Principais Atualizações

Defenestrando Carrier Airwing (1990)

26 de fevereiro de 2017
Defenestrando Carrier Airwing (1990)

Hoje é domingo e é dia de assistir mais um jogo de fliperama, o Carrier Airwing, de 1990, sendo defenestrado pelo Celso, do canal Defenestrando Jogos.

O vídeo, além de mostrar o gameplay do game, é muito informativo e descontraído, falando várias curiosidades sobre o game, dados tais que usamos para montar esta publicação.

Carrier Airwing, lançado no Japão como U.S. Navy (ユー・エス・ネイビ), é um shoot ’em up de rolagem lateral lançado pela Capcom, originalmente, para os arcades (CPS-1), em outubro de 1990. É considerado o sucessor espiritual do U.N. Squadron, lançado no ano anterior.

Apesar de ser um game de excelente qualidade e jogabilidade, não foi portado para nenhum outro sistema, apesar que isso não era tão comum com os games de CPS-1 mesmo.

Enredo

Durante os anos 90, muito foi mudado no mundo. A crescente cooperação entre velhos rivais e entre as superpotências do globo foram exemplos de tais mudanças econômicas e geopolíticas pelo globo. Entretanto, frágil paz não duraria por muito tempo: no ano de 1997, o ficcional país do Oriente Médio  chamado Rabu construiu várias armas de destruição em massa, como ICBM’s, bombas nucleares táticas e até mesmo uma arma de laser em um satélite, capaz de atacar qualquer ponto do mundo.

Com tal armamento na mão e contando com diversos terroristas sobre o mundo, Rabu, aspirando ao seu sonho de conquista global, estava pronto declarar a guerra à humanidade.

Uma chamada de emergência chega ao governo dos EUA quando, em 1999, Rabu ataca Tóquio, no Japão, com o seu poderoso armamento. Os americanos decidem lutar contra Rabu, e o USS Carl Vinson (CVN-70), da Marinha Americana, navega carregando três dos melhores pilotos de caça do mundo: Rick Ford, Mark Olson e James Roy, lançando-os em uma campanha para por um fim na ameaça de Rabu e trazer a paz e a liberdade de volta ao mundo.

A maior guerra aérea na história humana está prestes a começar …

Gameplay

Como dissemos, o Carrier Airwing é um shoot ’em up de rolagem lateral, onde os jogadores enfrentam uma enorme quantidade de inimigos. Como no U.N. Squadron (Area 88, no Japão), os jogadores podem escolher qualquer um entre trê caças a disposição para a batalha prestes a acontecer. Neste game, estão disponíveis o F-14 Tomcat, F/A-18 Hornet e o A-6E Intruder, cada um pilotado por dos pilotos citados acima. Os jogadores vão abrir caminho através de dez fases cheias de inimigos e, no final de cada uma, eles podem comprar novas armas, proteções e realizar upgrades.

Curiosidades

  • No Japão, além de ser conhecido como U.S. Navy, o Carrier Airwing foi recebido como o 12º jogo vídeo feito para o sistema CPS1.
  • Se você vencer o game com apenas um crédito, você assiste o final verdadeiro do jogo.
  • Creio que a grafia de “Airwing” está errada, pois o nome do jogo deveria ser Carrier Air Wing.

Dicas e Manhas

O jogo contém uma série de itens secretos.

  • Missão 2: Branco Mech (10000 pts) – Após o helicóptero grande e de quando a estrada suspensa termina, suba rapidamente e atire.
  • Missão 3: Coelho (20000 pts) – Atire no 9º árvore ou lance uma bomba; Vaca (10000 pts) – Destrua o monticule terreno no topo da colina logo após a nona árvore, podendo fazer curvas para a vaca, atirando diante; e Homem (6000 pts) – Atire entre a base da montanha e a do cruzador.
  • Missão 6: Snowman (4000 pts) – Atire na base do 4ª iceberg.
  • Missão 7: Urso Pequeno (8000 pts) – Chegando ao fim da fase, atire no meio da primeira montanha cinza, pouco antes do primeiro vulcão.
  • Missão 8: Mech com uma bandeira (20000 pts) – Solte uma bomba atrás da segunda casa.
  • Missão 9: Red Mech (10000 pts) – Atire na base da muralha; Yashichi – Destrua a torre vermelha localizada em uma passarela.
  • Missão 10: Yashichi – Destrua a torre vermelha localizada na parte superior dos motores.

