Principais Atualizações

Robo Army

22 de maio de 2017
Robo Army

Robo Army é um beat ’em up desenvolvido pela Irem e lançado para os arcades no dia 30 de outubro de 1991, no Japão, pela SNK. Ele apresenta personagens cibernéticos rebeldes que lutam contra um exército de ciborgues que domina o mundo.

Não é um game muito famoso, sendo foi apenas para os consoles Neo-Geo (1991) e CD Neo-Geo (1995). Era para ter uma sequência, Robo Army II, mas esta foi, aparentemente, cancelada.

Um dos motivos da falta de atenção para o jogo pode ter sido a sua jogabilidade, relativamente péssima. O jeito que os inimigos te atingem, por exemplo, realmente irrita e, às vezes, e os golpes parecem não acertar direito. Isso é algo que não pode acontecer nos jogos deste gênero.

Pelo menos, os gráficos de Robo Army são muito bons, bem coloridos e detalhados, algo com o que a SNK não parecia poupar esforços na época.

Eu notei algumas semelhanças no enredo e alguns elementos deste jogo no Cyborg Justice (1993), do Mega Drive, mas não sei dizer se são coincidências.

Enredo

Em um mundo cheio de caos e destruição, um novo poder obscuro governa a terra. O exército cibernético chamado de Hell Jeed veio com um único objetivo, criar cidades cibernéticas. Milhares de robô infestam as cidades onde nenhum ser humano pode ser encontrado.

A hostilidade foi tanta que houve um genocídio, com os cérebros humanos sendo utilizados para equipar os novos soldados. A invasão do exército cibernético colocava medo na população das grandes cidades e apenas poucos afortunados conseguiram fugir para salvar suas vidas. Desamparado, o mundo parecia condenado e o fim da humanidade parecia certo

Entretanto, felizmente, a esperança não estava perdida. Maxima e Rocky, dois ciborgues que não tiveram o chip de obediência implantado em seus corpos, se rebelaram e podem devolver a paz ao planeta. Será que o Hell Jeed irá dominar o mundo ou seus planos serão frustrados pelos protagonistas?

Gameplay

O jogo, como dissemos, é um beat ’em up, onde os jogadores (pode ser jogado por até dois humanos cooperativamente) enfrentam um grande número de inimigos. Os controles usam três dos quatro botões padrão do Neo-Geo. O A é usado para atacar, B é usado para saltar e C é usado para os especiais.

Algumas vezes, os inimigos destruídos deixam partes que podem ser recolhidas e serem usadas como armas, assim como alguns itens que aparecem pelas fases, como barris e veículos.

Além dos golpes normais, combinações, armas e especiais, os personagens podem se transformar em um veículo futurista e correr pra cima dos inimigos.

Vídeo

O vídeo com o gameplay do Robo Army abaixo foi feito pelo canal Defenestrando Jogos. O conteúdo foi apresentado de um modo bastante descontraído e informativo, como o de costume, e muitos dos dados que usamos para criar este post foram tirados do próprio vídeo:

Screenshots

Curiosidades

  • Rocky aparece como um outro striker de Maxima no The King of Fighters 2000. Ele teria aparecido durante os estágios de planejamento do King of Fighters ´99, na equipe Robo Army, mas a ideia foi abandonada. De qualquer maneira, resolveram deixá-lo assim para o próximo game da série como um tributo ao game.
  • Uma versão da explosão de energia aparece no jogo The King of Fighters como o super golpe de Maxima, praticamente dando a entender que ele e o coronel Maxima do jogo Robo Army são a mesma pessoa.

Gameplay do D4T: Death Foretold 2.0

22 de maio de 2017
Gameplay do D4T: Death Foretold 2.0

Este vídeo mostra o gameplay do D4T: Death Foretold 2.0, versão 2.0 deste excelente mod para Doom de DBThanatos e Michaelis que apresenta interessantes atualizações e melhorias visuais impressionantes.

O D4T 2.0 era pra ter sido lançado dia 13 de março de 2017, aniversário de lançamento do Doom 2016 (e Centenário de Fátima, coincidentemente) mas acabou sendo lançado apenas no dia 18 de maio de 2017 pelo próprio DBThanatos.

