Principais Atualizações

Lt. Alex: Space Platform

16 de fevereiro de 2019
Lt. Alex: Space Platform

Lt. Alex: Space Platform é um jogo de tiro em primeira pessoa em Flash que se passa no espaço. Nele, você tem que ajudar o Tenente Alex, cuja a espaçonave foi avariada e teve que ejetar emergencialmente em uma plataforma espacial. Ele sabe que nesta plataforma tem uma espécie de portal intergalático que pode ajudá-lo a voltar pra sua base.

Ajude-o e divirta-se!

Controles

  • Use as setinhas ou WASD para movimentar.
  • Barra de Espaço: Saltar
  • Mouse: Mira e atira
  • 1 e 2: Troca de armas
  • ESC: Pausa e mostra o menu
  • C: Troca a mira (crosshair)

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Sin City

15 de fevereiro de 2019
Sin City

Sin City é um mapa para Doom II criado pelo Edward Cripps (Ed) inspirado na fase The Spirit World (Mapa 28) que apresenta um estilo meio gótico que lembra um pouco o Quake. O Sin City é um WAD single player, não é muito grande e é muito bem feito. Inclusive, foi listado em 2001 como um dos top 100 WADs de todos os tempos do Doomworld.

Posteriormente, o Ed Cripps lançou duas sequências, o Sin City 2: The Satan Complex (2003) e o Sin City 3 (2008).

Vídeo

O vídeo acima mostra o Mechatron e Sin City combinados e sendo jogados pelo Tyrant120.

Screenshots

Compatibilidade

Foi usado o GZDoom 3.3.2 e o IWAD do Doom II: Hell on Earth para gravar o vídeo acima, mas o requerimento oficial é apenas o ZDoom, então creio que qualquer versão antiga deste port, assim como seus forks, devem ser capazes de rodar o Sin City de buenas.

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site ou autor do arquivo Ed Cripps tamanho do arquivo 355 KB licencaGrátis download link Download

Hokuto no Doom: 19XX Edition

15 de fevereiro de 2019
Hokuto no Doom: 19XX Edition

Hokuto no Doom: 19XX Edition é a nossa edição do jogo desenvolvido por Benoit Spacher (iceman57) do Hokuto no Ken, o seminal anime e mangá escrito por Buronson e ilustrado por Tetsuo Hara.

O Hokuto no Doom: 19XX Edition traz um sistema de gore e sangue que faz os inimigos explodirem com os ataques de Kenshiro (uma modificação do Ketchup Gore Mod, do Sergeant Mark IV), inclui o belíssimo mapa Metz Cathedral do iceman57 disponível para deathmatches e organiza e seus recursos próprios, separando-os do Doom shareware, sobre o qual o Hokuto no Doom foi originalmente desenvolvido e distribuído.

Esta edição não apresenta nenhuma modificação no gameplay e mantém todos os recursos criados e adaptados da primeira versão do jogo, como texturas, sprites, efeitos sonoros, música de fundo etc.

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

Como o Hokuto no Doom original era standalone, resolvi criar um pacote para a 19XX Edition que já vem com o Freedoom e o Zandronum 3.0, ficando praticamente pronto para jogar, faltando apenas configurar controles, resolução etc. O Hokuto no Doom: 19XX Edition também pareceu funcionar de boa aqui no GZDoom (1.8.2, 2.4.0 e 3.7.2) com os IWADs do The Ultimate Doom e da phase 1 do Freedoom.

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site ou autor do arquivo Iceman57 tamanho do arquivo 14,7 MB licencaFreeware sistemas operacionais compativeisGrátis download link Download

Chicotadas psicológicas: Blizzard demite 800 funcionários

13 de fevereiro de 2019
Chicotadas psicológicas: Blizzard demite 800 funcionários

Recentemente, 800 funcionários da Blizzard se sentiram como os técnicos do Elifoot II, recebendo chicotadas psicológicas. Segundo consta, eles foram demitidos para agradar investidores.

