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Defenestrando Kuri Kinton (1988)

20 de Maio de 2018
Defenestrando Kuri Kinton (1988)

Confira o gameplay do Kuri Kinton, um incrível beat ’em up da Taito, sendo explorado e comentado em mais um episódio do Fliperama Nostálgico, a série de games antigos de arcade do canal Defenestrando Jogos.

Você sabe, estamos adicionando este vídeo aqui, que é descontraído, mas sem deixar de ser interessante e informativo, para você ter alguma coisa para assistir no domingo e não morrer de depressão assistindo Faustão ou Fantástico. Nós usamos o mesmo como principal fonte de informações para esta publicação, diga-se de passagem.

Kuri Kinton é um jogo de plataforma e luta estilo beat ’em up com rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Taito para os fliperamas japoneses em julho de 1988. Em Kuri Kinton, o jogador encarna um policial chinês que tem que derrotar um grande número de inimigos num estilo parecido com o Kung Fu (ou Kung Fu Master), porém com novos elementos e gráficos mais avançados.

Além do gameplay, inimigos e fases bastante interessantes, o fato de Kuri Kinton ter sido fortemente inspirado em dois populares mangas (e animes) Kokuto no Ken e Dragon Ball, merece ser ressaltado. O protagonista mesmo parece uma mistura de Goku, usando uma espécie de quimono vermelho e técnicas similares ao Kaïo-Ken e Kamehamaha; com o Kenshiro, usando aqueles troços nos ombros e dando golpes com gritos (representados por balõezinhos na tela). Além disto, tem personagens que são certamente copiados do Dragon Ball e os chefões e as técnicas que eles usam são também claramente inspiradas no Hokuto no Ken. Na época em que o game foi lançado, adaptações destes dois mangás não eram muito comuns, explicando o motivo do Kuri Kinton ter sido bastante popular, e ainda é, entre uma certa categoria de jogadores.

O Kuri Kinton não recebeu nenhuma sequência, mas foi portado para uma série de outros consoles quase 20 anos depois de seu lançamento como parte de coletâneas: PlayStation 2 (28 de julho de 2005 na Taito Memories Joukan), PSP (5 de janeiro de 2006 na Taito Memories Pocket), PlayStation 2 (30 de março de 2006 na Taito Legends 2), Xbox (31 de março de 2006 na Taito Legends 2), PSP (6 de outubro de 2006 na Taito Legends Power-Up) e Windows (31 de março de 2006 na Taito Legends 2).

Enredo

Um policial veterano e a sua filha foram sequestrados por uma gangue e estão sendo mantidos reféns em um esconderijo subterrâneo. Um policial chinês, filho e irmão das vítimas, tem a missão de invadir este reduto criminoso repleto de vilões artistas marciais e acabar com os bandidos. Será que as suas habilidades serão suficientes para vencer este desafio?

Gameplay

Como já dito acima, o Kuri Kinton é um beat ’em up que combina um gameplay similar ao Kung Fu com plataforma. O jogador tem socos, chutes, voadoras e rasteiras como golpes básicos, mas também pode atirar uma bola de energia similar a um Hadoken ou um Kamehameha e acumular energia que serve como escudo e para aumentar os poderes de seus golpes.

O jogo começa em um corredor subterrâneo repleto de soldados blindados e lutadores que atiram shurikens e tem que seguir uma setinha que o leva para a direção certa, penetrando cada vez mais fundo nas cavernas e no esconderijo dos bandidos. No final de cada fase, tem um chefão especialista em artes marciais que pode derrotar o jogador, se ele não ficar esperto.

Só tem uma vida por partida no game, esta sendo representa por uma barra de saúde que é drenada na medida em que inimigos atingem o jogador. Se usado um continue, o game retorna a uma parte anterior, se tiver morrido no chefão.

Curiosidades

  • O título deste também dá o nome a um prato japonês chamado “kuri-kinton”, que é puré de batata-doce e castanhas.

 

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Defenestrando Chase H.Q. (1988)

13 de Maio de 2018
Defenestrando Chase H.Q. (1988)

Hoje vamos conferir o Chase H.Q., um jogo de arcade dos anos 80 sendo defenestrado em mais um Fliperama Nostálgico que estamos adicionando aqui. Além do gameplay, o vídeo compartilha vários dados e curiosidades a respeito deste game. Foi feito pelo canal Defenestrando Jogos e é a principal fonte de dados para esta publicação.

Chase H.Q. (チェイスH.Q.) é um jogo desenvolvido e lançado pela Taito em novembro de 1988 para os fliperamas onde o jogador assume o papel de um policial chamado Tony Gibson que, junto com o seu parceiro Raymond Broady, tem que impedir criminosos de fugirem em perseguições em alta velocidade.

Considerado um sucessor espiritual do Full Throttle, um jogo da Taito (e não o adventure da LucasArts) de 87, o Chase H.Q. foi bem recebido, o que justificou o lançamento de quatro sequências: S.C.I. – Special Criminal Investigation (1989), Super Chase – Criminal Termination (1992), Ray Tracers (1997) e Chase H.Q. 2 (2007), além de dois spin offs: Crime City (1989) e Quiz H.Q. (1990).