Os muitos aprimoramentos gráficos (armas, monstros, telas, power-ups e itens), o arsenal completo do Doom 2016, novos demônios, melhorias no gameplay e mais informações sendo exibidas durante o jogo são apenas as novidades do D4T 2.0 que pude cobrir neste vídeo.

O PWAD é relativamente bem leve no sistema, considerando tudo o que oferece, e continua acelerado e viciante, como sempre.

A primeira parte do vídeo é um deathmatch contra bots no Zandronum no mapa Metz Cathedral (Hokuto no Cathedral), de Benoit Spacher (iceman57), com a BGM da E1M1 do seu Hokuto no Doom, feita por Stephan “Selfdestructboy” Hauschildt. Ou seja, temos aqui o Doom clássico, Doom 2016, Hokuto no Ken e a arquitetura católica medieval.

A segunda parte é um single player no Mapa 1 do Doom II, no nível de dificuldade “Deathbound”, que continua tenso.

O vídeo também faz um reviewzinho (com legendas) e comenta sobre as novas atualizações do D4T.

Compatibilidade

Testei o D4T 2.0 aqui no GZDoom 2.4 e no Zandronum 3.0, com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, The Ultimate Doom, Final Doom e em ambas phases do Freedoom, funcionando aparentemente de boa com tudo isso.

Lembrando que o autor garante que roda também no GZDoom 1.8.6, no GZDoom 2.2 e no D-Touch, mas não testamos nestas engines.

Algumas atualizações

Abaixo, tentei listar os updates do D4T 2.0 que eu pude constatar jogando e vendo alguns vídeos no canal do DBT. Note que este não é o changelog oficial desta versão:

  • Alguns power-ups ganharam visuais e animações muito bacanas;
  • As runas continuam firmes e fortes e achei a jogabilidade com os demônios melhor que antes;
  • O holograma tá enganando direitinho;
  • O arsenal apresenta todas as armas do Doom 4. As que já existiam receberam aprimoramentos gráficos e em geral. Todas estão muito bonitas, parecem balanceadas e apresentam um visual único;
  • Conta com um esquema muito bom de aparecer o dano infligido durante os deathmatches.
    Se você tiver o IWAD do Doom 2 configurado no port, o mod força o jogo a carregar com este arquivo, mesmo que você tenha outros IWADs configurados. Não é prático caso você queira variar de jogo e eu não gostei muito disto;
  • Os pontos de vida que excedem 100 vão desaparecendo com o tempo, mas só notei nisso no deathmatch. De qualquer jeito, prefiro o esquema tradicional;
  • O Doomguy está usando a armadura do Doom 2016, algo que ficou muito bem feito;
  • Novas armas e novos monstros. Os monstros antigos receberam alguns aprimoramentos e foram rebalanceados;
  • Um marrom escroto que aparece aleatoriamente nos mapas, dependendo da dificuldade;
  • Umas mensagens que aparecem com informações sobre o jogo. Isto ficou bacana também;
    Um novo logotipo sinistro.

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Defenestrando Air Buster (1990)

21 de maio de 2017
Defenestrando Air Buster (1990)

Este é o vídeo do gameplay narrado do Air Buster feito e publicado pelo canal Defenestrando Jogos. Além de mostrar o jogo, o vídeo disponibiliza várias informações e curiosidades sobre o game, as quais usamos para montar este post.

Como é de costume nos domingos, nós estamos adicionando o vídeo deste game antigo de fliperama para você ter o que assistir de bom neste dia.

Air Buster é um jogo de tiro de rolagem horizontal no estilo shoot ’em up desenvolvido e lançado pela Kaneco em janeiro de 1990. Ele foi lançado originalmente para os fliperamas e, em 1991, ele foi portado para o PC Engine/TurboGrafx-16 e para o Mega Drive/Genesis, com o nome de Aero Blasters.

Em Air Buster, os jogadores controlam caças que foram desenvolvidos tanto para combates aéreos como para voos espaciais e tem que impedir uma invasão alienígena.

O game conseguiu inovar na repetitiva fórmula dos jogos de tiro que estavam sendo produzidos, exaustivamente, durante os anos 80 e 90. Air Buster é uma exceção a esta regra, oferendo um gameplay liso, multiplayer cooperativo e um design de fases inteligente.

