Principais Atualizações

Nostromo’s Run

18 de janeiro de 2019
Nostromo’s Run

Nostromo’s Run, Nostromo’s Run for DOOM ][ ou apenas NOSTROMO.WAD, é um mapa para Doom II criado pelo Rich Johnston (o Nostromo) que se passa em uma isolada estação localizada em um planeta alienígena. A base foi usada para o treinamento de lutadores e entretenimento mutante e conta com uma grande arena, umas passagens labirínticas e é relativamente grande.

Segundo seu autor, o Nostromo’s Run é um mapa difícil de vencer no Ultra-Violence sem saber todos os seus macetes. macetes. Além de single player, o WAD pode ser jogado também no modo cooperativo, mas não no deathmatch, por ser muito grande para isto e conter muitas áreas com acesso limitado.

Nostomo’s Run levou um ano para ser construído e foi lançado originalmente no dia 13 de novembro de 1995. Como parte dos seus 10 anos de Doom (“10 Years of Doom”), a Doomworld considerou-o um dos melhores WADs daquele ano.

Vídeo

O vídeo acima foi jogado pelo Tyrant120 que usou o Guncaster para completar este mapa enorme e cheio de monstros.

Enredo

Uma estação isolada localizada em algum planeta alienígena era usada para treinamento de lutadores e entretenimento. Os seres humanos estavam sendo trazidos para este lugar para o prazer e o divertimento dos mutantes. Esta base contém uma grande arena…

Como um guerreiro que conta com habilidades especiais, você será teleportado para o porão do complexo principal da base e a sua missão, e de qualquer um que queira se unir a você, é limpar a base de todos os mutantes. Nossa inteligência afirma que a área está literalmente infestada de todos os tipos de cretinos, então sua tarefa será difícil. Em última análise, você terá que abrir caminho até a arena, uma grande área aberta da qual nenhum humano jamais escapou. Nossas fontes também afirma que chegar lá não é nada fácil. A base inclui um grande labirinto que pode ser bastante confuso com pisos que mudam constantemente. Mas, com o seu treinamento especial, você poderá poderá completar esta missão.

Screenshots

Compatibilidade

O Nostromo’s Run foi criado para ser jogado no engine original vanilla do Doom 2, então, deve funcionar também em qualquer port avançado. Evidentemente, necessitará do IWAD do Doom II: Hell on Earth, mas não vejo porquê não serviriam também os do Final Doom e o da phase 2 do Freedoom.

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Project: Doom

16 de janeiro de 2019
Project: Doom

Project: Doom é um pacote de músicas remixadas dos Dooms clássicos (Doom, The Ultimate Doom, Doom II e Final Doom) feito por Jay Reichard. São 57 canções no formato MIDI prontas para serem usadas durante as partidas, divididas em três PWADs, bastando carregar o jogo junto com seu arquivo correspondente.

Pelo o que pude escutar, as músicas têm uma pegada mais metal/hard rock mesmo e tem remixes das músicas de intermissão, embora faltem as de título. Algumas músicas parece que ganharam uma introdução nova e gostei das que ouvi.

Vídeo

Acima, temos um showcase feito no nosso estilo tradicional onde tentei mostrar como são as músicas mais características do Doom deste pacote de remixes.

Compatibilidade

Como dito antes, o Project: Doom vem separado em três arquivos. Um compatível com os IWADs do Doom, The Ultimate Doom e Doom II (PRJDOOM.WAD), um com o The Plutonia Experiment (PRJPLUTO.WAD) e outro com o TNT: Evilution (PRJTNT.WAD).

O autor do Project: Doom afirma que este mod não deve funcionar com versões do Vanilla Doom anteriores a v1.9 e foi testado com o ZDoom 2.1.7. Rodei ele no GZDoom (1.8.2, 2.4.0 e 3.6.0) e no Zandronum (2.0 e 3.0). Creio que este PWAD deve pegar em qualquer engine que tenha suporte a músicas no formato MIDI.

