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Defenestrando Dragon Breed (1989)

17 de dezembro de 2017
Defenestrando Dragon Breed (1989)

Assista o Dragon Breed, um shooter de 1989, sendo defenestrado pelo Celso em seu canal, neste episódio do seu Fliperama Nostálgico.

Estamos adicionando aqui, como o de costume, num domingão, de forma a providenciar algo assistível para você, neste dia quando só passa porcaria na televisão. O vídeo é bem legal, descontraído e compartilha algumas das informações que usamos para montar este post.

Dragon Breed (ドラゴンブリード ) é um jogo de tiro estilo shoot ’em up com rolagem horizontal desenvolvido e lançado pela Irem em junho de 1989. Ele saiu primeiro para os fliperamas, rodando nos hardwares M72 e M81, e foi portado para vários computadores pessoais em 1990 pela Activision: Commodore Amiga (1989), Atari ST (1989), Amstrad CPC (1989), Commodore C64 (1991), Sinclair ZX Spectrum (1991) e Amstrad CPC (1991).

Dragon Breed é um título relativamente obscuro, porém de grande qualidade. Inovando na fórmula que consagrou o R-Type, também da Irem, com interessantes novidades nos gráficos e no gameplay.

Enredo

Kayus tornou-se Rei do Império Agamen quando tinha apenas 15 anos de idade. Aqueles insatisfeitos com a sua entronização conspiraram para quebrar o selo que confina o Rei das Trevas, Zambaquous, e assim tomar o reino com o poder negro. Assim, o vento estava cheio de miasma e o chão apodrecia, gradualmente se transformando em escuridão. O jovem Rei Kayus, parte, então, junto com o dragão da luz, Bahamoot, para impedir que as trevas voltem a prevalecer e destruir o Reino.

Gameplay

Como dissemos, o Dragon Breed é um excelente e inovador side scrolling shoot em up com jogabilidade similar a do clássico R-Type. Dragon Breed difere de outros jogos do gênero principalmente por causa do dragão, uma figura totalmente articulada e com movimentos soberbos, enquanto a maioria dos games da época eram protagonizados por navinhas. O dragão é invulnerável ao fogo e contato inimigo, podendo ser usado tanto como um escudo como uma arma, pois ele protege o jogador e ataca com o corpo e com bolas de fogo que ele cospe.

O jogador deve controlar o dragão de tal forma que o seu corpo possa ser usado para cercar Kayus e protegê-lo de seus inimigos. Qualquer contato do corpo com o inimigo vai esgotar o poder deste, eventualmente matando-o. O dragão também pode ter seu poder aumentado de uma forma semelhante as naves espaciais de outros shmups. Além disto, segurando o botão de tiro, pode-se aumentar a força das bolas de fogo que o Dragão cospe.

O Rei Kayus, entretanto, não é invulnerável, e vai perder uma vida toda vez que for atingido pelos inimigos ou colidir com eles. Ele atira com uma besta e pode desmontar do dragão para recolher power-ups que aparecem em vários pontos ao longo de um estágio, pequenas áreas de terra aparecem na parte inferior da tela.

Power-ups

Os power-ups vem em formas de orbes que aparecem ao atirar pequenos dragões verdes que aparecem intermitentemente entre as fases, ou, como dito acima, no chão. Existem quatro tipos diferentes de orbes, cada uma podendo mudar Bahamoot para uma cor diferente e dando a ele um novo poder de ataque:

  • Vermelho: o dragão respira uma chama de fogo que fica maior se mais power-ups forem coletados;
  • Dourado: o corpo do dragão começa a disparar crescentes de fogo em todas as direções;
  • Branco: o dragão dispara até quatro dragões em miniatura que voam ao encontro dos inimigos.
  • Azul: o dragão dispara raios de eletricidade pra baixo do seu corpo.

 

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Defenestrando Wild Fang (1989)

10 de dezembro de 2017
Defenestrando Wild Fang (1989)

Defenestrando Wild Fang (1989) é mais um vídeo do Fliperama Nostálgico, do canal Defenestrando Jogos, que estamos adicionando aqui para você ter algo decente pra assistir na domingueira.

O vídeo comenta e mostra o gameplay, curiosidades e informações sobre este antigo título dos fliperamas, o que é, afinal, assunto deste quadro de seu canal.

Utilizamos várias das informações fornecidas no vídeo para montar este post, como o de costume.

Wild Fang (ワイルドファング), conhecido fora do Japão como Tecmo Knight, é um jogo de luta estilo beat ’em up desenvolvido e lançado pela Tecmo para os fliperamas, em maio de 1989. É ambientado em um mundo de fantasia medieval e contém elementos que lembram títulos como Golden Axe (uma fase chupinhada) e Ninja Gaiden (telas perturbadoras). Tem também uma boa dose de sangue e violência animada, mas nada impressionante ou inapropriado.

Apesar de não ser um jogo ruim, com boa trilha sonora e recursos em geral, o Wild Fang (ou Tecmo Knight) parece nunca ter saído da obscuridade e não rendeu nem ports nem sequências.

Enredo

A história de Wild Fang começa quando Tecmo Knight, o bravo guerreiro ancestral, travou uma batalha contra a besta diabólica conhecida como Wild Fang (ou Satanás). Mas, antes que ele encare seu desafio, ele vai ter que derrotar o exercito de monstros sob o controle de Wild Fang.

Gameplay

Wild Fang é um beat ’em up side scrolling para um ou dois jogadores enfrentarem uma variedade enorme de inimigos, como orcs, ogros, goblins, demônios e outras criaturas místicas. Eles devem abrir o seu caminho até destruir Satanás, o chefão final deste game.

Os protagonistas são Beast Masters, podendo controlar feras para lhe auxiliar em sua missão. Sob o comando do jogador, existem três feras disponíveis: um tigre e um gigante que podem ser trocados durante o jogo se o jogador tiver estrelas para fazer a troca, e um dragão, se o mesmo achar o power-up que o libera por um curto período de tempo.

A barra de vida do jogador é representada por um dragão cuspindo de fogo no canto superior da tela. Com cada acerto dos inimigos esse fogo se torna menor. Uma vez que a barra de vida está esgotada e perdida uma vida e todas as estrelas que foram pegas até aquele momento. Cada inimigo decapitado dropa seus crânios caídos no chão, pontos, estrelas e power-ups.

Assim como no beat ’em up de 1988, Ninja Gaiden, Wild Fang é difícil para os iniciantes, porque requer mais paciência que apenas sair apertando os botões e porrando geral. Também como no Ninja Gaiden, Wild Fang apresenta uma tela de continue bastante perturbadora, onde o protagonistas está prestes a ser engolido por um monstro oculto. Se o jogador não continuar antes que a contagem regressiva de 10 segundos termine, o herói é ouvido gritando enquanto o monstro o engole. Depois, a tela escurecerá, e um monstro rasgará a tela gritando (NO FUTURE!) (“nenhum futuro!”), juntamente com o “Game Over” aparecendo sob o monstro.

 

 

 

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Defenestrando Lethal Enforcers (1992)

3 de dezembro de 2017
Defenestrando Lethal Enforcers (1992)

Confira o Lethal Enforcers, um jogo de tiro de 1992, sendo defenestrado no Fliperama Nostálgico, um quadro do canal Defenestrando Jogos. Estou adicionando aqui este vídeo, que tem quase 45 minutos de duração, para você ter algo assistível neste domingo. Além do gameplay, ele partilha muitas informações e curiosidades sobre o game, o que usamos para montar este post.

Lethal Enforcers (リーサルエンフォーサーズ) é um jogo de tiro estilo rail/shooting gallery com pistola de luz desenvolvido e lançado pela Konami em outubro de 1992, para os arcades. Como um oficial de polícia disfarçado a missão do jogador em Lethal Enforcers é colocar um fim a uma série de criminosos que vão desde ladrões de bancos, sequestradores e vários outros meliantes. Os jogadores também devem proteger os inocentes contra as quadrilhas criminosas, tomando cuidado para não atirar acidentalmente neles.

O jogo se destaca pelo gabinete imponente, pelos gráficos digitalizado e elementos típicos de séries e filmes policiais dos anos 70 e 80, como Miami Vice, Máquina Mortífera e Magnun Force (o segundo filme do Dirty Harry). A música de fundo e efeitos sonoros do game são muito bons e também merecem menção.

Lethal Enforcers foi um sucesso de críticas na época, em suas variadas versões, segundo a maioria das revistas especializadas. O game também teve desempenho excelente no mercado. A mistura de ação com pistola de luz, gráficos digitalizados, som e o recurso multiplayer fez este jogo uma adição atraente para quase todos os fliperamas, rapidamente trazendo o retorno do investimento na maioria dos casos.

O Lethal Enforcers foi portado para o Mega Drive (1993), Sega CD (1993), Super Nintendo (1994), PlayStation (1997, Lethal Enforcers I & II) e PlayStation (20/11/97, Japão, Lethal Enforcers Deluxe Pack). Ele também rendeu duas sequências, Lethal Enforcers II – Gun Fighters (1994) e Lethal Enforcers 3 (2005). A Konami lançou em 2000 também o Police 911 (Police 24/7, na Europa) que também segue o enredo do game original.

Enredo

Em um certo dia em Chicago, Illinois (EUA), um oficial de polícia disfarçado chamado Don Marshall decidiu dar uma paradinha na loja de rosquinhas para fazer um intervalo. Ele é um dos dois sobreviventes de um grupo de oficiais de elite, com o resto acabando no hospital ou morrendo em ação. Quando ele termina a última gota de café, recebe uma ligação do departamento de polícia dizendo que uma grande organização criminosa invadiu a cidade e que eles precisam de ajuda. Assim que e a chamada terminou, Marshal resolveu dar uma passada no banco e, a partir deste momento, ele vai iniciar o trabalho mais difícil que ele teria durante seus anos na força policial. Ele, em conjunto com um companheiro, concorda em ajudar a por um fim em uma crescente onda de crimes que coloca a segurança da cidade em grave ameaça.