Enredo

No ano de 2021, uma misteriosa arma espacial surge na órbita da Terra e ataca as nações da Terra. Os jogadores controlam os pilotos Mike ou Holly, membros da Trouble Speciality Raid Unit, uma unidade de elite aérea cuja missão é impedir essa invasão.

Gameplay

Como dissemos, é um shoot ’em up onde os jogadores controlam os caças espaciais Blasters e enfrentam uma grande quantidade de inimigos, sejam eles aéreos, terrestres ou espaciais. Os Blasters podem ser equipados com uma de sete armas, que incluem o “Striker”, que aumenta o poder de fogo; o “Reverse”, que atira diagonalmente na parte traseira da nave; o “Six Way Shot”, que atira semi-automaticamente em seis direções e o “Homing Shot”, que persegue os inimigos na tela. As outras três armas são misseis e foguetes que variam em suas cores e propriedades.

Também conta com o “Buster Flash”, um ataque bomba que limpa a tela dos inimigos mais fracos e seus tiros, sendo ativado pressionando o botão de fogo por alguns segundos. Entretanto, durante os poucos segundos que leva para esta arma carregar, você não pode atirar. Isto pode resultar em uma série de decisões e escapadas de última hora.

O jogo também conta com power-ups para incrementar o poder de fogo e bônus, que aparecem na forma do cifrão de dólar.

As seis fases do game são extremamente coloridas e acompanhadas com uma ótima trilha sonora rítmica. O design destas também são recheadas de boas ideias, como na segunda fase, onde você voa em alta velocidade através de corredores estreitos, ou durante a quarta fase, “Out of Gravity”, aonde você não consegue parar seu avião com um simples toque.

O jogo consegue manter um gameplay simples mas é desafiador o suficiente, como você pode ver no vídeo do gameplay.

Curiosidades

  • Lançado em 1991, o jogo foi licenciado pela Namco, eventualmente.
  • Ao longo do tempo, o jogo se tornou um clássico cult, devido ao número escasso do título nos arcades. Por isso, foram os ports para o Mega Drive e PC Engine que obtiveram maior sucesso de público.
  • Ambos estas versões para os consoles caseiros são bem fiéis, mas com o do Mega é uma interpretação quase perfeita do original do fliperama, com gráficos mais detalhados, mantendo o seu parallax, rodando em tela cheia e com melhores efeitos sonoros. Já no PC Engine, o Air Buster (Aero Blasters) apresenta um final levemente expandido.

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Super Mario Bros. 3 Online

20 de maio de 2017
Super Mario Bros. 3 Online

Jogue o Super Mario Bros. 3, em sua clássica versão do Nintendinho 8-Bit, configurada para ser jogada online e de graça, no seu browser.

Controles

  • Enter: Botão Start
  • CTRL: Botão Select
  • Arrow Keys: Botão direcional (Movimenta e tal)
  • Z: A (Corre e a tira)
  • X: B (Pula)

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SNES Doom

18 de maio de 2017
SNES Doom

SNES Doom é um mod para Doom criado pelo Job, Bashe e Darkhaven que buscou adaptar os recursos gráficos e sonoros do clássico jogo de tiro em primeira pessoa de modo a deixar este similar ao seu não tão popular port de Super Nintendo.

O PWAD altera texturas, sprites, efeitos sonoros, músicas, HUD, algumas telas e até algumas regras do game, de modo a estes aspectos ficarem similares aos do cartucho do SNES. Isto acabou sacrificando gravemente a qualidade destes recursos para manter a fidelidade. Também conta com um pacote de mapas deste port do Doom, que parecem que foram retirados ou adaptados do jogo rodando no emulador ZNES.

Não sei dizer até onde os recursos foram ripados da ROM do Super Nintendo ou foram adaptados dos originais do PC, mas a intenção inicial era extraí-los do cartucho mesmo, até onde vi.

De fato, o SNES Doom não tem muito o que apresentar de interessante, se você está procurando aprimoramentos gráficos ou de gameplay. Particularmente, entretanto, eu curto estas iniciativas, nem que seja como aprendizado ou para usar como base para outros projetos.