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Random Heroes

25 de fevereiro de 2017
Random Heroes

Em Random Heroes, uns emos frescos abriram um portal para uma dimensão alienígena. Agora, cabe a uns heróis nada usuais a salvarem o dia, abrindo caminho na base da bala através dos aliens invasores, neste run and gun online retrô de plataforma para browsers.

Recolha moedas e faça upgrades nas suas armas, para se fortalecer.

Controles

  • WASD ou Setinhas: Movimentar
  • W, K, X ou ↑: Pular
  • L ou C: Atirar
  • U: Abrir loja

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Skunny Kart

24 de fevereiro de 2017

skunny kart

Skunny Kart é um antigo e muito legal jogo de corrida de karts para PC, no melhor estilo Super Mario Kart, desenvolvido e lançado pela Copysoft, em 1993.

A corrida do game envolve animais disputando, incluindo um besouro, um chipmunk, um hipopótamo, uma raposa, um jacaré, etc. Você compete em duas categorias, 50cc e 100cc, e em várias pistas (mais de 40 na versão full), tem modo de dois jogadores que jogam simultaneamente no mesmo teclado ou com joysticks (leia esse post). A corrida é estilo Mario Kart mesmo, onde  recolhe vários bônus, power-ups, armas e até armadilhas durante o percurso, que podem definir quem vai ser o vencedor da prova.

Outro destaque desse game é referente aos sons. A musiquinha é bem legal, e no estilo dos games da época, mas o mais interessante são sons como do Exterminador do Futuro (“I’ll be back“) e dos Simpsons (Oh Man!) que tocam durante o gameplay.

À primeira vista, o game pode parecer uma cópia descarada deste game do SNES. Bem, pode ser até que seja, em parte, mas a gente não dá a mínima, visto que esse jogo é muito bom e divertido. Pra quem não tem o cartucho do outro clássico, o Skunny Kart mais que quebra o galho, inclusive sendo, em alguns aspectos, melhor.

Apesar que esse jogo nunca teve tanto reconhecimento como deveria e da história um pouco controversa, ele faz parte do nosso Hall Of Fame.

Vídeo

O décimo quinto Velharia, a nossa série de vídeos que cobre e apresenta jogos antigos, mostrou o Skunny Kart. Foi meio aos trancos e barrancos porém serviu:

Desenvolvimento

A história da criação deste jogo é também bastante interessante, e um pouco trágica. Se você pode reparar, ele se parece também com um outro jogo, chamado Wacky Wheels, o que se deve ao fato dos dois usarem o mesmo protótipo, Wacky Race.

Foi o seguinte: Andy Edwardson, que trabalhava para a Copysoft, geralmente sob baixo orçamento, queria desenvolver um jogo tipo Super Mario Kart. Ele tentou descobrir como que o esquema de mapeamento com textura em 3 dimensões (three-dimensional texture mapping) funcionava. O problema é que um chip especial DSP que fazia isso no SNES, e os PCs não ofereciam nada similar a isto, em tempo real. Mas ele não desistiu e, ao estudar o jogo da Nintendo e milhares de registros VGA, desenvolveu um método que ele chamou de VGA7, que ficou equivalente ao MODE7 do Super Nintendo. Ele disse que teve que desenvolver isto sem referência nenhuma. Um grande feito, não acha?

Só que, por ingenuidade, descuido ou para tentar gerar algum interesse por parte da Copysoft, Edwardson enviou o protótipo que ele desenvolveu para esta firma, junto com o código fonte… Eles rejeitaram o projeto, que foi levado então para Apogee. O engraçado (pra não dizer vigarice) foi que a Copysoft acabou lançando o Skunny Kart antes do Wacky Wheels. Isto leva a crer que estes usaram o código de Edwardson para desenvolver o Skunny. O Wacky Wheels foi, por fim, lançado pela Apogee.