O sucesso de Chase H.Q. também foi um fator que serviu de incentivo para o game ser portado para diversas outras plataformas, como Famicom (8 de dezembro de 1989), PC Engine, Game Boy, Master System (1990), Game Gear (8 de março de 1991), Saturn, Game Boy Color, PlayStation 2, Wii, ZX Spectrum (1988), CPC (1989), Amiga (1989), Atari ST (1989), Commodore C64 (1990), Sharp X68000 (1992) e FM Towns PC (1993).

Embora superficialmente semelhante em tecnologia ao Out Run, lançado pela Sega dois anos antes, o Chase H.Q. apresenta avanços técnicos em relação a este título no que concerne as perspectivas, colinas e divisões de pistas. O jogo foi muito bem recebido pela crítica, assim como as versões portadas pela Ocean Software para os computadores pessoais. Além disto tudo, o Chase H.Q. é considerado o precursor de títulos como Driver e Burnout.

Enredo

Tony Gibson, membro do Chase Special Investigation Department (algo como “Departamento de Investigação Especial de Chase”), junto com seu parceiro, Raymond Broady, são dois policiais disfarçados que devem impedir criminosos perigosos de escaparem em perseguições de alta velocidade, guiando um Porsche preto no melhor estilo do seriado oitentista Miami Vice.

Gameplay

Em Chase H.Q., o jogador tem um determinado tempo em segundos para pegar o criminoso e depois mais um prazo para danificar e inutilizar o seu carro, impedindo-o de fugir. É parecido com aqueles joguinhos de perseguição para browsers, só que com perspectiva e gráficos bem parecidos com os de Out Run. Aliás, como neste jogo da Sega, o Chase H.Q. tem as famosas bifurcações que oferecem aos jogadores escolha de rotas, embora aqui a rota selecionada é apenas um desvio temporário e determina a rapidez com que o criminoso é pego.

O Porsche do jogador é equipado com um número limitado de turbo (ou nitro) que, quando utilizado, dá uma aceleração extra bem potente, embora sacrifique o controle do carro. O turbo deve ser usado com sabedoria, senão o jogador não terá a chance de capturar o criminoso antes de acabar o tempo.

O jogo tem cinco fases. Tanto o limite de tempo inicial para chegar ao criminoso quanto a extensão para pegar o vagabundo são 60, 65 ou 70 segundos. Os vilões da versão de fliperama são:

  1. Ralph, the Idaho Slasher (White Lotus Esprit);
  2. Carlos, the New York armed robber (Yellow Lamborghini Countach);
  3. Chicago pushers (Silver Porsche 959);
  4. L.A. kidnapper (Blue Ferrari 288 GTO);
  5. Eastern Bloc Spy (Red Porsche 928).

Curiosidades

  • Chase H.Q. foi, sem dúvida, o primeiro jogo que utilizou sprite-scale depois que a Sega lançou o lendário Out Run, mexendo com o imaginário de todos que jogavam e produziam jogos na época;
  • No início de cada fase, quando Nancy, no QG da Chase liga para a rádio, a frequência é sempre 144.X MHz. Esta é, na verdade, a banda de 2 metros de frequências radioamadoras;
  • Como eu já falei, a inspiração do Porsche preto veio do seriado Miami Vice, um programa muito popular dos anos 80, embora eu ache ele meio ruim;
  • O policial Tony Gibson é o branco e o Raymond Broady é o negro, assim como era a dupla de protagonistas do Miami Vice;
  • A versão japonesa tem diferentes vozes, já que conta com atuações de voz neste idioma.

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Defenestrando Ghouls’n Ghosts (1988)

6 de Maio de 2018
Defenestrando Ghouls’n Ghosts (1988)

Para começar bem o domingão, vamos adicionar aqui um playthrough do clássico Ghouls’n Ghosts sendo defenestrado em mais um Fliperama Nostálgico, do canal Defenestrando Jogos.

O vídeo, além de providenciar para você quase 1 hora de qualidade, em contraste com a programação dominical de costume, também compartilha várias informações e curiosidades que usamos para construir este post.

Ghouls’n Ghosts (大魔界村) é um jogo de plataforma com rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Capcom em dezembro de 1988 para os arcades japoneses, sendo posteriormente portado para várias outras plataformas. É a sequência do Ghost ‘n Goblins, apresentando gráficos substancialmente superiores aos deste seu predecessor de 1985, com um nível de design excelente e altamente imaginativo e inimigos bem animados, tudo combinado em uma agradável e intrigante atmosfera gótica.

O Ghouls’n Ghosts é o segundo game da icônica série Ghost ‘n Goblins, sendo seguido do Super Ghouls’n Ghosts (1991), Maximo – Ghosts to Glory (2002), Maximo vs. Army of Zin (2004) e Ultimate Ghosts’n Goblins (2006). Além disto, ele também ganhou versões para as seguinte plataformas: Mega Drive (1989), SuperGrafx (1990), Saturn (1998, Capcom Generation 2: Dai 2 Shuu Makai to Kishi), PlayStation (1998, Capcom Generation 2: Dai 2 Shuu Makai to Kishi e, em 2005, Capcom Retro Game Collection Vol.2), Game Boy Advance (2004, Famicom Mini – Makai-Mura), PlayStation 2 (2006, Capcom Classics Collection), PSP (2006, Capcom Classics Collection), Wii (2007, versão de Mega Drive e Capcom Classics Collection), PlayStation 3 (2013, Capcom Arcade Cabinet) e X68000 (1994).

