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Defenestrando Ikari Warriors [1986]

20 de agosto de 2017
Defenestrando Ikari Warriors [1986]

Assista ao defenestramento do Ikari Warriors, um grande título de 1986, feito pelo canal Defenestrando Jogos. Infelizmente, o vídeo é meio curtinho (tem quase 11 minutos) e não vai ser um bom substituto para a programação dominical, mas depois de conferir o gameplay, você pode jogar uma versão online do game em nosso site mesmo.

Ikari Warriors é um clássico jogo de tiro estilo run and gun e shoot ’em up desenvolvido e lançado pela SNK em 1986, originalmente para os fliperamas. Este game de rolagem vertical foi lançado na época em que havia muitos clones do Commando no mercado. Entretanto, o Ikari Warriors inovou em relação a esse game, trazendo os joysticks rotativos e a possibilidade de jogar simultaneamente por duas pessoas, superando tecnicamente o similar da Capcom e se tornando um sucesso instantâneo.

O grande sucesso o Ikari Warriors justificou ports para vários outros sistemas. Além do arcade, o game ganhou versões para Apple II, Amiga, Atari 2600, Atari 7800, Atari ST, Acorn Electron, Amstrad CPC, BBC Micro, Commodore 64, NES, MSX2, PC e ZX Spectrum. Além destes ports, ele também rendeu duas sequências oficiais, o Victory Road (1986) e o Ikari III: The Rescue (1989).

Gameplay

Em Ikari Warriors, os jogadores encarnam o Coronel Ralf e o Segundo Tenente Clark que tem que tentar alcançar a vila de Ikari, enfrentando hordas de inimigos que incluem tanques de guerra, soldados inimigos, minas e helicópteros. Uma série de power-ups ao longo do caminho e veículos que podiam ser usados pelos jogadores ajudavam-nos ao prosseguir no game.

Graças aos inovadores joysticks rotativos, em Ikari Warriors, os jogadores podem movimentar-se nas oito direções, assim como usar dois botões, um para a arma padrão e o outro para as granadas. Como já dissemos, o game também permitiu que se até duas pessoas jogassem simultaneamente, algo também que era novidade na época.

Curiosidades

  • De acordo com o designer do game, Keiko Iju, o jogo foi inspirado em filmes do Rambo, com inclusive seu primeiro nome baseado no título japonês do Rambo: First Blood Part II (Rambo: Ikari no Dasshutsu ou The Furious Escape);
  • Coincidentemente ou não, o game Rambo: First Blood Part II, do Master System, tem o gameplay bastante similar ao Ikari Warriors;
  • Stan Szczepanski detém o recorde mundial oficial Guinness do game, com 1.799 mil pontos;
  • Ikari Warriors foi o primeiro game de sucesso a usar joysticks de oito direções. O TNK III, lançado em 1985, também da SNK, foi o primeiro a usar tais controles, mas não fez tanto sucesso;
  • O jogo foi intitulado apenas como Ikari (怒, “fúria”), originalmente, no Japão;
  • Seus personagens principais Ralf e Clark se tornaram muito famosos em outro jogo da SNK, o King of Fighters, no time que leva o nome deste primeiro jogo;
  • Ralf e Clark também fazem pontas nos Metal Slug 6 e 7;
  • A SNK também lançou um clone do Ikari Warriors em 1987 chamado Guerrilla War (chamado de Guevara, no Japão). O jogo apresenta os sociopatas, genocidas e socialistas Che Guevara e Fidel Castro como protagonistas.

Saiba Mais

Defenestrando Wonder Boy do Fliperama [1986]

13 de agosto de 2017
Defenestrando Wonder Boy do Fliperama [1986]

Assista o Wonder Boy do fliperama sendo defenestrado neste vídeo que estamos adicionando aqui para você começar bem o seu domingão, sem precisar de assistir o chorume que normalmente passa na TV neste dia.

O vídeo foi produzido e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e ele apresenta, além do gameplay do jogo, umas boas informações que utilizamos para montar esta publicação.

Wonder Boy (ワンダーボーイ) é um jogo de plataforma desenvolvido pela Escape (o antigo nome da Westone Bit Entertainment) e lançado pela Sega, em 1986, originalmente para os fliperamas.

O jogo foi um sucesso tanto de público quanto de mercado, o que certamente foi um dos incentivos para ser portado para vários outros sistemas, como o Amstrad CPC, Commodore 64, Game Gear, Sega Mark III/Master System, SG-1000, Mobile Phone, Wii (Virtual Console), ZX Spectrum e PlayStation 4.

