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1941: Counter Attack

4 de outubro de 2017
1941: Counter Attack

1941: Counter Attack é um jogo de tiro estilo shoot ’em up desenvolvido e lançado pela Capcom em fevereiro de 1990 para os fliperamas. O game foi portado, posteriormente, para o console SuperGrafx da NEC (bem desconhecido aqui nem terras tupiniquins), no dia 22 de agosto de 1991.

O 1941: Counter Attack é um prequel do clássico 1942, sendo parte da popular série de shooters históricos da Capcom, 19XX. Também, ao contrário dos outros jogos desta série, que se passam no Fronte Pacífico da Segunda Guerra Mundial, o 1941: Counter Attack tem como palco a Europa.

O game foi relançado para o PSP (Capcom Classics Collection Remixed) em 1996. Também consta que saiu também para PlayStation 2 e para o Xbox, na coletânea Capcom Classics Collection Vol. 2.

Enredo

Em plena Segunda Guerra Mundial, e a bordo dos clássicos aviões de combate aliados P-38 Lightning e o Mosquito Mk. IV, os protagonistas vão encarar o Fronte Ocidental do conflito, enfrentando o exército socialista alemão numa Europa tomada pelo conflito.

Gameplay

O gameplay do 1941: Counter Attack é sensivelmente mais incrementado do que os games anteriores da sua série. As suas fases são carregadas com obstáculos de todos os tipos e a experiência com o jogo realmente se beneficia disto.

Para se esquivar do fogo inimigo, o jogador deve lidar com obstáculos terrestres, encontrando o caminho através de fábricas e casas. Felizmente, o jogador pode bater contra as paredes e, ao fazê-lo, o caça vai girar e disparar uma onda multidirecional de balas. Esta é uma das inovações interessantes deste game, pois muitos alvos estão escondidos atrás de paredes ou pedras.

Há também um novo tipo de tiro onde você carrega o botão por alguns segundos e liberta uma arma poderosa, disparando mísseis teleguiados que destroem tudo pelo caminho. Tem também as bombas inteligentes que são lançadas durante os loops e o ataque relâmpago, sacrificando energia.

Aliás, a barra de energia é uma novidade que este título trouxe para a série, em contraste ao sistema de vidas usado pelos jogos lançados anteriormente. Toda vez que os jogadores são atingidos (o 1941: Counter Attack pode ser jogado por dois jogadores simultaneamente), ele perde uma parte desta barra. Quando esta chega a zero qualquer tiro atingido nos caças termina a partida, mas dando a opção para o jogador usar continues.

Os jogadores também podem recolher power-ups que melhoram o poderio dos seus caças e ganhar medalhas no final de cada fase, dependendo da sua acurácia e número de inimigos abatidos.

Vídeo

Abaixo, temos o o gameplay do 1941: Counter Attack, num vídeo feito pelo canal Defenestrando Jogos, que nos compartilhou muitas informações e curiosidades sobre o shoot ’em up. A principal fonte para montar este post foi este vídeo.

Screenshots

As screenshots abaixo foram tiradas da versão de arcade do 1941: Counter Attack. Elas foram ampliadas. A resolução original do game é 224 × 384 com paleta de 4096 cores.

Curiosidades

  • O 1941 foi o sétimo jogo de fliperama da Capcom a ser lançado com a placa CPS-1;
  • Foi o primeiro shmup a adicionar mais um ponto ao score ao usar continues, sendo fácil de discriminar quantas vezes estes foram usados por algum jogador;
  • O avião do jogador 1 é um Lockheed P-38 Lightning, um caça americano de motor de pistão. O avião do jogador 2 é o famoso de Havilland Mosquito B Mk.IV, um caça multiuso britânico que era construído quase que totalmente com madeira;
  • O game conta com algumas imprecisões históricas, mostrando o V3 como um foguete ao invés de um canhão. Além disso, as armas V não apareceriam na Segunda Guerra até 1944.

Dicas e macetes

  • Os caças controlados pelos jogadores não perdem energia quando colidem com penhascos, muros, edifícios etc. Eles vão apenas rolar um pouco depois de tais colisões, ficando invencíveis enquanto isto, possibilitando rolar pra cima e pra baixo nestes obstáculos e atirar em todas as direções. Desta forma, você pode acabar com um monte de inimigos quando você estiver sob ataque.

Série

Como dissemos, o 1941: Counter Attack é o quarto game da série 19XX que, até o momento, é composta de seis jogos:

  1. 1942 (1984);
  2. 1943 – Midway Kaisen (1987);
  3. 1943 Kai – Midway Kaisen (1988);
  4. 1941 – Counter Attack (1990);
  5. 19XX – The War Against Destiny (1995);
  6. 1944 – The Loop Master (2000).

Snow Bros.

1 de setembro de 2017
Snow Bros.

Snow Bros. (スノーブラザーズ) é um jogo de plataforma desenvolvido pela Toaplan e lançado pela Capcom em abril de 1990, originalmente, para os fliperamas.

Não se sabe muito a respeito do enredo do Snow Bros. Nick & Tom (como também é chamado), mas este parece variar em diferentes ports e não se encontra nada a respeito sobre a versão original de arcade. De qualquer maneira, neste game, os jogadores tem que lutar contra monstros atirando bolas de neve contra eles enquanto avançam pelas fases.

