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Defenestrando USAAF Mustang (1990)

15 de outubro de 2017
Defenestrando USAAF Mustang (1990)

Confira o gameplay do USAAF Mustang (1990) neste vídeo do canal Defenestrando Jogos que estamos adicionando aqui, neste domingo, para você ter alguma coisa construtiva para assistir.

Como o de costume, o vídeo é bem descontraído, informativo e traz várias informações e curiosidades que compilamos e reunimos com outros dados para construir este post.

USAAF Mustang é um jogo de tiro estilo shoot ’em up de rolagem horizontal que foi desenvolvido pela Nihon Maicom Kaihatsu (NMK) e lançado originalmente nos fliperamas pela UPL em maio de 1990. Ele recebeu um port para o Mega Drive lançado pela Taito em 1991, sendo rebatizado de Fire Mustang neste console.

O jogo se passa numa Segunda Guerra Mundial ficcional, com os jogadores pilotando os famosos caças americanos P-51 Mustang e enfrentando as forças do Eixo.

O USAAF Mustang é um game desafiador e, embora siga apenas o padrão dos games do gênero e apresente apenas um tipo de arma e uma bomba, tem seu mérito.

Enredo

Não encontrei muitas informações oficiais sobre o enredo do USAAF Mustang, mas este se passa em uma campanha fictícia da Segunda Guerra Mundial, com pilotos da United States Army Air Forces (o ramo das forças armadas americanas que precedeu a Força Aérea Americana) encarando a Lutftwaffe nazista e o Imperial Japanese Navy Air Service. Eles vão percorrer locais na Europa e Asia contra alguma destas potências do Eixo.

Gameplay

Como dissemos, o USAAF Mustang é um horizontal scrolling shoot em ‘up padrão com apenas um tipo de arma disponível e uma bomba. Os jogadores vão enfrentar várias fases cheias de uma grande variedade de diferentes aeronaves e artilharia terrestres. No fim de cada estágio, um chefão espera os pilotos, sendo geralmente um grande avião, tanque, navio ou submarino.

Curiosidades

  • A versão pirata do jogo (bootleg) usa a trilha sonora do jogo Raiden, desenvolvido pela Seibu Kaihatsu em 1990. Todas as músicas e todos os efeitos sonoros do jogo estão presentes nessa versão bootleg;

Imprecisões históricas

Devido às liberdades tomadas pelos criadores do USAAF Mustang, existem várias incongruências históricas no jogo:

  • A primeira missão do game acontece em 1940 perto da Espanha, mas este era um país neutro e nunca se juntou ao Eixo, sendo no máximo um regime simpático aos socialistas alemães;
  • Os Estados Unidos não tinham entrado na guerra até dezembro de 1941;
  • O chefão da segunda fase é um submarino de cruzeiro japonês. Entretanto, exceto considerando algumas experiências feitas pelos alemães com seus Uboats, nem a Marinha Imperial Japonesa e nem outras marinhas contavam, então, com este tipo de embarcação;
  • O Mustang P-51 não estava disponível para operações até o final de 1943;
  • Existem outras imprecisões mais óbvias como os mísseis teleguiados, algo que foi certamente usado para aumentar o desafio do jogo.

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Defenestrando Pit-Fighter (1990)

8 de outubro de 2017
Defenestrando Pit-Fighter (1990)

Assista ao grande clássico Pit-Fighter sendo defenestrado neste vídeo bastante descontraído e informativo que estamos adicionando aqui para você conferir no domingão.

Este vídeo do jogo de luta do fliperama dos anos 90 foi feito pelo canal Defenestrando Jogos e traz, além das imagens do antigo game, bastante informações e curiosidades sobre o mesmo. Nós usamos estes dados para montar esta publicação, diga-se de passagem.

Pit-Fighter é um jogo de luta desenvolvido e lançado pela Atari originalmente em agosto de 1990, para os arcades. Inovador, o Pit-Fighter chamava muita atenção nos fliperamas, especialmente por causa do tamanho da máquina, feito para abrigar três jogadores ao mesmo tempo; seu tema, inspirado em filmes de pancadaria dos anos 80; e o uso de gráficos digitalizados como sprites, algo nunca visto em games do gênero até então, antecedendo em dois anos o Mortal Kombat nesta característica.

Embora pareça que existem muitas críticas negativas a respeito do Pit-Fighter atualmente, a verdade é que ele reinou nos fliperamas que eu frequentava até a chegada do Street Fighter II: The World Warrior. Não me lembro da galera falando mal nesta época, mas sim muitos colegas e amigos comentando por causa dos motivos citados acima. Eu não cheguei a jogar muito este clássico, mas lembro que ele era maneiro até de assistir.

O sucesso do Pit-Fighter foi suficiente para lhe garantir uma enorme quantidade de ports para vários outros sistemas. O game ganhou versões para Atari 7800 (protótipo), MegaDrive/Genesis, Master System, Game Boy, Atari Lynx, Super Nintendo, Amstrad, Atari ST, Commodore Amiga, Commodore C64, MS-DOS e Sinclair ZX Spectrum. Ele também saiu em formas de compilações ou junto com outros games para outras plataformas, como o Commodore Amiga (1992, Pit Fighter/Super Space Invaders); Windows (17 de fevereiro de 2006, Midway Arcade Treasures Deluxe Edition), Mega Drive (1995, Telstar Double Value Games: Pit-Fighter / Wrestle War), PlayStation 2 (2004, Midway Arcade Treasures 2); Xbox (11 de outubro de 2004; Midway Arcade Treasures 2), GameCube (14 de outubro de 2004; Midway Arcade Treasures 2); Xbox 360 (6 de Novembro de 2012, Midway Arcade Origins) e PlayStation 3 (6 de Novembro de 2012, Midway Arcade Origins).

Apesar disto, o Pit-Fighter não ganhou nenhuma sequência. Parece que estavam planejando uma para o Genesis (Mega Drive) com mais personagens jogáveis mas desistiram. Veja mais informações nas curiosidades.

Enredo

Em Pit-Fighter, três lutadores, cada um com suas próprias técnicas, vão participar de um campeonato de luta underground. Buzz, um ex-lutador de luta livre muito forte, Ty, um kickboxer muito ágil, e Kato, um faixa preta terceiro grau muito veloz, vão galgar seu caminho até o topo das lutas enfrentando e derrotando outros lutadores de rua até derrotar o campeão, o misterioso Masked Warrior.

Os oito adversários (não são jogáveis) e o nome dos atores que os interpretaram em parenteses, que os protagonistas vão ter que encarar são:

  • Executioner (John Aguire);
  • Southside Jim (James Thompson);
  • Angel (Angela Stellato);
  • C.C. Rider (Rich Vargas);
  • Mad Miles (Miles McGowan);
  • Heavy Metal (Kim Rhodes);
  • Chainman Eddie (Eddie Venancio);
  • Masked Warrior (Bill McAleenan).

Gameplay

Posso dizer que o Pit-Fighter é um jogo de luta competitivo com um pouco da jogabilidade beat ’em up, algo que também vi no Street Smart (SNK), Violence Fight (Taito) e no Mat Mania (Technōs). Os lutadores se movimentam em 8 direções, podem combinar variados golpes, arremessar objetos nos oponentes e usar armas. Só que, ao invés de enfrentar vários adversários por uma série de fases, em Pit-Fighter, até três lutadores enfrentam cooperativamente uma variedade de lutadores de rua em partidas mais ou menos justas (às vezes, vem dois contra um e a multidão interfere frequentemente).

Tem também um power-up chamado de power pill que deixa o cara verde, mais forte e mais resistente. A multidão, além de apunhalar os lutadores, vai empurrar de volta pra arena qualquer um que sair fora dela. Tem também um gordão barbudo que tenta dar uma porretada que, quando derrubado, dropa o porrete que pode ser usado pelo jogador.