Enredo

Três anos depois da sua primeira aventura, Arthur, o cavaleiro, mais uma vez encontra-se lutando contra as criaturas horrendas do Mundo dos Demônios. Mas, desta vez, os demônios assassinaram todas as pessoas do reino, inclusive a amada de Arthur, Gunievere. Todas as suas almas destas pessoas estão em posse do rei dos demônios, Lúcifer. Arthur embarca em mais uma jornada para destruir os invasores demoníacos e salvar a alma de todos que pereceram.

Gameplay

O gameplay do Ghouls’n Ghosts é muito semelhante ao do Ghosts’n Goblins, com o clássico esquema run and gun consagrado no primeiro game permanecendo intacto, mas com a possibilidade de se atirar para cima e para baixo durante os saltos. A principal diferença é que aqui Arthur tem acesso a diversos novos power-ups para ajudá-lo em sua busca, como a Golden Armor, uma armadura que habilita Arthur a usar uma poderosa magia dependendo da arma que estiver em punho.

Ghouls’n Ghosts é ainda mais difícil do que o seu antecessor, um game reconhecidamente difícil. Nele, o protagonista deve avançar através de uma série de níveis assustadores e derrotar um número de criaturas demoníacas e mortas-vivas. Ao longo do caminho, Arthur pode recolher uma variedade de armas e armaduras para ajudá-lo em sua missão.

Saltando em certos pontos, os jogadores podem fazer com que um baú do tesouro surja no mapa. Ao disparar nelas, podem-se obter novas armas, armaduras de ouro ou um mago maligno que transforma Arthur em um homem idoso ou em um pato indefeso.

Fases

Existem cinco fases além da câmara de Lúcifer no final, completando um total de seis níveis. Para derrotar o jogo, Arthur deve completar as cinco primeiras duas vezes. Da primeira vez, Arthur é levado de volta ao nível 1 novamente, mas, desta vez, uma arma especial aparece durante o jogo. Para entrar na câmara de Lúcifer, o jogador deve ter esta arma especial equipada e derrotar o chefe Fly final do nível 5. Depois de entrar na grande porta final, o jogador vai diretamente para a câmara de Lúcifer.

  1. The Haunted Graveyard (às vezes conhecido como Executioner’s Graveyard) e The Floating Island.
  2. Village of Decay e The Town On Fire.
  3. Baron Rankle’s Tower e The Horrible Faced Mountains.
  4. The Crystal Cave e The Icy Descent.
  5. Lucifer’s Castle Part 1 e Lucifer’s Castle Part 2.
  6. Lucifer’s Chamber.

Pontos

Skeleton Murderer: 100 pontos; The Magician: 100 pontos; Vulture: 200 pontos; Skull Flower: 100 pontos; Skull: 100 pontos; Tornado Weasel: 200 pontos; Giant Earthworm: 200 pontos; Pig Ogre: 500 pontos; Shielder (Level 1 boss): 5000 pontos; Rock Turtle: 200 pontos; Insect Goblin: 100 pontos; Red Arremer King: 500 pontos; Fire Bat: 100 pontos; Eyeball Plant: 500 pontos; Cerberus (Level 2 boss): 5000 pontos; Flying Goblin: 100 pontos; Mud Armor: 500 pontos; Blowfish Ghoul: 100 pontos; Gassuto (Level 3 boss): 5000 pontos; Tree Golem: 500 pontos; Armored Worm: 300 pontos; Goblin Hand: 300 pontos; Water Worm: 200 pontos; Hurricane Eye (small): 500 pontos; Ghoul Snake: 500 pontos; Ohme (Level 4 boss): 5000 pontos; Heart of Ohme: 100 pontos; Ohme Larva: 100 pontos; Dragon Skeleton: 200 pontos; Satan: 1, 000 pontos; Headless Golem: 1000 pontos; Beelzebub (Level 5 boss): 5000 pontos; Lucifer (Final boss): 10000 pontos

Citizen Doll: este item te dá 200 pontos extras.
Knight Doll: este item te dá 500 pontos extras.

Curiosidades

  • Ghouls’n Ghosts foi originalmente lançado nos arcades japoneses com o nome de Daimakaimura;
  • Este título em japonês pode ser traduzido como “Great Demon World Village” ou “Grande Vila do Mundo dos Demônios”;
  • O jogo ficou conhecido como o segundo jogo vídeo feito para o sistema CPS-1;
  • Foi lançada uma reedição de Daimakaimura apenas no Japão.

Veja também

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Defenestrando Thunder Cross (1988)

29 de Abril de 2018
Defenestrando Thunder Cross (1988)

Hoje, como de costume, vamos adicionar aqui mais um vídeo com o gameplay de jogo antigo, e desta vez é o Thunder Cross, um shmup side scroller obscuro da Konami que foi defenestrado em mais um episódio do Fliperama Nostálgico, do canal Defenestrando Jogos.

O vídeo é bem informativo e descontraído e é a principal fonte de dados que usamos para construir esta publicação.

Thunder Cross é um jogo de tiro shoot ’em up com rolagem horizontal lançado nos fliperamas pela Konami em outubro de 1988. O game usa um fundo de “rolagem em camadas”, uma nova técnica de gráficos 2D da época, além de vários elementos que remetem ao Gradius, o carro chefe da firma neste gênero.