Gameplay

Lethal Enforcers, como eu disse, é um jogo de galeria de tiro on-the-rails. é um jogo de on-the-rails light-gun. O jogador começa armado com um revólver padrão, mas pode recolher upgrades como uma Magnum 357, uma 12, uma pistola automática, lança-granadas e rifle de assalto quando se dispara em seus ícones na tela, na medida em que o jogo progride. Apenas algumas armas podem ser recarregadas, enquanto outras não e só são úteis por um tempo limitado. Qualquer atualização de armas é perdida no caso o jogador seja atingido por fogo inimigo e perde vida. Atirar nas vítimas inocentes ou nos policiais resultará em perda do nível de energia do jogador.

Os inimigos sempre usam óculos escuros, máscaras de esqui ou máscaras de gás, enquanto outros policiais e pessoas inocentes são sempre sem nadas nos rostos. O personagem chefe, às vezes, terá o rosto exposto, no entanto, esta batalha é travada onde não há presentes inocentes.

O Lethal Enforcers tem seis fases (incluindo o  treinamento): “The Bank Robbery”, “Chinatown Assault”, “Hijacking”, “The Drug Dealers” e “Chemical Plant Sabotage”. Durante cada fase, o jogador deve atirar nos vagabundos sem prejudicar civis inocentes ou colegas policiais e um tiro é suficiente para matar a maioria dos inimigos. No final de cada fase, um chefão deve ser eliminado para completar o estágio. Uma configuração de dip switch na versão arcade permite que os jogadores possam escolher entre o Arcade Mode, com a progressão nas fases de modo linear, e Street Mode, podendo selecionar fases individuais.

Ranks

Existem diferentes ranks que o jogador pode atingir dependendo do seu desempenho: Patrulheiro, Detetive, Sargento, Tenente, Capitão e Comandante. Quando o jogo começa, o jogador é Patrulheiro, podendo ser promovido em cada fase concluída, desde que não tenham matado inocentes e outros policiais. Caso algum inocente seja morto, o jogador mantém seu rank ou é rebaixado até voltar a ser Patrulheiro.

Curiosidades

  • Havia dois tipos de pistolas diferentes usadas no gabinete, um revólver que se assemelha a arma da tela de título e uma arma ligeiramente menor que se assemelha a uma arma semiautomática;
  • King Records lançou um álbum de edição limitada para este jogo (Konami Amusement Sounds ’93 Summer) em 21 de agosto de 1993;
  • Michael Jackson foi dono de um gabinete de Lethal Enforcers (número de série: 191251). Foi vendido no leilão oficial de Michael Jackson, em 24 de abril de 2009.

Atualizações

A versão japonesa difere da versão dos EUA em 3 aspectos:

  1. É possível ver o final no “Street Mode” desde que os estágios principais sejam selecionados e não os treinamentos de tiro;
  2. Alguns criminosos gritam: “Morra, porcos!”, provocando os policiais. Este insulto é omitido na versão americana;
  3. A animação de recarga é diferente. Na versão japonesa, a arma é supostamente recarregada, enquanto a versão dos EUA apresenta uma animação sobre como recarregar, mostrando uma mulher atirando com a arma fora da tela.

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Defenestrando R-Type Leo (1992)

26 de novembro de 2017
Defenestrando R-Type Leo (1992)

Assista o Celso defenestrando o R-Type Leo (1992) em mais um episódio do seu Fliperama Nostálgico. O vídeo mostra não apenas o gameplay deste shoot ’em up mas também partilha algumas informações e curiosidades sobre o mesmo. Nós usamos estes dados para montar esta publicação.

R-Type Leo (アールタイプ・レオ) é um shoot ’em up de rolagem horizontal lançado pela Irem em dezembro de 1992. O jogo foi distribuído originalmente apenas pros fliperamas japoneses, sendo posteriormente portado para Windows (2011), Macintosh (2011) e Desura (2013) em coletâneas chamadas de IREM Arcade Hits.

R-Type Leo é a terceiro jogo da série R-Type (veja abaixo) e a última versão de arcade da franquia, que depois só teve games para consoles caseiros. É também notado por desviar levemente do enredo e da jogabilidade dos seus jogos predecessores.

Enredo

Em R-Type Leo, a humanidade está atualmente em paz com seus antigos adversários, o Império Bydo, e aproveitou a oportunidade para realizar um massivo projeto espacial chamado Project Paradise, que estava nos planos dos humanos por algum tempo. Isso envolveu a construção de um planeta artificial terrestre chamado Eden que serviria de refúgio no caso da humanidade mais uma vez se encontrar ameaçada. No entanto, logo após a conclusão da construção, Major – o bio-computador responsável pela manutenção de Eden – passa a funcionar com defeito. Major toma o controle das defesas do planeta e lançar um ataque à humanidade. Cabe à nova frota R-9. a Leo, impedir o ataque de Major ao seus próprios criadores.

Gameplay

Como eu disse, o R-Type Leo é um shoot ’em up de rolagem lateral que tem a jogabilidade fugindo um pouco do esquema dos jogos anteriores da clássica série. O jogo não tem o uso de Force Pod e Wave Cannon, com as novas armas chamadas de Force Bits (mais tarde identificados em R-Type Final como “Psy Bits”) e o Bit Shot. Os três tipos de armas Force Bit são:

  • Vermelho – Claw Laser: um poderoso raio laser horizontal e onda transversal horizontal;
  • Azul – Mirror Laser: dispara múltiplos lasers que ricocheteiam;
  • Verde – Search Laser LRG: dispara lasers semi teleguiados que podem se curvar em ângulos de 90 graus.

Ao contrário dos dispositivos anteriores Bit Devices, os Force/Psy Bits são capazes de disparar para frente ou para trás, com a direção deles ditada pelo movimento da própria nave. O Wave Cannon é substituído por um Bit Shot, no qual os Psy Bits se separam da nave e colidem com o inimigo mais próximo. Os Bits só podem fazer isso por um tempo limitado antes de ficar sem energia, necessitando ser reconectados a nave para recarregar.

R-Type Leo apresenta seis fases e também é o primeiro jogo da série a permitir que dois jogadores joguem simultaneamente.

Curiosidades

  • R-Type Leo foi desenvolvido por um grupo interno de Irem, Nanao, autores do famoso Meikyuu Jima. Os autores originais da série de R-Type mudaram-se para Aicom (comprada pela SNK) e passaram a desenvolver outro excelente shoot ’em up, o Pulstar, lançado em 1995;
  • Planejamento do game: Hirogon e Akikaze;
  • Programadores: Denden, Yuki, Drunker e Shaka;
  • Projeto de gráficos: Sakotan, U.W.F., Maccoy, Kimi, Hidarin, Kakapo e Yassy;
  • Som: Hiroshi e Aiai.

Série

  1. R-Type (1987, Fliperama)
  2. R-Type II (1989, Fliperama)
  3. R-Type Leo (1992, Fliperama)
  4. R-Type III – The 3rd Lightning (1994, Super Famicom)
  5. R-Type Delta (1999, PlayStation)
  6. R-Type Final (2003, PS2)
  7. R-Type Tactics (2007, PSP)
  8. R-Type Dimensions (2014, PS3 e XBOX 360)

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Defenestrando Strider (1989)

19 de novembro de 2017
Defenestrando Strider (1989)

Vamos assistir o Strider, grande clássico dos arcades, sendo defenestrado em mais um episódio do Fliperama Nostálgico, esta série de vídeos do canal Defenestrando Jogos muito legal e que quase sempre estamos adicionando aqui para você ter algo decente pra assistir aos domingos. Este trabalho, diga-se de passagem, é a principal fonte para esta publicação.

Strider, lançado no Japão como Strider Hiryū (ストライダー飛竜), é um jogo de plataforma com rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Capcom em março de 1989, originalmente para os fliperamas (CPS-1).

Strider conta a história de Hiryu, membro de um grupo secretos de ninjas conhecido como “Striders” e que surgiu na série de mangás Strider Hiryu. O jogo foi louvado pelo seu gameplay inovador, música original e diversa e atuação de voz multi-idiomas, considerado um dos grandes sucessos da Capcom antes do Street Fighter II. Isto se refletiu não apenas na série e no grande número de ports que o jogo ganhou (veja abaixo), mas também em crossovers, como o Marvel vs. Capcom, paródias e na influência em diversas franquias como Ninja Gaiden, Devil May Cry e God of War.

Série

A série oficial do Strider é constituída de 4 jogos:

  • Strider (1989), o original;
  • Strider II (1990), sequencia conhecida nos EUA como Journey from Darkness: Strider Returns e desenvolvida pela Tiertex;
  • Strider 2, lançado no Japão como Strider Hiryū 2, desenvolvido pela Capcom e que ignora os acontecimentos de Strider II;
  • Strider (2014), reboot do original de 89.

Ports

Como eu disse, o Strider foi portado para um grande número de outros sistemas. Só para consoles caseiros temos:

Nintendo 8-Bit (julho de 1989), Genesis (1990), Mega Drive (1991); Master System (1991), PC Engine (1994), PlayStation (28 de julho de 2000, junto com o Strider 2), Game Boy Advance (19 de setembro de 2006, na coletânea Capcom Classics Mini Mix – versão de NES), PSP (22 de março de 2006, no Capcom Classics Collection Remixed), Xbox (24 de novembro de 2006, no Capcom Classics Collection Vol. 2), PlayStation 2 (24 de novembro de 2006 no Capcom Classics Collection Volume 2) e Wii (16 de fevereiro de 2012, versão do Genesis).

Computadores pessoais

Amstrad CPC (1989), Atari ST (1989), Commodore C64 (1989), Commodore Amiga (1989), PC (1989, MS-DOS), Sinclair ZX Spectrum (1989), Amstrad CPC (1990, por Kixx), Amstrad CPC (1990, Les Aventuriers) e Sharp X68000 (1992).

