Principais Atualizações

Dicas e trapaças do MDK de PC

22 de julho de 2018
Dicas e trapaças do MDK de PC

Esta publicação traz algumas dicas e códigos de trapaça do jogo MDK de PC, seja em sua versão para Windows ou MS-DOS.

Se você tiver mais alguma manha que está faltando aqui, ou alguma correção a fazer, não hesite em comentar nos avisando pra gente complementar o post!

Dicas

  • Como conseguir 150 de health: No início da primeira fase, logo depois que Kurt aterrissar, você vai uma espécie de criatura que parece um caixote com pernas. Persiga-o e ele vai te garantir 150 de saúde.

Códigos de trapaça

Eu testei os códigos abaixo na versão do GOG do MDK (seria a versão internacional com patch do jogo) e todos funcionam digitando diretamente no teclado. Se não der certo, experimente depois de teclar F1:

  • holokurtisfun – Ganha power-up do holograma;
  • nastyshotthanks – Ganha granada teleguiada pro sniper;
  • showmoviemdkbzk – Se você digitar este código logo no início da primeira fase, depois de aterrissar, vai mostra o vídeo que aparece quando você zera o jogo.

Trapaças para a versão internacional com patch apenas:

  • healme – Saúde completa;
  • ineedabiggun – Ganha power-up da gattling gun;
  • tornadoaway – Power-up do tornado;
  • kill – Comete suicídio;
  • 486okbyme – Roda em máquinas 80486.

Trapaças para a versão norte-americana

Eu não testei estes códigos pois não a tenho:

  • makemefull – Saúde completa;
  • masterblaster – Ganha power-up da gattling gun;
  • twistandshout – Power-up do tornado;
  • biggrenade – Ganha granada teleguiada pro sniper;
  • kill – Comete suicídio;
  • 486willbeslow – Roda em máquinas 80486.

Você só pode usar uma senha por fase, exceto a de suicidar que sempre funciona toda vez que você digitá-la. Pelo menos aqui funcionou assim.

Longplay do MDK

O vídeo acima mostra o jogo sendo zerado do início ao fim. Dá pra aprender algumas manhas com ele também.

Veja mais

Vanilla Chex Quest 1 & 2 in ZDoom: Facínora Edition

21 de julho de 2018
Vanilla Chex Quest 1 & 2 in ZDoom: Facínora Edition

Vanilla Chex Quest 1 & 2 in ZDoom: Facínora Edition é uma edição do Vanilla Chex Quest 1 & 2 in ZDoom, do scroton, feita pelo Facínora a fim de permitir jogar seus mapas destes jogos com pacotes diversos de monstros e armas ou até mods de gameplay para o Doom.

O PWAD original é praticamente uma recriação 1:1 dos dois primeiros Chex Quests para o ZDoom e seus ports derivados, porém, da forma que foi feito, não é compatível com outros mods para Doom, sobrescrevendo quaisquer de seus monstros, arsenais e classes. Faria mais sentido, assim, jogar o Chex Quest em algum port avançado de uma vez. A edição feita é bem simples: apenas foram retirados os códigos destes elementos, com os mapas, objetos, trilha sonora e outros recursos mantidos exatamente os mesmos.

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

Rodei o PWAD aqui no GZDoom (1.8.2, 2.4 e 3.4.1), Zandronum (2.0 e 3.0) e ZDoom 2.8.1, com os IWADs do The Ultimate Doom e da phase 1 do Freedoom.

Dá para usar IWADs com a estrutura do DOOM2.WAD, como o próprio, os do Final Doom e o da phase 2 do Freedoom, para jogar o Vanilla Chex Quest 1 & 2 in ZDoom, mas notei que alguns recursos como a música da tela de título não são substituídos. Entretanto, não acho que deve dar pau no jogo nem nada.

Saiba mais

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MDK

20 de julho de 2018
MDK

MDK é um jogo de tiro em terceira pessoa desenvolvido pela Shiny Entertainment e lançado em 30 de abril de 1997 originalmente para Windows e MS-DOS, sendo depois portado para o PlayStation e Mac. Em MDK, o jogador controla Kurt Hectic, um simples zelador pra quem sobrou a missão de salvar a Terra de uma invasão alienígena. Kurt conta com a ajuda de armas de alto poder de fogo e um perigoso traje de combate.

Um dos primeiros jogos para plataforma Pentium ou superior, MDK foi um sucesso comercial e de crítica, com seu gameplay acelerado, inovações técnicas, temática, bom humor, design das fases, o desafio e o modo de tiro sniper (era novidade na época) sendo constantemente aclamados pela mídia especializada desta época, algo que eu me lembro bem. A trilha sonora do jogo também era de qualidade, sendo lançada separadamente algum tempo depois, sendo relativamente bem recebida. Eu me arriscaria a incluir, nesta lista de fatores que contribuíram para o sucesso do MDK, o fato dele ter fugido do esquema de jogos de tiro com perspectiva em primeira pessoa, cujo mercado estava saturado de clones que tentavam chupinhar a popularidade de nomes de peso deste gênero, como Doom, Duke Nukem 3D e Quake.

Algumas críticas negativas naturalmente surgiriam, mas nada que prejudicasse o excelente desempenho do jogo, que também acabou ganhando uma sequência, MDK2, lançada para o Windows e Dreamcast em 2000 e para o PlayStation 2 como MDK 2: Armageddon, em 2001. Era para ter um terceiro jogo da série, mas este nunca chegou a ser feito.