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

O mod rodou aqui no GZDoom (1.8.2 e 2.4) e no Zandronum (2.0 e 3.0) com os IWADs do The Ultimate Doom, e na phase 1 do Freedoom, perfeitamente, embora o pacote de mapas buga o HUD no Zandronum aqui, por algum motivo.

Dá pra jogar com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, Final Doom e a phase 2 do Freedoom, porém porém as músicas não são substituídas e os mapas do pacote não ficam disponíveis para jogar.

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GMOTA (Go Medieval on their Asses)

17 de maio de 2017
GMOTA (Go Medieval on their Asses)

GMOTA (Go Medieval on their Asses) é um mod de fantasia medieval para o Doom criado pelo Combine_Kegan.

Ele apresenta apenas duas armas, uma espada e uma espécie de canhão de mão, cada uma tem sua utilidade e diferentes tipos de ataque. Estes são ativados pressionando teclas que são definidas no options e acabam variando muito no decorrer da partida, devido aos modos de tiro e coisas que você coleta.

O GMOTA também conta com sistema de mana, monstros novos, power-ups medievais, um HUD próprio com estilo retrô, aumenta um pouco a dificuldade normal do game e um sistema de música aleatória. Estas músicas parecem bastante com games de arcade de antigamente, encaixando-se muito bem no clima do mod. Inclusive, podem ter sido ripadas de cartuchos de Super Nintendo, pois a extensão delas é .SPC.

Eu gostei bastante do GMOTA. O PWAD acaba combinando a sensação de jogos antigos, um gameplay acelerado e uma boa dose de melee, mesmo eu não sendo muito chegado nisto em FPS. Também, apesar, de ter apenas duas armas, tem muita coisa pra fazer com elas, devido às suas variações.

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

Testei o GMOTA no GZDoom (1.8.2 e 2.4) e no Zandronum 2.0, com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, The Ultimate Doom, Final Doom e Freedoom. Pareceu funcionar de boa com tudo isto.

Deu para jogar o GMOTA 0.9.9 no Zandronum 3.0 sem dar pau, porém, não consegui achar a opção para multiplayer nesta versão do port. No Zandronum 2.0, entretanto, esta opção aparece logo de cara.

Saiba Mais

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Gameplay do House of Wolves – [Facínora Arrisca 4]

16 de maio de 2017
Gameplay do House of Wolves – [Facínora Arrisca 4]

Confira, neste vídeo, um pouco do gameplay do House of Wolves, um simples divertido e envolvente jogo de estratégia em tempo real para browsers desenvolvido em flash.

O jogo também não apenas conta com uma excelente interface (considerando a plataforma), mas é um tributo a grandes clássicos do gênero, como WarCraft, Age of Empires e StarCraft. Nele, você comanda um pequeno reino e tem que se expandir num terreno criado aleatoriamente, se defendendo de monstros por um lado e das tropas inimigas de Lord Vilereck, um usurpador, do outro.

Garante, pelo menos, uma meia horinha de jogatina bem envolvente e quebra o galho demais na falta de algum jogo mais incrementado do gênero.

O vídeo é o nosso quinto Facínora Arrisca, nossa série de vídeos sobre jogos simples ou aleatórios, e foi muito satisfatório explorar direito este game, que já estava até adicionado no nosso site.

Saiba Mais

  • Você pode jogar o House of Wolves aqui, no nosso site.
  • Este episódio do Facínora Arrisca foi sugerido pelo Lorenzo Magnavita.

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Gameplay do Freedoom 0.11.2 rodando com o Brutal Doom v20b

15 de maio de 2017
Gameplay do Freedoom 0.11.2 rodando com o Brutal Doom v20b

Este vídeo mostra o gameplay do Freedoom 0.11.2 rodando com o Brutal Doom v20b, e foi feito para mostrar um pouco desta versão do jogo de tiro em primeira pessoa livre que foi lançada no dia 14 de março de 2017.

Para quem não conhece o Freedoom, trata-se de um projeto dedicado a refazer o clássico game da id Software com recursos totalmente gratuitos e livres. Ele é especialmente útil para quem não tem os IWADs registrados (pagos), sendo compatível com um grande número de mods oficiais e não oficiais.