Snow Bros. teve uma série de ports para outros sistemas: NES e Super Famicom (1991), Mega Drive (1993), Game Boy (1991), iOS, Android e Amiga (não chegou a ser lançada oficialmente).

Além dos ports, Snow Bros. também ganhou duas sequências, o Snow Bros. 2 – With New Elves (1994) e o Snow Brothers 3 – Magical Adventure (2002).

Gameplay

Em Snow Bros. um ou dois jogadores assumem os papéis de Nick e Tom, dois bonecos de neve. Eles lutam contra mais cinquenta monstros variados, atirando bolas de neves neles até os cobrirem completamente. Uma vez totalmente cobertos por neve, os monstros não podem se mover até se sacudirem, podendo ser chutados e saírem rolando, como bolas de neve que, ao atingirem um inimigo, o mata instantemente. Se atingir uma outra bola de neve parada, esta começa a rolar também, podendo quicar e tal. Para tal, basta chegar perto do inimigo coberto de neve e apertar o botão de chutar.

Se uma fase demorar muito pra ser vencida, uma abóbora maligna aparece e tentará matar os jogadores. ela é invencível mas pode ser atordoada com as bolas de neve. A abóbora pode spawnar fantasmas que podem atravessar livremente a tela procurando por Nick e Tom e não podem ser mortos ou atordoados. Neste caso, só resta o jogador tentar escapar deles enquanto elimina o resto dos monstros da fase.

A cada 10 fases, os jogadores devem enfrentar e derrotar um chefão afim de continuar prosseguindo no game.

Uma série de power-ups estão disponíveis sob a forma de poções coloridas. Tem a poção amarela, que garante um tiro cumprido; a vermelha, que aumenta a velocidade; a azul que dá uma bola de neve maior e a verde, que infla. Os efeitos das poções vermelha, azul e amarela acabam quando o jogador perde uma vida e a poção azul e amarela aumenta o poder da bola de neve tanto de Tom quanto de Nick.

Vídeo

O vídeo abaixo exibe o gameplay do Snow Bros., em sua versão de fliperama. É mais um vídeo do Defenestrando Jogos que, o de costume, é descontraído e traz várias informações sobre o game que compilamos para montar esta publicação.

Screenshots

As screenshots abaixo são da versão de fliperama e foram ampliadas. A resolução original do game é raster horizontal, 256 x 224.

Dicas e truques

  • Se você matar todos os monstros em uma fase com apenas uma bola de neve, os bônus de dinheiro, no valor de 10.000 pontos, aparecem;
  • Às vezes, um bônus em forma de bolo aparece em algum lugar do nível e, quando este é coletado, o game é interrompido e quatro criaturas feitas de neve aparecem em um curto espaço de tempo. Quando estes inimigos são mortos, eles dropam uma letra da palavra SNOW: S, N, O ou W. Se as quatro letras forem todas recolhidas, o jogador ganha uma vida extra. Este bolo brilhante também pode aparecer em outros momentos durante o jogo;
  • Se o dip switch de invulnerabilidade é ativado (configuração da máquina), além de ficar invencível, você também pode pausar o jogo com o botão Start do jogador 2 e reiniciá-lo com o botão Start do jogador 1.

Curiosidades

  • A versão de Game Boy do Snow Bros., o Snow Bros. Jr., inclui 10 novos níveis adicionais que aparecem depois de completar todas as 50 fases originais do arcade;
  • Esta versão de Game Boy procurou adaptar as fases originais do fliperama, mas algumas alterações em vários aspectos do game tiveram que ser implementadas devido às limitações deste console;
  • A versão de Nintendo 8-Bit, lançada na América do Norte e Europa, contém uma sequência de história no início do game que conta que Nick e Tom são príncipes que foram amaldiçoados e transformados em homens de neve pelo demônio King Scorch;
  • A versão de Mega Drive, lançada exclusivamente no Japão, foi desenvolvida pela própria Toaplan. Este port também contém uma nova sequência de história, além de 20 novos níveis extras aos 50 originais. Nestas novas fases, os jogadores passam a controlar as duas princesas gêmeas, Puripuri e Puchipuchi, depois que os Snow Brothers foram raptados por um novo adversário;
  • As versões para dispositivos móveis, iOS e Android, são remakes aprimorados do Snow Bros. e foram lançados pela ISAC Entertainment Co. Ltd;
  • A divisão francesa da Ocean Software tinha planos para lançar, em 1991, o Snow Bros. para vários computadores pessoais, como o Commodore Amiga e Atari ST. Eles chegaram a ser portados mas nunca foram liberados para o público. Como aconteceu com o Liquid Kids, da Taito, a Ocean decidiu que o Snow Bros. não teria um bom desempenho no varejo e foi cancelado. Entretanto, em 2006, a ROM da versão de Amiga vazou na net;
  • Existe um bootleg (versão pirata) deste jogo que é conhecido como “The Winter Bobble“;
  • Snow Bros. foi licenciado para Romstar nos EUA;
  • Este jogo foi lançado como um kit de conversão, geralmente instalado de fábrica em um gabinete genérico, de modo a poder ser convertido em uma máquina adequada ao Snow Bros. Este título era compatível com o JAMMA (uma das menores placas lançadas para o fliperama, um pouco maior que um cartucho de Super Famicom);
  • O letreiro do Snow Bros. mostra o logo do game com dois homens de neve e alguns inimigos cartunescos no fundo, mantendo o estilo “bonitinho” do título;
  • No dia 21 de outubro de 1990, a Pony Canyon/Scitron, lançou uma edição limitada da trilha sonora do game em um álbum (Out Zone, Snow Bros. – PCCB-00044);
  • A música do game foi composta por Osamu Ohta.