Screenshots

Enredo

Kurt era um simples zelador que ganhava a vida limpando a área de trabalho do excêntrico Dr. Fluke Halkins na im Dandy, uma estação espacial criada pelo cientista para estudar um fenômeno que ele acreditava ter descoberto, as “Flange Orbits”. Ridicularizado ao apresentar o tal fenômeno aos seus colegas, Halkins foi ridicularizado, decidindo então conduzir suas pesquisas no espaço, subornando Kurt para o auxiliar (quem ficou contente quando aprendeu a programar o videocassete). Os dois contaram também com a companhia de Bones, um cachorro robô falante de quatro braços e duas pernas construido por Halkins e que preferia ser chamado de Max.

Em órbita, meses logo se passaram anos, até que alienígenas de uma estranha dimensão atacaram o planeta, a fim de se apropriarem de todos os seus recursos. Simultaneamente, enormes veículos alienígenas do tamanho de cidades começaram a sugar os minerais de todas as maiores metrópoles da Terra, com milhões de civis sendo exterminados a cada segundo. Dr. Halkins, naturalmente revoltado com a situação, percebeu que era hora de tomar uma medida drástica e criou a sua mais poderosa e perigosa invenção: a Coil Suit, uma armadura feita de um material similar ao Kevlar e criada em uma “máquina de costurar a prova de explosões nucleares”.

Entretanto, como o cientista já era de idade avançada e Max tinha quatro pernas, a responsabilidade sobrou para o relutante Kurt. Com o paraquedas stealth e armas de 2 km de alcance da Coil Suit, ele deverá saltar da órbita sem ser detectado, infiltrar nas poderosas instalações conhecidas como City Minecrawlers, destruir os pilotos de cada nave e derrotar o líder da operação alienígena, Gunter Glut. Os alienígenas são poderosos e serão criativos para destruir Kurt, assim como obliteraram as forças militares da Terra, significando que pensam. Ele deverá pensar e reagir rápido e atirar para matar basicamente tudo o que se movimentar, utilizando quaisquer meios necessários, mesmo que sejam pequenas bombas nucleares, um jato em forma de prancha de surfe ou um avião bombardeiro.

Gameplay

Pela parte do jogo, o MDK é um jogo de tiro em terceira pessoa bem run and gun, mas também conta com boas partes de plataforma, vários minigames, quebra-cabeças e permite que o jogador entre no modo de primeira pessoa quando ele decide usar a infame arma sniper. Embora cada fase do MDK seja totalmente diferente uma da outra no que concerne inimigos, design e estética, em todas, Kurt deve se infiltrar em um minecrawler e enfrentar uma série de aliens até alcançar o centro de controle para eliminar o piloto. Uma estratégia diferente é necessária para derrotar cada um destes chefões também.

Os inimigos no MDK formam um coletivo de alienígenas chamado “Streamriders”, o qual é comandado pelo Gunter Glut. Cada Minecrawler é infestado de soldados chamados “Grunts”, que podem ser gerados infinitamente por uns geradores que são encontrados eventualmente. Além dos grunts e dos chefões, Kurt terá que encarar vários tipos de robôs, tanques, torres automatizadas e tripuladas, animais, pequenos naves de ataque, naves de transporte de tropas e drones sentinelas.

Cada fase completada com sucesso significa um minecrawler sendo desintegrado e sendo sugado de volta ao fluxo de energia de onde ele surgiu, levando Kurt com ele, quem terá um certo tempo para procurar um power-up que garante 150% de health para a próxima fase. Entretanto, se o jogador encostar nas paredes do fluxo, ele perde energia e desacelera. Quando o tempo se esgota, Max entra no fluxo e resgata Kurt, trazendo-o de volta para a Jim Dandy.

O paraquedas furtivo e retrátil da Coil Suit deve ser usado frequentemente durante o jogo, permitindo que Kurt faça longos saltos, sobreviva a quedas de enormes alturas e utilize correntes ascendentes para sobrevoar. Tem também a “The World’s Most Interesting Bomb”, uma granada que atrai os aliens e pode ser detonada a distância; “The Very Large Hamster Hammer”, um martelo gigante que faz o chão vibrar violentamente, infligindo danos aos inimigos próximos; e “The World’s Smallest Nuclear Explosion”, uma explosão nuclear usada para abrir portas trancadas. Tem também um pickup que permite o jogador pedir um Close Air Support, que consiste em Max sobrevoar o campo de combate externo com um bombardeiro tacando os inimigos com a sua ordenança. O interessante é que deve-se acionar o modo sniper para selecionar a área que Max deve bombardear.

A Coil Suit protege Kurt de ataques inimigos e do calor da reentrada. Além disto, ela tem uma chaingun acoplada ao braço que conta com munição ilimitada, além da arma sniper, o armamento mais característico do jogo. Esta pode dar um enorme zoom pelos mapas, algo provavelmente nunca visto antes nos games, embora isto deixe Kurt sem poder se movimentar e presa fácil para os inimigos. Existem também vários tipos de munição, como misseis teleguiados e morteiros.

Vídeo

O vídeo acima foi feito pelo canal Digital Foundry e fala bastante sobre o MDK, mostra seu gameplay e muitos dados interessantes sobre este grande título dos anos 90.