O Project: Doom funciona no Freedoom também, (use o PRJDOOM.WAD mesmo), trazendo seus remixes das músicas do Doom e do Doom 2 para este FPS. É bom pra quem enjoou da sua BGM.

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Chex Quest 2

16 de janeiro de 2019
Chex Quest 2

Chex Quest 2, também chamado de Chex Quest 2: Flemoids Take Chextropolis, é um add-on lançado em 1997 para o Chex Quest, sendo também uma sequência desta conversão total do The Ultimate Doom.

Desenvolvido pela própria Digital Café, a criadora do jogo de tiro em primeira pessoa original, o Chex Quest 2 foi distribuído por tempo limitado em forma de PWAD no site oficial do jogo de forma gratuita. Segundo consta, o desenvolvimento do add-on foi feito às pressas e, como consequência, é notável a deficiência em detalhe e nas estruturas dos mapas em algumas partes.

Todavia, o Chex Quest 2 é bastante divertido. As suas missões acabaram sendo relançadas por Charles Jacobi, antigo membro da Digital Café, como o segundo episódio do Chex Quest 3, contando com aprimoramentos e sem necessidade do jogo original.

Vídeo

O vídeo acima mostra um playthrough dos mapas do Chex Quest 2 do Vanilla Chex Quest 1 & 2 in ZDoom: Facínora Edition com o Quake Champions: Doom Edition.

Enredo

Chex Warrior retorna ao seu planeta natal, aterrissando em Chex City apenas para descobrir que os Flemoids também invadiram seu lar. O herói terá que lutar através de uma base de lançamento espacial terrestre, um cinema, um museu e a cidade de mesmo nome, Chextropolis, até chegar aos esgotos para enfrentar o mestre flemoid conhecido como “The Maximus”.

Screenshots

Gameplay

A jogabilidade do Chex Quest 2 é exatamente a mesma do original, com suas modificações consistindo apenas em alterações estéticas nos inimigos e alguns gráficos, novas músicas e mapas. Ou seja, o jogador deve explorar os mapas e enfrentar os Flemoids que os infestam, usando um arsenal de armas que pode ser recolhido na medida em que se progride nas missões. Estas são vencidas quando se encontram suas respectivas saídas, liberando as próximas. A batalha final se dá contra o chefão Maximus, que é uma modificação do Baron of Hell que fica imóvel, assim como a The Flembrane do primeiro Chex Quest.

Missões

  • E1M1: Spaceport (Base de lançamento espacial)
  • E1M2: Cinema
  • E1M3: Chex Museum (Museu Chex)
  • E1M4: City Streets (Ruas da Cidade)
  • E1M5: Sewer System (Sistema de Esgoto)

Compatibilidade

O Chex Quest 2 é, basicamente, um mod para o Chex Quest original, ou seja, ele precisa do IWAD deste jogo para funcionar. Você pode tentar jogar ele em seu modo puro em algum sistema rodando o MS-DOS ou no DOSBox, mas se não quer esquentar a cabeça, use logo um port avançado para rodá-lo. Ele funciona de boa com o ZDoom, GZDoom e Zandronum e provavelmente com outros também.

Mais Chex Quest

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Conheça a fábrica da Taito de fliperamas no Brasil dos anos 80

14 de janeiro de 2019
Conheça a fábrica da Taito de fliperamas no Brasil dos anos 80

Conheça a fábrica da Taito de fliperamas no Brasil dos anos 80, nesta reportagem do Comando da Madrugada que mostra brevemente como eram montadas as máquinas e programados os jogos naquela época.

O Comando da Madrugada foi um programa brasileiro criado e apresentado pelo Goulart de Andrade exibido de 1982 a 2007. No trecho em questão, mostra-se como se gravava as vozes nos jogos (o que era comum nos pinballs), cenas do Donkey Kong (1981) e do The Pit (1982), da linha de montagem, das máquinas funcionando e do próprio falecido Goulart jogando.