Mercs

23 de agosto de 2017
Mercs

Mercs, lançado originalmente em março de 1990 como Senjō no Ōkami II (戦場の狼Ⅱ Wolf of the Battlefield II), no Japão, é um jogo de tiro run and gun com visão top-down desenvolvido pela Capcom para os arcades, sendo o nono título a usar a placa CPS-1, desta firma.

Este jogo conta com recursos gráficos sólidos e som em abundância (considerando o contexto em que foi lançado), várias armas e veículos para usar e abusar e chefões enormes para derrotar. É um game que contou com boa repercussão no que diz respeito a críticas e de vendas, o que é evidenciado pela sua continuação, seus ports e relançamentos. O Mercs ganhou o prêmio “Hyper Game” concedido pela MegaTech.

O Mercs é o segundo game da série do Commando, sendo precedido por este game de 1985 e seguido pelo Wolf of the Battlefield: Commando 3, de 2008.

Além da sequência, o Mercs foi portado para o Amiga (1991), Mega Drive/Genesis (1991), Master System (1987), Sinclair ZX Spectrum (1991), Commodore C64 (1991), Amstrad CPC (1991) e Atari ST (1991).

O run and gun também foi relançado em várias compilações, como o Capcom Generations (Sega Saturn e PlayStation) em 1998, Capcom Classics Collection Vol. 1 (PlayStation 2 e Xbox), em 2005, e o Capcom Classics Collection: Reloaded (PlayStation Portable), em 2006.

Por fim, o jogo também ganhou sua versão para o Windows Wii em 2009, com o título Mercs: Wolf of the Battlefield, afim de relacionar o antigo título com o Wolf of the Battlefield: Commando 3.

Enredo

Os EUA enfrentam uma grave crise quando o ex-presidente foi sequestrado por um grupo de revolucionários durante uma viagem à África Central, a qual tinha o objetivo de promover a paz mundial. Três soldados antiterroristas altamente qualificados são contratados para abrir caminho através das linhas inimigas.

Esta equipe mercenária de operações especiais, conhecida como “Wolf Force”, é composta por Joseph Gibson (jogador 1, em azul), Howard Powell (jogador 2, em vermelho) e Thomas Clarke (jogador 3, em amarelo). Eles devem aniquilar as tropas rebeldes e salvar o ex-presidente cativo no país ficcional africano de Zutula, administrado por um governo do apartheid.

Imagina se o Lula é sequestrado? Você iria lá encarar um exército de carniceiros pra salvar ele? Se bem que ele ia se sentir é em casa…

Gameplay

A versão de fliperama do Mercs possui suporte para até três pessoas jogarem simultaneamente o game, que tem sete fases, sendo a última o resgate do ex-presidente de um C-130 Hercules (um avião militar de transporte da Lockheed).

Os controles consistem em um joystick de oito direções e dois botões: um para o ataque normal, que pode receber upgrades e outro para o ataque Megacrush, que detona todos os inimigos da tela, mas é limitado pelo número de bombas que o jogador possui.

Os personagens controlados pelos jogadores tem um indicador de vitalidade que irá gradualmente diminuir na medida em que tomam danos. A vitalidade pode ser recuperada recolhendo kits de primeiros socorros ou power-ups. Em determinadas fases, os jogadores podem pilotar veículos inimigos capturados.

Vídeo

Abaixo, confira o gameplay do Mercs feito pelo canal Defenestrando Jogos, que, além de mostrar um pouco do jogo, oferece bastante informações e curiosidades a respeito deste run and gun:

Screenshots

Note que as screenshots acima foram ampliadas. A resolução do Mercs é diferente.

Carrier Air Wing

19 de junho de 2017
Carrier Air Wing

Carrier Air Wing, lançado no Japão como U.S. Navy (ユー・エス・ネイビ), é um shoot ’em up de rolagem lateral lançado pela Capcom, originalmente, para os arcades, em outubro de 1990. É considerado o sucessor espiritual do U.N. Squadron (Area 88, no Japão), lançado no ano anterior.

Apesar de ser um game de excelente qualidade e jogabilidade, não foi portado para nenhum outro sistema, embora vale dizer que isso não era tão comum com os games de CPS-1 na época.

Enredo

Durante os anos 90, o mundo sofreu muitas mudanças. A crescente cooperação entre velhos rivais e as superpotências do globo foram exemplos de tais mudanças econômicas e geopolíticas. Entretanto, a frágil paz não duraria por muito tempo: no ano de 1997, o ficcional país do Oriente Médio chamado Rabu construiu várias armas de destruição em massa. O mais do que normalmente agressivo estado contava agora com ICBM’s, bombas nucleares táticas e até mesmo uma arma de laser em um satélite, capaz de atacar qualquer ponto do mundo.

Com tal armamento na mão e contando com diversos terroristas sobre o mundo, Rabu, aspirando ao seu sonho de conquista global, estava pronto pra declarar a guerra à humanidade.