Esse fato era totalmente novo para nós da Gaming Room. O cara parece que se culpa até hoje por este erro, mas, na verdade, quem errou foi a Copysoft por essa fuleiragem (ele diz que é impossível alguém ter desenvolvido o código do zero em tão pouco tempo). E, também, por ironia do destino, ou por falta de competência mesmo, a Copysoft nunca teve grande prestígio, mesmo clonando código dos outros.

Sabemos que não é muito mas, pelo menos pra nós, Edwardson é o principal responsável por este excelente game chamado Skunny Kart.

Screenshots

skunnyk_004skunnyk_002skunny kart apresentacaoskunnyk_003

Atenção

Este jogo antigo foi feito originalmente para rodar no MS-DOS. Você pode precisar do DOSBox para rodá-lo no seu Windows. Nas screens acima, tem uma figura que mostra a gente rodando o game no DOSBox 0.73, inclusive.

Trapaças

  • Aperte a tecla F1 quatro vezes para o jogador número 1 ficar invencível. Aperte F1 novamente para resetar;
  • Tecla F2 duas vezes para míssil do player 1;
  • Aperte a tecla F5 quatro vezes para o jogador número 2 ficar invencível. Aperte F1 novamente para resetar;
  • Tecla F6 duas vezes para míssil do player 2.

Saiba Mais

site ou autor do arquivo Copysoft tamanho do arquivo 1,4MB licencaShareware sistemas operacionais compativeisMS-DOS Download

Higor’s Brutal Doom

24 de fevereiro de 2017
Higor’s Brutal Doom

Higor’s Brutal Doom é um mod para Doom desenvolvido pelo HigorHuann que combina o melhor das versões 19 e 20 do popular Brutal Doom, do SGtMarkIV.

O Higor disse que sempre via gente reclamando do Brutal Doom v20, a versão da época. Entretanto, tem algumas coisas desta versão que poderiam ser aproveitadas e, assim, ele resolveu fazer uma combinação de ambas versões. Isto resultou no Higor’s Brutal Doom.

Ele também utilizou recursos de outros mods e modders, como o Quaker540’s, Saegiru, Pa1nki113r, DooMNukem e Hexereticdoom.

Vídeos

Screenshots

Compatibilidade

O mod se mostrou compatível com o GZDoom 1.8.2 e o Zandronum 2.0.

Ele rodou de boa com os IWADs do Ultimate Doom, Final Doom e do Doom II. Dá para rodar com o Freedoom sem dar pau, mas algumas sprites certamente ficarão bugadas.

Saiba Mais

site ou autor do arquivo HigorHuann tamanho do arquivo 20,1MB licencaGrátis Download

Smooth Doom with Ketchup Patch

22 de fevereiro de 2017
Smooth Doom with Ketchup Patch

O Smooth Doom with Ketchup Patch traz o festival de gore e sangue do Ketchup Gore Mod, do SGtMarkIV, para o Smooth Doom, do Gifty.

Criado pelo dDefinder, o patch não altera mais nada além disso, mantendo o gameplay tão vanilla quanto o Smooth Doom pode proporcionar.

Lembre-se que o patch deve ser carregado ANTES do Smooth Doom para funcionar corretamente.

Vídeo

O vídeo a seguir mostra o funcionamento do add-on em conjunto com o Doom High-resolution Textures Project, o que causou um pouco de lag mas ficou assim mesmo:

Screenshots

Compatibilidade

Testei o patch nos GZDoom 1.8.2, GZDoom 2.3 e no Zandronum 3.0, funcionando de boa nestes ports. Também rodou com os IWADs do Ultimate Doom, Doom II, Final Doom e de ambas phases do Freedoom. Ou seja, é praticamente a mesma compatibilidade do Smooth Doom.

Parece que dá para jogar com o IWAD do Chex Quest também, sem bugar ou travar, mas não testei a fundo e não garanto que dá pra jogar de boa do início ao fim.

Saiba Mais

site ou autor do arquivo dDefinder tamanho do arquivo 758,17KB licencaGrátis Download

Hunter’s Moon

22 de fevereiro de 2017
Hunter’s Moon

Hunter’s Moon é um mod para Doom desenvolvido (continuamente) pelo Zanieon que, basicamente, combina o gameplay do Quake III Arena com o do Serious Sam em torno uma versão mais enriquecida e abrangente do roteiro original do FPS da id Software.