Ele também saiu na Capcom Colletion, uma coletânea da Capcom, para o Amstrad CPC (1991), Atari ST (1991), Commodore C64 (1991) e Commodore Amiga (1991).

Enredo

No futuro distópico de 2048, o mundo é tiranizado pelo ditador global conhecido como “Grandmaster Meio”, um ser que prometia salvar o planeta com as velhas promessas de um mundo melhor, mas só trouxe a opressão a agressão, como o de costume. Hiryu é o mais jovem integrante de todos os tempos de um grupo de ninjas high tech chamado de Striders. Ele foi encarregado com a missão de assassinar o Grandmaster e, armado com uma espada curva de plasma conhecida como “Falchion” (ou “Cypher”), ele deve viajar o mundo para encontrar e destruir seus inimigos. Hiryu começa sua jornada ao infiltrar-se na capital do império do Grandmaster, localizada na Kazakh Soviet Socialist Republic (República Socialista Soviética de Kazakh).

Gameplay

Os controles de Strider consistem em joystick que se movimenta em oito direções e um botão de ataque e saltos. O protagonista, Hiryu, pode fazer saltos acrobáticos dependendo da combinação destes botões, ou deslizar sobre certos obstáculos ou inimigos. O jovem ninja também consegue se agarrar em certas plataformas e tetos e escalar muros usando um gancho metálico. Quando ele corre em um declive, Hiryu pode ganhar impulso e dar um salto maior do que o comum.

Vários power-ups podem ser obtidos a partir de caixas de itens metálicos transportados por certos inimigos. Estes incluem um aumento do alcance da espada que dura 100 golpes, dois tipos de kit médicos representados pelo kanji usado para escrever o nome de Hiryu(飛 e 飛竜), um que aumenta a saúde, vida extra e um power-up que não só torna Hiryu invulnerável ao ataque, mas também aumenta suas próprias habilidades de ataque com as sombras do herói que duram 30 segundos.

Strider tem 5 fases no total e cada uma contém subdivisões menores, com cada com o seu próprio limite de tempo para ser vencida. Hiryu inicialmente tem um indicador de saúde de três pontos (que pode ser aumentado para cinco pontos com o power-up adequado). Ele perderá uma vida quando o medidor de saúde ou o timer forem totalmente esgotados ou quando ele cair pra fora da tela. Se ele perder todas as suas vidas, adivinhe, é game over.

Curiosidades

  • O Strider foi lançado no Brasil em 1993 para o Master System pela nossa Tec Toy. Esta foi a versão que eu, o Facínora, conheci o jogo;
  • O mangá (veja abaixo) Strider Hiryu foi ilustrado por Tatsumi Wada, que pode ser um um apelido para o criador de Strider, Moto Kikaku, ou talvez o contrário;
  • Strider foi o terceiro game lançado para o CPS-1;
  • O título deste jogo pode ser traduzido diretamente do japonês como “Flying Dragon Strider”;
  • Uma das três meninas no final do nível 2 aparece como um personagem Striker (Ton-Pooh) em Marvel vs. Capcom – Clash of Super Heroes.

Strider Hiryu (série de mangá que deu origem ao Strider)

Hiryu, também consagrado como um dos mais populares da Capcom, não têm suas origens no jogo, mas nas páginas preto e branco de uma antologia de mangá de 1988, Strider Hiryu. O mangá foi serializado entre maio e outubro daquele ano, mensalmente distribuído pela Comp Comics e ilustrada por Tatsumi Wada. A Capcom esteve fortemente envolvida na produção do mangá que conta a história do ex-Strider, Hiryu, que se aposentou depois de matar sua irmã mais velha, Mariya, enlouquecida por razões misteriosas. Há alguns anos desde o incidente, Hiryu é forçado a sair da aposentadoria pelo diretor do grupo Strider, Matic, quando ele diz a notícia da captura de Kain por forças inimigas. O jogo de fliperama foi lançado logo após o mangá terminar, embora, como você pode ver, não tenha muito a ver com o seu enredo.

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Defenestrando Blood Bros. (1990)

12 de novembro de 2017
Defenestrando Blood Bros. (1990)

Hoje, vamos assistir o gameplay do Blood Bros. (1990) feito pelo canal Defenestrando Jogos, em mais um episódio do Fliperama Nostálgico que estamos adicionando no domingão para você ter algo de construtivo para assistir neste dia.

Como de costume, o vídeo é bem informativo e descontraído, revelando muitos dados e curiosidades que são a principal fonte desta publicação.

Blood Bros. (ブラッドブラザーズ) é um jogo de tiro desenvolvido e lançado pela TAD Corporation para os fliperamas, em janeiro de 1991, no Japão. Blood Bros. é considerado o sucessor espiritual do Cabal (inclusive, é chamado de “cabal shooter”), com mecânica quase idêntica a este jogo, mas ambientado no Velho Oeste.

O game nunca foi portado para outras plataformas, mas ganhou uma versão bootleg conhecida como West Story.

Enredo

No Velho Oeste, bandidos impiedosos liderados pelo Big Bad John, o bandido mais procurado de Dogde City, aterrorizam as pessoas honestas. Dois irmãos de sangue, um vaqueiro e um índio, se juntam para caçar este fora da lei e seus capangas usando o seu vasto arsenal de armas e a fim trazer a paz de volta a esta terra oprimida.

Gameplay

Como dissemos, o gameplay do Blood Bros. é extremamente similar à máquina anterior da TAD, o Cabal, sendo esse game conhecido em alguns fliperamas brasileiros como “Cabal de Faroeste”. Entretanto, não parece que este game também foi distribuído em uma versão controlada por trackball.

Os protagonistas (pode ser jogado por até dois jogadores ao mesmo tempo) são vistos por trás e o game traz objetos destrutíveis de fundo, sendo possível detonar montanhas, casas e muito mais. Algumas telas possuem paredes protetoras (que podem ser danificadas e destruídas pelo fogo inimigo). Os jogadores têm munição ilimitada em sua arma primária, mas um número limitado de bananas de dinamite. Um indicador na parte inferior da tela se esgota à medida que os inimigos são destruídos e certas estruturas da tela são derrubadas. Na conclusão bem-sucedida de um nível, todos as demais estruturas da tela colapsam e os jogadores progridem para o próximo estágio, fazendo algo tipo a dança da vitória do Cabal. As lutas contra os chefões, entretanto, recomeçam se um personagem morre.

Os power-ups aparecem de tempos em tempos, sendo liberados de objetos destruídos na tela ou por NPCs especiais que podem correr, como a pequena figura indígena ou os javalis. Pontos e armas também podem dropados ​​da lata se você atirar nela em pleno ar e fazer malabarismos com tiros. Alguns power-ups dão armas especiais com maior poder de fogo, outros concedem dinamites ou pontos adicionais.

Curiosidades

  • Na tela título, consta que o Blood Bros. é de 1990, entretanto, o game só foi lançado em janeiro de 1991. Provavelmente, o desenvolvimento do game acabou no final daquele ano, mas só pode ter sido publicado no início de 91;
  • Blood Bros. foi licenciado para Fabtek para fabricação e distribuição nos USA;
  • Um port do Blood Bros. para o Super Nintendo estava em desenvolvimento, mas o Sr. Fusaki, o desenvolvedor chefe do game, sofreu um derrame e teve que deixar a companhia. O projeto foi eventualmente cancelado, segundo este vídeo.

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Defenestrando Dino Rex (1992)

5 de novembro de 2017
Defenestrando Dino Rex (1992)

A jogatina que vamos assistir neste domingo é o gameplay do Dino Rex, sendo defenestrado no quadro “Fliperama Nostálgico” do canal do Celso Affini.

Apesar deste jogo ser uma bomba e, provavelmente, caça-níquel, é bem melhor que assistir a programação dominical da TV, ainda mais que o vídeo é bastante divertido, descontraído e informativo. Ele é uma das fontes deste post, aliás.

Dino Rex é um jogo de luta 2D desenvolvido e lançado pela Taito para os fliperamas em outubro de 1992. No jogo, seis dinossauros selecionáveis lutam por seus mestres em batalhas um contra um, se passa numa América pré-histórica e pode ser jogado por até duas pessoas ao mesmo tempo.

Dino Rex usa animações stop-motions com uso de figuras (sprites) feitos a partir de modelos reais. Os efeitos sonoros, bastante altos e chamativos (e muitas vezes irritantes), parecem daqueles filmes japoneses antigos tipo Kaiju (como o Godzilla). Este conceito de grandes dinossauros lutando entre si seria também usado em jogos posteriores como o Primal Rage.

Dino Rex ganhou apenas um port para o PlayStation 2, em 25 de janeiro de 2007, na compilação Taito Memories II Joukan. Pode ser até surpreendente até mesmo esta única conversão, pois o jogo só chama atenção por ser escandaloso, visto que em termos de diversão, jogabilidade e gráficos é uma bela porcaria.

Enredo

Algumas figuras de argila descobertas em ruínas da América do Sul descreviam dinossauros sendo montados por humanos. Isto pode sugerir que a humanidade e os dinossauros viviam lado a lado.

Um campo de batalha existia em 2500 a.C., na Amazônia. Este mundo era controlado por Amazonas. Neste lugar, os homens das outras tribos lutavam pela Rainha todos os anos. Naquele tempo, um homem que provasse que seu dinossauro era mais forte do que os dos outros homens, conseguiria pegar a rainha e desfrutar do título de Dino Rex, algo que foi traduzido como “mestre do mundo”.

Gameplay

Como eu já disse, Dino Rex contém seis dinossauros jogáveis que participam de batalhas um conta um. Cada dinossauro tem sua habilidade especial.

Depois que o jogador derrota o sétimo e final oponente, ele vai controlar brevemente o guerreiro e lutar contra o Dino Rex atual (o controlador do dinossauro) em combate.