Também deu origem a outros 5 jogos que fazem parte da série principal: Wonder Boy in Monster Land, Wonder Boy III: Monster Lair, Wonder Boy III: The Dragon’s Trap, Wonder Boy in Monster World e Monster World IV.

Em outubro de 2016, o game também ganhou um remake chamado Wonder Boy Returns, desenvolvido pela CFK.

Além destes ports, outros jogos da série e o remake, existe uma miríade de clones e jogos que riparam elementos do Wonder Boy, o que também é prova do impacto deste grande título.

Enredo

O protagonista do game, chamado de Tom-Tom na versão do Master System e simplesmente como “Menino” nas versões japonesas, é um garoto ilhéu e tribal estilo homem das cavernas. O Dark King (conhecido como Drancon na versão Game Gear), sequestrou a namorada do Wonder Boy, Tina (renomeada Tanya na versão Master System), e agora ele tem que invadir os domínios dessas criaturas para resgatá-la, reunindo itens úteis para conquistá-la ao final da jornada.

Gameplay

O Wonder Boy, como dissemos, é um jogo de plataforma. Nele, o jogador deve guiar o herói através de sete áreas, cada uma composta por quatro rounds. As fases sempre rolam da esquerda para a direita, com algum movimento vertical, e consistem em florestas, colinas, oceanos, cavernas, palácios de gelo e, ocasionalmente, terras das montanhas.

O protagonista pode armar-se com um machado de pedra, que ele pode jogar contra inimigos que se aproximam; usar um skate, com o qual ele pode correr rapidamente pelos níveis e sobreviver a um ataque de um inimigo; e contar com a proteção temporária de um anjo que lhe permite destruir inimigos simplesmente passando por eles. O jogador adquire tais vantagens se quebrar os ovos abertos, que podem também conter surpresas desagradáveis, como maldições que o fazem perder a vitalidade mais rapidamente do que o habitual e cogumelos venenosos que acabam com toda a saúde do Wonder Boy de uma só vez. Os ovos ruins estão cobertos de manchas vermelhas, enquanto os bons são totalmente brancos.

O jogador deve controlar o medidor de vida, que constantemente corre a um ritmo constante e só pode ser reabastecido coletando frutas ao longo dos níveis. Há também uma boneca para colecionar em cada nível que duplica os pontos de bônus atribuídos no final destes. Se todas as 28 bonecas forem coletadas, uma oitava área é desbloqueada.

No final de cada área, o herói encontrará uma encarnação do principal antagonista como chefão. Uma vez vencida a batalha, a máscara do senhor poderoso voa e se transforma em um item como uma xícara de chá ou um pedaço de fruta para o menino coletar. O feiticeiro maligno, em seguida, faz sua fuga.

Um modo alternativo de dois jogadores está disponível onde cada jogador reveza sempre que o outro perde a vida.

 

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Defenestrando G-LOC: Air Battle (1990)

6 de agosto de 2017
Defenestrando G-LOC: Air Battle (1990)

Assista mais um Fliperama Nostálgico com o G-LOC: Air Battle, um shooter de 1990 sendo defenestrado pelo Celso em seu canal.

Como fazemos em quase todos os domingos, estamos disponibilizando aqui mais um gameplay de jogo antigo para você ter ao menos uns 20 minutinhos de algo assistível neste dia. O vídeo é bem legal e informativo. Nós usamos algumas destas informações para montar este post.

G-LOC: Air Battle é um jogo de tiro e combate aéreo desenvolvido e lançado pela Sega em abril de 1990, originalmente para os fliperamas do Japão. É, também, sequência do clássico After Burner, adotando do seu antecessor de 1987 muita ação e sua jogabilidade meio limitada, embora com um ritmo visivelmente reduzido. Isto acabou tornando a sobrevivência em G-LOC mais uma questão de habilidade do que a jogabilidade ‘shoot´n hope” do After Burner e After Burner II.

No game, o jogador é um piloto de um caça aéreo experimental (chamado de A8M5 que recebe upgrades até se tornar o A8M6) participando de batalhas aéreas contra outros aviões. Ele foi lançado em três versões diferentes de gabinetes, uma para jogar sentado, outro para jogar em pé e uma muito incrementada que girava em 360 graus, a R-360, que simulava a sensação de pilotar um caça e adicionava mais dinâmica ao jogo.