Curiosidades

  • Como eu falei acima, o MDK foi o primeiro jogo a ter um processador Pentium como requerimento mínimo, mas também foi dos últimos a renderizar os gráficos apenas em software, sem exigir GPU.
  • MDK aparece no livro 1001 Video games you must play before you die (“1001 jogos que você precisa jogar antes de morrer“) escrito pelo General Editor Tony Mott;
  • Propagandas antigas do jogo vinham com o slogan: “Prepare-se para uma experiência religiosa”, o que foi alterado para “Em um dia bom, 2,5 milhões de pessoas irão morrer”;
  • A finada desenvolvedora do MDK, a Shiny Entertainment, Inc. criou também o Earthworm Jim e o Enter the Matrix;
  • De acordo com o diário do desenvolvedor (1 de agosto de 1966), um mapa do jogo foi desenvolvido pelo demosceners;
  • Na versão alemão, o sangue verde se tornou azul e os efeitos de gore e desmembramentos foram removidos, além de outras frescuras típicas destes comedores de chucrute;
  • MDK foi um dos dois únicos jogos, junto com Nanosaur, incluídos no iMac original da Apple de 1998, embora não tenha sido incluído em revisões futuras;
  • A versão de PC do jogo não tem intro, como a de PlayStation, mas dá para se ver partes da intro na sequencia final, embora em preto e branco;
  • Havia planos para fazer um filme do MDK, mas nunca saiu do papel. Teve também uma oferta para lançar uma animação, mas a Shiny não aceitou, pois estava guardando pelo filme;
  • O videoclipe que toca no final do jogo é da música “Non, Non, Rien N’a Changé”, da banda francesa Billy Ze Kick [1]. Provavelmente, os desenvolvedores do jogo eram fãs desta banda, pedindo até para o jogar comprar o CD deles. A música está presente no álbum Panic (1996) da banda e foi lançada como single em 1997;
  • A versão para PC do MDK vendida na América do Norte tinha um adesivo amarelo falando que era uma versão exclusiva para esta região, mas não se sabe se tem alguma diferença com as outras versões. Algumas fontes dizem que os códigos de trapaça são;
  • Nas sequências da prancha de surfe, tem um power-up que é a cara do Jim, do Earthworm Jim e não podem ser alcançados sem usar trapaças. Uma vez usados, uma vaca é atirada na cabeça dos seus inimigos;
  • O primeiro minecrawler que Kurt deve enfrentar está indo em direção a Laguna Beach, onde o estúdio de desenvolvimento da Shiny era localizado na época;
  • A versão de PlayStation do jogo pode ser vista durante a primeira cena de um episódio do Arquivo X (The X-Files), a famosa série de ficção científica, o s05e09: “Schizogeny”. O episódio começa com um close dos jogos rodando, e então passa para o personagem principal da história que está jogando;
  • A trilha sonora, como eu também falei, foi lançada separadamente e fez um certo sucesso. Ela foi composta pelo Tommy Tallarico, um músico premiado que compôs músicas para inúmeros videogames. O disco era incluído na versão bunda-mole alemã do jogo e ainda pode ser comprado pela internet em alguns lugares, mas também vem de graça se você comprar a versão do GOG;
  • Até hoje não se sabe o que significa MDK, com fãs especulando se é “Mission: Deliver Kindness” (do manual), “Max, Dr. Hawkins, Kurt” (os protagonistas), “Murder, Death, Kill” (do filme O Demolidor de 1993);
  • Quando perguntados, cada desenvolvedor do MDK respondeu algo diferente:”My Diary something beginning with K”, “My Dog Ken”, “Million Dollar Ko” e “Massive Dollops of Ketchup”;
  • No FAQ do arquivo README.TXT do MDK está escrito que a sigla não significa nada, podendo ser o que você quiser, até algo como “Mother Day’s Kisses”;
  • Numa entrevista cedida em 2009, David Perry, um dos produtores do jogo, disse que “Murder Death Kill” era o titulo usado no primeiro vídeo promocional interno do MDK, mas teve que ser substituído pois eles queriam também lançar uma linha de brinquedos.

Sobre o download

O download que temos do MDK é o do GOG, que é pago, mas já vem pronto para rodar no Windows (XP, Vista, 7, 10) e Mac (10.6.8), com manual de 17 páginas, um wallpaper HD, trilha sonora, avatar e mais uns badulaques. Vale a pena, o serviço é confiável e o preço é bom.

Veja também

  1. Sequência final do MDK – O vídeo que é reproduzido ao zerar o game, com a música Non, Non, Rien N’a Changé da banda Billy Ze Kick citada nas curiosidades. O clipe é tão peculiar quanto o próprio MDK.
  2. Dicas e trapaças do MDK – Para você que não está conseguindo vencer o jogo.
site ou autor do arquivo Shiny Entertainment tamanho do arquivo 179 MB licencaUS$ 6,01 sistemas operacionais compativeisWindows XP/Vista/7/10 e Mac OS X (10.6.8) download link Download

Steampack

19 de julho de 2018
Steampack

Steampack é um divertido e maneiro joguinho retrô em Flash onde você é um cavalheiro e tem que recolher dinheiro e pedras preciosas no céu usando um jatinho a vapor bem estribado. Todo cavalheiro sabe que dinheiro não cresce em arvores! De fato, o dinheiro cresce próximo à ilha no céu…

Controles

  • Use as setinhas para controlar.

P.S.: Já adicionamos na Gaming Room a versão 64 do Steampack, que é praticamente o mesmo jogo mas no estilo do antigo computador pessoal Commodore 64.

Clique Aqui Para Jogar

Buster Bros.

18 de julho de 2018
Buster Bros.