Os seis dinossauros jogáveis (e o nome dos seus especiais entre parênteses) são:

  • Allosaurus (Super Tail Attacking)
  • Triceratops (Slapping)
  • Pachycephalo (Dashing)
  • Tyrannosaurus (Super Flying Attacking)
  • Ceratosaurus (Head Upper)
  • Stygimoloch (Head Upper)

Curiosidades

  • Lançado em 1992, o Dino Rex originalmente estava planejado para ser lançado exclusivamente no mercado ocidental, mas, no final, o jogo também saiu no mercado japonês;
  • No início do desenvolvimento do jogo, o plano original era projetar um jogo de helicóptero estilo shoot ’em up, mas isso mudou devido ao sucesso do famoso Street Fighter II: The World Warrior.

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Defenestrando Pocket Gal 2 (1989)

29 de outubro de 2017
Defenestrando Pocket Gal 2 (1989)

Defenestrando Pocket Gal 2 é mais um vídeo da série Fliperama Nostálgico, do canal Defenestrando Jogos, que mostra o gameplay deste antigo game de arcade, além de curiosidades e outras informações interessantes sobre o mesmo.

Estamos adicionando o vídeo aqui hoje, como o de costume, para te dar alguma opção decente de algo para assistir no domingo, visto que só passa porcaria na televisão. Também, muitas dos dados apresentados neste post foram extraídos do mesmo.

Pocket Gal 2, ou apenas Pocket Gal (versão japonesa), é um jogo de bilhar desenvolvido e lançado pela Data East em dezembro de 1987 para os fliperamas. Também conhecido como Super Pool III, Pocket Gal é o primeiro game do spin off da série Side Pocket, também da Data East, sendo sucedido pelo Pocket Gal Deluxe, de 1992. Ele também conta com um bootleg que foi feito pelo “Yada Oriente”.

Enredo

O jogo não possui uma história oficial, até onde se sabe, mas seu enredo parece ter saído de algum filme do Cine Privê: um craque na sinuca sai pelos bares na noite desafiando lindas mulheres e realizando apostas para vê-las peladas. Apesar da temática, a nudez é bem cartunesca, especialmente para os padrões de hoje em dia.

Gameplay

Trata-se de um jogo de bilhar com quatro fases, cada um representado por uma mulher diferente. Se o jogador conseguir uma pontuação estabelecida no começo de cada partida, a oponente tira a roupa e ele passa para a próxima fase.

O game pode ser jogado por dois jogadores e as partidas são vencidas na base do melhor de 3.

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Defenestrando Out Zone (1990)

22 de outubro de 2017
Defenestrando Out Zone (1990)

Hoje vamos assistir o Out Zone (1990) sendo defenestrado em mais um “Fliperama Nostálgico“, a série sobre games de arcade do canal Defenestrando Jogos. Desta forma, esperamos providenciar para você algo decente neste domingo, para você não ter que contrair câncer assistindo algo como Fantástico ou algum outro chorume televisivo. O vídeo fornece várias informações e usamos elas para montar este artigo.

Out Zone (アウトゾーン) é um jogo de tiro estilo run and gun e shoot ’em up desenvolvido e lançado em agosto de 1990 pela Toaplan nos fliperamas japoneses. Em Out Zone, os jogadores controlam soldados que abrem caminho através de sete fases com dificuldade crescente, enfrentando um grande número de inimigos e com rolagem vertical.

O Out Zone é um jogo relativamente obscuro, além de muito difícil. Ele não foi portado, até onde sabemos, para nenhum outro sistema, nem ao menos em coletâneas. Out Zone foi seguido pelo jogo Fixeight, em 1992.

Enredo

Em 2097 d.C., a humanidade foi invadida por uma raça alienígena e não consegue repelir os agressores do planeta. Como última solução, uma comissão das Nações Unidas permite que dois ciborgues, que faziam parte do lendário esquadrão da morte, entrem em combate para destruir a força invasora.

Gameplay

Como dito acima, o Out Zone é um difícil game de tiro com rolagem vertical, run and gun e shoot ’em up onde os jogadores (pode ser jogado por até duas pessoas ao mesmo tempo), controlam soldados ciborgues contra um enorme exército alienígena inimigo. Em seu caminho, existem sete níveis, cada um mais difícil que o outro. No final de cada uma destas fases acontece uma batalha contra um chefão, e este precisa ser destruído para avançar no game, como acontece na maioria dos jogos do gênero.

Armamento

Em Out Zone, cada jogador pode usar uma das duas armas principais, alternando entre elas pegando os ícones “C”.  A arma dianteira semiautomática atira pra frente independentemente da maneira como o jogador se move, mas dispara três balas com um pequeno spread cada vez que se pressiona o botão “Fire”. O laser dispara rapidamente em qualquer direção em que você está se movendo e varre a tela na medida em que o soldado se move.  Cada arma é útil em determinadas situações e, muitas vezes, precisa-se alternar considerando como cada inimigo está na tela.

As duas armas principais podem ser atualizadas quando se recolhem dois ícones “P” e  vários bônus especiais estão disponíveis como ícones “SP” de cores diferentes.

Duas armas especiais podem realmente mudar o rumo do jogo:

  • Super Burner (ícone SP amarelo): uma super arma direcional de alcance limitado. Muito destrutiva, mas obriga o jogador a se mover perto dos inimigos. É, portanto, arriscado usar contra os chefões;
  • Super Ball (ícone SP rosa): Uma bola de energia destrutiva que circunda o jogador (e continua a circular ao redor do jogador se o botão Fire for pressionado), até que corre para a parte superior da tela, não sendo afetado pelas paredes. É a melhor escolha em qualquer situação.

Os outros bônus especiais são:

  • 1UP (ícone SP vermelho);
  • Speed ​​UP (ícone SP azul): muito interessante na segunda metade do jogo, embora o aumento da velocidade pode ser perigoso em algumas partes de labirinto ou plataformas;
  • Escudo (ícone SP rosa pálido): protege o jogador contra um tiro inimigo direto, mas não impede a perda de vida ao cair um buraco ou ficar sem energia;
  • Energy Extend (ícone SP verde): estende a barra de energia e reenche-a completamente.

Em situações desesperadoras, você pode usar um suprimento de bombas que é usado pressionando o botão “Bomb”. Estas bombas destroem todos os inimigos menores e projéteis na tela e causam muito dano aos inimigos maiores. Entretanto, as bombas tornam tornam o invencível por nem um instante.

Curiosidades

  • A versão japonesa possui duas cut scenes que foram retiradas das versões Europeia e Americana. Uma acontece no início do jogo e outra em seu final;
  • Várias naves de outros jogos da Toaplan fazem aparições rápidas como upgrades ou bônus;
  • Seis aviões formam o esquadrão de Flying Shark que voa pela tela atacando os inimigos em um padrão em V;
  • A nave de Truxton segue o jogador, ajudando-o como um orbe;
  • A ZIG-01, a nave de Zero Wing, cruza tela e cada acerto de seus tiros concedem 5.000 pontos de bônus ao jogador;
  • O mascote Pipiru da Toaplan, que aparece no final do jogo em Zero Wing, pode ser convocado no nível um ao se atirar em um buraco fazendo surgir os dizeres “PIPI”. Ele é vulnerável a todas as armas, mas ele vai trazer um bônus significativo na sua pontuação se levado com segurança até o chefão da fase;
  • Out Zone possui versões diferentes, a “Old” e a “New”. Isto faz com que os inimigos mudem em algumas fases e ter menos ou mais bônus. As sequências de música também estão em ordens diferentes pelos níveis.

Dicas e trapaças

  • Invencibilidade: Se o dip switch (encontrado no emulador) “Invulnerability” estiver ativado, a invulnerabilidade é ativada. Você também poderá pausar o jogo com o botão start do Player 2 e reiniciar o jogo com o Start do Player 1.

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Defenestrando USAAF Mustang (1990)

15 de outubro de 2017
Defenestrando USAAF Mustang (1990)

Confira o gameplay do USAAF Mustang (1990) neste vídeo do canal Defenestrando Jogos que estamos adicionando aqui, neste domingo, para você ter alguma coisa construtiva para assistir.

Como o de costume, o vídeo é bem descontraído, informativo e traz várias informações e curiosidades que compilamos e reunimos com outros dados para construir este post.

USAAF Mustang é um jogo de tiro estilo shoot ’em up de rolagem horizontal que foi desenvolvido pela Nihon Maicom Kaihatsu (NMK) e lançado originalmente nos fliperamas pela UPL em maio de 1990. Ele recebeu um port para o Mega Drive lançado pela Taito em 1991, sendo rebatizado de Fire Mustang neste console.

O jogo se passa numa Segunda Guerra Mundial ficcional, com os jogadores pilotando os famosos caças americanos P-51 Mustang e enfrentando as forças do Eixo.

O USAAF Mustang é um game desafiador e, embora siga apenas o padrão dos games do gênero e apresente apenas um tipo de arma e uma bomba, tem seu mérito.

Enredo

Não encontrei muitas informações oficiais sobre o enredo do USAAF Mustang, mas este se passa em uma campanha fictícia da Segunda Guerra Mundial, com pilotos da United States Army Air Forces (o ramo das forças armadas americanas que precedeu a Força Aérea Americana) encarando a Lutftwaffe nazista e o Imperial Japanese Navy Air Service. Eles vão percorrer locais na Europa e Asia contra alguma destas potências do Eixo.

Gameplay

Como dissemos, o USAAF Mustang é um horizontal scrolling shoot em ‘up padrão com apenas um tipo de arma disponível e uma bomba. Os jogadores vão enfrentar várias fases cheias de uma grande variedade de diferentes aeronaves e artilharia terrestres. No fim de cada estágio, um chefão espera os pilotos, sendo geralmente um grande avião, tanque, navio ou submarino.