 

O G-LOC: Air Battle foi portado para vários outros sistemas, como o Master System (1990), Mega Drive (1991), Game Gear (1993), Amstrad CPC (1991, “G-R360 Loc”), Commodore Amiga (1992), Commodore C64 (1992, “G-R360 Loc”) e Sinclair ZX Spectrum (1992, “G-R360 Loc”), embora estas versões sejam pálidas em comparação com o original.

Gameplay

O G-LOC: Air Battle é um jogo de tiro e de simulador de combate aéreo com a ação vista em primeira pessoa dentro da cabine do caça, mas, quando algum míssil inimigo ficava travado em seu encalço, o ponto de vista muda para a perspectiva de terceira pessoa semelhante a do After Burner. Nesta hora, o jogador deve rolar e girar para escapar do perseguidor. Se obtiver sucesso, o jogo voltaa à perspectiva em primeira pessoa.

A aeronave do jogador está armada com uma metralhadora e um número limitado de mísseis que podem ser travados e lançados nos inimigos, que são recuperados ao passar de fases. O jogo faz com que o jogador atravesse uma variedade de diferentes paisagens, incluindo ilhas, planícies e cânions.

Eventualmente, o jogador deve tentar pousar seu caça em um porta-aviões com sucesso, senão é game over. Se o caça levar muitos tiros ou o tempo do jogo acabar (você perde tempo se colidir), também é game over. O jogador ganha mais tempo e avança pelas fases alcançando metas que são definidas em cada estágio.

Os jogadores escolhem quais objetivos destruir, como navios, caças a jato ou tanques. Eventualmente, os jogadores irão atacar chefes como o War Balloon, o Bomber e o adversário final, um inimigo que usa o mesmo avião que o jogador, exceto com maior durabilidade e força.

Curiosidades

  • G-LOC é a abreviação para “G-force induced Loss of Consciousness”, ou “Perda de Consciência Induzida por Força G”;
  • O R360 – G-Loc Air Battle é uma versão melhorada do G-LOC e um simulador que literalmente fazia o cabinete do jogo girar 360º.

Série

Como dissemos, o G-LOC: Air Battle é parte da série After Burner. Esta, por sua vez, é composta de 9 games:

  1. After Burner (1987);
  2. After Burner II (1987);
  3. G-LOC – Air Battle (1990;
  4. R360 – G-LOC Air Battle (1990);
  5. Strike Fighter (1991);
  6. Sky Target (1995);
  7. Sega Strike Fighter (2000);
  8. After Burner Climax (2006);
  9. After Burner – Black Falcon (2007).

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Defenestrando The Super Spy (1990)

30 de julho de 2017
Defenestrando The Super Spy (1990)

Assista o defenestramento do The Super Spy, um jogo de 1990 que combina tiro em primeira pessoa, beat ’em up e elementos de RPG.

O vídeo foi feito pelo canal Defenestrando Jogos e, como de costume, mostra bem o gameplay e traz algumas informações e curiosidades sobre o game que foram usadas neste post. Estamos adicionando o vídeo aqui para você ter algo assistível no domingo.

O The Super Spy (ザ・スーパー・スパイ)é um jogo lançado nos primórdios do Neo Geo pela SNK onde o jogador encarna um agente secreto que deve se infiltrar em um esconderijo cheio de terroristas e derrotar todos os bandidos. Foi lançado originalmente para os fliperamas e só só foi portado para o Neo Geo (1991) e o Neo Geo CD (1994).

Enredo

O enredo gira em torno de Roy Heart, um agente da CIA que precisa percorrer andares de escritórios e armazéns para acabar com o Zolge King, um grupo de terroristas responsável por horríveis assassinatos de milhares de pessoas num atentado com bombas no metrô. Como o Sr. Heart, o jogador abre caminho através da bala e da porrada através da fábrica de bombas dos terroristas para achar os responsáveis.

Gameplay

Como dissemos, o The Super Spy mistura elementos de vários gêneros, como luta, FPS e RPG. A movimentação no jogo é feita basicamente através de ataques e apenas avançando ou retrocedendo nos corredores. O jogador também pode desviar, fazer o strafe, inclinar e defender e só pode avançar depois que todos os inimigos do campo de visão são eliminados. Ocasionalmente, o jogador pode avançar para os quartos para salvar reféns ou emboscar os inimigos.

Salvar reféns recupera energia, pode reparar ou fazer upgrades etc. O protagonista também pode ganhar experiência matando os inimigos, o que pode lhe fazer avançar níveis e aumentar seu poder de ataque.