Não é só uma reportagem interessante, mas também é uma viagem ao passado que mostra como os arcades eram produzidos aqui no Brasil e um pouco do antigo programa televisivo em si.

O vídeo foi disponibilizado pelo Museu de Tecnologia do Marcos Velasco, quem anda fazendo um ótimo trabalho preservando a imagem e a história de itens relacionados à tecnologia e da informática.

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Outras curiosidades em geral

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Defenestrando Legend of Success Joe (1991)

13 de janeiro de 2019
Defenestrando Legend of Success Joe (1991)

Chegou o domingão e, com ele, vem também um gameplay de um jogo antigo, o do Legend of Success Joe, para você assistir aí de bobeira, junto também com jogatina da versão de NES do título. É bem melhor que a porcariada que passa na televisão, pode falar.

O vídeo foi defenestrado pelo Celso Affini em mais um Fliperama Nostálgico e é bem divertido, descontraído e informativo. Usamos o vídeo como principal fonte de dados para montar esta publicação. Como trata-se de um stream, o conteúdo começa na minutagem 11:13.

Legend of Success Joe (Ashita no Joe Densetsu) é um jogo de boxe e beat ’em up baseado no mangá Tomorrow’s Joe (Ashita no Joe) que saiu também em anime. Foi desenvolvido pela Wave Corporation e lançado os fliperamas com hardware Neo Geo em julho de 1991. É também a sequência do Success Joe, título de 1990.

O Legend of Success Joe foi muito mal recebido pela crítica e tido como um dos piores games do sistema Neo Geo, apesar de ter bons gráficos e ser baseado no popular Ashita no Joe. Uma das causas, provavelmente, foram os péssimos controles e animações, algo que fica nítido só de assistir ao vídeo do seu gameplay. Ele foi portado apenas para o Neo Geo AES em 30 de agosto de 1991 e para o Super Famicom em 1992 com o nome de Ashita no Joe Boxing.

Enredo

Danpei Tange é um boxeador frustrado. Largou os ringues quando perdeu a visão de um dos olhos, e desistiu de ser treinador quando foi traído por seu discípulo. Desde então, vive uma vida de miséria, andando com mendigos e enchendo a cara o dia inteiro. Um dia, Joe Yabuki chega à cidade onde Tange mora. Violento, orgulhoso, aproveitador e mentiroso, Joe arranja brigas, trapaceia, rouba e mente. No entanto, sua força e agilidade em suas brigas de rua despertam a atenção de Danpei, que vê em Joe o potencial para se tornar um grande boxeador, talvez até mesmo um campeão. É aí que começa Ashita no Joe, a saga de Joe Yabuki para deixar de ser um simples marginal e se tornar um grande campeão do boxe. Inicialmente a contragosto, Joe se recusa a treinar com Danpei, mas tudo muda quando entram em sua vida a bela Yoko Shiraki e o valente Rikiishi Tohru, aquele que se tornaria o grande rival de Joe até o fim da sua saga.

Gameplay

O jogador controla Joe quando o protagonista ainda era um aspirante a boxeador e segue sua carreira, transformando-se de um garoto desconhecido do lado ruim da cidade em um campeão de boxe. O jogo tem partes beat ’em up fora dos ringues, treinos e lutas de boxe.

Curiosidades

  • Como dito acima, o jogo é baseado no clássico Ashita no Joe, cujo mangá foi publicado de 1968 até 1973 pela Shonen Magazine. Ashita no Joe marcou época no Japão, ao ponto de fazer milhares de jovens japoneses fazerem uma passeata em homenagem à história quando a sua história chegou ao fim. Além disso, o personagem foi utilizado em diversas campanhas políticas do povo, ilustrando a força de vencer de um jovem da periferia rumo a um destino, embora glorioso, cheio de obstáculos e preços a serem pagos;
  • O port do Nintendinho (Super Famicon) do Legend of Success Joe parece melhor que o original de fliperama, com animações mais fluidas, mais focado no boxe e com melhores controles;
  • O Ashita no Joe guarda bastante semelhanças com dois outros icônicas obras de ficção de boxe, Rocky (inclusive parece com o game do Master System) e Hajime no Ippo. Dá até vontade de assistir o anime.