No dia 8 de fevereiro de 2007, o Thunder Cross foi lançado para o PlayStation 2 como parte do Oretachi Geasen Zoku Sono no Japão, e, em 1991, rendeu uma sequência, o Thunder Cross II. Devido a várias semelhanças, o Space Manbow também pode ser considerado uma sequência deste game.

Enredo

No futuro da colonização do espaço, o planeta Haniamu IV se tornou palco de ataques de uma força militar implacável conhecida apenas como Black Impulse. As naves mais fortes da Terra capazes de parar a conquista total do planeta são o Trovão Azul M-45 (jogador 1) e sua nave irmã, Trovão Vermelho M-24 (jogador 2).

Gameplay

Thunder Cross, como dito acima, é um jogo de tiro horizontal que apresenta um gameplay bem clássico. Através de sete fases, os jogadores controlam os caças com até quatro “opções”, que se organizam verticalmente e atacam junto com a nave jogador. Três armas são selecionáveis, desde o tiro Vulcan até o Laser e o tiro Boomerang (que também funciona como uma arma de ricochete). Cada final de fase tem um chefão que precisa ser derrotado e, como é típico em um shooter da Konami, o Thunder Cross força o jogador a vencer o jogo duas vezes em um loop mais difícil dos primeiros sete níveis.

Curiosidades

  • A lendária música “Horizon”, criada por Olof “Blazier” Gustafsson, encontrada em muitas crack intro do AMIGA no início dos anos 90, era, na verdade, um cover da música da primeira tela de Thunder Cross. Olof Gustafsson é o músico inhouse do jogo Pinball Dreams da Digital Illusion, sucesso nos computadores da época.
  • A versão japonesa do Thunder Cross tem uma ordem diferente de fases.

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Defenestrando NARC (1988)

22 de Abril de 2018
Defenestrando NARC (1988)

Assista o gameplay e a análise do jogo NARC em mais um Fliperama Nostálgico, um quadro sobre antigos games dos fliperamas do canal Defenestrando Jogos, que estamos adicionando aqui para você ter o que assistir no domingo. O vídeo é informativo e descontraído (sem ser retardo mental) e é uma das fontes para esta publicação.

NARC é um jogo de tiro desenvolvido e lançado pela Williams Electronics em dezembro de 1988 para os arcades, sendo o primeiro jogo desta plataforma a usar um processador de 32-bit. NARC é conhecido como um dos primeiros jogos graficamente violentos e era alvo frequente de críticas por causa disto. Nele, os jogadores tem que prender e matar traficantes e nóias, confiscar suas drogas e dinheiro e derrotar uma organização terrorista liderada pelo Mr. Big.

O NARC foi portado posteriormente para vários outros sistemas, como o NES (agosto de 1990), PlayStation 2 (2004, “Midway Arcade Treasures 2“), XBox (11 de outubro 2004; “Midway Arcade Treasures 2“), GameCube (October 14, 2004; “Midway Arcade Treasures 2“), Amstrad CPC (1990), Atari 800 (1990), Amiga (1990), Commodore C64 (1990), Atari ST (1990), ZX Spectrum (1991), Minigame (1989) e Windows (2006). Esta versão de Windows saiu em duas coletâneas, a “Midway Arcade Treasures Deluxe Edition” (17 de fevereiro de 2006) e “Midway Arcade Treasures Deluxe Edition” (17 de março de 2006).

A versão de arcade do NARC, a original, é reconhecidamente bastante difícil, sendo um papa-fichas danado. Entretanto, é um jogo interessante, apesar que, na época, eu nunca me interessei em jogá-lo.

Enredo

Max Force e Hit Man receberam um memorando de Spencer Williams, o presente da Oposição aos Narcóticos de Washington D.C. enviando-os para o Projeto NARC. O objetivo é prender ou matar traficantes, drogados, cães de ataque e uma variedade enorme de inimigos a fim de esmagar o império criminoso e terrorista conhecido como KRAK, liderado pelo Mr. Big.

Gameplay

Neste jogo, que pode ser considerado um shoot ’em up, mas também um run and gun, os agentes antidrogas tem a disposição metralhadoras e lança-foguetes e, quando um inimigo é eliminado usando o último, ele explode em uma torrente de partes do corpo chamuscados e sangrentos. Alguns inimigos podem ser presos depois de se renderem e depois flutuarem pra fora da tela. Isto soma no final da fase à contagem de pontos, junto com drogas e dinheiro confiscados que dropam de inimigos quando estes são mortos. O jogo concede mais pontos no final de uma rodada para prender inimigos sem matá-los. Em vários estágios, um keycard especial precisa ser encontrado antes que os jogadores possam progredir para o próximo nível.

Fases

O NARC tem 10 fases:

  • The Junkyard;
  • K.R.A.K. Street;
  • The Bridge;
  • Sunset Strip;
  • Skyhigh’s Nursery;
  • Downtown;
  • Red Level 1;
  • Blue Level 2;
  •  Mr. Big’s Office;
  • Inner Sanctum.

Curiosidades

  • Como já foi dito, o NARC foi o primeiro jogo de arcade a usar um processador de 32-bit (TMS34010);
  • A banda grunge Pixies lançou um cover da música do nível 2-1 do jogo, em 1991, com o nome Theme From Narc, como um B-side do single Planet of Sound. Dez anos depois, tal música também pode ser encontrada no álbum Complete B-Sides;
  • Uma maquina de NARC aparece nos filmes de 1990 Don’t Tell Her It’s Me, Teenage Mutant Ninja Turtles e no Exterminador do Futuro 2.