Sendo desenvolvido tendo como objetivo de criar a campanha single player que o Quake 3 nunca teve, a história do Hunter’s Moon continua milênios depois que os Vadrigars continuamente levaram guerreiros para lutarem nas arenas eternas, a fim de obterem o controle do que os aprisionaram lá, o Templo dos Portais. Tal lugar é a fonte de um poder inimaginável.

O mod, atualmente, apresenta 28 personagens jogáveis, com todos do Quake 3, do Team Arena e um personagem especial do Unreal Tournament 3. Também apresenta um armamento que vai além do Quake III Arena, inclusive duas originais, criadas pelo próprio autor.

Mapas

Como se não bastasse, o Hunter’s Moon conta mapas muito bem trabalhados e complexos, que podem ser jogados baixando o Map Core e um pacote, o Map Pack.

Também tem o Editor Resource, um arquivo de recursos (resource file) para você criar seus próprios mapas para o HM.

O porém destes mapas é que são bem pesados, precisando de uma máquina robusta para rodar tudo sem lag.

Vídeo

O mapa do vídeo abaixo foi jogado pelo próprio Zanieon, que nos enviou o vídeo pra gente editar e divulgar o mod na Gaming Room:

Enredo

Por 4 ciclos galácticos, você matou os guerreiros da arena repetidas vezes nas intermináveis disputas criadas por uma fonte desconhecida de poder, conhecida apenas como os Vadrigars. Porém, chegou o dia em que isso tudo mudou.

Agora, você está diante de um novo local que ainda se parece com as arenas, mas sente que algo está diferente. Alguma coisa lhe diz que você está fora delas, livre do controle dos Vadrigars. Logo, você vê todos os outros guerreiros aparecendo na mesma sala, mas eles não têm uma equipe, o locutor não diz nada e não se encontra nenhuma arma. Logo, só se tem apenas uma pergunta: o que vocês estão fazendo ali?

Depois de algum tempo, um portal gigante abre em frente a um portal, jogando uma criatura enorme na sala, se fechando rapidamente a seguir, impedindo qualquer coisa de ser feita. A criatura se levanta, encara os guerreiros, se impressiona e diz algo em uma língua que ninguém conhece. Um novo portal se e dele saem soldados com uniformes e armas diferentes, explicando o que aconteceu. Segundo eles, cada arena que vocês conheciam estão localizadas em vários lugares de universos diferentes. Elas foram construidas e eram controladas pelo Templo dos Portais, o lugar onde os Vadrigars supostamente viveram quando seu império era poderoso. Eles teriam desaparecido mas o templo continuou ativo, com suas funções que incluíam manter as disputas acontecendo nas arenas. Agora que vocês foram libertados, eles pedem por ajuda, pois o Inferno está ameaçando tomar o controle do Templo.

A missão agora é simples: Pegue suas armas e limpe cada universo que os exércitos infernais tenham invadido.

Screenshots

Compatibilidade

Testei o Hunter’s Moon com o GZDoom 2.3 com os IWADs do Doom 2, Ultimate Doom e Freedoom (ambas phases), e não notei problemas com nenhum destes arquivos.

O desenvolvedor disse que existe versão para Zandronum 3.0 também e garante que funciona com o IWAD do Final Doom, embora eu não tenha testado.

Download

O pacote para download do post vem com o Hunter’s Moon V2.8, o Map Core V0.2, o Map Pack V0.2 e o Editor Resource. Se você quiser baixá-los separadamente, acesse o tópico do HM abaixo, no fórum do ZDoom.

Saiba Mais

  • [WIP] Hunter’s Moon – Tópico do Hunter’s Moon no fórum oficial do ZDoom, com mais informações a respeito do mod, assim como links alternativos para download, add-ons e possíveis updates, que podem aparecer lá antes do que aqui. Em inglês.
  • Hunter’s Moon no MODDB – Com mais info também, e links alternativos para download. Também em inglês.
  • Canal do Zanieon – Canal do criador do Hunter’s Moon, no YouTube.
site ou autor do arquivo Zanieon tamanho do arquivo 362,98MB licencaGrátis Download

Techno Cop

22 de fevereiro de 2017
Techno Cop

Techno Cop (ou Technocop) é um jogo antigo desenvolvido pela RazorSoft e que foi lançado em 1989, originalmente, para vários sistemas diferentes, como o Amiga, Amstrad CPC, Apple II, Atari ST, Commodore 64 e MS-DOS. Depois, em 1990, o game foi portado para o Mega Drive (Genesis), onde adquiriu um nível maior de notoriedade.