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Big Chungus Arena

12 de janeiro de 2019
Big Chungus Arena

Big Chungus Arena é um joke WAD para Doom II criado pelo Cory “Aquarius199/NiTROACTiVE” Scott, o Aquarius199, onde o jogador vai enfrentar o Big Chungus em uma arena de onde só se pode escapar depois que o coelho meme gordo e gigante for destruído.

Na arena, só tem disponíveis o Lança-Foguetes, o Backpack, uma Megasphere, umas Supercharges e Megaarmors, e uma porrada de foguetes para você recolher e usar para combater o Big Chungus. Ele tem cinco vezes mais health que o Cyberdemon (20000) e atira cenouras explosivas relativamente rápido.

Para quem não conhece, o Big Chungus é uma imagem do Pernalonga de 1941 que estava zuando o Hortelino, quando ele era mais gordo, que apareceu em 2018 como se fosse um jogo de PlayStation 4, acabou viralizando e virando meme. Eventualmente, fizeram montagens do Big Chungus em capas de vários outros games, incluindo na do The Ultimate Doom. Gostei do Big Chungus Arena, pois ele não é um joke WAD para trollar os outros nem algo só com valor humorístico, é também desafiador, pode ser combinado com alguns outros mods ou fazer umas baguncinhas, como pode-se ver em uma das partes do vídeo abaixo.

Vídeos

O vídeo acima é o nosso showcase do Big Chungus Arena. Em uma parte, foi usado também o mod Brother in Arms.

Exibir spoiler: Mais vídeos

Screenshots

Compatibilidade

Joguei o Big Chungus Arena no GZDoom 3.6.0 com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, Final Doom, da phase 2 do Freedoom e o do Doom 2 da BFG Edition. Funciona com todos eles com pouca diferença significativa.

Ele pode ser combinado com alguns mods de armas, mas, dependendo do caso, pode faltar munição, pois só tem o Lança-foguetes e os foguetes para recolher no mapa.

Veja também

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A evolução dos jogos de terror de 1982 a 2017

11 de janeiro de 2019
A evolução dos jogos de terror de 1982 a 2017

Este vídeo ilustra a evolução dos jogos de terror de 1982 a 2017 com partes de gameplay de vários títulos do gênero, cada um representando um ano. Foi feito pelo canal Cussan, que também produziu os vídeos da evolução dos jogos do Predador e a do Aliens, achei bem interessante e resolvi arquivar aqui também.

Nem todos os clipes tem os sistemas dos jogos exibidos, mas algum sabia e outros eu tentei descobrir, mas não sei se está tudo certo. Todavia, os títulos listados são:

  • 3D Monster Maze (ZX81, 1982)
  • Halloween (Atari 2600, 1983)
  • The Evil Dead (Commodore 64, 1984)
  • Friday the 13th (Commodore 64, 1985)
  • Uninvited (MS-DOS, 1987)
  • Sweet Home (NES, 1989)
  • Elvira: Mistress of the Dark (Amiga, Atari ST ou MS-DOS, 1990)
  • Alone in the Dark (MS-DOS, 1992)
  • The 7th Guest (MS-DOS, 1993)
  • Alone in the Dark 3 (MS-DOS, 1994)
  • Clock Tower (SNES, 1995)
  • Resident Evil (PlayStation, 1996)
  • Resident Evil 2 (PlayStation ou Windows, 1998)
  • Silent Hill (PlayStation, 1999)
  • Evil Dead: Hail to the King (Dreamcast ou PlayStation, 2000)
  • Silent Hill 2 (PlayStation 2, 2001)
  • Eternal Darkness (GameCube, 2002)
  • Fatal Frame 2: Crimson Butterfly (PlayStation 2, 2003)
  • The Suffering (PlayStation 2, Windows (2004) ou Xbox, 2004)
  • Condemned: Criminal Origins (Xbox 360, 2005)
  • Manhunt 2 (PlayStation 2, PSP ou Wii, 2007)
  • Dead Space (PlayStation 3, Windows ou Xbox 360, 2008)
  • F.E.A.R. 2: Project Origins (PlayStation 3, Windows ou Xbox 360, 2009)
  • Amnesia: The Dark Descent (Windows, 2010)
  • Dead Space 2 (PlayStation 3, Windows ou Xbox 360, 2011)
  • Slender: The Eight Pages (Windows ou Mac, 2012)
  • Outlast (Windows, 2013)
  • P.T. (PlayStation 4, 2014)*
  • Alien: Isolation (Windows, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 ou Xbox One, 2014);
  • Soma (Windows, Linux, Macintosh ou PlayStation 4, 2015)
  • Layers of Fear (Windows, Linux, Macintosh ou PlayStation 4, 2016)
  • Resident Evil 7: Biohazard (PlayStation 4, Windows, Windows Apps e Xbox One, 2017)
  • Visage (Windows, 2018)
  • Man of Medan (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2019).

*Não é o jogo do Lula.

Não deixe de comentar deixando os jogos que você conhece, os que mais gosta, os que faltaram e os que gostaria de conhecer.

Veja também

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Doom “Remastered”

10 de janeiro de 2019
Doom “Remastered”

Doom “Remastered” é um conjunto de mods configurados em um engine avançado do Doom com o objetivo de trazer aprimoramentos, na medida do possível, nos gráficos e animações do clássico FPS.

O Doom “Remastered” não apresenta mudanças consideráveis no gameplay, embora isso possa ser configurado no engine usado (GZDoom 3.6.0 Legacy), e não mexe em nenhum dos mapas. Os WADs combinados são: Smooth Doom (Gifty), Bolognese Gore Mod (Sergeant Mark IV), DHTP (Kurikai), JDUI (Zedas) e Project Doomed (Jay Reichard/Mr. Chris).

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

O Doom “Remastered” é um completamente standalone, já vindo com o Freedoom, que quebra o galho, mas pode ser usado com qualquer IWAD registrado do Doom clássico (The Ultimate Doom, Doom II: Hell on Earth, Final Doom, BFG Edition etc.).

Você pode jogar outros mods com o Doom “Remastered” simplesmente clicando nos PWADs, os arrastando e soltando em cima do seu executável, mas note que nem todos terão texturas em alta resolução ou animações mais suaves e fluidas nos monstros e armas. Isto vai depender dos recursos usados em tais mods. Inclusive, tem uns que podem sobrescrever tudo do Doom “Remastered”, tornando-o inútil.

Veja mais

  • JDUI – Link para a versão do JDUI compatível com Brutal Doom no Mod DB.
  • Project Doomed V2 – Vem com o Project Doomed original. Também no Mod DB.
site ou autor do arquivo Gaming Room tamanho do arquivo 326,9 MB licencaGrátis sistemas operacionais compativeisWindows download link Download

Cold as Hell: Special Edition

9 de janeiro de 2019
Cold as Hell: Special Edition

Cold as Hell: Special Edition é uma conversão total do Doom II onde o jogador é um fuzileiro naval que irá enfrentar hordas de criaturas demoníacas em uma instalação de pesquisa de armas da década de 50 no meio da Groenlândia. O mod foi criado pelo Jon “JonnyFive” Washburn e ganhou um Cacoward de 2008 em sua edição original, Cold as Hell.

O Cold as Hell: Special Edition é single player e conta com novos 17 mapas, gráficos, sons e músicas, além de modificações no gameplay, por trazer armamento e monstros com comportamentos distintos. Embora não tenha nada de muito espalhafatoso aparentemente, o PWAD também apresenta umas coisas interessantes nos mapas, como aliados, hubs e uma parte que simula um blindado que sai atropelando os monstros. Parece-me, de fato, um mod bastante único.