Buster Bros., também conhecido como Pang ou Pomping World no Japão, é um jogo de tiro desenvolvido pela Mitchell Corporation e lançado em 1989 para os fliperamas. Basicamente, o esquema do Buster Bros. é idêntico ao de um jogo chamado Cannon Ball de 1983 do MSX (lançado como Bubble Buster no ZX Spectrum).

O jogo, seja com o título de Buster Bros. ou Pang, foi portado posteriormente para outras plataformas, como o Amiga, Amstrad CPC, Atari ST, Commodore 64, Game Boy, TurboGrafx CD, MS-DOS, ZX Spectrum, PlayStation e PSP, sendo lançado como parte de compilação nos dois últimos.

Buster Bros. foi um grande sucesso de críticas, e é realmente um jogo bastante único, com bons gráficos e um gameplay envolvente e potencialmente viciante. Isto pode ter justificado os ports citados acima e também os outros cinco jogos da série a qual ele deu início.

Vídeo

Assista acima o gameplay do Buster Bros. em mais um vídeo do Fliperama Nostálgico, do canal Defenestrando Jogos, que traz muitas informações e curiosidades sobre o jogo de uma forma bem irreverente, mas sem perder a compostura. Estes dados foram umas das fontes para montar esta publicação.

Gameplay

Buster Bros. (ou Pang) é um jogo de tiro com alguns elementos de plataforma que apresenta 50 fases no total e onde o objetivo (pode ser jogado por até duas pessoas ao mesmo tempo) é destruir os balões que ficam quicando pela tela. Para isto, pode-se atirar ganchos para cima, que estourarão os balões ao contato. O jogo também conta com um timer que mostra quanto tempo resta para o jogador completar a fase antes que dê game over.

Dependendo dos tamanhos dos balões, eles podem se dividir em duas partes menores ou evaporar totalmente. Além dos balões, algumas fases tem barreiras que tem que ser destruídas com os ganchos, visto que eles bloqueiam o seu acesso aos mesmos. Existem também algumas barreiras que são indestrutíveis.

Os personagens podem subir escadas, mas não saltar. Podem também recolher power-ups como: a habilidade de atirar dois ganchos de uma vez, um gancho que fica preso ao teto e espera algo tocá-lo e uma arma que tem uma alta taxa de tiro, mas não pode destruir barreiras. Além deste armamento extra, você também pode pegar uma ampulheta (que paralisa o timer por alguns momentos), dinamite (reduz todas os balões ao seu menor tamanho), vidinha e um campo de força.

As 50 fases do Buster Bros. se passam através de 17 locais reais: Monte Fuji, Monte Keirin, Wat Phra Kaew, Angkor Wat, Uluru, o Taj Mahal, Leningrado (São Petersburgo), Paris, Londres, Barcelona, Atenas, Egito, Quênia, Nova Iorque, Ruínas Maias, Antártica e Ilha de Páscoa. Todos estes locais mostram alguma coisa característica do mesmo ao fundo, como algum monumento etc.

Série

Além dos ports citados acima, o Buster Bros. deu início à série Pang:

  1. Pang/Buster Bros. (1989);
  2. Super Buster Bros. (1990);
  3. Buster Buddies (1995);
  4. Mighty! Pang (2000);
  5. Pang: Magical Michael (2010);
  6. Pang Adventures (2016).

Fangames com qualidade de títulos oficiais

17 de julho de 2018
Fangames com qualidade de títulos oficiais

Este post apresenta e fala a respeito de onze fangames com qualidade de títulos oficiais e, claro, também deixar os links para você baixá-los e obter mais informações sobre eles, visto que são todos gratuitos.

Inclusive, estes jogos feitos por fãs independentemente e baseados em trabalhos já consagrados e que parecem muito que foram feitos pelos seus desenvolvedores profissionais, se não melhores, foram o assunto do 12º Fan Gaming Room. Este episódio da Fan Gaming Room também foi o nosso vídeo especial de 3.000 inscritos no nosso canal do YouTube, marca que atingimos no dia 17 de julho de 2018.

O vídeo falou bem superficialmente sobre cada um dos jogos listados, considerou apenas os fangames que conhecemos (a maioria tem em nosso site já) e usou como critérios aparência, funcionalidade, se o jogo foi completo, se tem add-ons, editores, fanbase e, evidentemente, se é divertido.

Lembrando que não são jogos que se parecem com os últimos lançamentos, mas sim que tem qualidade de jogos profissionais de quaisquer época. Outra coisa que vale notar é que não é um top que nem estes canais de pela saco que tem por aí, mas apenas uma forma de divulgar os jogos que conhecemos (nós não conhecemos todos).

Enfim, vamos aos fangames

Os onze jogos citados no vídeo estão abaixo, com o link para a sua publicação que deve conter o seu download:

  1. MiniDOOM – A primeira excelente paródia 2D do Doom que resultou em um excelente jogo de plataforma run and gun com estilo retrô;
  2. MiniDoom 2 – A continuação do MiniDOOM, obviamente, que aprimorou a formula de sucesso e expandiu o gameplay do primeiro;
  3. Marvel First Alliance – Um excelente beat ’em up desenvolvido por um brasileiro que traz um enorme número de personagens, golpes, inimigos e várias fases. Deu início a uma série também;
  4. Street Fighter One – Um remake do primeiro Street Fighter que adiciona várias funcionalidades novas, como a opção de jogar com todos os lutadores, golpes especiais e personagens secretos;
  5. Stargate Adventure – Adaptação do seriado Stargate SG-1 em um adventure nos moldes dos antigos clássicos do gênero do fim dos anos 80/início dos anos 90;
  6. Mortal Kombat Project – Um excelente Mortal Kombat totalmente feito no MUGEN, com muito boa jogabilidade, dificuldade, com combos e todos os personagens combinando;
  7. Sonic Robo Blast 2 – Jogo construído por cima do Doom que traz o Sonic clássico em belos mapas tridimensionais;
  8. Mine Blocks – Um viciante clone em Flash (sim, em Flash) do Minecraft em 2D que é bem fiel ao original;
  9. Hunter’s Moon – Este mod para Doom é tão bem feito que merece ser citado nesta lista, tanto pelo capricho quanto por trazer a campanha single player que o Quake III Arena nunca teve;
  10. Dawn of the Tiberium Age – Este mod standalone do Tiberian Sun traz as quatro facções dos dois primeiros Command & Conquers, GDI, Nod, Aliados e Soviéticos em um só, com interface e gameplay aprimorados;
  11. Streets of Rage Remake – Um extraordinário remake dos Streets of Rages que não apenas reproduz com fidelidade a experiência dos originais, como a expande formidavelmente, trazendo vários novos personagens, possibilidade de seguir um caminho diferente, editores etc.

Menções honrosas

Os fangames abaixo não foram citados no vídeo, por algum motivo ou outro, mas merecem que você dê uma olhadinha neles também:

  1. Mega Man 8-Bit Deathmatch – Este mod, que também é standalone, talvez seja o que tenha ficado de fora injustamente do vídeo, pois se trata de uma divertidíssima adaptação do Mega Man clássico no esquema de arena do Quake 3;
  2. Mario!!! – Um antigo clone dos Super Mario Bros. do Nintendinho em MS-DOS que conta com muito fiéis gráficos e uma jogabilidade bem maneira;
  3. Dragon Ball Z RPG XP – RPG feito no RPG Maker XP do Dragon Ball Z completo e em Português;
  4. Street Chaves – Este grande título nacional só não entrou no vídeo só porque não usou recursos profissionais, como a maioria destes outros jogos citados;
  5. Resident Evil RPG – Uma popular adaptação em RPG do clássico survival horror que já teve até a sua própria edição remasterizada;
  6. Sailor Moon Plus: Beats of Rage – Um beat ’em up desenvolvido no OpenBOR com as personagens do anime;
  7. Toad Strikes Back! – Este fangame traz o Toad, ao invés do Mario, como herói no Reino Cogumelo. Conta com bonitos e coloridos gráficos típicos dos jogos do Super Mario;
  8. X-Men: Second Coming – Um jogo de luta 2D que adapta os eventos numa arc da Marvel de mesmo título que foi exibida nas revistas dos X-Men e usa recursos de grandes games da Capcom do gênero;
  9. Para todos os fangames que já estão adicionados em nosso site, acesse este link!

E agora é com você. Quais destes jogos você já conhece e os que você quer experimentar? E qual deles você gosta mais? Deixa aí nos comentários também a sua opinião e a sua sugestão.

Anime Invasion

16 de julho de 2018
Anime Invasion

Anime Invasion é um mod para Doom criado por Demetria que substitui os monstros por spawns aleatórios de waifus.

As garotas variam em uma grande gama de características diferentes, como roupas, cores de cabelo e aparência (umas têm caudas, por exemplo). E, já que a aparência básica de todas, por outro lado, não muda tanto, waifus de tipos diferentes ficam quase que indistinguíveis visualmente umas das outras. Isto causa um problema durante o jogo: dificulta identificar quem é quem, qual a mais perigosa etc.

Outra coisa notável deste PWAD são os modelos tridimensionais que foram usados para os gráficos e animações das personagens. Além disto, elas têm efeitos sonoros próprios e algumas apresentam comportamentos diferentes dos monstros originais.

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

Rodei o PWAD aqui no GZDoom (2.4 e 3.4.1) e no Zandronum 3.0, com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, The Ultimate Doom, Final Doom e de ambas as phases do Freedoom. Pareceu funcionar de boa com tudo isso.

Infelizmente, o Anime Invasion conta com umas classes de herói que são praticamente inúteis, mas que impedem de combinar o mod com pacotes de armas. Não consegui com nenhum que testei. Lembrando que é uma versão bem inicial de desenvolvimento, o qual parece que foi largado desde que esta foi lançada.

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Defenestrando Out Run (1986)

15 de julho de 2018
Defenestrando Out Run (1986)

Vamos conferir hoje o gameplay comentado do Out Run feito pelo canal Defenestrando Jogos. Trata-se de mais um Fliperama Nostálgico, uma que apresenta títulos antigos dos arcades de uma forma descontraída, mas informativa e sem cair no besteirol e sem berreiro, como acontece nestes Let’s Plays da vida.

Como é de costume, estamos adicionando este vídeo aqui para você ter algo para assistir na domingueira, visto que só passa câncer na televisão, mas especialmente neste dia.

Out Run (アウトラン) é um clássico jogo de corrida desenvolvido e lançado pela Sega para os fliperamas em 20 de setembro de 1986. Sucesso de crítica e de mercado, Out Run se tornou um dos games mais vendidos de sua época, sendo notável por ser inovador devido aos seus excelentes gráficos com a famosa tecnologia sprite-scaling, o seu robusto hardware, gameplay não linear, e trilha sonora selecionável, características pioneiras até então.