Apesar da Blizzard e Activision terem faturado alto no último ano, suas ações estariam em baixa. Alegando que iriam priorizar o desenvolvimento de games, mandaram o papel timbrado para quase 8% da sua folha de pagamento.

Segundo o canal TheQuartering, onde vi esta notícia, isto seria mesmo para segurar o valor da empresa. O vídeo segue abaixo (em inglês):

De acordo com o Business Insider, as demissões vão afetar todas as partes da Activision-Blizzard, incluindo a publisher do Call of Duty, o criador da Candy Crush Saga e a própria Blizzard, responsável pelas principais franquias como World of Warcraft, Overwatch, StarCraft, Hearthstone e Diablo. A matéria também diz que “apesar de possuir um catálogo de títulos favoritos dos fãs, a Blizzard viu parte do a sua atenção roubada por novidades free-to-play como Fortnite e Apex Legends.” Inclusive, o Overwatch (um Quake Champions cheio de frescura), uma das novas e mais bem sucedidas franquias da Blizzard estourou em 2016, mas lentamente perdeu terreno para rivais com atualizações mais frequentes, incluindo o próprio Call of Duty ou Rainbow Six: Siege.

Sem sombra de dúvidas é uma situação muito ruim para os empregados, mas se a firma está perdendo mesmo mercado, é melhor repensar a estratégia logo antes de ser tarde demais. Focar no que traz retorno e cortar gastos com departamentos não lucrativos seria válido diante deste contexto.

Mas sei lá, também. Enquanto isso, é melhor aproveitar que o StarCraft 2 está gratuito desde 2017, como noticiamos em nosso canal (veja abaixo) e jogar um pouco. Vai que a Blizzard quebra e ficamos sem Battle.Net?

Shadow Warriors (Ninja Gaiden)

12 de fevereiro de 2019
Shadow Warriors (Ninja Gaiden)

Shadow Warriors, ou Ninja Gaiden, é um jogo de luta estilo beat ’em up com rolagem horizontal desenvolvido pela Tecmo e lançado por esta firma originalmente para os fliperamas em 1988. Este primeiro jogo da série Ninja Gaiden, a qual foi imortalizada posteriormente no NES com a trilogia de mesmo nome, segue Ryu Hayabusa combatendo uma organização criminosa e macumbeira em Nova Iorque.

Posteriormente, o Shadow Warriors/Ninja Gaiden ganhou versões para outras plataformas, como o ZX Spectrum (1990), Commodore C64 (1990), Amstrad CPC (1990), Amiga (1990), Atari ST (1990), Lynx e Wii (2009). Parece que o game foi também relançado de novo no C64 e no Amiga em uma coletânea chamada Hot 2 Handle.

Shadow Warriors surfou na onda de um grande sucesso de 1987 da Sega, Shinobi, junto com uma enxurrada de jogos de estilos similares e explorando a temática ninja, porém com uma pitada de comédia, como o Teenage Mutant Ninja Turtles e Caveman Ninja “Joe e Mac”. O game, que tem muito bons gráficos pra época (embora careça de animações mais fluidas) acabou sendo bem recebido pela crítica também.

Vídeo

Acima, temos o gameplay do Shadow Warriors, a versão europeia do Ninja Gaiden dos arcades, feita no quadro Fliperama Nostálgico do canal Defenestrando Jogos. O vídeo tem mais de meia hora de duração e é bastante descontraído e informativo. É também a principal fonte que usamos para montar este post.

Enredo

Ao ser contatado por um membro de seu clã que está no Estados Unidos, o ninja Ryu Hayabusa fica ciente dos planos de uma organização criminosa que está utilizando os segredos dos ninjas para tomar todo o país. Estes criminosos fazem parte de um culto maligno liderado por Bladedamus, um descendente de Nostradamus que busca concretizar suas profecias do fim do mundo. Isso obriga Hayabusa deixar Tokyo para Nova York a fim de impedir este plano macabro e destruir o mal onde quer que ele esteja.