A cada três lutas, uma fase de bônus chamada de Grudge Match aparece. Nestas lutas, o jogador tem que encarar um clone do seu personagem, se estiver jogando sozinho, ou os outros jogadores, se for no multiplayer. As Grudge Matches são vencidas quando o oponente é derrubado três vezes (ao contrário das lutas normais que terminam quando um dos lutadores perde toda a energia), mas o perdedor não é eliminado da partida, só não ganha a grana extra do vencedor.

A última luta é, invariavelmente, contra o Masked Warrior, uma entidade misteriosa que mais parece um sujeito que curte sadomasoquismo. Se for uma partida multiplayer, os jogadores vão se enfrentar antes de cair na porrada contra este tipo.

Pit-Fighter também conta com impressionante zoom na câmera lado a lado, embora um um pouco falho como experiência de jogo. Vale frisar que apenas na versão gabinete dedicado é que os três protagonistas podiam ser jogados simultaneamente.

Curiosidades

  • A edição 49 da EGM (de agosto de 1993) exibiu uma matéria de 2 páginas sobre a sequência que estavam planejando para o Pit-Fighter. A revista afirmou que o projeto estava 75% completo e seria lançado no último trimestre do ano para o Genesis. Kato, Buzz e Ty iriam retornar junto com três novos lutadores selecionáveis: Connor (campeão de karatê), Tanya (Roller Queen) e Chefe (Ex-guarda-costas). As imagens mostravam dois lutadores controlados pela CPU Helga (nível 1) e Jay-Jay (nível 2). De acordo com as imagens, parecia mais uma requentada no original, com gráficos aprimorados e novos lutadores;
  • O porte de Pit-Fighter para MS-DOS inexplicavelmente utiliza um algoritmo de redimensionamento de sprites que os estende apenas na vertical. Isso resulta em um aspecto de lutadores esquisitamente magros na tela;
  • O Pit-Fighter estava disponível tanto em gabinetes dedicados como em kits de conversão. As versões foram convertidas eram normalmente o jogo alojado em máquinas para dois jogadores, enquanto a máquina dedicada suportava até três jogadores. As versões dedicadas tinham monitores de 25 polegadas, mas, eventualmente, muitas dessas máquinas adaptadas para o Street Fighter II The World Warrior;
  • Pit-Fighter foi originalmente lançado como um jogo dedicado. 5.500 unidades foram produzidas nos EUA e 1000 na Irlanda para a distribuição europeia. O preço de venda foi de 2495 dólares em sua época de lançamento;
  • A versão kit de conversão foi lançada em março de 1991. 400 kits foram produzidos nos EUA e 155 na Irlanda. O preço de venda do kit foi de 995 dólares.

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Defenestrando Growl (1991)

1 de outubro de 2017
Defenestrando Growl (1991)

Confira o gameplay do Growl, um beat ’em up dos anos 90, sendo defenestrado neste vídeo, que estamos adicionando aqui para fazer sua domingueira mais interessante.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e compartilha muitas informações e curiosidades conosco, dados quais usamos para montar esta publicação.

Growl, conhecido no Japão como Runark (ルナーク), é um beat ’em up desenvolvido pela Taito e originalmente lançado pela firma para os fliperamas, em janeiro de 1991. Growl se passa no Século XX, onde o jogador controla um patrulheiro florestal muito parecido com o Indiana Jones que tem que proteger a vida silvestre de um grupo de caçadores malvados que estão levando os animais à extinção.

O jogo foi portado posteriormente para o Mega Drive/Genesis, em 1991, e, em 2005, ganhou também uma versão para o PlayStation 2, na coletânea Taito Memories Joukan.

Eu notei uma similaridade no enredo e no estilo de armas e inimigos com o clássico Cadillacs and Dinosaurs, da Capcom. Você concorda?

Enredo

Em algum ponto do século passado, um grupo anda a praticar a caça predatória, matando de forma imprudente animais silvestres e os levando à beira da extinção. Quatro jovens guardas da reserva florestal desafiam estes malvados caçadores, colocando suas vidas em risco no lugar dos animais. Porém, os vilões fazem para eles a seguinte proposta: Permita a caça com lucros vantajosos para todos ou morram!

Gameplay

Como eu disse, o Growl é um beat ’em up, onde os jogadores enfrentam uma grande quantidade de inimigos na porrada, combinando golpes ou com ajuda de armas que podem recolher no decorrer do game. Pode ser jogado por até quatro pessoas simultaneamente, que podem escolher um dos quatro diferentes guardas florestais, cada um com diferentes características (saúde, ataque e salto).

Os controles se movimentam nas 8 direções e contam com dois botões de ação, ataque e salto. Ao pressionar ambos os botões enquanto está rodeado por inimigos, o jogador pode realizar um ataque especial que atinge todos os inimigos ao seu redor. Um salto mais longo pode ser conseguido ao pressionar ambos os botões enquanto mantém pressionado o joystick pra cima.

Os personagens podem adquirir armas destruindo barris e caixotes de madeira ou desarmando certos inimigos. Há um total de oito armas que podem ser obtidas: três armas corpo a corpo (um cano, uma espada e um chicote), duas armas de arremesso (facas e granadas de mão) e três armas de fogo (uma pistola, uma metralhadora e um lança-foguetes). Os barris e caixotes também podem ser carregados e arremessados nos inimigos. Quando a metralhadora ou o lança-foguetes ficam sem munição, estes ainda são empunhados pelo jogador como armas de combate corpo a corpo. A pistola, por outro lado, pode ser atirada pelo jogador depois que todas as balas são usadas. O jogador pode soltar sua arma atual pressionando os dois botões simultaneamente. Se uma arma fica no chão após um determinado período, ela desaparecerá totalmente.

Existem sete fases comuns, chamadas de rounds, e uma de bônus, somando um total de oito estágios. e um jogo de bônus, para um total de oito estágios. Os locais das fases incluem uma cidade, um trem em movimento, um barco, uma selva, uma caverna e o esconderijo dos caçadores. Existem seis tipos de personagens inimigos ao longo do jogo, excluindo o chefe final (que tem duas formas). Há também ajudantes de animais que ajudarão o jogador depois de serem resgatados de um caçador, como uma águia, um rebanho de veados e um elefante.

Existem também quatro variações de jogo, que podem ser determinadas pelas configurações de dipswitch:

  • A configuração comum de dois jogadores, usada na maioria dos gabinetes de dois jogadores;
  • Um modo de quatro jogadores com slots de moeda individuais para cada jogador, também visto na maioria dos gabinetes de 4 jogadores, como Crime Fighters, Gauntlet e Quartet;
  • Um modo pra quatro jogadores com dois gabinetes ligados por um cabo especial;
  • Um modo de quatro jogadores que usa dois slots de moedas para todos, geralmente visto em gabinets de Trog, entre outros de quatro jogadores que usam dois slots de moeda.

Curiosidades

  • Na tela título consta que Growl foi lançado em 1990, mas o game saiu apenas em 1991. Será que eles acharam que ia sair mais cedo mas acabou atrasando uns dias?
  • Este jogo foi dedicado ao falecido Sr. Katsujiro Fujimoto;
  • Growl proíbe as iniciais “SEX” na tabela de pontuação. Se você tentar, as iniciais são automaticamente alteradas ‘KOU’.

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Defenestrando Art of Fighting [1992]

24 de setembro de 2017
Defenestrando Art of Fighting [1992]

Assista o grande clássico de luta da SNK, Art of Fighting, sendo defenestrado neste vídeo que estamos disponibilizando aqui para você ter algo que você consegue assistir no domingo sem pegar câncer.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e, como de costume, além de mostrar o gameplay do Art of Fighting, compartilha também inúmeras informações e curiosidades sobre o mesmo, dados quais usamos para montar este post.

Art of Fighting (龍虎の拳 ou Ryūko no Ken) é um jogo de luta 2D desenvolvido e lançado pela SNK em setembro 1992, originalmente, para os arcades japoneses. Foi o primeiro game da série de mesmo nome (a segunda franquia de luta da SNK) e é um dos grandes nomes do gênero, sendo indiscutivelmente um clássico.