Curiosidades

  • A versão pirata do jogo (bootleg) usa a trilha sonora do jogo Raiden, desenvolvido pela Seibu Kaihatsu em 1990. Todas as músicas e todos os efeitos sonoros do jogo estão presentes nessa versão bootleg;

Imprecisões históricas

Devido às liberdades tomadas pelos criadores do USAAF Mustang, existem várias incongruências históricas no jogo:

  • A primeira missão do game acontece em 1940 perto da Espanha, mas este era um país neutro e nunca se juntou ao Eixo, sendo no máximo um regime simpático aos socialistas alemães;
  • Os Estados Unidos não tinham entrado na guerra até dezembro de 1941;
  • O chefão da segunda fase é um submarino de cruzeiro japonês. Entretanto, exceto considerando algumas experiências feitas pelos alemães com seus Uboats, nem a Marinha Imperial Japonesa e nem outras marinhas contavam, então, com este tipo de embarcação;
  • O Mustang P-51 não estava disponível para operações até o final de 1943;
  • Existem outras imprecisões mais óbvias como os mísseis teleguiados, algo que foi certamente usado para aumentar o desafio do jogo.

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Defenestrando Pit-Fighter (1990)

8 de outubro de 2017
Defenestrando Pit-Fighter (1990)

Assista ao grande clássico Pit-Fighter sendo defenestrado neste vídeo bastante descontraído e informativo que estamos adicionando aqui para você conferir no domingão.

Este vídeo do jogo de luta do fliperama dos anos 90 foi feito pelo canal Defenestrando Jogos e traz, além das imagens do antigo game, bastante informações e curiosidades sobre o mesmo. Nós usamos estes dados para montar esta publicação, diga-se de passagem.

Pit-Fighter é um jogo de luta desenvolvido e lançado pela Atari originalmente em agosto de 1990, para os arcades. Inovador, o Pit-Fighter chamava muita atenção nos fliperamas, especialmente por causa do tamanho da máquina, feito para abrigar três jogadores ao mesmo tempo; seu tema, inspirado em filmes de pancadaria dos anos 80; e o uso de gráficos digitalizados como sprites, algo nunca visto em games do gênero até então, antecedendo em dois anos o Mortal Kombat nesta característica.

Embora pareça que existem muitas críticas negativas a respeito do Pit-Fighter atualmente, a verdade é que ele reinou nos fliperamas que eu frequentava até a chegada do Street Fighter II: The World Warrior. Não me lembro da galera falando mal nesta época, mas sim muitos colegas e amigos comentando por causa dos motivos citados acima. Eu não cheguei a jogar muito este clássico, mas lembro que ele era maneiro até de assistir.

O sucesso do Pit-Fighter foi suficiente para lhe garantir uma enorme quantidade de ports para vários outros sistemas. O game ganhou versões para Atari 7800 (protótipo), MegaDrive/Genesis, Master System, Game Boy, Atari Lynx, Super Nintendo, Amstrad, Atari ST, Commodore Amiga, Commodore C64, MS-DOS e Sinclair ZX Spectrum. Ele também saiu em formas de compilações ou junto com outros games para outras plataformas, como o Commodore Amiga (1992, Pit Fighter/Super Space Invaders); Windows (17 de fevereiro de 2006, Midway Arcade Treasures Deluxe Edition), Mega Drive (1995, Telstar Double Value Games: Pit-Fighter / Wrestle War), PlayStation 2 (2004, Midway Arcade Treasures 2); Xbox (11 de outubro de 2004; Midway Arcade Treasures 2), GameCube (14 de outubro de 2004; Midway Arcade Treasures 2); Xbox 360 (6 de Novembro de 2012, Midway Arcade Origins) e PlayStation 3 (6 de Novembro de 2012, Midway Arcade Origins).

Apesar disto, o Pit-Fighter não ganhou nenhuma sequência. Parece que estavam planejando uma para o Genesis (Mega Drive) com mais personagens jogáveis mas desistiram. Veja mais informações nas curiosidades.

Enredo

Em Pit-Fighter, três lutadores, cada um com suas próprias técnicas, vão participar de um campeonato de luta underground. Buzz, um ex-lutador de luta livre muito forte, Ty, um kickboxer muito ágil, e Kato, um faixa preta terceiro grau muito veloz, vão galgar seu caminho até o topo das lutas enfrentando e derrotando outros lutadores de rua até derrotar o campeão, o misterioso Masked Warrior.

Os oito adversários (não são jogáveis) e o nome dos atores que os interpretaram em parenteses, que os protagonistas vão ter que encarar são:

  • Executioner (John Aguire);
  • Southside Jim (James Thompson);
  • Angel (Angela Stellato);
  • C.C. Rider (Rich Vargas);
  • Mad Miles (Miles McGowan);
  • Heavy Metal (Kim Rhodes);
  • Chainman Eddie (Eddie Venancio);
  • Masked Warrior (Bill McAleenan).

Gameplay

Posso dizer que o Pit-Fighter é um jogo de luta competitivo com um pouco da jogabilidade beat ’em up, algo que também vi no Street Smart (SNK), Violence Fight (Taito) e no Mat Mania (Technōs). Os lutadores se movimentam em 8 direções, podem combinar variados golpes, arremessar objetos nos oponentes e usar armas. Só que, ao invés de enfrentar vários adversários por uma série de fases, em Pit-Fighter, até três lutadores enfrentam cooperativamente uma variedade de lutadores de rua em partidas mais ou menos justas (às vezes, vem dois contra um e a multidão interfere frequentemente).

Tem também um power-up chamado de power pill que deixa o cara verde, mais forte e mais resistente. A multidão, além de apunhalar os lutadores, vai empurrar de volta pra arena qualquer um que sair fora dela. Tem também um gordão barbudo que tenta dar uma porretada que, quando derrubado, dropa o porrete que pode ser usado pelo jogador.

A cada três lutas, uma fase de bônus chamada de Grudge Match aparece. Nestas lutas, o jogador tem que encarar um clone do seu personagem, se estiver jogando sozinho, ou os outros jogadores, se for no multiplayer. As Grudge Matches são vencidas quando o oponente é derrubado três vezes (ao contrário das lutas normais que terminam quando um dos lutadores perde toda a energia), mas o perdedor não é eliminado da partida, só não ganha a grana extra do vencedor.

A última luta é, invariavelmente, contra o Masked Warrior, uma entidade misteriosa que mais parece um sujeito que curte sadomasoquismo. Se for uma partida multiplayer, os jogadores vão se enfrentar antes de cair na porrada contra este tipo.

Pit-Fighter também conta com impressionante zoom na câmera lado a lado, embora um um pouco falho como experiência de jogo. Vale frisar que apenas na versão gabinete dedicado é que os três protagonistas podiam ser jogados simultaneamente.

Curiosidades

  • A edição 49 da EGM (de agosto de 1993) exibiu uma matéria de 2 páginas sobre a sequência que estavam planejando para o Pit-Fighter. A revista afirmou que o projeto estava 75% completo e seria lançado no último trimestre do ano para o Genesis. Kato, Buzz e Ty iriam retornar junto com três novos lutadores selecionáveis: Connor (campeão de karatê), Tanya (Roller Queen) e Chefe (Ex-guarda-costas). As imagens mostravam dois lutadores controlados pela CPU Helga (nível 1) e Jay-Jay (nível 2). De acordo com as imagens, parecia mais uma requentada no original, com gráficos aprimorados e novos lutadores;
  • O porte de Pit-Fighter para MS-DOS inexplicavelmente utiliza um algoritmo de redimensionamento de sprites que os estende apenas na vertical. Isso resulta em um aspecto de lutadores esquisitamente magros na tela;
  • O Pit-Fighter estava disponível tanto em gabinetes dedicados como em kits de conversão. As versões foram convertidas eram normalmente o jogo alojado em máquinas para dois jogadores, enquanto a máquina dedicada suportava até três jogadores. As versões dedicadas tinham monitores de 25 polegadas, mas, eventualmente, muitas dessas máquinas adaptadas para o Street Fighter II The World Warrior;
  • Pit-Fighter foi originalmente lançado como um jogo dedicado. 5.500 unidades foram produzidas nos EUA e 1000 na Irlanda para a distribuição europeia. O preço de venda foi de 2495 dólares em sua época de lançamento;
  • A versão kit de conversão foi lançada em março de 1991. 400 kits foram produzidos nos EUA e 155 na Irlanda. O preço de venda do kit foi de 995 dólares.

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Defenestrando Growl (1991)

1 de outubro de 2017
Defenestrando Growl (1991)

Confira o gameplay do Growl, um beat ’em up dos anos 90, sendo defenestrado neste vídeo, que estamos adicionando aqui para fazer sua domingueira mais interessante.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e compartilha muitas informações e curiosidades conosco, dados quais usamos para montar esta publicação.

Growl, conhecido no Japão como Runark (ルナーク), é um beat ’em up desenvolvido pela Taito e originalmente lançado pela firma para os fliperamas, em janeiro de 1991. Growl se passa no Século XX, onde o jogador controla um patrulheiro florestal muito parecido com o Indiana Jones que tem que proteger a vida silvestre de um grupo de caçadores malvados que estão levando os animais à extinção.

O jogo foi portado posteriormente para o Mega Drive/Genesis, em 1991, e, em 2005, ganhou também uma versão para o PlayStation 2, na coletânea Taito Memories Joukan.

Eu notei uma similaridade no enredo e no estilo de armas e inimigos com o clássico Cadillacs and Dinosaurs, da Capcom. Você concorda?

Enredo

Em algum ponto do século passado, um grupo anda a praticar a caça predatória, matando de forma imprudente animais silvestres e os levando à beira da extinção. Quatro jovens guardas da reserva florestal desafiam estes malvados caçadores, colocando suas vidas em risco no lugar dos animais. Porém, os vilões fazem para eles a seguinte proposta: Permita a caça com lucros vantajosos para todos ou morram!