Uma chamada de emergência chega ao governo dos EUA quando, em 1999, Rabu ataca Tóquio, no Japão, com o seu poderoso armamento. Os americanos decidem atacar Rabu. O USS Carl Vinson (CVN-70), da Marinha Americana, assim, navega carregando três dos melhores pilotos de caça do mundo: Rick Ford, Mark Olson e James Roy. Eles vão ser lançados em uma campanha para por um fim na ameaça de Rabu e trazer a paz e a liberdade de volta ao mundo.

A maior guerra aérea da história humana está prestes a começar…

Gameplay

Como dissemos, o Carrier Airwing é um shoot ’em up de rolagem lateral, onde os jogadores enfrentam uma enorme quantidade de inimigos. Como no U.N. Squadron, os jogadores podem escolher qualquer um entre três caças para a batalha prestes a acontecer. Neste game, estão disponíveis o F-14 Tomcat, F/A-18 Hornet e o A-6E Intruder, pilotados por Rick Ford, James Roy e Mark Olson, respectivamente. Os jogadores vão abrir caminho através de dez fases cheias de inimigos e, no final de cada uma, eles podem comprar novas armas, proteções e realizar upgrades em seus aviões de combate.

Vídeos

O vídeo abaixo contém o gameplay do Carrier Air Wing narrado e defenestrado pelo Celso, do canal Defenestrando Jogos. O trabalho é muito informativo e descontraído, compartilhando várias curiosidades e informações sobre o game, dados que usamos para montar esta publicação.

Já o vídeo abaixo é um showcase bem simples do game que fizemos pro nosso canal do Vid:

Screenshots

As screenshots abaixo foram tiradas com resolução ampliada e com filtros. A resolução original do game é Raster 384 x 224 pixels (Horizontal) e 4096 cores:

Curiosidades

  • No Japão, além de ser conhecido como U.S. Navy, o Carrier Airwing foi recebido como o 12º jogo vídeo feito para o sistema CPS1;
  • Se você vencer o game com apenas um crédito, você assiste o final verdadeiro do jogo;
  • Em alguns lugares, inclusive no título do game, a grafia de “Airwing” está errada. O nome do jogo deveria ser Carrier Air Wing.

Dicas e manhas do Carrier Air Wing

O jogo contém uma série de itens secretos.

  • Missão 2: Branco Mech (10000 pts) – Após o helicóptero grande e de quando a estrada suspensa termina, suba rapidamente e atire;
  • Missão 3: Coelho (20000 pts) – Atire no 9º árvore ou lance uma bomba; Vaca (10000 pts) – Destrua o monticule terreno no topo da colina logo após a nona árvore, podendo fazer curvas para a vaca, atirando diante; e Homem (6000 pts) – Atire entre a base da montanha e a do cruzador;
  • Missão 6: Snowman (4000 pts) – Atire na base do 4ª iceberg;
  • Missão 7: Urso Pequeno (8000 pts) – Chegando ao fim da fase, atire no meio da primeira montanha cinza, pouco antes do primeiro vulcão;
  • Missão 8: Mech com uma bandeira (20000 pts) – Solte uma bomba atrás da segunda casa.
  • Missão 9: Red Mech (10000 pts) – Atire na base da muralha; Yashichi – Destrua a torre vermelha localizada em uma passarela;
  • Missão 10: Yashichi – Destrua a torre vermelha localizada na parte superior dos motores.

Armored Warriors

2 de junho de 2017
Armored Warriors

Armored Warriors (Powered Gear – Strategic Variant Armor Equipment no Japão) é um jogo de luta estilo beat ’em up desenvolvido e lançado pela Capcom no dia 24 de outubro de 1994 para os fliperamas (CPS-2).

No game, o jogador controla um dos quatro heróis, cada um pilotando o seu próprio mecha gigante, com diferentes características etc. Até três pessoas podem jogar cooperativamente através de sete missões e podem usar partes de mechas inimigos nos seus.

Este toque bem original no gameplay, junto com bons gráficos e jogabilidade, fazem do Armored Warriors um game muito interessante. Ele nunca foi portado para qualquer outro sistema, entretanto.

Vídeo

Saiba Mais

PS. Essa publicação está muito simplificada. Vamos enriquecê-la assim que possível.

Saturday Night Slam Smasters

29 de maio de 2017
Saturday Night Slam Smasters

Saturday Night Slam Masters, conhecido no Japão como Muscle Bomber: The Body Explosion, é um jogo de luta desenvolvido e lançado pela Capcom para os arcades (CPS-1) no dia 13 de julho de 1993.

Eu diria que o Saturday Night Slam Masters pode ser descrito como um campeonato de tele catch (luta livre ou pro wrestling) que combina Street Fighter 2 e Final Fight.

Vários de seus personagens disponíveis para jogar tem ligação com outros games da Capcom, inclusive o Mike “Macho” Haggar, que aparece originalmente no Final Fight, e o Gunloc, que, no Saturday Night Slam Smasters, dá a entender que é o Guile disfarçado. Vários foram modelados baseados em lutadores de luta livre profissionais também.

O game foi portado, posteriormente, para Mega Drive, Super Nintendo e pro FM Towns Marty, um console da Fujitsu que não é muito conhecido por aqui.