Desde a última versão que usamos, a v0.10.1, o Freedoom v0.11.2 adicionou mapas novos, um monte de música nova, novas telas, sprites novos (monstros, armas e itens), novo logotipo, novas texturas compatíveis com o TNT: Evilution, correção de bugs em mapas e em geral, dentre outros ajustes menores.

Note que os aprimoramentos de gameplay, as armas e monstros exibidos no vídeo são do Brutal Doom. Resolvi gravar com o mod do SGtMarkIV para mostrar um dos grandes atrativos do Freedoom, a sua compatibilidade com PWADs.

Compatibilidade

O Freedoom roda em praticamente qualquer port avançado do Doom. No site, quem mantém o projeto indica o Odamex, Crispy Doom e o PrBoom+.

Aqui, eu sempre uso o GZDoom ou Zandronum, e nunca tive problemas com nenhuma versão destas engines. É claro que isso depende também da compatibilidade do PWAD com os quais você vai rodar o Freedoom.

Veja Também

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Defenestrando Hammerin’ Harry (1990)

14 de maio de 2017
Defenestrando Hammerin’ Harry (1990)

Hoje, neste domingão, vamos trazer o gameplay do Hammerin’ Harry, um antigo game de arcade. O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos, e compartilha informações e curiosidades, dado quais usamos para montar este post.

Hammerin’ Harry, conhecido no Japão como Daiku no Gen-san: Beranmechou Soudouki (大工の源さん 〜べらんめ町騒動記〜), é um jogo de plataforma desenvolvido pela Irem, em dezembro de 1990. Ele foi lançado por esta firma, originalmente, para os fliperamas e ganhou uma versão para o NES (Super Famicom), em 1991.

No game, você controla um trabalhador com um martelo gigante que deve atravessar as fases esmagando tudo o cruzar o seu caminho, sejam obstáculos e uma variedade de inimigos. A verdadeira estrela do jogo é, claro, o gigantesco martelo do herói, que, além de bater nos inimigos, também tem uma série de usos diversos.

Hammerin’ Harry pode ser descrito também como uma espécie de versão atualizada de Mystical Ninja Starring Goemon. Ambos games envolvem interpretações ligeiramente absurdas da sociedade japonesa, embora Harry tenha um pouco menos misticismo. Não é de admirar que a série não obteve muita notoriedade nos EUA, provavelmente muito estranha para este mercado.

Série

Hammerin’ Harry é o primeiro game de uma série de nove jogos. Só alguns deles tem títulos em inglês:

  1. Hammerin’ Harry (1990);
  2. Daiku no Gen-san 2: Akage no Dan no Gyakushuu (1992, Nintendo Famicom);
  3. Hammerin’ Harry – Ghost Building Company (1993, Nintendo Game Boy);
  4. Ganbare! Daiku no Gen-san (1993, Nintendo Super Famicom);
  5. Daiku no Gen-san: Robô Teikoku no Yabou (1994, Nintendo Game Boy); 
  6. Daiku no Gen-San: Kachikachi no Tonkachi ga Kachi (2000, Nintendo Game Boy Color);
  7. Hammerin’ Hero/GenSan (2008, Sony PSP).

Embora os primeiros jogos da série mantiveram-se razoavelmente em cenários realistas, os títulos posteriores são bem bizarros, com Harry lutando contra fantasmas ou indo para o espaço sideral. Depois de se aposentar no mundo dos videogames, ele passou a estrelar em uma série de jogos pachinko, a qual, por sua vez, levou o seu ressurgimento como a estrela do jogo de PSP de 2008.

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Zelda II: The Adventure of Link

13 de maio de 2017
Zelda II: The Adventure of Link

Jogue o clássico Zelda II: The Adventure of Link configurado para jogar online, no seu browser, sem necessidade de instalação ou download.

Ganon morreu e seus servos estão sendo liderados por Link’s Shadow, uma versão sombria de Link que pretende ressuscitar Ganon.

Quando o rei de Hyrule, que possuía a Triforce completa, foi morto misteriosamente, seu filho, o Príncipe de Hyrule e o grande Mago, o conselheiro do rei, partiram em busca da Triforce da Sabedoria. Há rumores que a sabedoria foi dada a Zelda, a irmã mais nova do Príncipe e, portanto a princesa de Hyrule. Tanto o Príncipe quanto o conselheiro tentam fazê-la falar. Cansados, o mago apela para um lado que os anfitriões da família real desconheciam: Ele a ameaça colocar em sono profundo caso ela não lhe entregue a Triforce. Zelda se recusa e é adormecida pela eternidade.