O sistema de combate melee parece com o Mike Tyson’s Punch-Out!! e o jogador conta quatro tipos de ataque: socar, chutar, faquinha (que perde poder e fica enferrujada com o uso) e pistola (com munição limitada). Como dissemos, estes ataques podem receber upgrades. Por exemplo, alguns reféns podem garantir uma metralhadora semiautomática. As armas de fogo também podem ser usadas para explodir vários materiais explosivos e infligir dano aos inimigos.

Os inimigos consistem principalmente de homens mascarados, ninjas e pistoleiros que se tornam mais fortes à medida que o jogador progride pelos níveis. Eles vão sendo variados com palette swap. Existem sub-chefes como engenheiros, cientistas e uns bombados. Para terminar o jogo, ambos os chefes da primeira missão devem ser eliminados e todos os seis na segunda missão.

Curiosidades

  • The Super Spy foi lançado em 8 de outubro de 1990;
  • O game é um dos 12 primeiros jogos a serem lançados pela SNK para seu então novo console, o Neo Geo AES e para o sistema de arcade MVS. Além de Super Spy também saíram jogos como Magician Lord, NAM-1975, Ninja Combat, Riding Hero, Cyber Lip, Baseball Stars Professional, Puzzled e um jogo de Mahjong;
  • The Super Spy usa um esquema similar ao Crossed Swords, porém este é mais focado no RPG e hack & slash, ao invés de tiro e luta.
  • O lider dos terroristas, o King, tem um leve Semelhança com Geese Howard quando veste seus ternos em Fatal Fury e The King of Fighters, outros games da SNK.

Saiba Mais

  • Super Spy Doom – Um mod para (GZ)Doom que usa gráficos e elementos do The Super Spy misturado com tiradas típicas de filmes de ação consagrados.

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Defenestrando Aliens (1990)

23 de julho de 2017
Defenestrando Aliens (1990)

Assista o jogo Aliens de 1990 sendo defenestrado neste vídeo, que estamos adicionando aqui para que você tenha pelo menos meia horinha de algo assistível neste domingo.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e, como sempre, apresenta muitas informações e curiosidades interessantes, as quais usamos para montar esta publicação.

Aliens é um jogo de tiro desenvolvido e lançado pela Konami em março de 1990, apenas pros fliperamas. É baseado no excelente filme Aliens, O Resgate (Aliens), de 1986, e é considerado razoavelmente fiel, embora contenha elementos que não estão presentes na obra cinematográfica.

Enredo

57 anos se passaram desde que Ellen Ripley fugiu da sua nave em uma cápsula de fuga, quando esta foi invadida por uma criatura alienígena que matou todos seus companheiros. Ela foi encontrada vagando pela galáxia e seus relatos não foram muito bem aceitos pela Corporação Weyland-Yutani, que no passado havia lhe contratado. Descobrindo que o planeta de onde a criatura surgiu foi colonizado, Ripley e uma equipe formada por fuzileiros espaciais (não tão durões como o Doomguy, pro azar deles) vão se deparar com uma terrível revelação.

A ação do jogo começa quando a única sobrevivente da colônia, Newt, é levada pelos Aliens, o que corresponde aos 20 ou 25 minutos finais do filme. Ripley e o Cabo Hicks correm para salvá-la a qualquer custo, antes que a explosão iminente do planeta aconteça.

Gameplay

Aliens é um jogo de tiro de rolagem lateral com elementos de shoot ’em up e run and gun, onde o jogador tem que se defender de hordas de alienígenas hostis e brutais, parecendo um pouco também com beat ’em up. Em algumas partes do game, a perspectiva e o gameplay muda para algo tipo rail shooter.

Os jogadores podem escolher controlar a Ripley oy Hicks, que começam com uma smartgun, podendo pegar armas melhores como lança chamas, mísseis ou lança granadas. Os jogadores começam com vários pontos de saúde que são perdidos na medida que são atacados pelos aliens. Se todos estes pontos acabam, o jogador perde uma vida.

Cada fase contém um chefão no seu final e os jogadores terão que vencê-lo para proceder para a próxima.

A versão japonesa do Aliens é muito diferente das versões de outros países:

  • Ambos os níveis de condução da APC foram totalmente apagados;
  • O resgate de Newt foi totalmente retirado;
  • Muitos dos alienígenas, zumbis e chefões podem ser mortos com poucos tiros;
  • Armas especiais e bombas aparecem muito mais frequentemente, dropando do céu para os jogadores usarem em intervalos regulares;
  • Se um jogador estiver carregando uma arma que já está com power-up, o próximo drop é uma vida extra.