Vídeo

O vídeo acima foi feito pelo Icarus, que demonstra e comenta o gameplay do Cold as Hell: Special Edition. Como sempre, um bom entretenimento, mas está em inglês.

Screenshots

Compatibilidade

De acordo com a documentação, o Cold as Hell: Special Edition precisa do GZDoom 1.1.06 ou superior e o IWAD do Doom II: Hell on Earth. Não testei se funciona no Final Doom ou na phase 2 do Freedoom, mas deve funcionar, sei lá.

Saiba mais

  1. Cacoward 2008 – Veja o prêmio que o Cold as Hell ganhou.
  2. Cold as Hell: Special Edition no Doomworld – Com mais informações e mirrors para download do mod. Em inglês.
  3. O mod conta com um manual em formato PDF que contém ainda mais info, como detalhes do enredo, instalação e tudo mais. Em inglês também.
site ou autor do arquivo Jon "JonnyFive" Washburn tamanho do arquivo 48,1 MB licencaGrátis download link Download

Fatal Fury 2

8 de janeiro de 2019
Fatal Fury 2

Fatal Fury 2 é um jogo de luta desenvolvido e lançado pela SNK originalmente em dezembro de 1992 para os fliperamas, sendo eventualmente portado para diversos outros sistemas, ganhando também uma versão aprimorada chamada Fatal Fury Special em 1993.

Fatal Fury 2 é o segundo game da série Fatal Fury e uma sequência direta do Fatal Fury: King of Fighters. Ele apresenta gráficos e gameplay aprimorados em relação ao game original e, embora não tenha chegado a superar o então líder do gênero da época, Street Fighter II: The World Warrior, foi geralmente bem recebido pela crítica e obteve sucesso comercial suficiente para ser portado para várias outras plataformas além do fliperama: Neo Geo (1993), Neo-Geo CD (1994), PC Engine CD (1994), Genesis/Mega Drive (1994), SNES (1993), Game Boy (1994), X68000 (1993), PlayStation 2 e Virtual Console (2008).

Vídeo

Acima, temos o Fatal Fury 2 sendo apresentado, jogado e comentado em mais um Fliperama Nostálgico, o quadro de games antigos dos arcades do canal Defenestrando Jogos. O vídeo traz várias informações e curiosidades a respeito do segundo game da icônica série da SNK.

Enredo

Após a morte de Geese Howard nos eventos do Fatal Fury original, um misterioso nobre torna-se o patrocinador do novo torneio King of Fighters. Desta vez, a disputa é realizada através do planeta com lutadores de todo o mundo competindo. Conforme o misterioso desafiante avança, vai derrotando os participantes do primeiro torneio e procurando o homem responsável por derrotar Geese.

Além de Terry Bogard, Andy Bogard e Joe Higashi, os competidores são:

  • Big Bear – Um lutador de luta livre australiano anteriormente conhecido como Raiden no primeiro Fatal Fury;
  • Jubei Yamada – Um antigo mestre de judô japonês conhecido como “Yamada, o Demônio” durante sua juventude;
  • Cheng Sinzan – Um mestre gordo de Taiji de Hong Kong que está tentando abrir seu próprio centro de treinamento;
  • Kim Kaphwan – Um mestre de Taekwondo da Coreia do Sul;
  • Mai Shiranui – Uma linda kunoichi que é filha do líder do clã ninja Shiranui e que é afim do Andy Bogard.

Richard Meyer, Michael Max, Tung Fu Rue, Duck King, Hwa Jai e Geese Howard ficaram de fora, embora alguns destes façam aparições durante algumas das cutscenes do jogo.

