Ryu aparece comendo em um restaurante japonês, lendo jornal num trem, descendo um rio num caiaque, jogando num casino ou escalando um prédio, assustando os trabalhadores que limpam as janelas.

Série

Como dito acima, Shadow Warriors foi o primeiro de uma série rendeu mais sete jogos:

  1. Shadow Warriors/Ninja Gaiden (1988)
  2. Ninja Gaiden (1989);
  3. Ninja Gaiden Episode II – The Dark Sword of Chaos (1990, NES 8-bit/Famicom);
  4. Ninja Gaiden Episode III – The Ancient Ship of Doom (1991, NES 8-bit/Famicom);
  5. Ninja Gaiden (2004, Xbox);
  6. Ninja Gaiden Black (2005, XBox)
  7. Ninja Gaiden Sigma (2007, PlayStation 3);
  8. Ninja Gaiden Dragon Sword (2007, Nintendo DS);

Conteúdo do Doom 2016 abandonado e cenas de testes do jogo

11 de fevereiro de 2019
Conteúdo do Doom 2016 abandonado e cenas de testes do jogo

Este vídeo traz umas cenas com conteúdo do Doom 2016 (ou Doom 4) que foi abandonado e de testes do jogo quando ele ainda estava em desenvolvimento.

Dá pra ver upgrades das armas como mods de detonação manual, carregar impacto direto, travar no alvo, impacto direto carregado e enxame de foguetes para o Rocket Launcher, além de fatalities e outros elementos de jogos que foram descartados.

Alguns deles eu achei uma pena terem sido deletados…

O vídeo foi publicado pelo canal LeonardoETC e recomendado pelo RiboZurai.

Mais Doom 2016

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

MUS Player

11 de fevereiro de 2019
MUS Player

MUS Player, ou apenas MUSPLAY, é um reprodutor de músicas .MUS, o formato usado em jogos como Doom e Heretic, desenvolvido por Vladimir Arnost e lançado originalmente no dia 8 de agosto de 1994.

Um arquivo .MUS é um simples clone de uma música MIDI que consiste de duas partes. Composto de cabeçalho e corpo, ele usa os mesmos instrumentos, comandos similares e o mesmo princípio: uma lista de eventos de sons. Entretanto, enquanto os .MID são mais populares, não existem muitos reprodutores de ficheiros .MUS. Por isso, o MUS Player teve papel fundamental em reproduzir as músicas de jogos como Doom e Heretic que são neste formato.

O MUS Player reproduz as músicas através de OPL2, OPL3, Sound Blaster AWE 32, driver MPU 401 ou através de Sound Blaster MIDI port. Ele também permite especificar diferentes bancos de instrumentos, volume, taxa de playback ou dar loop na música repetidamente.

Hoje em dia, a necessidade do MUS Player é muito reduzida, pois os ports avançados de Doom podem rodar mods com músicas em vários formatos mais populares, como MP3, OGG e MIDI. Além disto, contamos com ferramentas como o próprio Slade que podem ter a funcionalidade de tocar os arquivos .MUS, mas nós vamos manter este programa aqui por curiosidade ou para aqueles que gostam de fazer as coisas no estilo da velha guarda.

Compatibilidade

Como o MUS Player é um aplicativo desenvolvido em meados dos anos 90 para o MS-DOS, ele provavelmente não vai rodar em sistemas operacionais modernos sem a ajuda de algo como o DOSBox.

site ou autor do arquivo Vladimir Arnost tamanho do arquivo 484 KB licencaFreeware sistemas operacionais compativeisMS-DOS download link Download
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