Curiosidades

  • Um gabinete de Aliens é visto no jogo The Simpsons. No entanto, é revelado que um Xenomorph que afugenta um Mutante do Espaço (a franquia de filmes recorrente na série de TV) é a Marge Simpson dentro da fantasia;
  • Michael Jackson possuía uma máquina deste jogo que foi vendida no leilão oficial do cantor em 24 de abril de 2009, quando ele já estava falindo.

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Defenestrando o Michael Jackson’s Moonwalker [Arcade] (1990)

16 de julho de 2017
Defenestrando o Michael Jackson’s Moonwalker [Arcade] (1990)

Assista o Celso defenestrando o Michael Jackson’s Moonwalker, neste vídeo publicado em seu canal, no dia 18 de maio de 2015.

Além de exibir o gameplay para você desfrutar deste game grande (sem ter que precisar de assistir a porcariada televisiva de domingo), o vídeo também traz muitas informações e curiosidades a respeito do game. Nós usamos estes dados para montar este post.

Michael Jackson’s Moonwalker (マイケル・ジャクソンズ・ムーンウォーカー) é um jogo de luta desenvolvido pela Sega e lançado para o arcade (System 18), no dia 24 de julho de 1990. Baseado no filme de mesmo nome, Moonwalker é um beat ’em up isométrico em que Michael Jackson, junto com seu chimpanzé Bubbles, tenta salvar as crianças e derrotar o maligno Mr. Big.

A versão de fliperama é substancialmente diferente dos ports para o Mega Drive e Master System que, mesmo mantendo grande parte dos elementos desta, abandona a visão isométrica e a rolagem lateral sideways scrolling. O resultado final foi mais um jogo de plataforma ou algo parecido com o Shinobi, do que com o original do arcade.

Computadores como o Amstrad CPC, Atari ST, Commodore 64, Commodore Amiga, PC (MS-DOS), MSX e o ZX Spectrum ganharam versões do jogo com uma jogabilidade completamente diferente.

Embora eu tenha jogado exaustivamente o Moonwalker do Master, um jogo muito popular do console quando foi lançado, me lembro da versão de fliperama ter uns recursos impressionantes pra época. Seu enredo é deveras peculiar, misturando soldados futuristas, mafiosos, robôs, zumbis etc. É meio surreal imaginar como tudo isto se encaixaria, se fosse o foco do game.

Enredo

Como foi dito, o Michael Jackson’s Moonwalker é um jogo baseado no filme de 1988, uma antologia estrelada pelo próprio cantor pop. O game segue mais ou menos o seguimento Smooth Criminal do filme, onde Michael Jackson tem que resgatar as crianças e derrotar Mr. Big, seus capangas, máquinas mortais, mortos-vivos e outros inimigos que estão a serviço do mal. Jackson conta com a ajuda do seu chimpanzé Bubbles, que era seu bicho de estimação na vida real.

Gameplay

No beat ’em up, o jogador deve derrotar todos os capangas e inimigos a mando de Mr. Big em cada fase. Michael Jackson, ao invés de atacar com chutes e socos (como é a tradição do gênero), lança uns poderes energéticos com as mãos ou faz uma dança mágica que hipnotiza todos os inimigos da tela e os destrói, depois de acompanharem o protagonista na tal dancinha.

Alguns inimigos são derrotados com apenas um tiro e outros precisam de serem atingidos várias vezes para serem derrotados. É possível carregar o ataque de Michael segurando o botão de tiro, o que aumenta o seu dano. Se manter pressionado o botão de ataque por muito tempo, esta força extra se perde, precisando ser carregada novamente. No final de cada rodada, o chimpanzé de estimação de Michael, Bubbles, aparecerá. Se Michael toca Bubbles, ele vai se transformar em um poderoso robô. Depois de Michael se tornar no robô (chamado por alguns de Moonwalker), ele será capaz de disparar lasers e mísseis. Michael deve derrotar o chefe no final de cada rodada a fim de avançar para a próxima. Porém, se você não pegar o Bubbles, deverá enfrentar o chefão sem a esta transformação.

É possível jogar Michael Jackson’s Moonwalker com três jogadores simultâneos. Cada um usa uma cor diferente: Branca (jogador à esquerda), vermelho (jogador do meio) e preto (jogador à direita).