Gameplay

Fatal Fury 2 não apenas apresenta gráficos, mas também gameplay mais avançados que o seu predecessor, Fatal Fury: King of Fighters. Os controles de jogo foram modificados, desta vez fazendo uso completo da configuração de quatro botões do Neo Geo, incluindo quatro botões de ataque (Soco Fraco, Chute Fraco, Soco Forte e Chute Forte). Este é aparentemente um dos primeiros jogos da Neo-Geo a usar essa configuração de botões que se tornaria comum.

O sistema de batalha de dois planos foi mantido, mas Fatal Fury 2 permite que estes sejam alternados à vontade, apertando soco fraco e chute fraco simultaneamente (A+B), enquanto no primeiro jogo, você só poderia trocar de plano se a CPU estivesse em um plano de batalha diferente. O jogador também pode executar um “Power Attack” que irá derrubar o oponente do outro plano. Quando o oponente está no outro plano, o jogador pode pular atacando com soco ou chute. Algumas fases contém fios eletrificados ou uma debandada de touros, tornando arriscado trocar de plano, mas pode-se jogar o oponente lá para causar-lhe dano extra.

Outras técnicas especiais também foram adicionadas. Depois que o jogador defende o ataque de um oponente, ele pode aplicar um contra-ataque chamado de “Evasion Attack”. Pode-se também insultar os oponentes pressionando o botão de Soco Forte à distância. O jogador também pode correr para trás do adversário para recuar, batendo rapidamente a alavanca para trás duas vezes. Além disto, este jogo introduz o uso de “Desperation Moves” ou “Fury”, técnicas altamente poderosas que só podem ser usadas quando a barra de vida estiver em 25% e piscando em vermelho. Fatal Fury 2 e Art of Fighting foram os primeiros jogos de luta a introduzir esses movimentos.

O modo single player tem o jogador enfrentando todos os oito personagens (incluindo um clone do personagem do jogador), seguido por quatro chefões não selecionáveis. Após cada quarta partida, o jogador participará de uma rodada de bônus para tentar angariar mais pontos.

Screenshots

As screenshots acima foram tiradas da versão de arcade do Fatal Fury 2 e foram ampliadas.

Curiosidades

  • Fatal Fury 2 era chamado no Japão de Garou Densetsu 2: Aratanaru Tatakai (餓狼伝説2 ~新たなる闘い~ ), algo que poderia ser traduzido como “A Lenda do Lobo Faminto 2 – A nova batalha”;
  • Esse é o segundo jogo da série 100-Mega Shock, da SNK, a usar cartucho de 100 MB;
  • De acordo com um flyer americano, o nome do jogo é “Fatal Fury 2 – The Sultan of Slugs Battle Royale” e que traduzido ficaria assim: “Fúria Fatal 2 – Os Sultões do Golpe Decisivo”;
  • O Hungry Wolf é uma referência a Terry Bogard, o personagem principal de Fatal Fury. Andy e Joe (e, em menor escala, Mai e Mary) são chamados de Lobos Solitários;
  • Mantendo a tradição, uma animação baseada neste jogo foi lançado no Japão com desenhos de personagens de Masami Ohbari. O filme também foi lançado nos EUA pela Viz Video, uma divisão da Viz Comics;
  • Assim como o primeiro jogo introduziu o famoso Terry Bogard, Fatal Fury 2 apresenta a lutadora mais popular da SNK, Mai Shiranui;
  • Em maio de 1994, a revista Electronic Gaming Monthly, em sua edição 58, premiou o port de SNES do Fatal Fury 2 como jogo do mês;
  • Quando o jogador vence a primeira partida, a tela mostra as pessoas assistindo ao torneio dentro do Pao Pao Café do primeiro Fatal Fury.

Dicas e segredos do Fatal Fury 2

  • Na fase de de Kim Kaphwan (Coreia) há um velho em uma moto que cruza a tela de vez em quando. É  possível derrubá-lo do veículo usando um ataque (botão R) para mover-se de um plano para o outro enquanto ele passa. Quando você o acertar, a motoca continua sem ele.
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