Gameplay

Como eu disse, o Growl é um beat ’em up, onde os jogadores enfrentam uma grande quantidade de inimigos na porrada, combinando golpes ou com ajuda de armas que podem recolher no decorrer do game. Pode ser jogado por até quatro pessoas simultaneamente, que podem escolher um dos quatro diferentes guardas florestais, cada um com diferentes características (saúde, ataque e salto).

Os controles se movimentam nas 8 direções e contam com dois botões de ação, ataque e salto. Ao pressionar ambos os botões enquanto está rodeado por inimigos, o jogador pode realizar um ataque especial que atinge todos os inimigos ao seu redor. Um salto mais longo pode ser conseguido ao pressionar ambos os botões enquanto mantém pressionado o joystick pra cima.

Os personagens podem adquirir armas destruindo barris e caixotes de madeira ou desarmando certos inimigos. Há um total de oito armas que podem ser obtidas: três armas corpo a corpo (um cano, uma espada e um chicote), duas armas de arremesso (facas e granadas de mão) e três armas de fogo (uma pistola, uma metralhadora e um lança-foguetes). Os barris e caixotes também podem ser carregados e arremessados nos inimigos. Quando a metralhadora ou o lança-foguetes ficam sem munição, estes ainda são empunhados pelo jogador como armas de combate corpo a corpo. A pistola, por outro lado, pode ser atirada pelo jogador depois que todas as balas são usadas. O jogador pode soltar sua arma atual pressionando os dois botões simultaneamente. Se uma arma fica no chão após um determinado período, ela desaparecerá totalmente.

Existem sete fases comuns, chamadas de rounds, e uma de bônus, somando um total de oito estágios. e um jogo de bônus, para um total de oito estágios. Os locais das fases incluem uma cidade, um trem em movimento, um barco, uma selva, uma caverna e o esconderijo dos caçadores. Existem seis tipos de personagens inimigos ao longo do jogo, excluindo o chefe final (que tem duas formas). Há também ajudantes de animais que ajudarão o jogador depois de serem resgatados de um caçador, como uma águia, um rebanho de veados e um elefante.

Existem também quatro variações de jogo, que podem ser determinadas pelas configurações de dipswitch:

  • A configuração comum de dois jogadores, usada na maioria dos gabinetes de dois jogadores;
  • Um modo de quatro jogadores com slots de moeda individuais para cada jogador, também visto na maioria dos gabinetes de 4 jogadores, como Crime Fighters, Gauntlet e Quartet;
  • Um modo pra quatro jogadores com dois gabinetes ligados por um cabo especial;
  • Um modo de quatro jogadores que usa dois slots de moedas para todos, geralmente visto em gabinets de Trog, entre outros de quatro jogadores que usam dois slots de moeda.

Curiosidades

  • Na tela título consta que Growl foi lançado em 1990, mas o game saiu apenas em 1991. Será que eles acharam que ia sair mais cedo mas acabou atrasando uns dias?
  • Este jogo foi dedicado ao falecido Sr. Katsujiro Fujimoto;
  • Growl proíbe as iniciais “SEX” na tabela de pontuação. Se você tentar, as iniciais são automaticamente alteradas ‘KOU’.

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Defenestrando Art of Fighting [1992]

24 de setembro de 2017
Defenestrando Art of Fighting [1992]

Assista o grande clássico de luta da SNK, Art of Fighting, sendo defenestrado neste vídeo que estamos disponibilizando aqui para você ter algo que você consegue assistir no domingo sem pegar câncer.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e, como de costume, além de mostrar o gameplay do Art of Fighting, compartilha também inúmeras informações e curiosidades sobre o mesmo, dados quais usamos para montar este post.

Art of Fighting (龍虎の拳 ou Ryūko no Ken) é um jogo de luta 2D desenvolvido e lançado pela SNK em setembro 1992, originalmente, para os arcades japoneses. Foi o primeiro game da série de mesmo nome (a segunda franquia de luta da SNK) e é um dos grandes nomes do gênero, sendo indiscutivelmente um clássico.

O Art of Fighting entrou sério na competição deste tipo de jogo depois que o Street Fighter II e o Mortal Kombat escancararam a porta do mercado e obteve o sucesso que os outros clones e pretensos concorrentes jamais tiveram. Isto justificou não apenas duas sequências Art of Fighting 2 (1994) e Art of Fighting 3: The Path of the Warrior (1996), mas uma série de ports para outros sistemas:  Neo Geo AES, Neo-Geo CD, SNES, Mega Drive/Genesis, PC Engine CD, PlayStation 2, Wii (Virtual Console). O Art of Fighting foi apresentado em várias destas versões como parte de coletâneas.

Enredo

Ryo Sakazaki e seu amigo e rival Robert Garcia partiram para encontrar a irmã de Ryo, Yuri, que foi seqüestrada pelo Sr. Big. O bandido levou a menina afim de atrair Takuma Sakazaki, o pai de Ryo e o criador da forma fictícia do karatê conhecido como Kyokugen Karate (“Extreme Style”) e também porque Ryo se recusou a trabalhar para o Mr. Big.

Ryo e Robert enfrentarão vários adversários até encarar o Mr. Big. Quando este é derrotado, os protagonistas devem enfrentar, no topo de um penhasco, o enigmático Mr. Karate, quem, no final das contas, é o próprio Takuma Sakazaki.

Gameplay

Art of Fighting é um jogo de luta de artes marciais entre dois personagens que conta com dois personagens selecionáveis no modo 1 jogador (Ryo e Robert) e oito no modo de 2 jogadores. O Mr. Big e o Mr. Karate podem ser jogados na versão de arcade Neo Geo MVS e a do console Neo Geo AES através de truques. Veja as dicas para ver como jogar com os chefões na versão de fliperama.

Este é o primeiro jogo de luta que apresenta zooms onde a câmera caminha quando os lutadores se aproximam ou se afastam um do outro. Este também é o primeiro jogo de luta a utilizar um medidor de especial que vai se esgotando toda vez que um movimento especial é executado. Quanto mais poderoso o movimento especial, mais ele é gasto. Quando o medidor está vazio, os movimentos especiais não podem mais podem ser feitos, mas, no entanto, você pode recarregar o medidor permanecendo imóvel e pressionando os botões A e B, o que te deixa indefeso.

Toda vez que o jogador derrota dois oponentes no modo história, ele vai participar de estágios de bônus, podendo escolher entre: Bottle Cut, onde os lutadores tem que cortar os topos das garrafas em uma mesa; Ice Pillar Smash, onde o lutador tem que reunir poder suficiente para destruir cinco blocos de gelo; e o Initiate Super Death Blow, onde o jogador tem que executar um super golpe em um específico número de vezes afim de aprender a usá-lo durante as batalhas.

O dano progressivo que cada lutador assimilou é mostrado em seus respectivos rostos.

Dicas

O Mr. Big e o Mr. Karate podem ser jogados na versão de arcade Neo Geo MVS, alcançando suas respectivas fases no jogo e tendo um segundo jogador entrando na partida.

Curiosidades

  • Art of Fighting foi o primeiro game da SNK a apresentar os designs de personagens do ex-ilustrador Shinkiro, quem iria fazer os designs dos personagens para os jogos Fatal Fury e The King of Fighters eventualmente;
  • Os eventos de Art of Fighting são bastante referenciados no universo ampliado da SNK. No The King of Fighters ’97, por exemplo, paródias dos eventos são apresentados no final;
  • O título deste jogo traduzido do japonês seria algo como “Dragon and Tiger Fist” ou “Punho do Dragão e do Tigre”;
  • Existe um bootleg (piratão) deste jogo conhecido como Fit of Fighting;
  • O design de Robert Garcia foi inspirado pelo famoso ator de filmes de pancadaria Steven Seagal;
  • O desing de Takuma Sakazaki foi inspirado pelo Masutatsu Oyama;
  • O Haou Shou Ken (ou como o jogo o colocou, o “Haow-Ken”) sofreu mudança na pronuncia devido a sua semelhança com o Hadouken da Street;
  • A posição de luta dos personagem e a sua vitórias dependem de quantos golpes eles levaram;
  • Lee Pai Long é chamado Lee Piron no código fonte do jogo.

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Defenestrando Ashura Blaster (1990)

17 de setembro de 2017
Defenestrando Ashura Blaster (1990)

Hoje, na domingueira, vamos assistir o Ashura Blaster, mais um jogo antigo de fliperama, defenestrado em vídeo. Como o de costume, estamos adicionando aqui para você ter algo decente pra assistir neste dia, alternativo à programação cancerígena dominical.

O Ashura Blaster foi jogado e narrado pelo Celso do canal Defenestrando Jogos, e o vídeo é bacana, com o game sendo apresentado de uma maneira responsável, porém sem frescura, com bastante descontração e tal.

Ashura Blaster é um jogo de tiro estilo shoot ’em up de rolagem vertical que foi desenvolvido pela Visco e lançado pela Taito para os fliperamas em março 1990. Não se encontra muitas informações sobre o enredo do jogo, mas parece que são dois pilotos são convocados para derrotar um exército inimigo, conduzindo poderosos helicópteros de combate para isto.

Apesar de ser um jogo muito bom, com bons gráficos e jogabilidade, não rendeu nem sequências e nem foi portado para outros sistemas, o que injustamente fez o Ashura Blaster um game bastante obscuro. Eu mesmo nunca tinha ouvido falar dele antes de assistir este vídeo.

Gameplay

Embora o gameplay do Ashura Blaster não fuja muito do padrão dos shoot ’em ups de sua época, ele tem uns elementos relativamente incomuns, como a possibilidade de escolher entre 1 a 4 configurações de bomba para cada fase e o fato dos inimigos não atirarem no jogador quando eles passaram por ele. Tem também uma bomba chamada S. Beam, que é a mais forte do jogo, e você faz a mira para um canhão laser que está estacionado em órbita na Terra.

Os jogadores atiram em inimigos no chão e no ar, recolhem power-ups e derrotam os chefões para passar de fase. O jogo possui cinco armas distintas, cada uma representada por uma cor e com características diferentes.