Havia uma versão desenvolvida para o Nintendinho (8-bit NES), criada por um sujeito chamado Simon Nicol. Ele chegou a terminar este port, mas nunca foi lançado.

Apesar de contar com bons gráficos e ter sido lançado para vários sistemas, não é um game que ganhou muita popularidade, pelo menos até onde vimos.

Vídeo

O décimo quarto Velharia, nossa série de vídeos no YouTube que cobre e apresenta jogos antigos, falou sobre o Technocop e mostrou um pouco do seu gameplay, em sua versão do Mega Drive:

Screenshots

As screenshots abaixo foram tiradas de versões diferentes do Technocop:

Enredo

Techno Cop se passa em um futuro próximo. Nele, você é um policial que procura limpar sua cidade de toda a escória criminosa urbana. Para isso, ele conta com a sua Ferrari vermelha, para destruir os carros hostis, além da sua fiel pistola, para picar bala nos bandidos.

Gameplay

O game é single player e tem dois tipos de gameplay. Metade é uma sequência de direção e combate veicular, similar a outros jogos de computador como o Roadblasters e lembrando o visual do Out Run.

A outra metade do game é um jogo de tiro run and gun com rolagem de tela lateral (side-scrolling), onde o jogador, armado com uma pistola, tem que detonar uns vagabundos antes que se esgote o tempo. O policial pode executar saltos mortais sobre lacunas, usar elevadores e atirar nos inimigos, até ele matar ou capturar o vilão da fase e partir para a seguinte, de volta à estrada.

Apesar do jogo ter várias fases, o seu fundo não varia frequentemente.

Curiosidades

  • Em 31 de outubro de 1989, Techno Cop foi colocado no infame índice alemão BPjS. Os jogos que eram listados neste índice tinham restrições legais para a venda naquele país.
  • O Techno Cop foi um dos primeiros jogos feitos para o Mega por um desenvolvedor independente, sendo parte de uma tentativa de RazorSoft de testar que tipo de conteúdo que a Sega permitiria em seus sistemas. A firma acabou permitindo o game sem exigir que a RazorSoft removesse ou diminuísse o conteúdo violento do jogo. Junto com o sangue, quando o jogador é baleado por outro personagem, ele pode ser explodido em pedaços.

Versão Online

Não temos nenhuma versão do Techno Cop disponível para download, porém, mais ou menos recentemente, a versão do Mega Drive do jogo foi convertida para ser rodada no navegador, podendo o game ser jogado online.

Você pode acessar o Techno Cop (Mega Drive) online, aqui!

Controles

  • Setinhas: Botão direcional
  • ENTER: Botão Start (pausa o jogo e tal)
  • A: Pula
  • S: Atira
  • D: Troca de arma

Saiba Mais

  • Dicas para o Techno Cop – Nossa publicação que lista das dicas para este game, em sua versão de Mega Drive (Genesis).

Defenestrando Robo Army (1991)

19 de fevereiro de 2017
Defenestrando Robo Army (1991)

Neste vídeo do canal Defenestrando Jogos, você vai conferir o gameplay do Robo Army, apresentado de um modo bastante descontraído e informativo, como o de costume. Muitos dos dados que usamos para criar este post foram tirados do próprio vídeo, como normalmente fazemos nos domingos.

Robo Army é um beat ’em up desenvolvido pela Irem e lançado para os arcades em 30 de outubro de 1991, no Japão, pela SNK. Não é um game muito famoso e foi portado apenas para o console Neo-Geo (1991) e CD Neo-Geo (1995). Era para ter uma sequência, Robo Army II, mas esta foi, aparentemente, cancelada.

Um dos motivos da falta de atenção para o jogo pode ter sido a sua péssima jogabilidade. O jeito que os inimigos te atingem realmente irrita, às vezes, e os golpes parecem não acertar direito. Isso é péssimo nos jogos do gênero.

Pelo menos os gráficos são muito bons, bem coloridos e detalhados, algo com o que a SNK não parecia poupar esforços na época.