Dicas e trapaças do NARC

  • Quando sair de qualquer porta, movimente o joystick para esquerda. Imediatamente depois que o seu personagem aparece, movimente para cima. Se você tiver feito tudo certo, o seu agente vai ficar preso na parede e poderá atravessar para a próxima fase andando por lá;
  • Um jeito de ganhar vidas extras é na primeira fase. Logo depois que você deixar o metrô, mantenha o seu joystick apontado pra cima. Se você fizer isso, ficará preso na parece (como na dica acima) e ninguém poderá te tocar, mas poderá prender um tanto de gente (50 no máximo). Um problema ocorre quando você deixa o metrô, pois tem um barril que obstrui a sua passagem pela parede. Você pode destruir a obstrução com um foguete se tiver gente atrás do barril. Dá para ficar na parede até o ponto de passagem e dentro da porta. Também pode-se fazer isto em outras fases, mas não parece ser tão útil;
  • Para ganhar muitos pontos e hominhos de graça, você vai ter que chegar ao fim do jogo, ou até onde Mr. Big se encontra. Quando você eliminá-lo (o pequeno e o grande) e alcançar o cofre do tesouro, recolha os grandes blocos de ouro e espere sem fazer nada. Depois de um tempo, a máquina vai mandar uns cachorros pra te pegar. Deixe-os te matar. Você vai ser enviado de volta uma fase no jogo e terá que lutar até alcançar a próxima porta de saída de bônus. Quando você fizer isso, vai ter mega-pontos e mega-men;
  • Note que as máquinas automáticas se apresentam em alguns lugares. Mova com o seu personagem para a máquina e empurre pra dentro dela. Ela deverá começar a soltar dinheiro (evidências). Não é muito útil, mas é legal.

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Defenestrando The Ninja Warriors (1988)

15 de Abril de 2018
Defenestrando The Ninja Warriors (1988)

Como hoje é domingo, vamos adicionar mais um gameplay aqui de bobeira, e desta vez é do The Ninja Warriors, um game de 1988 sendo defenestrado em mais um quadro Fliperama Nostálgico, a série de games antigos de arcade do canal do Celso Affini.

O vídeo, como o de costume, além de apresentar gameplay do jogo, também compartilha algumas informações e curiosidades sobre o mesmo. Usamos tais dados como uma das fontes para montar este post.

The Ninja Warriors (ニンジャウォーリアーズ) é um jogo de luta estilo beat ’em up de rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Taito em fevereiro de 1988. A versão original dos fliperamas usava uma configuração peculiar de telas onde uma era situada entre imagens projetadas de outros dois monitores, criando uma impressão de uma tela wide screen tripla. The Ninja Warriors apresenta dois androides ninjas em um futuro distópico que tem que enfrentar tiranias estatais, além de vários elementos típicos de filmes de ação dos anos 80.

Versões do jogo foram lançadas posteriormente para várias outras plataformas, como PC Engine (1989), Mega CD, ZX Spectrum (1989), Commodore C64 (1989), Amstrad CPC (1989), Amiga (1989) e Atari ST (1989), a maioria bem recebida no mercado e na crítica. Um remake conhecido como The Ninja Warriors Again foi feito pela Natsume e lançado para o Super Nintendo em 1994, embora apresente o gameplay substancialmente modificado em relação ao original do arcade.

Enredo

Em um futuro distópico, Banglar, o presidente dos Estados Unidos, decreta lei marcial no país em 1993 (ou 2003?), com os militares obtendo total controle sobre a vida civil. Um grupo de cientistas anarquistas liderados por Mulk decidem que é hora de se voltar contra o governo. Sabendo muito bem que se eles mesmos fossem contra os militares seria suicídio, eles criam dois androides que podem suportar danos diversos para esta missão. Os robôs, Ninja (o codinome do ninja azul masculino) e Kunoichi (feminino vermelho), são enviados a fim de acabar com a tirania de Banglar, o sonho de qualquer político, de uma vez por todas.

Gameplay

The Ninja Warriors, como eu disse anteriormente, é um beat ’em up onde os jogadores controlam um dos protagonistas que entram em combate corpo a corpo contra uma grande quantidade de inimigos. Os androides contam com dois tipos de ataque, uma kunai (botão 1) de curto alcance e shurikens (botão 2) que podem ser disparados a longa distância, mas são limitados.

Curiosidades

  • Apesar que a tela do jogo diz que o The Ninja Warriors foi lançado em 1987, ele saiu em fevereiro de 1988 no Japão;
  • O game foi licenciado pela Romstar para distribuição nos EUA;
  • O chefão Banglar, o presidente que realizou o grande sonho de todo burocrata estatal no game, se parece com Yoda do Star Wars e fez uma aparição em Aqua Jack dois anos depois de The Warriors Ninja.

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Defenestrando Ninja Spirit (1988)

8 de Abril de 2018
Defenestrando Ninja Spirit (1988)

Hoje vamos assistir o gameplay do Ninja Spirit sendo explorado e apresentado neste vídeo do Defenestrando Jogos, mais um episódio do “Fliperama Nostálgico” deste canal, que estamos adicionando aqui para você relembrar games do passado, ao invés de morrer de câncer assistindo a programação normal dominical da TV.