O Art of Fighting entrou sério na competição deste tipo de jogo depois que o Street Fighter II e o Mortal Kombat escancararam a porta do mercado e obteve o sucesso que os outros clones e pretensos concorrentes jamais tiveram. Isto justificou não apenas duas sequências Art of Fighting 2 (1994) e Art of Fighting 3: The Path of the Warrior (1996), mas uma série de ports para outros sistemas:  Neo Geo AES, Neo-Geo CD, SNES, Mega Drive/Genesis, PC Engine CD, PlayStation 2, Wii (Virtual Console). O Art of Fighting foi apresentado em várias destas versões como parte de coletâneas.

Enredo

Ryo Sakazaki e seu amigo e rival Robert Garcia partiram para encontrar a irmã de Ryo, Yuri, que foi seqüestrada pelo Sr. Big. O bandido levou a menina afim de atrair Takuma Sakazaki, o pai de Ryo e o criador da forma fictícia do karatê conhecido como Kyokugen Karate (“Extreme Style”) e também porque Ryo se recusou a trabalhar para o Mr. Big.

Ryo e Robert enfrentarão vários adversários até encarar o Mr. Big. Quando este é derrotado, os protagonistas devem enfrentar, no topo de um penhasco, o enigmático Mr. Karate, quem, no final das contas, é o próprio Takuma Sakazaki.

Gameplay

Art of Fighting é um jogo de luta de artes marciais entre dois personagens que conta com dois personagens selecionáveis no modo 1 jogador (Ryo e Robert) e oito no modo de 2 jogadores. O Mr. Big e o Mr. Karate podem ser jogados na versão de arcade Neo Geo MVS e a do console Neo Geo AES através de truques. Veja as dicas para ver como jogar com os chefões na versão de fliperama.

Este é o primeiro jogo de luta que apresenta zooms onde a câmera caminha quando os lutadores se aproximam ou se afastam um do outro. Este também é o primeiro jogo de luta a utilizar um medidor de especial que vai se esgotando toda vez que um movimento especial é executado. Quanto mais poderoso o movimento especial, mais ele é gasto. Quando o medidor está vazio, os movimentos especiais não podem mais podem ser feitos, mas, no entanto, você pode recarregar o medidor permanecendo imóvel e pressionando os botões A e B, o que te deixa indefeso.

Toda vez que o jogador derrota dois oponentes no modo história, ele vai participar de estágios de bônus, podendo escolher entre: Bottle Cut, onde os lutadores tem que cortar os topos das garrafas em uma mesa; Ice Pillar Smash, onde o lutador tem que reunir poder suficiente para destruir cinco blocos de gelo; e o Initiate Super Death Blow, onde o jogador tem que executar um super golpe em um específico número de vezes afim de aprender a usá-lo durante as batalhas.

O dano progressivo que cada lutador assimilou é mostrado em seus respectivos rostos.

Dicas

O Mr. Big e o Mr. Karate podem ser jogados na versão de arcade Neo Geo MVS, alcançando suas respectivas fases no jogo e tendo um segundo jogador entrando na partida.

Curiosidades

  • Art of Fighting foi o primeiro game da SNK a apresentar os designs de personagens do ex-ilustrador Shinkiro, quem iria fazer os designs dos personagens para os jogos Fatal Fury e The King of Fighters eventualmente;
  • Os eventos de Art of Fighting são bastante referenciados no universo ampliado da SNK. No The King of Fighters ’97, por exemplo, paródias dos eventos são apresentados no final;
  • O título deste jogo traduzido do japonês seria algo como “Dragon and Tiger Fist” ou “Punho do Dragão e do Tigre”;
  • Existe um bootleg (piratão) deste jogo conhecido como Fit of Fighting;
  • O design de Robert Garcia foi inspirado pelo famoso ator de filmes de pancadaria Steven Seagal;
  • O desing de Takuma Sakazaki foi inspirado pelo Masutatsu Oyama;
  • O Haou Shou Ken (ou como o jogo o colocou, o “Haow-Ken”) sofreu mudança na pronuncia devido a sua semelhança com o Hadouken da Street;
  • A posição de luta dos personagem e a sua vitórias dependem de quantos golpes eles levaram;
  • Lee Pai Long é chamado Lee Piron no código fonte do jogo.

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Defenestrando Ashura Blaster (1990)

17 de setembro de 2017
Defenestrando Ashura Blaster (1990)

Hoje, na domingueira, vamos assistir o Ashura Blaster, mais um jogo antigo de fliperama, defenestrado em vídeo. Como o de costume, estamos adicionando aqui para você ter algo decente pra assistir neste dia, alternativo à programação cancerígena dominical.

O Ashura Blaster foi jogado e narrado pelo Celso do canal Defenestrando Jogos, e o vídeo é bacana, com o game sendo apresentado de uma maneira responsável, porém sem frescura, com bastante descontração e tal.

Ashura Blaster é um jogo de tiro estilo shoot ’em up de rolagem vertical que foi desenvolvido pela Visco e lançado pela Taito para os fliperamas em março 1990. Não se encontra muitas informações sobre o enredo do jogo, mas parece que são dois pilotos são convocados para derrotar um exército inimigo, conduzindo poderosos helicópteros de combate para isto.

Apesar de ser um jogo muito bom, com bons gráficos e jogabilidade, não rendeu nem sequências e nem foi portado para outros sistemas, o que injustamente fez o Ashura Blaster um game bastante obscuro. Eu mesmo nunca tinha ouvido falar dele antes de assistir este vídeo.

Gameplay

Embora o gameplay do Ashura Blaster não fuja muito do padrão dos shoot ’em ups de sua época, ele tem uns elementos relativamente incomuns, como a possibilidade de escolher entre 1 a 4 configurações de bomba para cada fase e o fato dos inimigos não atirarem no jogador quando eles passaram por ele. Tem também uma bomba chamada S. Beam, que é a mais forte do jogo, e você faz a mira para um canhão laser que está estacionado em órbita na Terra.

Os jogadores atiram em inimigos no chão e no ar, recolhem power-ups e derrotam os chefões para passar de fase. O jogo possui cinco armas distintas, cada uma representada por uma cor e com características diferentes.

Curiosidades

  • Os caracteres em kanji na tela de título são lidos como Ashura, que é o nome de um demônio relacionado à luta;
  • O jogo proíbe entrar com as iniciais SEX na tabela de high score. Se você tentar, muda para REX;
  • Apesar que não fica explícito, o game foi desenvolvido pela Visco, e na segunda fase dá para ver “Visco” escrito
  • A versão americana tem a tela “Winners don’t use drugs” (Vencedores não usam drogas).

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Defenestrando Dogyunn (1992)

10 de setembro de 2017
Defenestrando Dogyunn (1992)

O gameplay de hoje é do Dogyunn, um jogo de fliperama de 1992 que foi defenestrado neste vídeo que adicionamos para você ter algo decente para assistir no domingão.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e traz, além de cenas do game, muitas informações e curiosidades que usamos para montar este post.

Dogyunn é um jogo de tiro estilo shoot ’em up de rolagem vertical onde você controla uma navinha e tem que enfrentar uma grande quantidade de inimigos. O game se parece muito com o Truxton e foi desenvolvido e lançado pela Toaplan em outubro 1992, para os fliperamas.

Apesar deste bullet hell ter gráficos, trilha sonora e jogabilidade muito bons (considerando a época em que foi lançado, evidentemente), o Dogyunn não foi portado para nenhum outro sistema nem rendeu sequências.

Enredo

O enredo é meio vago, consegui compilar umas informações pesquisando na Internet e comparando com as fornecidas pelo vídeo, mas se situa no futuro, quando o progresso da humanidade a levou à colonização de mais de cem planetas. No planeta Lagoon, uma força de segurança galáctica, chamada ISM, é estabelecida e equipada com a melhor tecnologia de combate espacial disponível, especificamente, a unidade de caças Sylfer.

Uma chamada de socorro chega da colônia no planeta Dino. Quando a ISM chega com os novos Sylfers, encontram uma enorme fortaleza mecânica que surgiu das profundezas do maior oceano do planeta. Depois de uma varredura da área, um enorme robô com tecnologia alienígena ataca e recua de volta para uma misteriosa fortaleza cercada por entidades mecânicas desconhecidas.