Enredo

Em um mundo cheio de caos e destruição, um novo poder obscuro governa a terra. O exército cibernético chamado de Hell Jeed veio com um único objetivo, criar cidades cibernéticas. Milhares de robô infestam as cidades onde nenhum ser humano pode ser encontrado. A hostilidade foi tanta que houve um genocídio, com os cérebros humanos utilizados para equipar os novos soldados. A invasão do exército cibernético colocava medo na população das grandes cidades e apenas poucos afortunados fugiram para salvar suas vidas. Desamparado, o mundo parecia condenado e o fim da humanidade parecia certo. Entretanto, felizmente, a esperança não estava perdida. Maxima e Rocky, dois ciborgues que não tiveram o chip de obediência implantado em seus corpos, podem devolver a paz ao planeta. Será que o Hell Jeed irá dominar o mundo ou ele será detido pelos protagonistas?

Gameplay

O jogo usa três dos quatro botões padrão do Neo-Geo. O A é usado para atacar, B é usado para saltar e C é usado para os especiais. Pode ser jogado por um ou dois jogadores simultaneamente, que podem transformar seus personagens em um carro futurista e correr pra cima dos inimigos.

Curiosidades

  • Rocky aparece como um outro Strike no The King of Fighters 2000.
  • Uma versão da explosão de energia aparece no jogo The King of Fighters como o super golpe de Maxima, praticamente dando a entender que ele e o coronel Maxima do jogo Robo Army são a mesma pessoa.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Cool-Fu Master

18 de fevereiro de 2017
Cool-Fu Master

Em Cool-Fu Master, pelo menos, você é o cara mais popular da escola. Entretanto, chegar até a sala de aula pode ser problemático. As minas não largam do seu pé e os valentões querem te surrar, além de outras distrações que aparecem.

Teste seus reflexos e habilidades, neste jogo de ação com estilo cartunesco, tentando chegar na sala de aula sem se atrasar e sem perder sua fama de legalzão.

Controles

  • →: Continuar correndo
  • ↑: Pular
  • C: Beijar
  • X: Chutar
  • Z: Socar
  • Use a ação correta para cada tipo de desafio.

Clique Aqui Para Jogar

10 mods brasileiros para Doom

17 de fevereiro de 2017
10 mods brasileiros para Doom

Conheça 10 mods brasileiros para Doom que talvez você conhecia mas talvez não sabia que eram brasileiros, na estreia do nossa nova série de vídeos, Gaming DooM.

A proposta dos Gaming DooMs é formar uma série além dos vídeos comuns que a gente já faz sobre o FPS da id Software. Estes vídeos serão narrados e mais descontraídos, falando sobre curiosidades ensinando alguma coisa sobre algum mod etc.

O primeiro Gaming DooM fala um pouco sobre estes mods brasileiros que apresentamos nesta publicação:

Abaixo, seguem os 10 mods brasileiros, com os links para as suas respectivas publicações, para você obter mais informações e baixá-los:

  1. Lowtech Remake – Mod que oferece apenas armamentos disponíveis num nível de tecnologia contemporâneo. É uma recriação do mod LowTech Weapons, mas com mais funcionalidades avançadas, como chute melee e tiro secundários.
  2. Higor’s Smoother Doom – Deixa as animações mais suaves e realistas, no estilo do Smooth Doom, porém vai além.
  3. Doom Reinforced Core – Traz uns zumbis muito macabros, no estilo Left 4 Dead, e armas com visuais mais modernos, tiradas do Quake 4, Doom 3 e do Hunter’s Moon.
  4. Aracnocide – Substitui inimigos, armas e alguns elementos do game, com o destaque para os insetos e aracnídeos que ficam no lugar dos monstros, as novas classes e o arsenal disponível.
  5. Unofficial Add-Ons for D4D – Pacote de add-ons não oficial para o Doom 4 Doom que adiciona muitas coisas a este mod, como novos gráficos, opções, monstros e comportamento dos mesmos.
  6. GZDoom64 – Conversão total do Doom II no Doom 64, com gráficos, sons, mapas, monstros e sprites portados com muita fidelidade para o GZDoom.
  7. Doom Flakes – Um mod que mistura vários elementos de outros Dooms mas que procura manter o gameplay o máximo vanilla o possível.
  8. Brutal Doom – O famoso mod que leva o Doom a um nível totalmente novo, adicionando mais dificuldade, modos de tiros diferentes, gráficos e animações mais ricas execuções e, claro, muito sangue e tripas.
  9. Hunter’s Moon – Basicamente, é a mistura de Quake III Arena com Serious Sam no Doom, que conta com armamento com visual moderno e um pack com belos mapas complexos e bem trabalhados, além de monstros baseados em models e tal.
  10. Brutal Doom 64 – O port “brutal” do Doom 64 pro GZDoom/Zandronum também é brasileiro e de excelente qualidade. Não tem a mesma brutalidade cômica do Brutal Doom original, mantendo apenas elementos que não atrapalham o clima macabro do game original.