Trilha Sonora

Como não poderia deixar de ser, a trilha sonora do Moonwalker inclui músicas do próprio cantor. Elas são planos de fundo dos rounds (fases) do game:

  1. Cavern: “Bad
  2. Amusement Quarter: “Smooth Criminal
  3. Night Street: “Beat It
  4. Graveyard: “Another Part of Me
  5. Evil Fortress: “Bad

Outras músicas também rolam em outras partes do game, como Billie Jean, como em seu final.

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Defenestrando o P.O.W.: Prisoners of War (1988)

9 de julho de 2017
Defenestrando o P.O.W.: Prisoners of War (1988)

Confira o gameplay do P.O.W.: Prisoners of War feito pelo Defenestrando Jogos, para você assistir alguma coisa decente neste domingo e não precisar de ligar a TV e dar de cara com o Faustão ou algo pior.

O vídeo, como o de costume, compartilha informações e curiosidades de uma forma bem descontraída, as quais usamos para montar esta publicação.

P.O.W.: Prisoners of War, lançado no Japão como Datsugoku – Prisoners of War, é beat ’em up desenvolvido pela Electrocoin e a SNK e lançado por esta empresa em agosto de 1988. O jogo foi lançado originalmente para os fliperamas e, apesar de ser um título clássico, só rendeu um port para o Nintendo 8-bit em 1989, que apresentava mudanças substanciais no gameplay.

Em P.O.W., dois prisioneiros de guerra escapam da prisão e tentam se infiltrar na base inimiga, tentando não apenas fugir deste inferno mas acabar com a operação. O jogo não apresenta uma jogabilidade das melhores, porém conta com aspectos memoráveis como o tema, as armas, bons gráficos (pra época) e bela trilha sonora.

Enredo

Depois de escapar da prisão, os protagonistas devem se infiltrar na base do exército inimigo e frustrar os planos de um vilão megalomaníaco, derrotando-o e voltando para casa. A luta não será fácil. O esquadrão inimigo tem armamento e pessoal altamente treinado que vai fazer de tudo pra te trazer os heróis de volta ao cativeiro, vivos ou mortos.

Gameplay

Como dissemos, o P.O.W.: Prisoners of War é um beat ’em up que pode ser jogado por até duas pessoas simultaneamente. Cada um encarna um prisioneiro de guerra que começam o jogo com apenas com seus punhos, descritos como armas letais que devem ser usadas do melhor modo possível. No decorrer do game, eles podem recolher armamento (que variam de facas até armas de fogo) dropado pelos inimigos, Além das armas e socos, os heróis podem também chutar, saltar, combinar golpes (como voadoras e cabeçadas) e movimentar em oito direções.

A versão do Nintendinho, embora mantenha a premissa original do game, é apenas single player e apresenta substanciais mudanças nos controles, devido ao fato deste console possuir apenas dois botões, e no gameplay em geral. O jogador pode recolher aqui também granadas em certos pontos do game, encarar novos inimigos e um chefão diferente. O P.O.W.: Prisoners of War do NES conta com power-ups que são obtidos em umas cabanas e salas das fases, após derrotados os inimigos que se encontram dentro.

Curiosidades

  • P.O.W.: Prisoners of War apresenta elementos do Street Smart, outro título do SNK, indicando que deve ter sido tomado por base para este game.

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Defenestrando Cyber-Lip (1990)

2 de julho de 2017
Defenestrando Cyber-Lip (1990)

Assista o game Cyber-Lip (1990) sendo defenestrado neste vídeo de gameplay comentado feito pelo Celso Affini. Além de mostrar um pouco deste game de uma forma descontraída e divertida, o vídeo também fornece informações e curiosidades sobre o título da SNK. Nós usamos estas informações para montar este post.

Cyber-Lip é um jogo de plataforma, shoot ’em up e run and gun desenvolvido pela SNK e lançado em novembro de 1990, originalmente, para os fliperamas. O game foi portado, posteriormente, para o Neo-Geo (1 de julho de 1991) e para o Neo-Geo CD (21 de abril de 1995).

O Cyber-Lip é facilmente comparado com o Contra, embora possua um ritmo aparentemente menos frenético e gráficos mais detalhados. Possui também elementos do Metal Slug, o que pode ser explicado pelo fato de parte da equipe que viria a desenvolver este game estava envolvida com o Cyber-Lip.