A premissa de Out Run também fugiu um pouco do tema de Fórmula 1 que dominava os jogos de corrida até então. Uma maquina possante, o vento no cabelo e uma loira pistoleira ao lado… É  bem a cara dos anos 80, com um tema bem casual e despojado, mas sem deixar de ser um tanto quanto extravagante.

Como não poderia deixar de ser, o sucesso do Out Run justificou portes para vários outros sistemas, como o NEC PC-8801, Atari ST, Amiga, Amstrad CPC, Apple II, Commodore 64, Game Gear, Genesis/Mega Drive, Master System, PC Engine, MS-DOS, Windows (Sega Smash Pack), Saturn, ZX Spectrum, Dreamcast (Yu Suzuki Game Works Vol.1), PlayStation 2, Sega Mark III, XBox (destravável no Out Run 2), MSX 2. LCD tabletop e até celulares (em 2002, numa era pré smartphones).

Além disto, o Out Run também deu início uma série composta de nove jogos, sendo sucedido por Out Run 3-D (1989, Master System), Battle Out Run (1989, Master System), Turbo Out Run (1989, Arcade), Out Run Europa (1991, Game Gear), Out Runners (1992, Fliperama), Out Run 2019 (1993, Mega Drive), Out Run 2 (2003, Fliperama) e Out Run 2 SP (2004, Fliperama).

O legado do Out Run não parou por aí. Além de ser um dos jogos de corrida mais característicos dos arcades, todos os seus ports e sequências, encontramos facilmente seus elementos em outras franquias de sucesso, como Lotus e Mad Gear. A IGN, em 2015, considerou este clássico da Sega um dos dez jogos mais influentes do gênero, atrás de Pole Position, Gran Turismo e Virtua Racing.

Gameplay

Em Out Run, o jogador guia uma Ferrari Testarossa vermelha através de uma série de locais americanos tentando alcançar os checkpoints em cada fase antes do tempo acabar, o que significa game over. Alcançar os checkpoints aumenta o tempo restante. A perspectiva é em terceira pessoa, com a câmera colocada perto do chão, o que pode acabar limitando a visão do jogador à distância.

No final de cada fase, os jogadores vão ter que escolher um dos caminhos de uma bifurcação na estrada, o que leva a diferentes cenários. As estradas estão repletas de tráfego civil que deve ser cuidadosamente evitado, se não, o jogador vai acabar sendo desacelerado e perderá tempo.

Para além de poderem escolher rotas, os jogadores também podem escolher qual a música da excelente trilha sonora do jogo no som do carro. As músicas são ‘Magical Sound Shower’, ‘Passing Breeze’ e ‘Splash Wave’.

Curiosidades

  • O esquema da escolha do caminho não foi inventado no Out Run. Ele já existia no TX-1, um jogo da Tatsumi de 1983;
  • O Out Run podia ser encontrado em um dos gabinetes mais extravagantes da história dos fliperamas que foi criado para se parecer com uma Ferrari Testarossa, tinha um volante e pedais, podia inclinar e contava com um poderoso sistema de som que colocava os auto falantes logo atrás da cabeça do jogador;
  • A trilha sonora do Out Run é tida em alta estima até hoje, sendo composta por  
    Hiroshi Kawaguchi, quem trabalhou também em inúmeros títulos da Sega;
  • A Sega não tinha permissão para usar uma Ferrari no jogo. Isto levou a uma série de ameaças e picuinhas judiciárias até que isto foi resolvido no Out Run 2, com a firma japonesa obtendo permissão para usar Ferraris nesta sequência;
  • Os carros dos oponentes são: 1972 Volkswagen Beetle, 1971 Chevrolet Corvette, 1985 Porsche Carrera 911 Turbo, 1985 BMW 325i Cabriolet E30 e Lorry;
  • O Out Run contém vários outdoors com propagandas diversas, notavelmente das motocicletas KTM;
  • Richard Jackson detém o recorde oficial deste game com 52.897.690 pontos;
  • No filme Donnie Darko, um sci-fi que gente burra fala que gosta para parecer inteligente, Donnie, o protagonista, aparece jogando Out Run num fliperama com a sua namorada. A cena mostra ele batendo o carro durante uma DR.

Mais Out Run

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Chalk: shoot ’em up independente com um toque único

14 de julho de 2018
Chalk: shoot ’em up independente com um toque único

Chalk é um shoot ’em up independente com um toque único que foi desenvolvido pelo Joakim Sandberg e lançado em 2007 onde o jogador vai enfrentar inúmeros inimigos, como é comum no gênero, mas desenhando linhas de giz entre eles.

Em um estilo similar ao do Nintendo DS, o botão esquerdo do mouse é usado em uma tela sensível ao toque, onde o jogador desenha formas tela segurando o clique do periférico. Isto, combinado com os gráficos e efeitos sonoros, dão até a impressão de estar se desenhando numa sala de aula.

A trilha sonora de Chalk é boa também, acompanhando bem o que acontece no jogo. Apesar de não ser um jogo nada usual, usou um conceito criativo e interessante e pode representar uma boa dose de desafio para quem está procurando um jogo grátis, simples e pequeno.

Vídeo

Atenção

Chalk força o modo de janela em 2x o tamanho para facilitar o processo de desenhar com o mouse, e tentar jogar com a tela cheia pode acelerar o jogo demasiadamente, tornando-o impraticável. Se for o caso, reinicie o game pressionando [ESC].

Veja mais

site ou autor do arquivo Joakim Sandberg tamanho do arquivo 3,83 MB sistemas operacionais compativeisWindows download link Download

Toad Strikes Back!