O vídeo é bem descontraído sem cair no besteirol, além de ser bastante informativo. Nós usamos muitos dos dados partilhados no mesmo para construir esta publicação.

Ninja Spirit é um jogo de plataforma desenvolvido e lançado pela Irem em 1998 para os fliperamas, originalmente. Ele é conhecido no Japão como Saigo no Nindou (最後の忍道) e foi portado posteriormente para diversas plataformas, como o TurboGrafx-16 (1990), Game Boy (dezembro de 1993), Nintendo Wii (11 de maio de 2007, versão de TurboGrafx), Atari ST (1988), Commodore Amiga (1988), Commodore C64 (1990), Amstrad CPC (1990), Amstrad CPC  (1990, “Coin-Op Hits II”) e Sinclair ZX Spectrum (1990).

O Ninja Spirit para o Turbografx-16 foi o primeiro jogo da história a receber um 10 na revista Electronic Gaming Monthly. Em 2010, o site CraveOnline apresentou esta versão no artigo “Top 10 Jogos de Ninja de Todos os Tempos”, comentando: “O Ninja Spirit para o TurboGrafx-16 é muito parecido com o Legend of Kage do NES, exceto que pe melhor em todos os sentidos … ambos desafiadores e relaxantes ao mesmo tempo.”

Enredo

Gekkou (月光) é um jovem ninja que perdeu seu pai nas mãos de uma misteriosa criatura meio besta e meio humana. Usando suas armas e técnicas especiais, Gekkou agora vai enfrentar um exército de ninjas, samurais e demônios de um Japão feudal alternativo que estarão constantemente tentando matá-lo.

Gameplay

Ninja Spirit é um jogo que combina plataforma com side-scrolling shooting onde o protagonista parte em uma jornada através de sete fases, que se passam em florestas, pântanos, sertões, templos e desfiladeiros. O jogador deve enfrentar os inimigos de cada fase até atingir o seu fim, quando ele confronta o chefão final.

O ninja está sempre armado com a sua katana, a Rigtheous Cloud, que pode ser usada para atacar em todas as direções. Ele também pode usar armas extras como as shurikens (Swirling Leaf), bombas (Bamboo Thunder) e a kurisagama (uma corrente com foice chamada no game de Rising Dragon/Shouryu). Estas armas podem ter seus poderes aumentados com power-ups que podem ser recolhidos ao se derrotar os inimigos.

Existem também pergaminhos que matam todos os inimigos da tela quando encontrados, outros que habilitam um escudo temporário de fogo que mata os inimigos ao lhe tocarem e uns de clones de sombra que executam os mesmo movimentos que o jogador.

Curiosidades

  • Ninja Spirit foi lançado em agosto de 1988 nos fliperamas japoneses com o nome Saigo no Nindou;
  • O título deste jogo traduzido do japonês seria algo como: “Conclusão da Longa Jornada”.

Dicas e manhas

  • Defesa automática: Shuriken e outros projéteis podem ser desviados pela espada do jogador, caso ele tenha recolhido o pergaminho power-up que lhe permite balançar sua espada como um arco. Ao movimentar-se, o jogador pode se proteger-se segurando o direcional para cima e pressionando o botão de ataque.

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Defenestrando Vigilante (1988)

1 de Abril de 2018
Defenestrando Vigilante (1988)

Hoje, vamos meter aqui no site o gameplay do Vigilante sendo defenestrado em mais um vídeo da série Fliperama Nostálgico, do canal Defenestrando Jogos.

Além do vídeo ser bem descontraído (sem virar besteirol), ele também compartilha várias informações a respeito deste antigo game de luta, dados quais usamos para construir esta publicação.

Vigilante (ビジランテ) é um jogo de luta estilo beat ’em up desenvolvido e lançado pela Irem originalmente pros arcades japoneses em fevereiro de 1988. O game é considerado uma sequência espiritual do seminal Kung-Fu Master, um titulo anterior também da Irem.

O Vigilante foi portado para vários outros sistemas, como o TurboGrafx-16 (1989), PC-Engine (14 de janeiro de 1989), Master System (1989), Wii (2007), Commodore C64 (1989), Atari ST (1989), Amiga (1989), ZX Spectrum (1989), Amstrad CPC (1989), Wii U e MSX. Além disto, ele recebem uma sequência para o Famicom em 1991, o Spartan X 2.

Eu devo ter o cartucho do Vigilante de Master System até hoje, em algum lugar. Eu zerei ele pra caramba, embora fosse meio enjoativo e não ser muito difícil. A versão original de arcade é bem mais difícil em relação a essa.

Enredo

Em Nova Iorque, Rick, um artista marcial profissional e solitário se tornou um vigilante para lutar contra uma gangue maligna chamada de Skinheads, liderada por um homem conhecido como o Diabo Gigante. Ele vai abrir seu caminho pelo centro da cidade a fim de proteger a sua turma e salvar Madonna (Marion, na versão de Master), que foi feita de refém pelos Skinheads.

Gameplay

Vigilante, como eu já disse, é um beat ’em up onde o jogador vai controlar o personagem titular metendo a porrada em um grande número de inimigos. O Vigilante vai combinar golpes de combate melee através de cinco fases, cada uma com um chefão diferente. Na versão de fliperama, pelo menos, estes chefões derrotados tão rapidamente quanto possível, pois suas barras de energia vão se encher enquanto não recebem ataques do jogador.