No segundo game da popular franquia Zelda, você tem o mundo inteiro deste game de 1987, cheio de aventura e mágica, para explorar.

Controles

  • Enter: Botão Start
  • CTRL: Botão Select
  • Setinhas: Direcional (Movimentação e tal)
  • Z: A (Ataca)
  • X: B (Pula)

Clique Aqui Para Jogar

Somari

12 de maio de 2017
Somari

Somari, também conhecido como Somari the Adventurer, é um port não licenciado do Sonic para o console Famicom (a versão japonesa do Nintendo 8-bit), lançado em 1994.

Ele foi vendido principalmente pela Ásia, Rússia e outras regiões para onde conseguiam vender os cartuchos piratas do game. Ele pode ser considerado também um rom hack.

O jogo apresenta um personagem chamado “Somari” (o nome é um amálgama de Sonic e Mario) que é, basicamente, o Super Mario usando os sapatos do Tails e tem que percorrer fases similares aos do cartucho original do Mega Drive, Sonic the Hedgehog.

Aliás, Somari é um jogo bem “frankenstein”. Ele usa as fases normais do original clássico de 1991, as sprites do Mario do Super Mario Bros. 3, os sapatos do Tails, as fases de bônus das versões do Master System e Game Gear e o Spin Dash, que só veio aparecer no Sonic The Hedgehog 2.

Não se sabe exatamente onde e quando o game foi criado, embora seja razoável que tenha sido em Taiwan, visto que registraram por lá a marca “Somari” e “Sonimari”, no inicio de 94, ano em que ele foi lançado. Alguns cartuchos tem a mensagem “1994 Someri Team”, o que indica que seria este o nome da equipe que desenvolveu o jogo.

Vídeo

O décimo nono Velharia, nossa série de vídeos a respeito de games antigos, cobriu, mostrou e falou um pouco a respeito do Somari:

Screenshots

As screenshots abaixo foram tiradas de diferentes emulações do Somari e foram ampliadas. A resolução original do game é 256 × 240 pixels:

Enredo

Somari, o aventureiro, um encanador italiano com um distintas similaridades visuais ao Mario, ficou perdido no encanamento e apareceu no mundo do Sonic. Enquanto estava perambulando pelo local, Somari se deparou com inúmeros animais robotizados que começaram a atacá-lo. Estes são criações do cientista maluco Dr. Robotnik que quer criar o seu exército de animais robotizados. Tentando frustrar os planos do Robotnik, Somari derrotando legiões de malignos animais robóticos até, finalmente, encarar o Dr. Robotnik.

Gameplay

O gameplay de Somari é substancialmente similar ao Sonic the Hedgehog, com a jogabilidade e velocidade do personagem bastante similares ao original. Entretanto, existe algo de Mario, pois o jogador não pode simplesmente sair correndo pelas fases, o que significa morte certa. Esta dificuldade maior (tem fogo saindo de tudo o que é lado) faz com que o gameplay seja relativamente mais lento. Também, como dissemos acima, tem o spin dash, que só veio a aparecer no Sonic 2. Itens, chefões, fases e os inimigos também são idênticos ao cartucho de 91, com algumas adaptações e partes originais ou tiradas dos Super Marios.

Somari tem que recolher 100 argolas para entrar nas fases de bônus, que só servem para aumentar a pontuação. Se Somari sofrer dano, ele perde as argolas, podendo recolher, no máximo, 3 delas. Este é o número de argolas que sempre aparece na tela quando isto ocorre, independente da quantidade que o jogador já tenha recolhido, mesmo que esta seja menor que três.

O game conta com seis zonas, cada uma com três atos. No fim de cada zona, o jogador enfrenta o Dr. Robotnik.

Æons of Death

12 de maio de 2017
Æons of Death

Æons of Death (ou Aeons of Death) é um mod para Doom criado pelo AEoD Team (DBThanatos, Major Cooke e Michaelis) que compila elementos de vários outros games, como Heretic, Hexen, Quake e até alguns RPGs da série Might & Magic.