Vídeo

Screenshots

PS. Essa publicação está muito simplificada. Vamos enriquecer ela assim que possível.

Alien vs. Predator

25 de maio de 2017
Alien vs. Predator

Alien vs. Predator é um jogo de luta beat ’em up desenvolvido e lançado pela Capcom no dia 20 de maio de 1995, para os fliperamas (CPS-2).

Ele mistura elementos das populares franquias de filmes de ficção científica, Aliens e Predador, com alguns elementos originais e típicos do gênero.

O game pode ser jogado por três pessoas simultaneamente, que podem escolher entre dois soldados ciborgues, a Tenente Lynn Kurosawa e o Major Dutch Schaefer; e dois predadores, o Warrior e o Hunter. Os personagens vão encarar hordas de Aliens e soldados humanos dissidentes.

O jogo apresenta gameplay, gráficos e efeitos sonoros fantásticos. Ele foi muito bem recebido pela crítica e pelos jogadores, se tornando um clássico do gênero. Entretanto, o jogo nunca foi portado para nenhum outro sistema.

Vídeo

Screenshots

PS. Essa publicação está muito simplificada. Vamos enriquecer ela assim que possível.

Captain Commando (1991)

10 de abril de 2017
Captain Commando (1991)

Captain Commando (キャプテンコマンドー) é um clássico jogo de luta, estilo beat ’em up, desenvolvido e lançado pela Capcom em 1991, originalmente para os fliperamas.

O décimo sétimo jogo do sistema CPS-1 fez um sucesso indescritível, sendo encontrado na maioria dos arcades por muitos anos depois do seu lançamento. É considerado um game muito bom até os dias de hoje, mesmo já sendo bem antigo.

O Captain Commando parece ter sido inspirado pela ficção científica dos anos 50. A maioria dos inimigos estão usando máscaras de gás que parecem muito com exploradores do espaço genéricos, vilões intergaláticos ou capangas de filmes B daquela época. Há muitos outros monstros e fundos que trazem a mesma impressão. O próprio Captain Commando parece ter sido inspirado num tipo de personagem galaxy trekking da época. A idéia da Capcom, certamente, foi ajuntar todos estes temas em um liquidificador, junto com a pancadaria típica do gênero, e ver o que iria sair.

O game foi portado, posteriormente, para o Super Famicom/Super NES (17 de março de 1995), XBox (24 de novembro de 2006), PlayStation 2 (13 de abri de  2007) e o Sony PSP (2 de julho de 2009).

Enredo

No ano de 2026, a cidade de Metro City está completamente livre do crime. De lá que surgiu o super-herói chamado Captain Commando que, com a ajuda dos seus três companheiros, Ginzu the Ninja, Mack the Knife e Baby Head, vão se levantar para defender a Terra e toda a Galáxia de uma gangue de criminosos superpoderosos.

Gameplay

Apesar dos personagens terem essa aparência estranha e futurista, a jogabilidade é quase que completamente idêntica ao Final Fight, com a diferença de correr com os personagens e combinar saltos e ataques. Isto proporcionou uns golpes a mais, ampliando as possibilidades de jogo da fórmula consagrada pelo beat ’em up de 1988.

Ele pode ser jogado por até quatro jogadores ao mesmo tempo, que vão sair lutando através de vários estágios enfrentando uma horda de inimigos e chefões, até encontrarem um vilão terrível conhecido como Scumocide.

As armas do game são bastante interessantes. Enquanto no Final Fight temos canos de chumbo ou outras armas brancas, o Captain Commando apresenta martelos, armas de fogo, lançadores de foguete, pistolas, rifles automáticos, shurikens e até lasers. Além disso, existem três tipos de mechas que podem ser capturados e usados pelos personagens, elemento que foi depois reutilizado nos jogos da serie Mega Man X. É um dos poucos beat ’em ups que eu conheço onde os heróis podem equipar-se com mechas.

Como se não bastasse, o jogo também conta com ninjas. Além de Ginzu, um dos protagonistas, há um nível ambientado neste tema. As fases são bastante interessantes. Por exemplo, você luta por um museu, um circo e um aquário antes de decolar para o espaço sideral. Há um nível de surf muito parecido com o jogo das Tartarugas Ninja também.

Screenshots

Vídeo

O vídeo abaixo, que mostra o gameplay do Captain Commando foi feito pelo canal Defenestrando Jogos. Além de mostrar o jogo, o narrador conta também bastante informações e curiosidades sobre o game, o que usamos pra montar esta publicação, junto com outras fontes:

Curiosidades

  • O Captain Commando era o mascote original da Capcom depois de fazer presença no jogo de NES, Section Z. Embora, tecnicamente, tenha estrelado nesse jogo, eles renovaram o seu projeto e o personagem ganhou seu próprio game, em 1991;
  • A Capcom não esqueceu do herói. Ele é um personagem jogável em Marvel vs. Capcom 1 e 2, e é visível no Street Fighter Alpha 2, no estágio do Ken;
  • As fases do jogo acontecem em Metro City, a ficcional cidade do Final Fight, mas no ano de 2026. Neste ano, a cidade já não era a capital do crime como na época em que o Mike Haggar era o prefeito;
  • Captain Commando é, de fato, uma homenagem da Capcom para clássicos de ficção científica norte-americanos, revistas e trabalhos de artistas como Frank R. Paul;
  • No gabinete para 4 jogadores, era usado um exclusivo botão dois-em-um de ação: dois botões grandes semicirculares (vermelho e azul) eram colocados lado a lado em linha reta para formar um grande círculo, tornando assim, dois botões parecido com um grande botão cortado ao meio verticalmente;
  • O Captain Commando é o único herói que não sofre alteração no nome na versão japonesa do game. Ginzu é conhecido como “Sho”, Mack The Knife é conhecido como “Jennety” e Baby Head como “Hoover”.
  • Mack The Knife é baseado em uma canção que se tornou popular na década de 50 por Louis Armstrong e, mais tarde, por Bobby Darin;
  • Ginzu foi baseado nas famosas facas Ginzu, aqueles utensílios de cozinha que foram introduzidos na década de 70 que se tornaram conhecidas por suas propagandas na TV aqui no Brasil, também. Eram aquelas que o sujeito usava para cortar cano de aço e depois tomate e que fazia você pensar se você comprava carne tão dura assim;
  • Sho (Ginzu nome japonês do ninja) provavelmente é baseado em Sho Kosugi, um ator japonês conhecido representar vários papeis de ninjas em vários filmes na década de 80.

Saiba Mais

Final Fight (1989)

3 de abril de 2017
Final Fight (1989)

Final Fight (ファイナルファイト) é um jogo de luta estilo beat ’em up, com rolagem de tela horizontal (side scrolling), desenvolvido e lançado pela Capcom para os fliperamas (CPS-1), em dezembro de 1989.

O icônico game levou a fórmula consagrada pelo Double Dragon, de 1987, a um novo nível, melhorando a jogabilidade, as animações, os gráficos e o gameplay em relação a este clássico da Technos. Desta forma, Final Fight viria a ser o novo porta-voz e padrão do gênero beat ’em up, com uma grande variedade de personagens distintos, bem animados que se movem por fundos coloridos e detalhados e com um sistema de controle que é tão intuitivo quanto complexo.

Final Fight ainda é considerado um dos melhores jogos do seu estilo, dando origem a uma série que rendeu 5 novos outros games:

  1. Final Fight (1989, Arcade);
  2. Final Fight 2 (1993, Super NES ou Super Famicom);
  3. Mighty Final Fight (1993, NES ou Famicom);
  4. Final Fight 3 (1995, Super NES ou Super Famicom);
  5. Final Fight Revenge (1999, Fliperama);
  6. Final Fight Streetwise (2006, PS2, XBOX).

O seu sucesso também justificou ports para vários outros sistemas além dos arcades, posteriormente. O Final Fight foi também lançado para o Super Famicom, Super NES, Sega Mega CD, Game Boy Advance, Sony PlayStation 2, Nintendo Wii, Sharp X68000, Commodore-64, Amstrad CPC, Commodore Amiga, Atari ST, Sinclair ZX Spectrum e iOS.

O legado do Final Fight não parou por aí. Este grande game é cultuado até os dias de hoje por muitos da velha guarda, tendo muito o que oferecer para as novas gerações também.

Enredo

Metro City, uma cidade americana ficcional, tem sido governada pela violência e morte por anos a fio, algo que o prefeito recém-eleito e lutador aposentado, Mike Haggar, pretende mudar. No centro do problema, está a enorme gangue conhecida como Mad Gear. Esta quadrilha controla todas as principais atividades criminosas na cidade, já conhecida como a “Capital do Crime”. Quando os vagabundos souberam dos planos de Haggar, tomaram medidas imediatas para intimidar e controlar o prefeito: sequestraram sua filha, Jessica, e começaram a aterrorizar a cidade.

Ao invés de ceder ou roubar a população para criar alguma medida idiota e inútil, como qualquer prefeito da vida real faria, Haggar decide chamar Cody, um jovem especialista em artes marciais e namorado de Jessica e Guy, um ninja amigo de Cody. Os três vão unir forças para limpar a Mad Gear das ruas da cidade e resgatar a garota.

Gameplay

Um ou dois jogadores podem jogar simultaneamente este clássico beat ’em up. Eles podem optar por Guy, Cody ou Haggar. Guy é o mais rápido e fraco entre eles, tendo a habilidade de pular nas paredes e voltar com mais impulso para suas voadoras. Cody é o personagem que equilibra velocidade e força, podendo usar as facas sem lançá-las quando os inimigos estão próximos. Haggar é o mais forte e lento entre eles, podendo executar o poderoso pilão, que é feito ao segurar um inimigo, pressionando pulo e depois o botão de ataque.

Cada um dos personagens usa os punhos, voadoras e joelhadas para atacar os inimigos, além de um golpe especial que consegue mandar para longe todos os inimigos que o rodeiam (que custa um pouco de sua energia). Armas também podem ser encontradas e usadas, como facas, espadas e canos de metal, sendo que alguns inimigos também podem empunhá-las e dropá-las depois de serem derrubados.

A energia dos personagens pode ser recuperada ao se encontrar comida pelo jogo, geralmente escondida em barris e latões de lixo (algo que virou até meme). Itens que aumentam sua pontuação também podem ser recolhidos pelas fases.