Como o Facínora disse no vídeo, não deu para lembrar de todos os mods brasileiros (inclusive esquecemos o Higor’s Brutal Doom, mas fizemos um vídeo novo para compensar) e demos preferência aos que já cobrimos aqui ou no canal.

Também, não falamos sobre modders brasileiros, e sim sobre os mods que foram desenvolvidos pelos nossos patrícios. Portanto, não esquecemos de alguns bons artistas que tem por aí que participaram de interessantes projetos com os gringos e tal.

Enfim, esperamos que gostem do vídeo! Não esqueçam de prestigiar lá no canal, comentando, dando joinha e tudo mais!

Avenging Spirit

16 de fevereiro de 2017
Avenging Spirit

O Avenging Spirit é um jogo de plataforma desenvolvido pela C.P. Brain e lançado pela Jaleco, em 1991, originalmente para os fliperamas. Este jogo é conhecido no Japão como Phantasm (ファンタズム) e conta com um bootleg (versão não oficial) coreano, chamado Monkey Elf.

O game oferece um visual bonito, com gráficos típicos da época, bons efeitos sonoros e músicas, boa jogabilidade e conta a história de um fantasma que possui os corpos dos inimigos e tem que salvar sua namorada. Isto faz também o Avenging Spirit oferecer uma característica bem original: para poder atuar no mundo dos vivos, o protagonista tem que dominar um dos inimigos e podendo, assim, utilizar suas habilidades. Esta característica única promoveu várias possibilidades de jogo, potencialmente garantido muito replay, visto que conta com uma boa quantidade de inimigos diferentes com características diversas.

Apesar de ser um jogo com uma ideia inovadora e de boa qualidade, permaneceu um título obscuro, por alguma razão. O Avenging Spirit não rendeu nenhuma sequência, sendo portado apenas para dois sistemas, pro Gameboy, lançado em 1992, e pro console virtual 3DS, em 2011.

Enredo

Enquanto caminhava com sua namorada, o herói do jogo é emboscado por inimigos desconhecidos que sequestram o seu amor e lhe matam no processo. Agora, como um espírito errante com a capacidade de possuir qualquer corpo com que ele se depara, o herói é convocado pelo pai de sua namorada para salvá-la do misterioso sindicato do crime que a mantém como refém. Uma vez completada a missão, o herói poderá descansar em paz.

Gameplay

Como dissemos acima, o personagem do jogo, sendo um fantasma, pode possuir um corpo com o qual irá combater os inimigos do jogo. Quando esse corpo é morto, desde que haja um inimigo nas proximidades (exceto o chefão da fase) o fantasminha pode tomá-lo e continuar jogando.

Cada vez que isso é feito, o jogador perde parte da sua energia espiritual. Se o herói morrer quando não houver inimigos por perto, é game over.

O leque dos inimigos muda e aumenta na medida em que os jogadores vão progredindo no game (Avenging Spirit pode ser jogado por até 2 jogadores ao mesmo tempo), recolhendo power-ups, possuindo os inimigos e matando-os, junto com os chefões de cada fase.

Screenshots

Vídeo

O vídeo abaixo foi feito e comentado pelo canal Defenestrando Jogos, que mostra o gameplay e expõe algumas informações que usamos para montar esta publicação:

Saiba Mais

E se o Kramer jogasse Brutal Doom?

15 de fevereiro de 2017
E se o Kramer jogasse Brutal Doom?