O PWAD também conta com um código que randomiza o spawning da quantidade absurda de armas e monstros (que podem variar em seu número) que ele apresenta, o que garante bastante replay, pois, dificilmente, duas de suas partidas serão iguais. Os monstros dropam armas, munições, saúde, runas ou artefatos. Estes últimos são estocados no inventário e podem ser usadas quando o jogador desejar.

Também conta com um menu onde você pode configurar vários aspectos do mod, como quais temas dos games (Doom, Blood, Duke Nukem 3D, Half Life, Half Life 2, Heretic, Hexen, Hexen 2, Might & Magic, Powerslave, Quake, Quake 2, Quake 4, Shadow Warrior e Strife) estarão presentes na partida, quais monstros extras (Doom 64, Hellspawn, Rise of the Triad, Left 4 Dead e uns de piada) e os Directors, que spawnan inimigos onde você menos espera. Também conta com modos de game e a opção de configurar hotkeys para usar itens e magias.

Lançado originalmente em 2005, o Æons of Death foi atualizado continuamente desde então, com a Beta da mais nova versão (na data em que este post foi feito), AEoD 6.07, lançada em abril de 2017.

O Æons of Death ganhou o prêmio de pior WAD no décimo sétimo Cacoward (de 2010), o que lhe garantiu notoriedade, apesar do nome do título. Isto garantiu a atenção que justificou o seu desenvolvimento contínuo, eu diria.

Entretanto, eu não achei ruim assim de maneira alguma, embora tenha alguns pontos fracos, como o HUD um pouco confuso e ficar difícil de distinguir alguns monstros do cenário. Depende do que o jogador está buscando. Se você quer uma quantidade absurda de monstros e armas, uma mistureba de vários games bacanas e muita matança num mod que randomiza tudo, o Æons of Death é mais do que indicado.

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

O Æons of Death funcionou aqui apenas nas versões 2.22.3pre-4-g475077f do GZDoom. Ele se mostrou compatível com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, Final Doom, The Ultimate Doom e ambas phases do Freedoom.

Sobre o download

Montamos um arquivo zipado com o Aeons of Death para os novatos que já vem pronto para jogar com o GZDoom e o Freedoom. Basta clicar duas vezes sobre o arquivo AEoD.bat ou jogar em cima dele algum outro mod que você queira rodar junto com este PWAD.

Não se esqueça de configurar a resolução e os controles do jogo antes de começar.

Saiba Mais

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Project Brutality Minimal Edition

11 de maio de 2017
Project Brutality Minimal Edition

Project Brutality Minimal Edition é a versão apenas de monstros do mod para Doom de pa1nki113r, o Project Brutality.

Ele não modifica nada além dos monstros e algumas coisas do cenário, como barris e tal, o que permite seu uso com PWADs de armas e, dependendo, até uns de gameplay.

Os monstros, substancialmente mais difíceis e aprimorados que os normais (como um Hell Knight de escudo e metralhadora e zumbis com escudo balístico), são da versão beta 3.0 do Project Brutality e podem conferir muitas possibilidades de jogo, além do maior nível de desafio.

Vídeo

No vídeo abaixo, o Project Brutality 3.0 Minimal Edition foi demonstrado com o Flakes Doom 2.3, Combined Arms 1.0 e Insanity’s Requiem Mk.2:

Screenshots

Compatibilidade

Testei o Project Brutality 3.0 Minimal Edition no GZDoom 2.4 com os IWADs do Doom II, The Ultimate Doom, Final Doom e de ambas phases do Freedoom, funcionando de boa com isto tudo.

Dá pra jogar, aparentemente de boa, com o Chex Quest e Chex Quest 3, mas algumas coisas do cenário ficam meio estranhas e o jogo fica extremamente difícil.

Lembre-se que se você for usar este PWAD junto com outros mods, a compatibilidade vai depender destes outros também.