Gameplay

Shadow Warriors (ou Ninja Gaiden) é, como já dito, um side scrolling beat ’em up para até dois jogadores, um controlado um ninja com roupa azul e o outro com roupa laranja. O game conta com uma boa variedade de cenários, todos com partes destrutíveis, como cabines telefônicas, placas e lixeiras, que podem dropar power-ups. Basta atirar um inimigo (ou ser arremessado por eles) em tais partes da tela para detoná-las.

O controle se movimenta em oito direções de forma similar a jogos do gênero, como Double Dragon. Também conta com um botão que serve para agarrar em barras, um para atacar e outro pra saltar. Existem cinco técnicas primarias que podem ser ativadas através dos botões ou suas combinações: “Triple Blow Combination”, uma série de socos e chutes que servem como ataque padrão do jogador; “Flying Neck Throw”, realizada atacando o inimigo enquanto pula; “Hang Kick”, ataca o inimigo enquanto esta segurando em uma barra; “Tightrope Walk”, onde o jogador se move pendurado em cima de uma corda bamba; e o “Phoenix Backflip”, que consiste em um backflip executado depois de correr contra uma parede e que se torna um ataque se o jogador tiver uma espada.

O jogo é muito lembrado por uma tela mórbida onde o protagonista está amarrado a uma mesa batendo violentamente a cabeça enquanto uma serra circular está indo em sua direção. Se o jogador não usar continue em 10 segundos, a tela fica vermelha, o ninja grita em agonia e as palavras “GAME OVER” aparecem seguidas de uma música dramática. Final Fight, lançado um ano depois, teve uma seqüência semelhante, mas com os personagens amarrados ao lado de dinamite.

Os primeiros cinco estágios são baseados em regiões americanas reais, como a cidade de Los Angeles, Brooklyn, Las Vegas, Carolina do Norte, e uma estrada de ferro transcontinental. O sexto e último estágio se passa dentro do esconderijo do inimigo, onde acontece um boss rush com os chefões do jogo, que incluem um lutador de sumô, um par de lutadores de luta livre parecidos com os The Road Warriors e um trio de acrobatas mascarados com garras. O chefe final, Bladedamus, empunha duas espadas e tem um ataque onde ele cospe fogo.

Screenshots

As imagens acima foram capturadas da versão de arcade do Shadow Warriors e foram ampliadas.

Curiosidades

  • Pelo título de Ninja Gaiden, o jogo é conhecido nos EUA. No Japão é conhecido como Ninja Ryukenden e o nome Shadow Warriors foi usado tanto nos EUA quanto na Europa. Ele foi lançado na Europa em 1989, apesar da tela de título ter escrito 1988;
  • Nas versões originais, na hora de enfrentar os chefões que lembram os Road Warriors, é possível ouvir uma música que lembra bastante à música Iron Man, do Black Sabbath;
  • No final da quarta fase, é possível ver o rosto de Nostradamus esculpido na montanha ao fundo e um pentagrama no centro da tela com o ano de 1999 dentro dele;
  • Na quinta fase, tem um muro de pedra onde está pichado o nome de outro clássico da Tecmo, o Rygar;
  • O último estagio possui várias imagens estranhas, como quadros de pedras voadores, estátuas de demônios e uma parede feita de rostos. Essa fase é dividida em três partes: no final da primeira, é possível ver um vitral de uma mulher sendo queimada na fogueira; no final da segunda parte, pode ser ver um gigantesco quadro com a imagem de Nostradamus; e na última parte, aonde se enfrenta o chefão final, ao fundo, existe o desenho de uma caveira e uma mulher com roupas sadomasoquistas, além de um corpo dilacerado amarrado a correntes e o pentagrama no centro da tela;
  • Este jogo de arcade foi produzido e lançado quase que simultaneamente com o Ninja Gaiden do Nintendinho, apesar do fato que são diferentes jogos com apenas algumas similaridades;
  • O designer do Shadow Warriors foi creditado apenas como “Strong Shima”, mas Masato Kato, quem trabalhou na versão de NES, identificou-o apenas como “Mr. Iijima”;
  • Nas cutscenes entre cada estágio, Ryu aparece comendo em um restaurante japonês, lendo jornal num trem, descendo um rio num caiaque, jogando num casino ou escalando um prédio, assustando os trabalhadores que limpam as janelas.