Enredo

O enredo de Cyber-Lip encontra paralelos com o do Exterminador do Futuro, com uma inteligência artificial que enlouquece e decide proteger o mundo destruindo a tudo. Rick e Brook são dois soldados humanos veteranos que foram enviados por algum governo federal não especificado para o combate em uma última tentativa de salvar a Terra deste supercomputador militar com defeito. Este controla um enorme exército de androides e ciborgues militares que os heróis vão ter que enfrentar.

Gameplay

Cyber-Lip pode ser jogado por um ou dois jogadores e conta, como dissemos, com elementos de plataforma, shoot ’em up e run and gun, tudo em rolagem horizontal.

Os heróis tem dois modos de disparo, um é a arma padrão e o outro é um lança foguetes e arremessar granadas. Os jogadores podem alternar entre os dois modos em qualquer momento, mas só podem transportar uma quantidade limitada de granadas ou foguetes. Também pode-se recolher armas e power-ups como um orbe ao longo dos níveis.

No final de algumas fases, os protagonistas vão entrar em um elevador e os jogadores podem então escolher se sobem ou se descem. Isto implica em mudar a sequência do jogo e encontrar novas fases. Cada estágio tem um chefão que deve ser derrotado para avançar no jogo.

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Defenestrando The Double Dynamites [1989]

25 de junho de 2017
Defenestrando The Double Dynamites [1989]

Assista o The Double Dynamites, a versão de dois jogadores do Dynamite Duke pro fliperama, sendo defenestrada pelo Celso, em seu canal. Confira o gameplay deste game e evite de assistir a porcariada televisiva dominical, pois este traz também várias informações e curiosidades do jogo, as quais usamos para montar esta publicação.

Dynamite Duke (ダイナマイトデューク) é um jogo de tiro estilo Cabal (um subgênero de shooting gallery) desenvolvido e lançado pela Seibu Kaihatsu em setembro de 1989 para os fliperamas. O game foi logo portado para o Mega Drive (1990, pela Hertz), Master System (1989, pela Sega), lançado pela Sega para estes consoles. Também ganhou versão o computador Sharp X68000, em 1990.

O Double Dynamites é a versão para dois jogadores deste game, que também conta com outras modificações, como mais inimigos na tela, medidores de vida visíveis, timer na tela de high score e a impossibilidade de recarregar a barra de energia adicionando créditos depois da primeira missão (na versão em inglês do game).

Enredo

Em 2089, um inimigo desconhecido ameaça dominar o mundo. Seus soldados parecem humanos, mas eles foram alterados com o uso de biotecnologia, através de uma fórmula secreta que ele desenvolveu. Seus corpos foram reforçados com partes biônicas e seus cérebros já não possuem emoções humanas, se tornando nada mais que maquinas de matar. Dynamite Duke foi capturado por este exército, tendo seu corpo alterado com as partes biônicas mais avançadas disponíveis. Entretanto, e por sorte, ele escapou antes que seu cérebro fosse alterado. Agora, armado com o seu poderoso braço cibernético e uma metralhadora, ele sai em busca de vingança.

Curiosidades

  • A versão de arcade do Dynamite Duke tem 9 fases. A do Mega Drive/Genesis, conta com apenas 6.
  • O The Double Dynamites foi licenciado para Fabtek para distribuição nos EUA, enquanto foi distribuída pela Tecmo no Japão.
  • Este jogo foi lançado em memória de Hironori Watsuo.

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Defenestrando Laser Ghost (1990)

18 de junho de 2017
Defenestrando Laser Ghost (1990)

Confira o gameplay do Laser Ghost (arcade) feito pelo canal Defenestrando Jogos, neste vídeo que contém não apenas cenas deste antigo game, mas também muitas informações e curiosidades sobre o título. Nós utilizamos estas informações para montar esta publicação, diga-se de passagem.

Laser Ghost é um jogo de tiro estilo shooting gallery de terror desenvolvido e lançado pela Sega em novembro de 1990, originalmente para os fliperamas. O game tem elementos de filmes como Os Caça-Fantasmas (Ghostbusters) e Poltergeist III, com o personagem sendo um caçador de fantasmas que usa sua arma para proteger a cidade destes mortos-vivos.

O game foi portado para o Master System em 1991, exclusivamente para a Europa, mas este não é baseado no original do arcade e podia ser jogado com a pistola Light Phaser ou o joystick do console.