Screenshots

Vídeo

O vídeo abaixo foi feito pelo canal Defenestrando Jogos, que não mostra o gameplay linear do jogo, mas partes do mesmo, ilustrando uma série de curiosidades e informações interessantes do game. A maioria destes dados nós compilamos e adaptamos neste post:

Curiosidades

  • Final Fight é conhecido como o oitavo jogo feito para o sistema CPS-1;
  • Este jogo estava sendo projetado, originalmente, para ser uma sequência do Street Fighter. Ele iria ser chamado de Street Fighter 89. Antes mesmo de sua concepção final, a Capcom decidiu mudar o nome do projeto para Final Fight e reservar o nome Street Fighter para o segundo jogo, que seria lançado dois anos depois;
  • O nome do Guy é escrito com o kanji que significa “Victory Song”. O lutador é inspirando no cantor Guy Picciotto, do grupo Fugazi;
  • O inimigo Andore foi criado como uma homenagem ao falecido Campeão do WWF, Andre Rene Roussimoff, conhecido como “Andre o Gigante”, como nós já explicamos aqui;
  • Dois membros da gangue, Axl and Slash, são parodias de Axl and Slash, da banda farofeira Guns ‘n Roses;
  • Abigail é uma referência ao álbum homônimo do cantor King Diamond, lembrando que o personagem também tem pinturas em sua face que lembram bastante as da fase inicial do cantor.
  • Sodom, nome de outro personagem do game, é também o nome de uma das quatro grandes bandas de thrash metal alemãs (Big Teutonic Four) o Sodom;
  • O inimigo de nome Two P. aparece no jogo Forgotten Worlds, também da Capcom. Neste, ele é o segundo jogador 2P ou, melhor dizendo, Player 2;
  • Existem várias versões piratas desse jogo mas as mais famosas são a Final Crash e Street Smart/Final Fight. A primeira é praticamente a mesma coisa. Já a segunda é uma versão aonde é possível jogar com uma serie de inimigos além de ter toda a jogabilidade alterada;
  • Uma das grandes inspirações do game é, certamente, o filme Streets of Fire, de 1984. A mais evidente similaridade é o protagonista que se chama Tom Cody, que se parece muito com o Cody do Final Fight. No filme, a ex-namorada do herói também foi sequestrada por uma perigosa gangue e tem que ser resgatada na base da porrada, através de cenários urbanos decadentes.
  • Alguns meses antes do lançamento de Final Fight, a Capcom lançou um jogo de corrida chamado Mad Gear, o nome da quadrilha que Haggar, Guy e Cody enfrentam neste antológico game.

Saiba Mais

Abaixo, seguem todos os nossos posts relacionados ao Final Fight:

The Punisher

6 de junho de 2016
The Punisher

O nosso sexto episódio da nossa série Velharia explorou um dos grandes títulos dos jogos de luta dos fliperamas, The Punisher, um beat ’em up desenvolvido pela Capcom e lançado por esta firma junto com a Marvel, no dia 22 de abril de 1993.

Tido como uma das melhores adaptações dos quadrinhos para os videogames e um dos melhores jogos do gênero de todos os tempos, The Punisher se passa quando o famoso anti-herói da Marvel, o Justiceiro, se junta com o diretor da S.H.I.E.L.D., Nick Fury, para combater o Rei do Crime e seus perigosos capangas e associados, na cidade de Nova Iorque.

Na época, apresentando belos gráficos, excelente jogabilidade, elementos dos quadrinhos (o é apresentado no estilo de uma HQ) e inovando a fórmula dos beat ’em ups da Capcom, o jogo além de ser muito bem recebido, marcou o início da parceria entre esta firma e a Marvel, donde surgiram vários excelentes games, como Marvel Super Heroes, Marvel Super Heroes vs. Street Fighter e, é claro, os da série Marvel vs. Capcom.

O game foi portado, posteriormente, para o Mega Drive, pela Sculptured Software, no dia primeiro de junho de 1994, onde recebeu críticas boas e ruins.

Enredo

Perseguindo o mafioso Bruno Costa, o Justiceiro chega em um casino ilegal na cidade de New York, onde começa sua caçada ao perigoso executor. Enfrentando vilões menores como Chester Scully e outros capangas, Castle (e/ ou Nick Fury), vão infiltrando em locais controlados pela máfia, como resorts, portos, armazéns, linhas de trem etc. eliminando toda a resistência e usando todo tipo de armas a sua disposição.

Eventualmente, Bruno morre na luta contra o robô Guardroid, um chefão, e os protagonistas seguem em sua caçada, enfrentando tipos como Bonebreaker, Bushwacker e o Retalho (Jigsaw), culminando na luta final contra o Kingpin, o Rei do Crime.

No fim do game, Fury e Castle acabam levando a melhor, com o edifício do Kingpin totalmente derrubado e com um grande saldo de criminosos eliminados. Porém, no dia seguinte, o corpo do Rei do Crime não foi encontrado nos escombros do seu arranha-céu.

Vídeo

No nosso Velharia #6 nós fizemos o playthrough comentado do The Punisher:

Screenshots

Saiba Mais

  • Dino Strike – Game para browser citado no Velharia #6, que contém elementos de vários beat ’em ups da Capcom, inclusive o Cadillacs and Dinosaurs e o The Punisher.

Commando [Online]

21 de abril de 2012
Commando [Online]

Commando é um clássico run and gun que foi lançado pela Capcom em 1985, originalmente, para os fliperamas. O game foi, posteriormente, lançado para vários sistemas e consoles. O game que temos aqui, nesta publicação, é para flash da versão do Commodore 64.