Saiba Mais

  • Página do Project Brutality no Discord.
  • Mod recomendado pelo Alberto Alves Balieiro.
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Gameplay do Deadly Race – [Facínora Arrisca 4]

9 de maio de 2017
Gameplay do Deadly Race – [Facínora Arrisca 4]

Este vídeo mostra um pouco do Deadly Race, um jogo de corrida com gráficos 3D e combate veicular que parece ter sido inspirado nos filmes Death Race, tanto o Death Race 2000, o original de 1975, quanto a série que iniciou com o remake de 2008.

Trata-se de uma jogadinha rápida e comentada do game no quarto episódio do Facínora Arrisca, a nossa série de vídeos sobre jogos simples ou aleatórios.

Além de mostrar o gameplay do Deadly Race, tentamos falar algumas informações sobre o mesmo e dar o nosso parecer sobre ele. É um game daqueles que não tem nada demais, mas dá pra divertir, se você não tiver opção ou equipamento melhor e não quer pagar nada.

Saiba Mais

  • Você pode baixar e obter mais informações sobre o Deadly Race no Download Grátis.
  • Um jogo que tem uma temática similar é o sensacional Death Rally, embora com perspectiva top-down e com recursos dos anos 90, época em que foi lançado.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Spider-Man: The Video Game

8 de maio de 2017
Spider-Man: The Video Game

Spider-Man: The Video Game é um jogo de luta estilo beat ’em up desenvolvido e lançado pela Sega, em setembro de 1991, para os fliperamas (Sega System 32). Como você poderia imaginar, é inspirado no popular personagem da Marvel, o Homem-Aranha, e em suas histórias.

Apesar de ser um jogo muito bom, com belos gráficos e animações, excelente jogabilidade, algumas funcionalidades inéditas e de ter sido bem recebido pela crítica, a Sega não quis portar ele para nenhum outro sistema. Segundo consta, ele poderia ter sido convertido facilmente para o Sega Saturn, por causa do hardware do console. Talvez, isto não tenha acontecido por questões de licenciamento dos personagens.

Vai saber.

Enredo

O Homem-Aranha e seus aliados, Homem-Aranha (Spider-Man), Gata Negra (Black Cat), Gavião Arqueiro (Hawkeye) e o Namor (Sub-Mariner), tem que recuperar um artefato místico do Rei do Crime (Kingpin) e, depois, do Doutor Destino (Doctor Doom).

Gameplay

Spider-Man: The Video Game é um beat ’em up de rolagem horizontal que pode ser jogado por até quatro jogadores ao mesmo tempo. Eles podem escolher entre um dos quatro heróis para lutar através quatro níveis enfrentando, vilões como Venom, Escorpião (Scorpion), Lagarto (Lizard), Duende Verde (Green Goblin), Homem Areia (Sandman), Rei do Crime, Duende Macabro (Hobgoblin), Electro, Dr. Octopus e, é claro, o próprio Dr. Destino.

Cada personagem conta uma arma diferente que pode ser usada a qualquer momento do jogo, embora custando parte de sua energia. O Homem-Aranha usa suas teias, a Gata Negra usa um cabo com um gancho, Gavião Arqueiro usa seu arco e flechas e o Namor usa sua descarga elétrica.

O jogo alterna entre dois modos, o Big Mode e o Wide Mode. Ele começa como um beat ‘en up normal, sendo possível movimentar nas 8 direções, atacando com socos, voadoras e especiais. Porém, em determinados momentos, a perspectiva dá um zoom pra fora e você passa a enxergar os personagens mais distantes. Neste momento, a jogabilidade passa a ser mais semelhante a um run and gun ou a algum jogo de plataforma, com ele se movimentando, pulando em superfícies e atirando com a arma que o personagem possui.

Screenshots

Vídeo

Abaixo, temos o gameplay deste clássico de fliperama, jogado e comentado pelo canal Defenestrando Jogos, que sempre traz muitas informações e curiosidades de uma forma bem descontraída. O conteúdo desta publicação foi feito, principalmente, com dados tirados do próprio vídeo:

Curiosidades

  • Algumas das músicas utilizadas do Spider-Man: The Video Game, são, na verdade, remixes da BGM do jogo Quartet, da Sega, de 1986.
  • Outros recursos como efeitos sonoros e até inimigos também foram requentados de outros games, como uns do clássico Moonwalker.
  • O Duende Verde faz uma das suas poucas aparições no mundo dos videogames em Spider-Man: The Video Game.
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