Além de socos e chutes que podem ser combinados com o jogador em pleno ar ou agachado, uma arma poderosa, o nunchaku, ocasionalmente pode ser encontrada e usada contra os inimigos. Se o jogador for golpeado enquanto segura o nunchaku, ele perde esta arma. Alguns dos inimigos do jogo também estão armados com porretes, correntes, facas e até armas de fogo.

O jogo termina quando Madonna é resgatada ou os inimigos conseguem obliterar o protagonista.

Curiosidades

  • Como disse acima, a sequência do Vigilante se chama Spartan X 2. Spartan X é o nome pelo qual o Kung-Fu Master é conhecido no Japão;
  • O game foi distribuído pela Data East na América do Norte.

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Defenestrando Varth: Operation Thunderstorm (1992)

25 de Março de 2018
Defenestrando Varth: Operation Thunderstorm (1992)

Assista o vídeo do Varth: Operation Thunderstorm sendo apresentado e comentado no Fliperama Nostálgico, um quadro sobre jogos de arcade do canal Defenestrando Jogos.

Como o de costume, é um trabalho muito informativo e honesto. Além de imagens do gameplay do Varth, também traz curiosidades e outros dados que reunimos e usamos para montar este post.

Varth: Operation Thunderstorm, conhecido também apenas como Varth, é um shoot ’em up desenvolvido e lançado pela Capcom em junho de 1992 para os fliperamas japoneses (CPS-I). Curiosamente, o Varth só foi portado para outros sistemas 14 anos depois do seu lançamento original, sendo trazido também, em forma de coletâneas, pela Digital Eclipse Software para o Xbox (24 de novembro de 2006. “Capcom Classics Collection Vol. 2″), PlayStation 2 (24 de novembro de 2006, “Capcom Classics Collection Vol. 2“) e PSP (22 de março de 2006, “Capcom Classics Collection Remixed).

Enredo

Um desastre acontece em uma colônia humana num planeta chamado Varth. Toda a colônia é administrada por um supercomputador de 7ª geração que controla as operações de todas as máquinas no planeta. Infelizmente para os moradores de Varth, Delta-7 foi possuído pela entidade conhecida como DUO (Dimension Unbody Offender), a qual se acreditava ser um espírito maligno, mas sendo, na verdade, uma consciência temporal-espacial que surgiu espontaneamente dentro do supercomputador.

DUO chegou à conclusão de que a existência humana é inimiga do planeta e, portanto, colocou as defesas de Varth contra sua própria população. Oitenta por cento do planeta é destruído pelo evento, sendo este apenas o começo dos planos de limpeza de DUO. A dependência dos colonos ao supercomputador fez com que eles perdessem a capacidade de cuidar de si mesmos, ficando sem meios de se defender. A única esperança para a colônia reside nos pilotos de dois aviões equipados com computadores de 4ª geração que o DUO não pode controlar, e esses são controlados não por máquinas, mas por humanos:

  • Casber Rublan – Piloto classe B+ bastante extrovertido, sua sagacidade e estilo único são apreciados por seus amigos. Um pouco magro, Rublan não se encaixa no estereotipo de soldado. Casber geralmente usa a bandana da libertação em sua cabeça. Seu avião de combate é o Tanikura F7W Saber;
  • Felry Carnihum – Ex-instrutora de voo acrobático e filha de um piloto renomado, Felry tem voado toda a vida e pilotando seu próprio avião desde que era adolescente. Ela desconfiava muito do controle total que o homem estava dando às máquinas e sua desconfiança acabou sendo comprovada. Uma engenheira talentosa, Carnihum se juntou à equipe de recondicionamento para preparar os dois aviões. Ela não tem experiência de batalha, mas possui um estilo único de voar. Seu avião de combate é o Dakao/M-2451 Scimitar.

Gameplay

O gameplay de Varth tem muitos elementos do clássico 1942 e de outros games da série 19XX. Trata-se de um shoot ’em up com rolagem horizontal e onde o objetivo dos jogadores é destruir as unidades inimigas, evitando ser atingidos e chegar ao final de cada uma das 30 fases deste jogo de tiro, sendo que ser  atingindo por um inimigo faz com que o jogador alvejado perca um avião.

A maior diferença entre Varth e outros jogos no gênero de seu tempo é a inclusão de itens denominados “Pods”. Quando um jogador recolhe um deles, um par de pods seguirá o jogador e complementará o a artilharia do avião com o seu próprio armamento. Além disso, os pods podem bloquear completamente a maioria das formas de ataques de inimigos, tornando o jogador quase invulnerável aos ataques de qualquer direção na qual os pods se encontram. Os jogadores podem escolher entre duas formações para os pods, fixas ou inteligentes. No modo fixo, ambos pods permanecem diretamente na frente do jogador, mas deixam os seus aviões vulneráveis pelos lados e atrás. Na posição inteligente, os pods permanecerão separados uns dos outras em um ângulo de 180 graus e se moverão de acordo com a direção do fogo inimigo. Se o fogo inimigo consegue deslizar entre os pods antes que eles possam reagir (algo muito comum nas fases avançadas), o jogador fica vulnerável e só tem a opção de desviar para não perder vida.