Além de ser um jogo antigo, quisemos adicionar ao nosso site pois ele inspirou vários games como o Ikari Warriors e o Rambo: First Blood Part II, o qual é mais conhecido no Brasil por causa do Master System. Commando também ganhou duas sequências, o Mercs (1990) e Wolf of the Battlefield: Commando 3 (2008).

Em Commando, você é um soldado chamado Super Joe, que começa largado em uma selva por um helicóptero, e está armado com uma submetralhadora e umas granadas de mão e tem que lutar pela sua sobrevivência contra um massivo exército inimigo!

Controles

  • Setinhas: Movimentam
  • Barra de Espaço: Inicia o game
  • Z: Atira
  • X: Usa a granada

Clique Aqui Para Jogar

Ghosts’n Goblins Em Flash

31 de março de 2012
Ghosts’n Goblins Em Flash

Jogue esta versão perfeita em flash do clássico dos fliperamas, desenvolvido pela Capcom, diretamente no seu browser, online e gratuitamente!

Você é Sir Arthur, e deve, neste difícil game, enfrentar zumbis, ogros, demônios, ciclopes, dragões e outros monstros, para resgatar a princesa Prin Prin do Satan, o rei do Mundo Demônio!

Controles

  • Enter: Start
  • Setinhas: movimenta e escala
  • Shift: pula
  • Ctrl: atira

Clique Aqui Para Jogar

Street Fighter II′: Champion Edition

19 de março de 2010

Street Fighter 2 Champion Edition

Street Fighter II’: Champion Edition é outro jogaço clássico que dispensa comentários, mas merece um review no nosso site. Conhecido no Japão como Street Fighter II Dash (provavelmente devido ao ´ colocado no logo para distinguir do SF2), o SF2CE é um jogo de luta criado e lançado pela Capcom em março de 1992, sendo a primeira das várias atualizações que o Street Fighter II: The World Warrior ganhou (sem contar os hacks) e, certamente, uma das mais populares, se não a mais.

Poucos jogos conseguem criar tamanha obsessão como o Street Fighter II’ – Champion Edition. Muita gente que gastou muita grana em máquinas de fliperama no inicinho da década de 90, inclusive enfrentando a pivetada, entende isso.

Esse jogo foi (e ainda é, de certo modo) uma mania total. No Brasil, por exemplo, chegou a superar o seu antecessor, aumentando ainda mais o número já enorme de fãs da série. E isso não foi não só por causa da novidade de se poder jogar com os mestres, impossível no original, mas também devido algumas bem colocadas mudanças na jogabilidade, nos golpes, no comportamento do CPU, no cenário etc.

Tais mudanças deram um toque desafiador a um game que chegava a mexer com o ego dos jogadores mais inveterados! Quando surgiu, era considerado sinal de ser bom jogador aplicar o famoso “Shoryuken Triplo”, ou de três tempos, que consistia em fazer um combo (ainda não haviam os contadores de golpes), que começava com um soco, pulando, ou em pé, e terminando com os dois hits resultantes do Shoryuken. Dá pra aplicar até um de quatro tempos também. Assim, eu diria que talvez SF2CE  seja o game, ou pelo menos um dos games, que estimularam a criação de contar os combo hits (o que apareceu posteriormente no Super Street Fighter 2). Zerar também sem perder round e fazer final dos campeões (um final diferente) também podia deixar um caboclo metido…

O sucesso de SF2 e da sua sequência, SF2CE, foram tão grandes que a franquia ganhou ainda mais sequências, sejam elas não oficiais, como aqueles SF2 doidões do fliperama, também conhecidos como os populares hacks (veja esse vídeo); ou oficiais, como o  SF2 Turbo, que foi uma alternativa da Capcom à essas versões clandestinas. Mais tarde, surgiram o Super SF2, Super SF2 Turbo, SF0, e uma lista intermináveis de continuações, tributos (como este) e imitações que continuam a serem lançadas até hoje, quase 20 anos depois. E isso sem contar desenhos e filmes.

Viu a magnitude da influência que esse jogo exerce? Talvez por isso que muitos ficaram viciados na época que foi lançado (92) e muitos ainda jogam até hoje! O Street Fighter 2 Champion Edition é que deveria ser considerado patrimônio cultural. Não é à toa que ele foi um dos primeiros games a serem introduzidos no nosso Hall da Fama.

Vídeos

Assista o playthrough completo do Street Fighter II’ – Champion Edition com o Ken:

Abaixo, temos todos os nossos outros vídeos do game:

Screenshots

Chun Li mostrando a calcinha

Chun Li mostrando a calcinha

Ryu cinza no estágio de bônus

Ryu cinza no estágio de bônus

Ken vs Ken

Ken vs Ken

Dois mestres do jogo se enfrentando

Dois mestres do jogo se enfrentando se enfrentando no estágio do Dalshin, coisa que não era possível no Street Fighter 2

Ports

O jogo foi portado, oficialmente, para os seguintes sistemas: PC Engine, MEga Drive, X68000, Master System, Sega Saturn, PlayStation, PlayStation 2, Xbox e Playstation Portable.

Veja mais sobre Street Fighter II’: Champion Edition

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