13 de julho de 2018
Toad Strikes Back!

Toad Strikes Back! é um fangame do Super Mario desenvolvido independentemente pelo Thunder Dragon e lançado no dia 29 de outubro de 2007 que traz o Toad como personagem principal e combina elementos de vários jogos da franquia e de alguns outros grandes títulos do gênero.

Especialmente considerando a sua proposta, Toad Strikes Back! apresenta excelentes gráficos, controles e trilha sonora, tudo num estilo retrô magnífico. Notei também alguma coisa ou outra que me lembrou outros platformers como Wonder Boy in Monster Land e o jogo é extremamente familiar sem ser repetitivo. Ou seja, não é simplesmente um remake com personagens diferentes, mas um jogo que captura a experiência dos originais enquanto a incrementa com elementos originais.

A única coisa que eu achei que ficou a dever é o fato que não consegui aumentar o tamanho da tela, ficando o jogo muito pequeno em monitores menores. Pode ser que tenha algum jeito que eu desconheça. Se alguém souber, comente aí. Eu ainda tenho que jogar ele mais a fundo pra falar com certeza, mas eu diria que o Toad Strikes Back! é um fangame com qualidade profissional.

Vídeos

Enredo

Pelo o que eu entendi do enredo do Toad Strikes Back!, parece que o nosso herói encanador e rechonchudo virou uma lenda no Reino do Cogumelo (Mushroom Kingdom), provavelmente por ter salvado este mundo tantas vezes. Um belo dia, entretanto, o Rei Koopa (Bowser) volta a ameaçar o Reino, somente o nosso bravo e heroico cogumelo ambulante poderá impedi-lo.

Saiba mais

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Demonic Dungeons

12 de julho de 2018

Demonic DungeonsDemonic Dungeons é um jogo online em Flash de estratégia com um estilo retrô que combina tower defense e adventure e onde o objetivo é construir e defender o seu calabouço e destruir as estruturas do herói que está invadindo. Para esta tarefa, você terá monstros e demônios para ajudá-lo.

Tem duas curiosidades sobre o Demonic Dungeons que merecem ser citadas aqui: primeiro é o que ele foi desenvolvido por um brasileiro (Matheusbr0) e segundo que usa charsets e chipsets do RPG Maker 2000/2003 e identificamos pelo menos uns tilesets do RPG Maker VX! Vale a pena dar uma conferida por causa disto e pelo estilo bem distinto de jogo e pelo fato de ele ser divertido e adequado para dar uma boa distraida.

Controles

  • WASD e Setinhas: Movem o mapa
  • Mouse: Selecione e constrói coisas
  • ESC: tela de opções, cancelar colocação de construção
  • Colete itens para os seus heróis, desbloqueie novos edifícios e aprimore o seu calabouço para realizar suas missões.

Clique Aqui Para Jogar

Dicas para o Out Run do fliperama

11 de julho de 2018
Dicas para o Out Run do fliperama

Esta publicação reúne algumas dicas e manhas para o Out Run do fliperama, um dos mais clássicos e influentes jogos de corrida de todos os tempos, desenvolvido pela Sega e lançado por esta firma em 1986.

Lembrando que estas dicas nos foram enviadas ou reunidas de diversas fontes. Pode ser que nem todas estejam descritas corretamente ou que existam macetes mais eficientes para este jogo. Qualquer problema, correção, complementação ou dúvida, não hesite em comentar para nos avisar.

Rota mais rápida

A rota que permite terminar o Out Run mais rapidamente é Direita (Devil’s Canyon), Esquerda (Snowy Alps), Direita (Wheatfield) e Direita (Autobahn).

Começar bem a corrida

Ao invés de ficar só apertando o acelerador, você deve tentar manter o ponteiro no verde imediatamente antes do vermelho. No momento em que o farol der o sinal verde, meta o pé com tudo. Ao invés de trocar de marcha a 170 mph,vai ser a cerca de 120 mph para evitar a desaceleração. Essa dica te dá aproximadamente 1 segundo. e funciona toda vez que começar a partir de 0 mph. É difícil acertar o tempo quando você não tem luz verde.

Dirigir fora da estrada

Num instante antes de sair da rodovia, tente reduzir a marcha rapidamente e, em seguida, dar marcha novamente. Se feito corretamente. você pode dirigir fora da estrada sem perder velocidade por cerca de 1 ou 2 segundos. Se você conseguir no tempo certo, dá pra reduzir e, em seguida, colocar marcha novamente após estes 1 a 2 segundos e não perder velocidade nenhuma ao dirigir fora da estrada. Desta forma, você pode continuar correndo a 292mph mesmo que esteja off road.

Mensagem secreta de crédito

Logo antes das bifurcações nas estradas, pressione e segure Start. Quando você escolher um dos caminhos e a outra desaparecer da visão, uma mensagem secreta de crédito vai aparecer na tela.

Brutal Doom v21 + Chex Quest Patch

10 de julho de 2018
Brutal Doom v21 + Chex Quest Patch

Brutal Doom v21 + Chex Quest Patch (Cheques.pk3) é um simples patch para o Brutal Doom v21 Public Beta April 2018 que eu, o Facínora, criei para corrigir um bug que tornam as chaves que spawnan nos mapas do Chex Quest inúteis para abrir suas respectivas portas. O patch também corrige as animações das armaduras do Brutal Doom que ficam meio atrapalhadas ao jogar este mod do Sergeant Mark IV com algum IWAD dos Chex Quests.