Isto faz com que os Sylfers restantes, os controlados pelos jogadores, a segui-lo. Agora, um desesperado combate se inicia.

Gameplay

Os jogadores tem que encarar 10 fases cheios de forças inimigas, projéteis, chefes enormes e checkpoints. As naves dos jogadores podem coletar uma das quatro armas diferentes: o tiro direto do Mega Shot, o errático e móvel Psycho Beam, o tiro comprido do o V-Laser e arma Homing Fire. Entre os pick-ups tem bombas, speed-ups e vidinhas extras. As naves têm a capacidade de aumentar sua velocidade e, se outro jogador estiver presente, elas podem se unir e combinar o seu poder de fogo.

Curiosidades

  • Dogyuun foi licenciado para a Unite Trading na Korea, para a Charterfield em Hong Kong e Sudeste da Ásia, para Atari Games nos USA e para a Taito no Japão;
  • O título desse jogo traduzido direto do Japonês é “bang!”, uma onomatopeia do som de um tiro;
  • Criaram uma capa do jogo se ele tivesse sido portado para o Mega Drive, mas isto nunca aconteceu, até onde consta. Parece que o hardware do gabinete do Dogyunn era bastante parecido com o deste console.

Informações técnicas

  • Identificação do jogo: TP-022;
  • CPU principal: Motorola 68000 (@ 16 Mhz);
  • Chip de som: Yamaha YM2151 (@ 3.375 Mhz), OKI6295 (@ 20.454 Khz);
  • Jogadores: 2;
  • Controles: Controle de 8 direções e 3 botões.

Dicas e manhas do Dogyunn

  • Se você ativar a “Invulnerability” na seleção de opções do jogo (dip switches), você torna as naves dos jogadores invulneráveis, além de poder pausar o jogo pressionando o botão Start do jogador 2 e resetando o jogo com o Start do jogador 1.

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Defenestrando o Golden Axe (1989)

3 de setembro de 2017
Defenestrando o Golden Axe (1989)

Domingão é dia de assistir gameplay de jogo e hoje vai ser o Golden Axe do fliperama, neste vídeo produzido e narrado pelo canal Defenestrando Jogos.

O vídeo é meio curto, só tem cerca de 15 minutos de duração, mas é bem informativo e descontraído, sendo uma boa opção para você não ter que assistir a porcariada dominical que passa na TV. Muitas das informações que usamos para montar este post foram retiradas do próprio vídeo.

Golden Axe (ゴールデンアックス: 戦斧) é um jogo de luta estilo beat ’em up de rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Sega em maio de 1989. O game é ambientado em um mundo de fantasia medieval, aonde três guerreiros unem suas forças para resgatar o Rei e a Princesa sequestrados pelo Death Adder.

Um dos maiores sucessos de todos os tempos da firma, o Golden Axe surgiu originalmente para os fliperamas (System 16-B) e foi portado para vários outros sistemas: Mega Drive/Genesis, Master System, Sega CD, MS-DOS, Amiga, Atari ST, Amstrad, Commodore 64, iOS, PC Engine CD, WonderSwan Color e ZX Spectrum.

Além destas várias outras versões, o Golden Axe foi o primeiro game de uma série de 8 games, composta dos beat ’em ups e spin offs, alguns muito bons e outros nem tanto:

  1. Golden Axe (1989)
  2. Golden Axe Warrior (1990, Master System)
  3. Ax Battler – A Legend of Golden Axe (Game Gear)
  4. Golden Axe II (1991)
  5. Golden Axe – The Revenge of Death Adder (1992)
  6. Golden Axe III (1993, Mega Drive)
  7. Golden Axe – The Duel (1994)
  8. Golden Axe – Beast Rider (2008, PS3 / XBOX 360)

Como não poderia faltar, o Golden Axe também ganhou fan games e clones, um deles sendo o Golden Axe: The Curse of Death Adder, desenvolvido no OpenBOR.

Alguns consideram o jogo um hack and slash, mas este termo era usado para definir alguns RPGs de mesa antigamente que eram focados no combate. Por alguma razão, começaram a distorcer este conceito nos videogames. Mas deve ser ignorância de jornalista bobalhão metido a gamer. De qualquer maneira, hack and slash ou não, Golden Axe envolve protagonistas encarando uma grande quantidade de inimigos com foco na pancadaria, o que se encaixa na definição de beat ’em up.

Enredo

Um terrível flagelo assola a terra de Yuria. A criatura reptiliana maligna mal Death Adder invadiu as aldeias pacíficas e as estradas dessa antiga terra, colocando a população à mercê da espada ou ainda pior. Seus exércitos de bandidos, esqueletos, fantasmas e outras criaturas assassinas agora assombram Yuria, aterrorizando os cidadãos inocentes e exigindo impostos cada vez mais incapacitantes ao povo, assim como os estados fazem na vida real. A comida está escassa, e há pouca esperança de liberdade.

A própria existência de Yuria agora está ameaçada: Death Adder seqüestrou o Rei e a sua filha, a bela Princesa, os mantendo cativos em seu próprio castelo. Death Adder também encontrou o Golden Axe, o emblema mágico da terra de Yuria, e planeja destruí-lo e matar a família real, a menos que todo o povo incline-se contra sua vontade, jurando juramento de fidelidade ao seu regime malvado, aceitando-o como seu mestre.

Parece haver poucas chances de derrotar Death Adder e livrar Yuria de suas hordas malignas – os exércitos do rei foram esmagados há muito tempo em batalhas brutais e sangrentas. Mas uma aliança de três guerreiros dos cantos mais distantes da terra, pode conseguir o impossível: Ax Battler, um bárbaro que teve sua mãe assassinada pelo Death Adder; Tyris Flare, uma amazona que teve seus pais assassinados pelo vilão e Gilius Thunderhead, um anão das minas de Wolud que teve seu irmão gêmeo assassinado pelo tirano maníaco.

Gameplay

O Golden Axe é um beat ’em up (que alguns chamam de hack and slash) com rolagem lateral (como já dissemos) e que conta com movimentação nas oito direções. Ele pode ser jogado por uma ou duas pessoas ao mesmo tempo (na maioria das versões), quando cada jogador escolhe um dos três protagonistas, o Ax Battler, o bárbaro que usa espada e tem o poder da terra, Tyris Flare, a amazona que também usa espada e tem o poder do fogo e Gilius Thunderhead, o anão que usa machado e tem o poder do raio. Os poderes são ativados de posse dos potes mágicos azuis que, quanto mais acumulados, mais força garantem para a magia.

Cada personagem tem um movimento para atacar inimigos que vem por trás que pode ser executado apertando os botões de ataque e pulo simultaneamente. Além disso, pressionar duas vezes para direita ou esquerda vai fazer o personagem correr. Quando assim, o herói pode incrementar seus ataques, tanto no solo como saltando. Correndo, o jogador pode usar o “encontrão” que derruba os adversários, além de  pular mais alto ou, se apertado o botão de ataque durante este salto, cravar a arma, algo que costuma matar a maioria dos inimigos de primeira.

Em determinados pontos durante o jogo, os jogadores vão se deparar com inimigos que montam criaturas. Se o jogador derrubar o adversário, ele poderá tomar o lugar dele e usar a montaria contra os inimigos.

Em determinados pontos durante um nível, bem como sobre os níveis intermitentes entre estágios, pequenas criaturas (tipo uns goblins) aparecem carregando um saco e roubam até dois potes de magia dos heróis. Estes podem acertar o goblins, fazendo-os derrubar alimentos (goblin azul) ou poções mágicas (o verde).

Golden Axe tem 5 fases mais 4 que são aquelas partes intermitentes caracterizada apenas pelos goblins tentando roubar os potes dos jogadores.