Série

Como dito acima, Shadow Warriors foi o primeiro de uma série rendeu mais sete jogos:

  1. Shadow Warriors/Ninja Gaiden (1988)
  2. Ninja Gaiden (1989);
  3. Ninja Gaiden Episode II – The Dark Sword of Chaos (1990, NES 8-bit/Famicom);
  4. Ninja Gaiden Episode III – The Ancient Ship of Doom (1991, NES 8-bit/Famicom);
  5. Ninja Gaiden (2004, Xbox);
  6. Ninja Gaiden Black (2005, XBox)
  7. Ninja Gaiden Sigma (2007, PlayStation 3);
  8. Ninja Gaiden Dragon Sword (2007, Nintendo DS);

Conteúdo do Doom 2016 abandonado e cenas de testes do jogo

11 de fevereiro de 2019
Conteúdo do Doom 2016 abandonado e cenas de testes do jogo

Este vídeo traz umas cenas com conteúdo do Doom 2016 (ou Doom 4) que foi abandonado e de testes do jogo quando ele ainda estava em desenvolvimento.

Dá pra ver upgrades das armas como mods de detonação manual, carregar impacto direto, travar no alvo, impacto direto carregado e enxame de foguetes para o Rocket Launcher, além de fatalities e outros elementos de jogos que foram descartados.

Alguns deles eu achei uma pena terem sido deletados…

O vídeo foi publicado pelo canal LeonardoETC e recomendado pelo RiboZurai.

Mais Doom 2016

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MUS Player

11 de fevereiro de 2019
MUS Player

MUS Player, ou apenas MUSPLAY, é um reprodutor de músicas .MUS, o formato usado em jogos como Doom e Heretic, desenvolvido por Vladimir Arnost e lançado originalmente no dia 8 de agosto de 1994.

Um arquivo .MUS é um simples clone de uma música MIDI que consiste de duas partes. Composto de cabeçalho e corpo, ele usa os mesmos instrumentos, comandos similares e o mesmo princípio: uma lista de eventos de sons. Entretanto, enquanto os .MID são mais populares, não existem muitos reprodutores de ficheiros .MUS. Por isso, o MUS Player teve papel fundamental em reproduzir as músicas de jogos como Doom e Heretic que são neste formato.

O MUS Player reproduz as músicas através de OPL2, OPL3, Sound Blaster AWE 32, driver MPU 401 ou através de Sound Blaster MIDI port. Ele também permite especificar diferentes bancos de instrumentos, volume, taxa de playback ou dar loop na música repetidamente.

Hoje em dia, a necessidade do MUS Player é muito reduzida, pois os ports avançados de Doom podem rodar mods com músicas em vários formatos mais populares, como MP3, OGG e MIDI. Além disto, contamos com ferramentas como o próprio Slade que podem ter a funcionalidade de tocar os arquivos .MUS, mas nós vamos manter este programa aqui por curiosidade ou para aqueles que gostam de fazer as coisas no estilo da velha guarda.