Varth possui três armas diferentes para o jogadores: um laser (com alta taxa de fogo sustentado, mas o menor alcance horizontal), uma metralhadora (relativamente poderosa e com um alcance horizontal tão grande quanto o tamanho da aeronave) e tiro multidirecional (alcance horizontal maior mas taxa de fogo menor). Além disso, estão disponíveis três tipos diferentes de armas para os pods: mísseis teleguiados (arma mais fraca, mas com esta vantagem útil), mísseis (mais perigosos do que os mísseis teleguiados, mas só podem avançar) e napalm (poderoso, mas com muito baixo alcance). Como os 19XX, Varth também possui bombas que permitem que os aviões realizem “mega crashes”, o qual, aqui, é determinado pela arma que está carregando. Lasers resultarão em um ataque de eletricidade que irá abranger toda a tela. A metralhadora disparará mísseis que se moverão de alvo a alvo. O tiro multidirecional disparará uma única e grande explosão que se move diretamente para a frente do jogador, soltando também uns raios menores ao chegar ao topo da tela.

O jogo também possui vários itens que podem ajudar o jogador de outras maneiras, como bônus para aumentar a pontuação, upgrades do poder do seu arsenal e bombas e itens que destruirão todos os inimigos na tela. Talvez o item mais útil seja o Yashichi, que atualiza instantaneamente o armamento de um jogador para seu nível mais alto.

Curiosidades

  • Varth: Operation Thunderstorm foi o 19º videogame feito para o sistema CPS-I;
  • Tem uma espécie de easter egg na quarta fase do Varth, onde o Ryu, da série Street Fighter, vai aparecer da grama e perto de umas tubulações para executar um Shoryuken. Se o Ryu continuar a ser alvejado por disparos dos jogadores até ele desaparecer, isto renderá uma grande quantidade de power-ups;
  • O personagem do player 1 de Side Arms Hyper Dyne aparece como um item que irá destruir todos os inimigos na tela, se recolhido;
  • O item Yashichi, assinado pela Capcom originalmente de Vulgus, faz uma aparição em Varth como um power-up que aumenta o tiro do avião para o seu nível máximo.

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Defenestrando Prehistoric Isle in 1930 (1989)

18 de Março de 2018
Defenestrando Prehistoric Isle in 1930 (1989)

Como é domingo, e é aquele dia onde só passa bobajada na televisão, vamos adicionar aqui, como alternativa, mais um game sendo defenestrado. Desta vez, é o Prehistoric Isle, um game de 1989 que foi jogado e comentado no Fliperama Nostálgico, um dos quadros do canal Defenestrando Jogos.

O vídeo é bem informativo e descontraído, embora seja um pouco curto em comparação com outros Fliperamas Nostálgicos, mas é bacana e serviu de fonte para esta publicação.

Prehistoric Isle in 1930 (Genshi-Tou 1930’s), ou apenas Prehistoric Isle, é um jogo de tiro estilo shoot ’em up com rolagem lateral desenvolvido pela SNK e lançado para os arcades em junho de 1989, no Japão. Em Prehistoric Isle in 1930, os jogadores controlam aviões de combate biplanos em uma ilha cheia de criaturas pré-históricas.

O jogo não foi portado para nenhum outro sistema, mas ganhou uma sequência em 1999, o Prehistoric Isle 2.

Enredo

Durante os anos 30, em uma rota comercial pelas Bahamas, vários aviões e embarcações estão desaparecendo misteriosamente pelas redondezas. Então, o governo dos Estados Unidos decide enviar uma expedição para esta área para determinar a causa. À medida que examinam o oceano, a expedição se depara com uma massa terrestre inexplorada que eles apelidam de “Greenhell Isle” e lançam dois biplanos de reconhecimento para olhar mais de perto. Ao investigarem a ilha, os biplanos são atacados por dinossauros, homens de Neanderthal e outras formas de vida que se pensavam estar extintas há milhões de anos. Por sorte, os dois pilotos dos biplanos são experientes e contam com uma arma experimental de grande poder de fogo.

Gameplay

Como dissemos, o Prehistoric Isle in 1930 é um shoot ’em up onde os jogadores jogador assume, o controle de biplanos armados e enfrentam diversas criaturas pré-históricas. Cada avião é equipado com uma metralhadora de ataque direto e podem também serem armados com um pod que pode ser rotacionado no sentido horário através da aeronave. A opção de ataque muda dependendo de onde o pod está posicionado:

  • Quando diretamente acima ou abaixo do avião, esta arma dispara ondas de energia que refletem ao contato com uma superfície;
  • Quando diagonalmente acima do avião, dispara bolas de energia que quicam em superfícies em um ângulo de 45 graus;
  • Quando diagonalmente abaixo do avião, larga as as bombas;
  • Quando diretamente na frente do avião, substitui a metralhadora padrão com o seu próprio lança-chamas;
  • Quando diretamente atrás do avião, a arma larga as minas aéreas.

Prehistoric Isle tem cinco fases, Forest, Airborne, On the Ground, Bottom of the Sea e Underground. Cada um dos níveis tem um chefão final e, exceto pela segunda fase, um subchefe.

Epílogo

Quando a investigação foi concluída, os biplanos aterrissam de volta a bordo do barco voador. É hora da expedição voltar à civilização e compartilhar suas descobertas chocantes sobre a existência da vida pré-histórica. No entanto, um bando de pterossauros colide com o barco voador, matando todos a bordo. Assim, os desaparecimentos continuarão sendo um enigma e a expedição tornou-se outra vítima desta região – o Triângulo das Bermudas.

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