O que você acha que aconteceria se o Kramer, o peculiar personagem do sitcom Seinfeld, jogasse Brutal Doom? Será que ele utilizaria o mod para ilustrar alguma de suas teorias de vida pro seu vizinho, o Jerry?

Este é um vídeo de humor que fizemos em conjunto com a Kibes do Seinfeld, no Facebook, que tenta adivinhar o que aconteceria caso o Kramer, para explicar que 94% da comunicação é não-verbal, desse uma jogadinha no mod do SGtMarkIV.

O episódio original que as imagens do popular seriado de comédia é o The Cartoon (S9E13), quando o Kramer, finalmente percebendo que ele tem a língua muito grande, decide fazer uma espécie de voto de silêncio, para evitar problemas (que acabam acontecendo, de qualquer maneira). Apesar de ficar calado, ele quer mostrar que nem tudo que é comunicado precisa ser verbalizado.

O vídeo é curtinho. Dê uma assistida e nos diga o que achou.

Veja Mais

Tem que ter uma mente muito doentia para misturar Seinfeld com Doom, porém, isso não é novidade:

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

BrutalBloodPatch [Brutal Doom v20b no GZDoom 2.2]

14 de fevereiro de 2017
BrutalBloodPatch [Brutal Doom v20b no GZDoom 2.2]

O BrutalBloodPatch possibilita o Brutal Doom v20b a rodar no GZDoom 2.2, corrigindo o erro (”blood.txt” error line 633).

O patch foi disponibilizado pelo ProjectRemap e deve ser carregado DEPOIS do arquivo do Brutal Doom.

Resolvemos adicionar este fix mesmo na iminência do lançamento do Brutal Doom v20c que, certamente, corrigirá o erro. Fizemos isto pois sempre tem aqueles que gostam de jogar as versões antigas, por algum motivo ou outro, e também pra encher linguiça.

Vídeo

Este replay gravado na E1M1 do Ultimate Doom no GZDoom 2.3, mostrando que é compatível com versões posteriores à 2.2 também:

Veja Mais

site ou autor do arquivo ProjectRemap tamanho do arquivo 6,8KB licencaGrátis Download

Jogando Doom com o telefone fixo

14 de fevereiro de 2017
Jogando Doom com o telefone fixo

Este vídeo mostra um sujeito, o Samuel Pereira, jogando Doom com o telefone fixo, em algo que parece ter sido um desafio de eletrônica e tudo mais.

Ele pegou um aparelho velho de telefone e usou as teclas numéricas para movimentação e o botão que desliga o telefone para atirar (tipo o gancho). Ou seja, ele fez o aparelho de joystick, enquanto o resto ficou por conta do monitor e tal.

Não deu para pedir mais informações, visto que o vídeo é fechado para comentar, mas deu pra ver que ele estava jogando no Mapa 1 da phase 2 do Freedoom, num gameplay vanilla.

Se alguém tiver mais alguma informação sobre esta experiência nos comunique, para podermos deixar a publicação mais completa. E também mandar parabéns pro cara pelo feito, é bem legal.

Veja Também

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Too Many Super Shotguns

13 de fevereiro de 2017
Too Many Super Shotguns

Too Many Super Shotguns é um mod de Doom II do Bread Knight que adiciona ao jogo armas absurdas, principalmente escopetas.

Desde espingardas com dezenas de canos e lança repolhos ao Gabe Newell e uma que só serve para matar o jogador, o mod é, às vezes, chamado de joke wad, por causa destas armas ridiculamente exageradas (embora alguns possam discordar). Ele também altera o visual de alguns itens, os drops o comportamento de alguns monstros.

Vídeo

Gravei o vídeo abaixo no Mapa 12 do Jenesis, um megawad de James “Jimmy” Paddock, por conter uma grande quantidade de monstros para testar o peculiar arsenal do Too Many Super Shotguns:

Screenshots

Compatibilidade

O mod foi testado no GZDoom 2.3 com o Doom 2. Apesar disto, testei também brevemente com os IWADs do Ultimate Doom e os do Freedoom, (ambas phases) parecendo funcionar sem maiores problemas (talvez tenha alguma imagem faltando etc, mas não dá pau no jogo).

Saiba Mais

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