Curiosidade

  • Makoto Uchida, designer do Golden Axe, queria fazer um jogo semelhante ao Dragon Quest, mas, vendo como a Sega não estava gostando da ideia, ele e sua equipe acabaram pensando em personagens selecionáveis e magias chamativas que fariam um grande sucesso, e daí surgiu o Golden Axe, uma das grandes franquias da firma;
  • O kanji na tela de título se lê como “Senpu”, que significa “combate com machado”. Este é um exemplo de “gikun”, aonde os artistas japoneses usam o valor fonético de uma palavra para determinar o nome do jogo ao invés do significado da própria palavra;
  • No começo do jogo, os personagens encontram um personagem chamado Alex que morre pelos seus ferimentos. Será que era mais uma “profecia” sobre o então mascote da Sega, o Alex Kidd, que seria substituído em breve?
  • A versão japonesa é um pouco sangrenta em relação às versões ocidentais. Na sua demonstração, existe uma cena aonde Ax Battler surge na entrada de Turtle Village e arranca a cabeça de um inimigo, lançando-a para fora da tela. E, durante a escolha de personagens, a palavra “PLAYER SELECT” fica pingando sangue constantemente;
  • O jogo tenta punir o jogador que fica parado na tela, fazendo com que surja duas caveiras pretas muito rápidas mas bem fracas para atacá-lo, mesmo se houver inimigos com ele e o mesmo ficar fugindo deles sem atacar por muito tempo;
  • Muitas dos efeitos sonoros como as vozes em Golden Axe no arcade retirados dos filmes Rambo – First Blood e Conan, o Bárbaro.

Macete para restaurar vida no Golden Axe do fliperama

Jogando com duas pessoas, se a energia de um dos jogadores estiver igual a um, durante a tela dos goblins, ignore-os e desçam até a parte inferior da tela. O jogador “quase” morrendo deve ficar imóvel enquanto seu companheiro da dois golpes em sequência sem finalizar com um terceiro ataque, aguardando o personagem se recuperar e começar o processo até a única energia desaparecer. Feito isso, e só aguardar a mudança de fase e você verá que, no início do novo estágio, a energia do personagem estará completamente restaurada.

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Defenestrando Ikari Warriors [1986]

20 de agosto de 2017
Defenestrando Ikari Warriors [1986]

Assista ao defenestramento do Ikari Warriors, um grande título de 1986, feito pelo canal Defenestrando Jogos. Infelizmente, o vídeo é meio curtinho (tem quase 11 minutos) e não vai ser um bom substituto para a programação dominical, mas depois de conferir o gameplay, você pode jogar uma versão online do game em nosso site mesmo.

Ikari Warriors é um clássico jogo de tiro estilo run and gun e shoot ’em up desenvolvido e lançado pela SNK em 1986, originalmente para os fliperamas. Este game de rolagem vertical foi lançado na época em que havia muitos clones do Commando no mercado. Entretanto, o Ikari Warriors inovou em relação a esse game, trazendo os joysticks rotativos e a possibilidade de jogar simultaneamente por duas pessoas, superando tecnicamente o similar da Capcom e se tornando um sucesso instantâneo.

O grande sucesso o Ikari Warriors justificou ports para vários outros sistemas. Além do arcade, o game ganhou versões para Apple II, Amiga, Atari 2600, Atari 7800, Atari ST, Acorn Electron, Amstrad CPC, BBC Micro, Commodore 64, NES, MSX2, PC e ZX Spectrum. Além destes ports, ele também rendeu duas sequências oficiais, o Victory Road (1986) e o Ikari III: The Rescue (1989).

Gameplay

Em Ikari Warriors, os jogadores encarnam o Coronel Ralf e o Segundo Tenente Clark que tem que tentar alcançar a vila de Ikari, enfrentando hordas de inimigos que incluem tanques de guerra, soldados inimigos, minas e helicópteros. Uma série de power-ups ao longo do caminho e veículos que podiam ser usados pelos jogadores ajudavam-nos ao prosseguir no game.

Graças aos inovadores joysticks rotativos, em Ikari Warriors, os jogadores podem movimentar-se nas oito direções, assim como usar dois botões, um para a arma padrão e o outro para as granadas. Como já dissemos, o game também permitiu que se até duas pessoas jogassem simultaneamente, algo também que era novidade na época.

Curiosidades

  • De acordo com o designer do game, Keiko Iju, o jogo foi inspirado em filmes do Rambo, com inclusive seu primeiro nome baseado no título japonês do Rambo: First Blood Part II (Rambo: Ikari no Dasshutsu ou The Furious Escape);
  • Coincidentemente ou não, o game Rambo: First Blood Part II, do Master System, tem o gameplay bastante similar ao Ikari Warriors;
  • Stan Szczepanski detém o recorde mundial oficial Guinness do game, com 1.799 mil pontos;
  • Ikari Warriors foi o primeiro game de sucesso a usar joysticks de oito direções. O TNK III, lançado em 1985, também da SNK, foi o primeiro a usar tais controles, mas não fez tanto sucesso;
  • O jogo foi intitulado apenas como Ikari (怒, “fúria”), originalmente, no Japão;
  • Seus personagens principais Ralf e Clark se tornaram muito famosos em outro jogo da SNK, o King of Fighters, no time que leva o nome deste primeiro jogo;
  • Ralf e Clark também fazem pontas nos Metal Slug 6 e 7;
  • A SNK também lançou um clone do Ikari Warriors em 1987 chamado Guerrilla War (chamado de Guevara, no Japão). O jogo apresenta os sociopatas, genocidas e socialistas Che Guevara e Fidel Castro como protagonistas.

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Defenestrando Wonder Boy do Fliperama [1986]

13 de agosto de 2017
Defenestrando Wonder Boy do Fliperama [1986]

Assista o Wonder Boy do fliperama sendo defenestrado neste vídeo que estamos adicionando aqui para você começar bem o seu domingão, sem precisar de assistir o chorume que normalmente passa na TV neste dia.

O vídeo foi produzido e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e ele apresenta, além do gameplay do jogo, umas boas informações que utilizamos para montar esta publicação.

Wonder Boy (ワンダーボーイ) é um jogo de plataforma desenvolvido pela Escape (o antigo nome da Westone Bit Entertainment) e lançado pela Sega, em 1986, originalmente para os fliperamas.

O jogo foi um sucesso tanto de público quanto de mercado, o que certamente foi um dos incentivos para ser portado para vários outros sistemas, como o Amstrad CPC, Commodore 64, Game Gear, Sega Mark III/Master System, SG-1000, Mobile Phone, Wii (Virtual Console), ZX Spectrum e PlayStation 4.

Também deu origem a outros 5 jogos que fazem parte da série principal: Wonder Boy in Monster Land, Wonder Boy III: Monster Lair, Wonder Boy III: The Dragon’s Trap, Wonder Boy in Monster World e Monster World IV.

Em outubro de 2016, o game também ganhou um remake chamado Wonder Boy Returns, desenvolvido pela CFK.

Além destes ports, outros jogos da série e o remake, existe uma miríade de clones e jogos que riparam elementos do Wonder Boy, o que também é prova do impacto deste grande título.

Enredo

O protagonista do game, chamado de Tom-Tom na versão do Master System e simplesmente como “Menino” nas versões japonesas, é um garoto ilhéu e tribal estilo homem das cavernas. O Dark King (conhecido como Drancon na versão Game Gear), sequestrou a namorada do Wonder Boy, Tina (renomeada Tanya na versão Master System), e agora ele tem que invadir os domínios dessas criaturas para resgatá-la, reunindo itens úteis para conquistá-la ao final da jornada.

Gameplay

O Wonder Boy, como dissemos, é um jogo de plataforma. Nele, o jogador deve guiar o herói através de sete áreas, cada uma composta por quatro rounds. As fases sempre rolam da esquerda para a direita, com algum movimento vertical, e consistem em florestas, colinas, oceanos, cavernas, palácios de gelo e, ocasionalmente, terras das montanhas.