O patch deve ser ser carregado depois do Brutal Doom v21 e foi testado no Chex Quest 1 e no Chex Quest 3.

Existem bugs menores ao rodar o “Brutal Chex Quest“, como algumas texturas faltando, algumas mensagens e barulhos de tiro enquanto os Flemoids ficam escarrando, mas não preocupei em olhar isso porque não atrapalha o gameplay e certamente vão ser corrigidos nas versões futuras do Brutal Doom V21.

Vídeo

Compatibilidade

O Brutal Doom v21 + Chex Quest Patch deve ser compatível com qualquer port que seja compatível com o Brutal Doom v21, mas ele deve ser carregado depois do PWAD do Sergeant Mark IV.

Veja também

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Defenestrando Flying Shark (1987)

8 de julho de 2018
Defenestrando Flying Shark (1987)

Como tudo mundo já deve estar acostumado, hoje é dia de vídeo de gameplay aqui e estamos trazendo o do Flying Shark, um joguinho de navinha da década de 80 sendo comentado no Fliperama Nostálgico, um dos quadros do canal Defenestrando Jogos.

Além do vídeo ser uma boa opção para você assistir sem ter que apelar para a programação dominical comum, ele traz algumas informações e curiosidades sobre o game, sendo este uma das fontes para este nosso post.

Flying Shark, lançado na America do Norte como Sky Shark, é um shoot ’em up de rolagem vertical de 1987. Este jogo de tiro foi desenvolvido pela Toaplan e lançado originalmente pela Taito nos fliperamas japoneses em março daquele ano. Em Flying Shark, o jogador pilota um biplano de guerra e tem que destruir o exército inimigo no ar, terra e no mar, em uma variedade de cenários distintos.

Como é tradicional nos jogos da Toaplan, Flying Shark é um título bastante difícil, algo que não foi empecilho para garantir bons resultados no mercado e de crítica. Isto lhe garantiu não apenas duas sequências, o Fighting Hawk (1988) e o Fire Shark! (1989), como também uma boa variedade de ports para outras plataformas, como o Sharp X68000 (1991), FM Towns (1993), NES (1989), Amiga, Commodore 64, MS-DOS, ZX Spectrum, Amstrad CPC e Atari ST.

Gameplay

Pilotando um biplano, os jogadores (pode ser jogado por uma ou duas pessoas) enfrentam um grande número de inimigos, como em qualquer bom shoot ’em up. Certas ondas de aeronaves do exército oponente dropam bônus quando abatidas, como power-ups, pontos e vidas extras. Cada estágio começa e termina em uma pista e, toda vez que o jogador aterrissa novamente ao fim da fase, cada bomba restante soma 3.000 pontos para a sua pontuação total. O jogador recebe três bombas no início de cada estágio que são repostas ao morrer ou no início da próxima. Flying Shark tem cinco fases e, quando todas são vencidas, recomeça fazendo um loop do estágio dois indefinidamente.

Curiosidades

  • Flying Shark foi lançado pela Electrocoin no Reino Unido e pela Romstar na América do Norte;
  • O título deste jogo traduzido do japonês (飛翔鮫) significa “Flying Shark” mesmo;
  • A trilha e efeitos sonoros do Flying Shark foram criados por Tatsuya Uemura, quem também trabalhou em outros jogos da Toaplan como Tiger Heli, Hellfire, Twin Cobra, Out Zone, Dogyuun e Zero Wing, com a OST deste último sendo feita em parceria com Toshiaki Tomisawa and Masahiro Yuge;
  • A versão de NES contou com trilha sonora de Tim Follin, seu primeiro trabalho nesta plataforma;
  • A maioria dos ports para computadores pessoais deste jogo foram lançados apenas na Europa e na América do Norto. A versão do NES também saiu exclusivamente pro mercado norte-americano.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Sydney Finds Employment [Adventure Retrô]

7 de julho de 2018
Sydney Finds Employment [Adventure Retrô]

Sydney Finds Employment é um adventure estilo retrô independente desenvolvido por Ivan Dixon e lançado no dia 28 de dezembro de 2018 onde você tem que ajudar um mendigo porcalhão a combater uma massiva conspiração governamental. Sydney Finds Employment foi desenvolvido usando o AGS Engine, um motor especializado para criação de jogos do gênero.

Com recursos gráficos bem nostálgicos, trilha sonora original e elementos engraçados, Sydney Finds Employment combina bom humor com quebra-cabeças desafiadores que podem fazer o jogador gastar algumas horas antes de chegar ao final hilário do game.

Atenção: Sydney Finds Employment é um jogo com tema maduro, não sendo recomendado para crianças.

Screenshots

Enredo

Sydney Claywood é um vagabundo cujo lar consiste em uma lixeira em um beco. Um dia, quando ele acorda, ele fica sabendo que os partidos políticos, grandes empresas, a mídia e algumas igrejas estão trabalhando juntas para se livrar todos os desempregados e mendigo. Para evitar isso, ele precisa se familiarizar com a vida das pessoas empregadas e encontrar uma maneira de conversar com quem está por trás do plano.

Gameplay

Sydney Finds Employment é um adventure onde o jogador controla Sydney, controlando-o para executar comandos como andar a pé, examinar, pegar, falar etc. Itens podem ser armazenados na mochila de Sydney e podem ser combinados ou examinados de perto no inventário. Muitas pessoas vão fugir de Sydney por causa de sua aparência, então ele precisará de se apresentar melhor, arrumando uma gravata, sapatos e um terno decente para entrar no coração das corporações.

Saiba mais

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