Curiosidades

  • Os caracteres em kanji na tela de título são lidos como Ashura, que é o nome de um demônio relacionado à luta;
  • O jogo proíbe entrar com as iniciais SEX na tabela de high score. Se você tentar, muda para REX;
  • Apesar que não fica explícito, o game foi desenvolvido pela Visco, e na segunda fase dá para ver “Visco” escrito
  • A versão americana tem a tela “Winners don’t use drugs” (Vencedores não usam drogas).

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Defenestrando Dogyunn (1992)

10 de setembro de 2017
Defenestrando Dogyunn (1992)

O gameplay de hoje é do Dogyunn, um jogo de fliperama de 1992 que foi defenestrado neste vídeo que adicionamos para você ter algo decente para assistir no domingão.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e traz, além de cenas do game, muitas informações e curiosidades que usamos para montar este post.

Dogyunn é um jogo de tiro estilo shoot ’em up de rolagem vertical onde você controla uma navinha e tem que enfrentar uma grande quantidade de inimigos. O game se parece muito com o Truxton e foi desenvolvido e lançado pela Toaplan em outubro 1992, para os fliperamas.

Apesar deste bullet hell ter gráficos, trilha sonora e jogabilidade muito bons (considerando a época em que foi lançado, evidentemente), o Dogyunn não foi portado para nenhum outro sistema nem rendeu sequências.

Enredo

O enredo é meio vago, consegui compilar umas informações pesquisando na Internet e comparando com as fornecidas pelo vídeo, mas se situa no futuro, quando o progresso da humanidade a levou à colonização de mais de cem planetas. No planeta Lagoon, uma força de segurança galáctica, chamada ISM, é estabelecida e equipada com a melhor tecnologia de combate espacial disponível, especificamente, a unidade de caças Sylfer.

Uma chamada de socorro chega da colônia no planeta Dino. Quando a ISM chega com os novos Sylfers, encontram uma enorme fortaleza mecânica que surgiu das profundezas do maior oceano do planeta. Depois de uma varredura da área, um enorme robô com tecnologia alienígena ataca e recua de volta para uma misteriosa fortaleza cercada por entidades mecânicas desconhecidas.

Isto faz com que os Sylfers restantes, os controlados pelos jogadores, a segui-lo. Agora, um desesperado combate se inicia.

Gameplay

Os jogadores tem que encarar 10 fases cheios de forças inimigas, projéteis, chefes enormes e checkpoints. As naves dos jogadores podem coletar uma das quatro armas diferentes: o tiro direto do Mega Shot, o errático e móvel Psycho Beam, o tiro comprido do o V-Laser e arma Homing Fire. Entre os pick-ups tem bombas, speed-ups e vidinhas extras. As naves têm a capacidade de aumentar sua velocidade e, se outro jogador estiver presente, elas podem se unir e combinar o seu poder de fogo.

Curiosidades

  • Dogyuun foi licenciado para a Unite Trading na Korea, para a Charterfield em Hong Kong e Sudeste da Ásia, para Atari Games nos USA e para a Taito no Japão;
  • O título desse jogo traduzido direto do Japonês é “bang!”, uma onomatopeia do som de um tiro;
  • Criaram uma capa do jogo se ele tivesse sido portado para o Mega Drive, mas isto nunca aconteceu, até onde consta. Parece que o hardware do gabinete do Dogyunn era bastante parecido com o deste console.

Informações técnicas

  • Identificação do jogo: TP-022;
  • CPU principal: Motorola 68000 (@ 16 Mhz);
  • Chip de som: Yamaha YM2151 (@ 3.375 Mhz), OKI6295 (@ 20.454 Khz);
  • Jogadores: 2;
  • Controles: Controle de 8 direções e 3 botões.

Dicas e manhas do Dogyunn

  • Se você ativar a “Invulnerability” na seleção de opções do jogo (dip switches), você torna as naves dos jogadores invulneráveis, além de poder pausar o jogo pressionando o botão Start do jogador 2 e resetando o jogo com o Start do jogador 1.

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Defenestrando o Golden Axe (1989)

3 de setembro de 2017
Defenestrando o Golden Axe (1989)

Domingão é dia de assistir gameplay de jogo e hoje vai ser o Golden Axe do fliperama, neste vídeo produzido e narrado pelo canal Defenestrando Jogos.

O vídeo é meio curto, só tem cerca de 15 minutos de duração, mas é bem informativo e descontraído, sendo uma boa opção para você não ter que assistir a porcariada dominical que passa na TV. Muitas das informações que usamos para montar este post foram retiradas do próprio vídeo.

Golden Axe (ゴールデンアックス: 戦斧) é um jogo de luta estilo beat ’em up de rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Sega em maio de 1989. O game é ambientado em um mundo de fantasia medieval, aonde três guerreiros unem suas forças para resgatar o Rei e a Princesa sequestrados pelo Death Adder.

Um dos maiores sucessos de todos os tempos da firma, o Golden Axe surgiu originalmente para os fliperamas (System 16-B) e foi portado para vários outros sistemas: Mega Drive/Genesis, Master System, Sega CD, MS-DOS, Amiga, Atari ST, Amstrad, Commodore 64, iOS, PC Engine CD, WonderSwan Color e ZX Spectrum.

Além destas várias outras versões, o Golden Axe foi o primeiro game de uma série de 8 games, composta dos beat ’em ups e spin offs, alguns muito bons e outros nem tanto:

  1. Golden Axe (1989)
  2. Golden Axe Warrior (1990, Master System)
  3. Ax Battler – A Legend of Golden Axe (Game Gear)
  4. Golden Axe II (1991)
  5. Golden Axe – The Revenge of Death Adder (1992)
  6. Golden Axe III (1993, Mega Drive)
  7. Golden Axe – The Duel (1994)
  8. Golden Axe – Beast Rider (2008, PS3 / XBOX 360)

Como não poderia faltar, o Golden Axe também ganhou fan games e clones, um deles sendo o Golden Axe: The Curse of Death Adder, desenvolvido no OpenBOR.

Alguns consideram o jogo um hack and slash, mas este termo era usado para definir alguns RPGs de mesa antigamente que eram focados no combate. Por alguma razão, começaram a distorcer este conceito nos videogames. Mas deve ser ignorância de jornalista bobalhão metido a gamer. De qualquer maneira, hack and slash ou não, Golden Axe envolve protagonistas encarando uma grande quantidade de inimigos com foco na pancadaria, o que se encaixa na definição de beat ’em up.

Enredo

Um terrível flagelo assola a terra de Yuria. A criatura reptiliana maligna mal Death Adder invadiu as aldeias pacíficas e as estradas dessa antiga terra, colocando a população à mercê da espada ou ainda pior. Seus exércitos de bandidos, esqueletos, fantasmas e outras criaturas assassinas agora assombram Yuria, aterrorizando os cidadãos inocentes e exigindo impostos cada vez mais incapacitantes ao povo, assim como os estados fazem na vida real. A comida está escassa, e há pouca esperança de liberdade.

A própria existência de Yuria agora está ameaçada: Death Adder seqüestrou o Rei e a sua filha, a bela Princesa, os mantendo cativos em seu próprio castelo. Death Adder também encontrou o Golden Axe, o emblema mágico da terra de Yuria, e planeja destruí-lo e matar a família real, a menos que todo o povo incline-se contra sua vontade, jurando juramento de fidelidade ao seu regime malvado, aceitando-o como seu mestre.

Parece haver poucas chances de derrotar Death Adder e livrar Yuria de suas hordas malignas – os exércitos do rei foram esmagados há muito tempo em batalhas brutais e sangrentas. Mas uma aliança de três guerreiros dos cantos mais distantes da terra, pode conseguir o impossível: Ax Battler, um bárbaro que teve sua mãe assassinada pelo Death Adder; Tyris Flare, uma amazona que teve seus pais assassinados pelo vilão e Gilius Thunderhead, um anão das minas de Wolud que teve seu irmão gêmeo assassinado pelo tirano maníaco.

Gameplay

O Golden Axe é um beat ’em up (que alguns chamam de hack and slash) com rolagem lateral (como já dissemos) e que conta com movimentação nas oito direções. Ele pode ser jogado por uma ou duas pessoas ao mesmo tempo (na maioria das versões), quando cada jogador escolhe um dos três protagonistas, o Ax Battler, o bárbaro que usa espada e tem o poder da terra, Tyris Flare, a amazona que também usa espada e tem o poder do fogo e Gilius Thunderhead, o anão que usa machado e tem o poder do raio. Os poderes são ativados de posse dos potes mágicos azuis que, quanto mais acumulados, mais força garantem para a magia.

Cada personagem tem um movimento para atacar inimigos que vem por trás que pode ser executado apertando os botões de ataque e pulo simultaneamente. Além disso, pressionar duas vezes para direita ou esquerda vai fazer o personagem correr. Quando assim, o herói pode incrementar seus ataques, tanto no solo como saltando. Correndo, o jogador pode usar o “encontrão” que derruba os adversários, além de  pular mais alto ou, se apertado o botão de ataque durante este salto, cravar a arma, algo que costuma matar a maioria dos inimigos de primeira.

Em determinados pontos durante o jogo, os jogadores vão se deparar com inimigos que montam criaturas. Se o jogador derrubar o adversário, ele poderá tomar o lugar dele e usar a montaria contra os inimigos.

Em determinados pontos durante um nível, bem como sobre os níveis intermitentes entre estágios, pequenas criaturas (tipo uns goblins) aparecem carregando um saco e roubam até dois potes de magia dos heróis. Estes podem acertar o goblins, fazendo-os derrubar alimentos (goblin azul) ou poções mágicas (o verde).

Golden Axe tem 5 fases mais 4 que são aquelas partes intermitentes caracterizada apenas pelos goblins tentando roubar os potes dos jogadores.