O protagonista pode armar-se com um machado de pedra, que ele pode jogar contra inimigos que se aproximam; usar um skate, com o qual ele pode correr rapidamente pelos níveis e sobreviver a um ataque de um inimigo; e contar com a proteção temporária de um anjo que lhe permite destruir inimigos simplesmente passando por eles. O jogador adquire tais vantagens se quebrar os ovos abertos, que podem também conter surpresas desagradáveis, como maldições que o fazem perder a vitalidade mais rapidamente do que o habitual e cogumelos venenosos que acabam com toda a saúde do Wonder Boy de uma só vez. Os ovos ruins estão cobertos de manchas vermelhas, enquanto os bons são totalmente brancos.

O jogador deve controlar o medidor de vida, que constantemente corre a um ritmo constante e só pode ser reabastecido coletando frutas ao longo dos níveis. Há também uma boneca para colecionar em cada nível que duplica os pontos de bônus atribuídos no final destes. Se todas as 28 bonecas forem coletadas, uma oitava área é desbloqueada.

No final de cada área, o herói encontrará uma encarnação do principal antagonista como chefão. Uma vez vencida a batalha, a máscara do senhor poderoso voa e se transforma em um item como uma xícara de chá ou um pedaço de fruta para o menino coletar. O feiticeiro maligno, em seguida, faz sua fuga.

Um modo alternativo de dois jogadores está disponível onde cada jogador reveza sempre que o outro perde a vida.

 

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Defenestrando G-LOC: Air Battle (1990)

6 de agosto de 2017
Defenestrando G-LOC: Air Battle (1990)

Assista mais um Fliperama Nostálgico com o G-LOC: Air Battle, um shooter de 1990 sendo defenestrado pelo Celso em seu canal.

Como fazemos em quase todos os domingos, estamos disponibilizando aqui mais um gameplay de jogo antigo para você ter ao menos uns 20 minutinhos de algo assistível neste dia. O vídeo é bem legal e informativo. Nós usamos algumas destas informações para montar este post.

G-LOC: Air Battle é um jogo de tiro e combate aéreo desenvolvido e lançado pela Sega em abril de 1990, originalmente para os fliperamas do Japão. É, também, sequência do clássico After Burner, adotando do seu antecessor de 1987 muita ação e sua jogabilidade meio limitada, embora com um ritmo visivelmente reduzido. Isto acabou tornando a sobrevivência em G-LOC mais uma questão de habilidade do que a jogabilidade ‘shoot´n hope” do After Burner e After Burner II.

No game, o jogador é um piloto de um caça aéreo experimental (chamado de A8M5 que recebe upgrades até se tornar o A8M6) participando de batalhas aéreas contra outros aviões. Ele foi lançado em três versões diferentes de gabinetes, uma para jogar sentado, outro para jogar em pé e uma muito incrementada que girava em 360 graus, a R-360, que simulava a sensação de pilotar um caça e adicionava mais dinâmica ao jogo.

 

O G-LOC: Air Battle foi portado para vários outros sistemas, como o Master System (1990), Mega Drive (1991), Game Gear (1993), Amstrad CPC (1991, “G-R360 Loc”), Commodore Amiga (1992), Commodore C64 (1992, “G-R360 Loc”) e Sinclair ZX Spectrum (1992, “G-R360 Loc”), embora estas versões sejam pálidas em comparação com o original.

Gameplay

O G-LOC: Air Battle é um jogo de tiro e de simulador de combate aéreo com a ação vista em primeira pessoa dentro da cabine do caça, mas, quando algum míssil inimigo ficava travado em seu encalço, o ponto de vista muda para a perspectiva de terceira pessoa semelhante a do After Burner. Nesta hora, o jogador deve rolar e girar para escapar do perseguidor. Se obtiver sucesso, o jogo voltaa à perspectiva em primeira pessoa.

A aeronave do jogador está armada com uma metralhadora e um número limitado de mísseis que podem ser travados e lançados nos inimigos, que são recuperados ao passar de fases. O jogo faz com que o jogador atravesse uma variedade de diferentes paisagens, incluindo ilhas, planícies e cânions.

Eventualmente, o jogador deve tentar pousar seu caça em um porta-aviões com sucesso, senão é game over. Se o caça levar muitos tiros ou o tempo do jogo acabar (você perde tempo se colidir), também é game over. O jogador ganha mais tempo e avança pelas fases alcançando metas que são definidas em cada estágio.

Os jogadores escolhem quais objetivos destruir, como navios, caças a jato ou tanques. Eventualmente, os jogadores irão atacar chefes como o War Balloon, o Bomber e o adversário final, um inimigo que usa o mesmo avião que o jogador, exceto com maior durabilidade e força.

Curiosidades

  • G-LOC é a abreviação para “G-force induced Loss of Consciousness”, ou “Perda de Consciência Induzida por Força G”;
  • O R360 – G-Loc Air Battle é uma versão melhorada do G-LOC e um simulador que literalmente fazia o cabinete do jogo girar 360º.

Série

Como dissemos, o G-LOC: Air Battle é parte da série After Burner. Esta, por sua vez, é composta de 9 games:

  1. After Burner (1987);
  2. After Burner II (1987);
  3. G-LOC – Air Battle (1990;
  4. R360 – G-LOC Air Battle (1990);
  5. Strike Fighter (1991);
  6. Sky Target (1995);
  7. Sega Strike Fighter (2000);
  8. After Burner Climax (2006);
  9. After Burner – Black Falcon (2007).

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Defenestrando The Super Spy (1990)

30 de julho de 2017
Defenestrando The Super Spy (1990)

Assista o defenestramento do The Super Spy, um jogo de 1990 que combina tiro em primeira pessoa, beat ’em up e elementos de RPG.

O vídeo foi feito pelo canal Defenestrando Jogos e, como de costume, mostra bem o gameplay e traz algumas informações e curiosidades sobre o game que foram usadas neste post. Estamos adicionando o vídeo aqui para você ter algo assistível no domingo.

O The Super Spy (ザ・スーパー・スパイ)é um jogo lançado nos primórdios do Neo Geo pela SNK onde o jogador encarna um agente secreto que deve se infiltrar em um esconderijo cheio de terroristas e derrotar todos os bandidos. Foi lançado originalmente para os fliperamas e só só foi portado para o Neo Geo (1991) e o Neo Geo CD (1994).

Enredo

O enredo gira em torno de Roy Heart, um agente da CIA que precisa percorrer andares de escritórios e armazéns para acabar com o Zolge King, um grupo de terroristas responsável por horríveis assassinatos de milhares de pessoas num atentado com bombas no metrô. Como o Sr. Heart, o jogador abre caminho através da bala e da porrada através da fábrica de bombas dos terroristas para achar os responsáveis.

Gameplay

Como dissemos, o The Super Spy mistura elementos de vários gêneros, como luta, FPS e RPG. A movimentação no jogo é feita basicamente através de ataques e apenas avançando ou retrocedendo nos corredores. O jogador também pode desviar, fazer o strafe, inclinar e defender e só pode avançar depois que todos os inimigos do campo de visão são eliminados. Ocasionalmente, o jogador pode avançar para os quartos para salvar reféns ou emboscar os inimigos.

Salvar reféns recupera energia, pode reparar ou fazer upgrades etc. O protagonista também pode ganhar experiência matando os inimigos, o que pode lhe fazer avançar níveis e aumentar seu poder de ataque.

O sistema de combate melee parece com o Mike Tyson’s Punch-Out!! e o jogador conta quatro tipos de ataque: socar, chutar, faquinha (que perde poder e fica enferrujada com o uso) e pistola (com munição limitada). Como dissemos, estes ataques podem receber upgrades. Por exemplo, alguns reféns podem garantir uma metralhadora semiautomática. As armas de fogo também podem ser usadas para explodir vários materiais explosivos e infligir dano aos inimigos.

Os inimigos consistem principalmente de homens mascarados, ninjas e pistoleiros que se tornam mais fortes à medida que o jogador progride pelos níveis. Eles vão sendo variados com palette swap. Existem sub-chefes como engenheiros, cientistas e uns bombados. Para terminar o jogo, ambos os chefes da primeira missão devem ser eliminados e todos os seis na segunda missão.