Compatibilidade

Como o MUS Player é um aplicativo desenvolvido em meados dos anos 90 para o MS-DOS, ele provavelmente não vai rodar em sistemas operacionais modernos sem a ajuda de algo como o DOSBox.

site ou autor do arquivo Vladimir Arnost tamanho do arquivo 484 KB licencaFreeware sistemas operacionais compativeisMS-DOS download link Download

Defenestrando Thunder Dragon (1991)

10 de fevereiro de 2019
Defenestrando Thunder Dragon (1991)

Como é domingueira, vamos trazer aqui um vídeo de jogo antigo, o Thunder Dragon, para você ter o que assistir neste dia. O gameplay foi jogado e comentado pelo canal Defenestrando Jogos em uma live e é bastante descontraído sem deixar de ser informativo, sendo uma das principais fontes de dados desta publicação. O conteúdo começa na minutagem 5:57 do vídeo.

Thunder Dragon é um jogo de tiro estilo shoot ’em up com rolagem vertical onde os jogadores controlam helicópteros futuristas enfrentando aeronaves e mechas inimigos. Lançado em agosto de 1991 para os fliperamas, o jogo foi desenvolvido pela NMK e distribuído pela Tecmo, e não ganhou nenhum port, mas rendeu uma sequência em 1993, o Thunder Dragon 2.

Gameplay

Em Thunder Dragon, os jogadores (até dois ao mesmo tempo), controlam, como dito acima, helicópteros futuristas através de oito fases com um chefão no fim de cada uma delas. Entre os inimigos que deverão ser enfrentados, tem-se veículos futuristas, naves espaciais e mechas. Os helicópteros começam com uma arma padrão, que pode receber upgrades com itens recolhidos pelas fases, e uma bomba que limpa a tela.

Curiosidades

  • Existe uma versão bootleg do Thunder Dragon que usa o hardware de som do jogo Raiden (Seibu), a Z80 @ 3.579545 Mhz, e todas as músicas deste jogos estão presentes nela.

Dados técnicos

  • CPU principal: 68000 (@ 10 Mhz)
  • Hardware de som: YM2203 (@ 1,5 Mhz), (2x) OKI6295 (@ 24,242 Khz)
  • Orientação: Vertical
  • Resolução de vídeo: 224 x 256 pixels
  • Taxa de atualização: 60.00 Hz
  • Paleta de cores: 1024
  • Controle: Joystick de oito direções e 2 botões

Veja mais

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A evolução dos jogos de tiro em primeira pessoa de 1982 a 2019

9 de fevereiro de 2019
A evolução dos jogos de tiro em primeira pessoa de 1982 a 2019

Neste vídeo, podemos ver a evolução dos jogos de tiro em primeira pessoa de 1982 a 2019 em uma série de clipes mostrando trechos dos gameplays de pelo menos um dos títulos que melhor representam cada um destes anos.

O trabalho também foi feito e publicado pelo canal Cussan, que sempre lança uns vídeos curiosos mostrando as evoluções de certos games ou seus gêneros.

Não se dá informações sobre as plataformas das versões dos FPS exibidos no vídeo, mas consegui descobrir algumas (tem uns que nem tem desculpa não saber) e nem sei se está tudo certo. Todavia, os 47 games exibidos seguem abaixo:

  • Maze War (Mainframe, Terminal ou Xerox Alto, 1974);
  • Battlezone (Fliperamas, 1980);
  • The Colony (Macintosh, 1988);
  • Catacomb 3-D (MS-DOS, 1991);
  • Wolfenstein 3D (MS-DOS, 1992);
  • Doom (MS-DOS, 1993);
  • Heretic (MS-DOS, 1994);
  • Star Wars: Dark Forces (MS-DOS, 1995);
  • Quake (MS-DOS, 1996);
  • Duke Nukem 3D (MS-DOS, 1996);
  • GoldenEye 007 (Nintendo 64, 1997);
  • Quake II (Windows, 1997);
  • Half-Life (Windows, 1998);
  • Unreal Tournament (Windows, 1999);
  • Counter-Strike (Windows, 2000);
  • Perfect Dark (Nintendo 64, 2000);
  • Halo: Combat Evolved (Xbox, 2001);
  • Return to Castle Wolfenstein (Windows, 2001);
  • Medal of Honor: Allied Assault (Windows, 2002);
  • Battlefield 1942 (Windows, 2002);
  • Call of Duty (Windows, 2003);
  • Half-Life 2 (Windows, 2004);
  • Halo 2 (Xbox, 2004);
  • F.E.A.R.: First Encounter Assault Recon (PlayStation 3, Windows ou Xbox 360, 2005);
  • Black (PlayStation 2 ou Xbox, 2006);
  • BioShock (Windows ou Xbox 360, 2007);
  • Team Fortress 2 (Windows, 2007);
  • Call of Duty 4: Modern Warfare (Windows, Xbox 360 ou PlayStation 3, 2007);
  • Crysis Warhead (Windows, 2008);
  • Left 4 Dead 2 (Windows ou Xbox 360, 2009);
  • Killzone 2 (PlayStation 3, 2009);
  • Battlefield: Bad Company 2 (Windows, Xbox 360 ou PlayStation 3, 2010);
  • Bulletstorm (Windows, Xbox 360 ou PlayStation 3, 2011);
  • Borderlands 2 (Windows, Xbox 360, Macintosh ou PlayStation 3, 2012);
  • Counter-Strike: Global Offensive (Windows, Xbox 360, Macintosh ou PlayStation 3, 2012);
  • BioShock Infinite (PlayStation 3, 2013);
  • Metro: Last Light (Windows, Xbox 360, Macintosh, Linux ou PlayStation 3, 2013);
  • Wolfenstein: The New Order (Windows, Xbox 360, PlayStation 3, Xbox One ou PlayStation 4, 2014);
  • Far Cry 4 (Windows, Xbox 360, PlayStation 3, Xbox One ou PlayStation 4, 2014);
  • Tom Clancy’s Rainbow Six Siege (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2015);
  • Doom 2016 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2016);
  • Overwatch (Windows, 2016);
  • Battlefield 1 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2016);
  • Titanfall 2 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2016);
  • Prey (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2017);
  • Far Cry 5 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2018);
  • Cyberpunk 2077 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2019).

E você? Diz aí quais destes você jogou e gosta mais. Se tiver alguma correção também, não hesite em comentar nos avisando.

Veja também

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Microsoft insiste novamente para que o Internet Explorer seja abandonado

8 de fevereiro de 2019
Microsoft insiste novamente para que o Internet Explorer seja abandonado

A Microsoft insiste novamente para que o Internet Explorer seja abandonado de vez, visto que ainda tem muita gente usando este navegador mesmo com o seu sucessor, o Edge, já vindo de graça no Windows 10.

É engraçado que o Internet Explorer nunca foi um navegador muito bom, mas, ao que parece, muitas pessoas e empresas ainda usam estes browsers e de seus modos de compatibilidade por uma questão simples de praticidade. Outra possível razão para a persistência no uso do IE é o fato do Edge não ser compatível com Windows 7 ou 8 (no Brasil, onde tem um número considerável de PCs rodando o XP até hoje, o IE ainda deve durar bastante). Ainda outro possível motivo é o fato de ninguém ligar muito pro Edge mesmo.

Todavia, um especialista em segurança da Microsoft, Chris Jackson, publicou um texto chamado “Os riscos de usar o Internet Explorer” onde se detalha o assunto. Uma das justificativas para abandonar o IE de vez é ele ficará cada vez menos compatível com o que a Internet vier a oferecer. Segundo Jackson, o browser é apenas uma “solução de compatibilidade” e “chegaria a um cenário no qual, ao otimizar suas funcionalidades, acabaria não sendo capaz de usar novos apps conforme são lançados”.

Particularmente, acho que o IE ainda é mais útil que o Edge, pois ele ainda tem suporte ao player do Unity e, só com ele dá pra jogar games que foram incorporados neste formato nas páginas. De resto, não estou nem aí pra isso.

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