Curiosidade

  • Makoto Uchida, designer do Golden Axe, queria fazer um jogo semelhante ao Dragon Quest, mas, vendo como a Sega não estava gostando da ideia, ele e sua equipe acabaram pensando em personagens selecionáveis e magias chamativas que fariam um grande sucesso, e daí surgiu o Golden Axe, uma das grandes franquias da firma;
  • O kanji na tela de título se lê como “Senpu”, que significa “combate com machado”. Este é um exemplo de “gikun”, aonde os artistas japoneses usam o valor fonético de uma palavra para determinar o nome do jogo ao invés do significado da própria palavra;
  • No começo do jogo, os personagens encontram um personagem chamado Alex que morre pelos seus ferimentos. Será que era mais uma “profecia” sobre o então mascote da Sega, o Alex Kidd, que seria substituído em breve?
  • A versão japonesa é um pouco sangrenta em relação às versões ocidentais. Na sua demonstração, existe uma cena aonde Ax Battler surge na entrada de Turtle Village e arranca a cabeça de um inimigo, lançando-a para fora da tela. E, durante a escolha de personagens, a palavra “PLAYER SELECT” fica pingando sangue constantemente;
  • O jogo tenta punir o jogador que fica parado na tela, fazendo com que surja duas caveiras pretas muito rápidas mas bem fracas para atacá-lo, mesmo se houver inimigos com ele e o mesmo ficar fugindo deles sem atacar por muito tempo;
  • Muitas dos efeitos sonoros como as vozes em Golden Axe no arcade retirados dos filmes Rambo – First Blood e Conan, o Bárbaro.

Macete para restaurar vida no Golden Axe do fliperama

Jogando com duas pessoas, se a energia de um dos jogadores estiver igual a um, durante a tela dos goblins, ignore-os e desçam até a parte inferior da tela. O jogador “quase” morrendo deve ficar imóvel enquanto seu companheiro da dois golpes em sequência sem finalizar com um terceiro ataque, aguardando o personagem se recuperar e começar o processo até a única energia desaparecer. Feito isso, e só aguardar a mudança de fase e você verá que, no início do novo estágio, a energia do personagem estará completamente restaurada.

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Vale a pena colecionar jogos lacrados?

25 de Janeiro de 2017
Vale a pena colecionar jogos lacrados?

Este é um vídeo do canal Defenestrando Jogos onde se analisa se vale a pena colecionar jogos lacrados. Nele, o Celso Affini, o dono e apresentador do canal, dá a sua opinião a respeito de manter os jogos ainda em suas embalagens originais.

Ele afirma que as coleções de jogos são umas das mais bacanas e divertidas coleções que se pode ter, pelo simples fato de se poder jogar aqueles jogos incríveis do nosso passado. Mas e os jogos lacrados? O que se faz com um jogo que está no mesmo estado que saiu da fabrica?

Ele partilha da nossa posição de que games são para de jogar, neste vídeo, coincidentemente lançado este vídeo um dia depois em que nós mandamos este meme lá na nossa Curtas do Doomguy, zuando esses caras que se dizem gamers da velha guarda mas só ficam ajuntando tranqueira em casa, sem jogar nada. Como exemplo de contraponto, alguém que coleciona e joga, ainda usamos o próprio Celso como exemplo.

É claro que, se você tem interesse em guardar o produto lacrado para ele valorizar é uma coisa bem diferente de ficar com a parada sem serventia em casa, só pra ficar olhando ou mostrando pros outros, como quem não tem mais nada na vida (vai ver é o caso).

Para fazer os colecionadores mais mongolões exigentes arrancarem os cabelos, ele deslacrou umas relíquias no vídeo, como o Phantasy Star Online e mostrou também outros títulos de sua coleção.

E você? O que você acha disso tudo?

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Crossed Swords

21 de novembro de 2016
Crossed Swords

Crossed Swords é um jogo de ação em terceira pessoa em um mundo de fantasia medieval desenvolvido pela Alpha Denshi e lançado pela SNK, originalmente para o Neo Geo Arcade, em 1991. Ele também é categorizado, por algumas pessoas, como um action RPG hack ‘n slash, embora eu consideraria que ele é, essencialmente, um game de ação, mas que apresenta elementos e roteiro de RPG.

O game foi a segunda tentativa da SNK de lançar um RPG de ação, sendo o game Riding Hero a primeira. Ele também tem o gameplay similar a um outro game da SNK, o The Super Spy (1990), que mistura tiro em primeira pessoa com beat ’em up, também com elementos de RPG.

O resultado, então, é um game um tanto quanto não usual, como vocês poderão assistir no vídeo, embora ele lembre um pouco o Dark Souls, segundo o Celso do Defenestrando Jogos.

Ele foi portado para o console Neo-Geo, posteriormente (1991), e rendeu uma sequência, o Crossed Swords 2.

Enredo

O enredo conta a história de um cavaleiro errante, o Knight of the Journey, que viaja através de uma terra encantada, Belkana,  onde encontra um vilarejo, o qual precisa da ajuda de um herói para eliminar os monstros e demônios que ali perturbam a paz. Entretanto, a ameaça não terminou ali. Das profundidades da montanhas de Graisa, o Lorde Demônio Nausizz ordena e comanda ataques nas comunidades, espalhando o terror uma a uma. O cavaleiro precisa, então, abrir caminho até o coração da ameaça, avançando em vários territórios, contando com a ajuda de súditos leais do reino, até o Mundo Diabólico. Lá, ele vai travar a batalha final que vai definir se a paz vai ter vez novamente em Belkana.

Screenshots

Vídeo

Abaixo, temos mais um vídeo do canal Defenestrando Jogos que explora esse game de fliperama talvez não muito conhecido por nós, brasileiros:

Defenestrando Jogos fez a cobertura do Anime Friends 2016

6 de agosto de 2016
Defenestrando Jogos fez a cobertura do Anime Friends 2016

Este é um vídeo do canal Defenestrando Jogos onde o apresentador (e dono), Celso Affini, foi fazer a cobertura do evento Anime Friends 2016.

Não é a primeira vez que ele cobre o Anime Friends, um evento que rola todo mês de Julho em São Paulo e faz com que pessoas do Brasil todo se reúnam para curtir e trocar ideias sobre animes, mangás, jogos, brinquedos karaokê (argh) e muito mais da cultura pop e nipônica.

De uma forma muito bem humorada e sem receio de falar o que pensa, o que é bem característico de Affini, a cobertura ficou muito legal, resultando num vídeo bem legal e de alta qualidade para você, que gosta destes assuntos, assistir neste sabadão.

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Enredo Dos Jogos [Humor]

20 de Março de 2016
Enredo Dos Jogos [Humor]

Este é mais um vídeo do canal Defenestrando Jogos, publicado originalmente no dia 25 de junho de 2015 que tenta falar sobre algo que todos nós que começaram a jogar videogames nas décadas de 80 e 90 devem ter experimentado, em maior ou menor escala: o de entender o enredo no game, visto que não haviam jogos dublados ou legendados na época. A gente não sabia inglês também, pois éramos muito novos e as vezes nem tinha manual à disposição, no caso de vários jogos de PC ou fliperama.

O que acabava acontecendo? A gente ficava imaginando e inventando o que seria a história do game e acabava bolando a nossa própria ou substituindo as partes que a gente não entendia por alguma coisa que a gente achava que era e, muitas vezes, eram conclusões absurdamente engraçadas.

Isso servia, além de forçar a gente a tentar entender inglês, a usar a criatividade para transpor estas barreiras pois, era simples se identificar ou criar personalidade para os personagens ou eventos que ali nos eram apresentados.

Fazendo uma reflexão sobre isso, o Celso, do canal, fez este vídeo onde ele mostra como a sua imaginação era usada para dar vida aos personagens e esses enredos são os mesmo que usava na época, pois esse tipo de coisa a gente não esquece.

Vale lembrar que este é o caso dele. Eu não pensava tanta indecência hauhauhau Convém tirar as crianças e idosos da sala, pois o linguajar deste vídeo, que é bem engraçado, é tenso.

Depois de assistir, diga-nos o que achou e compartilhe suas experiências similares conosco!

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Defenestrando Mérito Em Videogames

27 de Fevereiro de 2016
Defenestrando Mérito Em Videogames

Neste vídeo do canal Defenestrando Jogos, originalmente publicado no dia 4 de fevereiro de 2016, Celso Affini debate o mérito dentro dos videogames.

De forma descontraída, casual e bem humorada, o apresentador argumenta que, algo que deveria vir de um reconhecimento comum de algo de bom que uma pessoa fez foi transformado num desculpa para alguns jogadores se auto consagrarem. Ele afirma que, cada vez mais, as pessoas se chamam de “mito”, de “fod4” etc, mas o reconhecimento deveria vir de outras partes.

Ele não tira a importância da competição dentro dos games, mas como é, primeiramente, uma atividade para a nossa distração e divertimento, devemos desencanar disso.

Eu concordo com vários dos pontos que ele levantou no vídeo. E você?

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O que é ser um gamer?

31 de Janeiro de 2016
O que é ser um gamer?

Este é um vídeo que tenta definir o que é ser um gamer. Será que ser um gamer é ser o melhor em um estilo de jogo, dominar todos os estilos, ou conhecer e procurar o maior número de jogos?

O rapaz do canal, Celso Affini, apesar de ter um currículo invejável para qualquer fã de videogames, por ter trabalhado na Nintendo (saiba mais) como demonstrador profissional de games, fala de uma maneira modesta, clara e contundente sobre um assunto que gera muitas brigas inúteis, não apenas pelas redes sociais, mas até em mesas de bares.

Trata-se de um vídeo bacana que me levou a conhecer este canal, que parece ser interessante, o Defenestrando Jogos.

Eu meio que concordo com a opinião dele, embora eu ache que este adjetivo “gamer” já esteja meio desgastado.

E você? O que acha? Comente e diga-nos a sua opinião.

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