Curiosidades

  • The Super Spy foi lançado em 8 de outubro de 1990;
  • O game é um dos 12 primeiros jogos a serem lançados pela SNK para seu então novo console, o Neo Geo AES e para o sistema de arcade MVS. Além de Super Spy também saíram jogos como Magician Lord, NAM-1975, Ninja Combat, Riding Hero, Cyber Lip, Baseball Stars Professional, Puzzled e um jogo de Mahjong;
  • The Super Spy usa um esquema similar ao Crossed Swords, porém este é mais focado no RPG e hack & slash, ao invés de tiro e luta.
  • O lider dos terroristas, o King, tem um leve Semelhança com Geese Howard quando veste seus ternos em Fatal Fury e The King of Fighters, outros games da SNK.

Saiba Mais

  • Super Spy Doom – Um mod para (GZ)Doom que usa gráficos e elementos do The Super Spy misturado com tiradas típicas de filmes de ação consagrados.

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Defenestrando Aliens (1990)

23 de julho de 2017
Defenestrando Aliens (1990)

Assista o jogo Aliens de 1990 sendo defenestrado neste vídeo, que estamos adicionando aqui para que você tenha pelo menos meia horinha de algo assistível neste domingo.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e, como sempre, apresenta muitas informações e curiosidades interessantes, as quais usamos para montar esta publicação.

Aliens é um jogo de tiro desenvolvido e lançado pela Konami em março de 1990, apenas pros fliperamas. É baseado no excelente filme Aliens, O Resgate (Aliens), de 1986, e é considerado razoavelmente fiel, embora contenha elementos que não estão presentes na obra cinematográfica.

Enredo

57 anos se passaram desde que Ellen Ripley fugiu da sua nave em uma cápsula de fuga, quando esta foi invadida por uma criatura alienígena que matou todos seus companheiros. Ela foi encontrada vagando pela galáxia e seus relatos não foram muito bem aceitos pela Corporação Weyland-Yutani, que no passado havia lhe contratado. Descobrindo que o planeta de onde a criatura surgiu foi colonizado, Ripley e uma equipe formada por fuzileiros espaciais (não tão durões como o Doomguy, pro azar deles) vão se deparar com uma terrível revelação.

A ação do jogo começa quando a única sobrevivente da colônia, Newt, é levada pelos Aliens, o que corresponde aos 20 ou 25 minutos finais do filme. Ripley e o Cabo Hicks correm para salvá-la a qualquer custo, antes que a explosão iminente do planeta aconteça.

Gameplay

Aliens é um jogo de tiro de rolagem lateral com elementos de shoot ’em up e run and gun, onde o jogador tem que se defender de hordas de alienígenas hostis e brutais, parecendo um pouco também com beat ’em up. Em algumas partes do game, a perspectiva e o gameplay muda para algo tipo rail shooter.

Os jogadores podem escolher controlar a Ripley oy Hicks, que começam com uma smartgun, podendo pegar armas melhores como lança chamas, mísseis ou lança granadas. Os jogadores começam com vários pontos de saúde que são perdidos na medida que são atacados pelos aliens. Se todos estes pontos acabam, o jogador perde uma vida.

Cada fase contém um chefão no seu final e os jogadores terão que vencê-lo para proceder para a próxima.

A versão japonesa do Aliens é muito diferente das versões de outros países:

  • Ambos os níveis de condução da APC foram totalmente apagados;
  • O resgate de Newt foi totalmente retirado;
  • Muitos dos alienígenas, zumbis e chefões podem ser mortos com poucos tiros;
  • Armas especiais e bombas aparecem muito mais frequentemente, dropando do céu para os jogadores usarem em intervalos regulares;
  • Se um jogador estiver carregando uma arma que já está com power-up, o próximo drop é uma vida extra.

Curiosidades

  • Um gabinete de Aliens é visto no jogo The Simpsons. No entanto, é revelado que um Xenomorph que afugenta um Mutante do Espaço (a franquia de filmes recorrente na série de TV) é a Marge Simpson dentro da fantasia;
  • Michael Jackson possuía uma máquina deste jogo que foi vendida no leilão oficial do cantor em 24 de abril de 2009, quando ele já estava falindo.

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Defenestrando o Michael Jackson’s Moonwalker [Arcade] (1990)

16 de julho de 2017
Defenestrando o Michael Jackson’s Moonwalker [Arcade] (1990)

Assista o Celso defenestrando o Michael Jackson’s Moonwalker, neste vídeo publicado em seu canal, no dia 18 de maio de 2015.

Além de exibir o gameplay para você desfrutar deste game grande (sem ter que precisar de assistir a porcariada televisiva de domingo), o vídeo também traz muitas informações e curiosidades a respeito do game. Nós usamos estes dados para montar este post.

Michael Jackson’s Moonwalker (マイケル・ジャクソンズ・ムーンウォーカー) é um jogo de luta desenvolvido pela Sega e lançado para o arcade (System 18), no dia 24 de julho de 1990. Baseado no filme de mesmo nome, Moonwalker é um beat ’em up isométrico em que Michael Jackson, junto com seu chimpanzé Bubbles, tenta salvar as crianças e derrotar o maligno Mr. Big.

A versão de fliperama é substancialmente diferente dos ports para o Mega Drive e Master System que, mesmo mantendo grande parte dos elementos desta, abandona a visão isométrica e a rolagem lateral sideways scrolling. O resultado final foi mais um jogo de plataforma ou algo parecido com o Shinobi, do que com o original do arcade.

Computadores como o Amstrad CPC, Atari ST, Commodore 64, Commodore Amiga, PC (MS-DOS), MSX e o ZX Spectrum ganharam versões do jogo com uma jogabilidade completamente diferente.

Embora eu tenha jogado exaustivamente o Moonwalker do Master, um jogo muito popular do console quando foi lançado, me lembro da versão de fliperama ter uns recursos impressionantes pra época. Seu enredo é deveras peculiar, misturando soldados futuristas, mafiosos, robôs, zumbis etc. É meio surreal imaginar como tudo isto se encaixaria, se fosse o foco do game.

Enredo

Como foi dito, o Michael Jackson’s Moonwalker é um jogo baseado no filme de 1988, uma antologia estrelada pelo próprio cantor pop. O game segue mais ou menos o seguimento Smooth Criminal do filme, onde Michael Jackson tem que resgatar as crianças e derrotar Mr. Big, seus capangas, máquinas mortais, mortos-vivos e outros inimigos que estão a serviço do mal. Jackson conta com a ajuda do seu chimpanzé Bubbles, que era seu bicho de estimação na vida real.

Gameplay

No beat ’em up, o jogador deve derrotar todos os capangas e inimigos a mando de Mr. Big em cada fase. Michael Jackson, ao invés de atacar com chutes e socos (como é a tradição do gênero), lança uns poderes energéticos com as mãos ou faz uma dança mágica que hipnotiza todos os inimigos da tela e os destrói, depois de acompanharem o protagonista na tal dancinha.

Alguns inimigos são derrotados com apenas um tiro e outros precisam de serem atingidos várias vezes para serem derrotados. É possível carregar o ataque de Michael segurando o botão de tiro, o que aumenta o seu dano. Se manter pressionado o botão de ataque por muito tempo, esta força extra se perde, precisando ser carregada novamente. No final de cada rodada, o chimpanzé de estimação de Michael, Bubbles, aparecerá. Se Michael toca Bubbles, ele vai se transformar em um poderoso robô. Depois de Michael se tornar no robô (chamado por alguns de Moonwalker), ele será capaz de disparar lasers e mísseis. Michael deve derrotar o chefe no final de cada rodada a fim de avançar para a próxima. Porém, se você não pegar o Bubbles, deverá enfrentar o chefão sem a esta transformação.

É possível jogar Michael Jackson’s Moonwalker com três jogadores simultâneos. Cada um usa uma cor diferente: Branca (jogador à esquerda), vermelho (jogador do meio) e preto (jogador à direita).

Trilha Sonora

Como não poderia deixar de ser, a trilha sonora do Moonwalker inclui músicas do próprio cantor. Elas são planos de fundo dos rounds (fases) do game:

  1. Cavern: “Bad
  2. Amusement Quarter: “Smooth Criminal
  3. Night Street: “Beat It
  4. Graveyard: “Another Part of Me
  5. Evil Fortress: “Bad

Outras músicas também rolam em outras partes do game, como Billie Jean, como em seu final.

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Vale a pena colecionar jogos lacrados?

25 de janeiro de 2017
Vale a pena colecionar jogos lacrados?

Este é um vídeo do canal Defenestrando Jogos onde se analisa se vale a pena colecionar jogos lacrados. Nele, o Celso Affini, o dono e apresentador do canal, dá a sua opinião a respeito de manter os jogos ainda em suas embalagens originais.

Ele afirma que as coleções de jogos são umas das mais bacanas e divertidas coleções que se pode ter, pelo simples fato de se poder jogar aqueles jogos incríveis do nosso passado. Mas e os jogos lacrados? O que se faz com um jogo que está no mesmo estado que saiu da fabrica?

Ele partilha da nossa posição de que games são para de jogar, neste vídeo, coincidentemente lançado este vídeo um dia depois em que nós mandamos este meme lá na nossa Curtas do Doomguy, zuando esses caras que se dizem gamers da velha guarda mas só ficam ajuntando tranqueira em casa, sem jogar nada. Como exemplo de contraponto, alguém que coleciona e joga, ainda usamos o próprio Celso como exemplo.

É claro que, se você tem interesse em guardar o produto lacrado para ele valorizar é uma coisa bem diferente de ficar com a parada sem serventia em casa, só pra ficar olhando ou mostrando pros outros, como quem não tem mais nada na vida (vai ver é o caso).

Para fazer os colecionadores mais mongolões exigentes arrancarem os cabelos, ele deslacrou umas relíquias no vídeo, como o Phantasy Star Online e mostrou também outros títulos de sua coleção.

E você? O que você acha disso tudo?

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Crossed Swords

21 de novembro de 2016
Crossed Swords

Crossed Swords é um jogo de ação em terceira pessoa em um mundo de fantasia medieval desenvolvido pela Alpha Denshi e lançado pela SNK, originalmente para o Neo Geo Arcade, em 1991. Ele também é categorizado, por algumas pessoas, como um action RPG hack ‘n slash, embora eu consideraria que ele é, essencialmente, um game de ação, mas que apresenta elementos e roteiro de RPG.

O game foi a segunda tentativa da SNK de lançar um RPG de ação, sendo o game Riding Hero a primeira. Ele também tem o gameplay similar a um outro game da SNK, o The Super Spy (1990), que mistura tiro em primeira pessoa com beat ’em up, também com elementos de RPG.

O resultado, então, é um game um tanto quanto não usual, como vocês poderão assistir no vídeo, embora ele lembre um pouco o Dark Souls, segundo o Celso do Defenestrando Jogos.

Ele foi portado para o console Neo-Geo, posteriormente (1991), e rendeu uma sequência, o Crossed Swords 2.

Enredo

O enredo conta a história de um cavaleiro errante, o Knight of the Journey, que viaja através de uma terra encantada, Belkana,  onde encontra um vilarejo, o qual precisa da ajuda de um herói para eliminar os monstros e demônios que ali perturbam a paz. Entretanto, a ameaça não terminou ali. Das profundidades da montanhas de Graisa, o Lorde Demônio Nausizz ordena e comanda ataques nas comunidades, espalhando o terror uma a uma. O cavaleiro precisa, então, abrir caminho até o coração da ameaça, avançando em vários territórios, contando com a ajuda de súditos leais do reino, até o Mundo Diabólico. Lá, ele vai travar a batalha final que vai definir se a paz vai ter vez novamente em Belkana.

Screenshots

Vídeo

Abaixo, temos mais um vídeo do canal Defenestrando Jogos que explora esse game de fliperama talvez não muito conhecido por nós, brasileiros:

Defenestrando Jogos fez a cobertura do Anime Friends 2016

6 de agosto de 2016
Defenestrando Jogos fez a cobertura do Anime Friends 2016

Este é um vídeo do canal Defenestrando Jogos onde o apresentador (e dono), Celso Affini, foi fazer a cobertura do evento Anime Friends 2016.

Não é a primeira vez que ele cobre o Anime Friends, um evento que rola todo mês de Julho em São Paulo e faz com que pessoas do Brasil todo se reúnam para curtir e trocar ideias sobre animes, mangás, jogos, brinquedos karaokê (argh) e muito mais da cultura pop e nipônica.

De uma forma muito bem humorada e sem receio de falar o que pensa, o que é bem característico de Affini, a cobertura ficou muito legal, resultando num vídeo bem legal e de alta qualidade para você, que gosta destes assuntos, assistir neste sabadão.

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Enredo Dos Jogos [Humor]

20 de março de 2016
Enredo Dos Jogos [Humor]

Este é mais um vídeo do canal Defenestrando Jogos, publicado originalmente no dia 25 de junho de 2015 que tenta falar sobre algo que todos nós que começaram a jogar videogames nas décadas de 80 e 90 devem ter experimentado, em maior ou menor escala: o de entender o enredo no game, visto que não haviam jogos dublados ou legendados na época. A gente não sabia inglês também, pois éramos muito novos e as vezes nem tinha manual à disposição, no caso de vários jogos de PC ou fliperama.

O que acabava acontecendo? A gente ficava imaginando e inventando o que seria a história do game e acabava bolando a nossa própria ou substituindo as partes que a gente não entendia por alguma coisa que a gente achava que era e, muitas vezes, eram conclusões absurdamente engraçadas.

Isso servia, além de forçar a gente a tentar entender inglês, a usar a criatividade para transpor estas barreiras pois, era simples se identificar ou criar personalidade para os personagens ou eventos que ali nos eram apresentados.

Fazendo uma reflexão sobre isso, o Celso, do canal, fez este vídeo onde ele mostra como a sua imaginação era usada para dar vida aos personagens e esses enredos são os mesmo que usava na época, pois esse tipo de coisa a gente não esquece.

Vale lembrar que este é o caso dele. Eu não pensava tanta indecência hauhauhau Convém tirar as crianças e idosos da sala, pois o linguajar deste vídeo, que é bem engraçado, é tenso.

Depois de assistir, diga-nos o que achou e compartilhe suas experiências similares conosco!

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Defenestrando Mérito Em Videogames

27 de fevereiro de 2016
Defenestrando Mérito Em Videogames

Neste vídeo do canal Defenestrando Jogos, originalmente publicado no dia 4 de fevereiro de 2016, Celso Affini debate o mérito dentro dos videogames.

De forma descontraída, casual e bem humorada, o apresentador argumenta que, algo que deveria vir de um reconhecimento comum de algo de bom que uma pessoa fez foi transformado num desculpa para alguns jogadores se auto consagrarem. Ele afirma que, cada vez mais, as pessoas se chamam de “mito”, de “fod4” etc, mas o reconhecimento deveria vir de outras partes.

Ele não tira a importância da competição dentro dos games, mas como é, primeiramente, uma atividade para a nossa distração e divertimento, devemos desencanar disso.

Eu concordo com vários dos pontos que ele levantou no vídeo. E você?

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O que é ser um gamer?

31 de janeiro de 2016
O que é ser um gamer?

Este é um vídeo que tenta definir o que é ser um gamer. Será que ser um gamer é ser o melhor em um estilo de jogo, dominar todos os estilos, ou conhecer e procurar o maior número de jogos?

O rapaz do canal, Celso Affini, apesar de ter um currículo invejável para qualquer fã de videogames, por ter trabalhado na Nintendo (saiba mais) como demonstrador profissional de games, fala de uma maneira modesta, clara e contundente sobre um assunto que gera muitas brigas inúteis, não apenas pelas redes sociais, mas até em mesas de bares.

Trata-se de um vídeo bacana que me levou a conhecer este canal, que parece ser interessante, o Defenestrando Jogos.

Eu meio que concordo com a opinião dele, embora eu ache que este adjetivo “gamer” já esteja meio desgastado.

E você? O que acha? Comente e diga-nos a sua opinião.

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