Enredo

Uma serie de eventos estranhos e sem explicação começam a surgir pela cidade. Poltergeists e fantasmas começam a assombrar os moradores e, como se isso não fosse ruim o bastante, uma jovem é sequestrada por uma alma penada em plena luz do dia. Agora Bill, Max e Carol, membros de uma equipe de caçadores de fantasmas, deverão colocar um fim nessa loucura paranormal.

Gameplay

Laser Ghost, em sua versão de arcade, pode ser jogado por até três pessoas ao mesmo tempo, usando as três armas montadas no gabinete do game. Cada arma conta com dois botões, um para o tiro comum e a outra para o especial de uso limitado. O gabinete possui um esquema que projeta na tela um feixe de luz vermelho longe cada vez que o jogador faz um tiro, dando a ilusão de que um raio laser real sai da arma em direção ao alvo. Os jogadores tem que atravessar cinco fases onde vão encarar ondas de fantasmas, cada uma terminando em uma luta contra o chefão. O jogador recebe dano se o seu terço correspondente da tela, onde suas estatísticas são localizadas, é atingindo por um inimigo. Os danos podem ser recuperados com kits médicos que podem dropar dos fantasmas.

O game em sua versão para o Master System é completamente diferente. No jogo, os jogadores devem proteger uma jovem chamada Catherine, que está sendo mantida em cativeiro na Mansão Manor, mal assombrada. Usando o joystick ou a pistola Light Phaser, os jogadores eliminam os vários perigos que Catherine enfrenta enquanto tenta escapar com a sua alma intacta.

Curiosidades

  • Algumas fontes apontam o jogo como lançado em 1989, porém, a própria tela do Laser Ghost mostra 1990;
  • Na tela título, aparece uma lápide que é uma referência a um jogo de 1989 da SEGA, o Line of Fire;
  • O gabinete do jogo era bem diferente e extravagante, pois se podia jogar com três jogadores. O primeiro e o terceiro player jogavam sentados enquanto o segundo player seguia em pé.

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Defenestrando 1941: Counter Attack (1990)

11 de junho de 2017
Defenestrando 1941: Counter Attack (1990)

Neste domingo, vamos conferir o gameplay do 1941: Counter Attack, num vídeo feito pelo Defenestrando Jogos, que nos compartilha muitas informações e curiosidades sobre o shoot ’em up.

Como o de costume, estamos adicionando um gameplay para ter mais alguma opção de algo para assistir que não seja o chorume televisivo dominical. Muitas das informações deste post tem como fonte o próprio vídeo.

1941: Counter Attack é um jogo de tiro estilo shoot ’em up desenvolvido e lançado pela Capcom em fevereiro de 1990 para os fliperamas e portado, posteriormente, para o SuperGrafx da NEC, no dia 22 de agosto de 1991.

O 1941: Counter Attack é um prequel do clássico 1942, sendo parte da popular série de shooters históricos da Capcom, 19XX. Também, ao contrário dos outros jogos desta série, que se passam no Fronte Pacífico da Segunda Guerra Mundial, o 1941: Counter Attack tem como palco a Europa.

Em 1996, o game foi relançado para o PSP (Capcom Classics Collection Remixed) e para PlayStation 2 e Xbox (Capcom Classics Collection Vol. 2).

Enredo

Em plena Segunda Guerra Mundial, e a bordo dos clássicos aviões de combate aliados P-38 Lightning e o Mosquito Mk. IV, os protagonistas vão encarar o Fronte Ocidental, enfrentando o exército socialista alemão numa Europa tomada pelo conflito.

Gameplay

O gameplay do 1941: Counter Attack é sensivelmente mais incrementado do que os games anteriores da sua série. As suas fases são carregadas com obstáculos de todos os tipos e a jogabilidade realmente se beneficia disto. Para se esquivar do fogo inimigo, o jogador deve lidar com obstáculos terrestres, encontrando um caminho através de fábricas e casas. Felizmente, o jogador pode bater contra as paredes e, ao fazê-lo, o caça vai girar e disparar uma onda multidirecional de balas. Esta é uma das inovações interessantes deste game, pois muitos alvos estão escondidos atrás de paredes ou pedras.

Há também um novo tipo de tiro, onde você carrega o botão por alguns segundos e liberta uma arma poderosa, disparando mísseis teleguiados que destroem tudo pelo caminho. Tem também as bombas inteligentes que são lançadas durante os loops e o ataque relâmpago, que sacrifica energia.

Aliás, a barra de energia é uma novidade que este título trouxe para a série, ao contrário do sistema de vida. Toda vez que os jogadores são atingidos (pode ser jogado por dois jogadores simultaneamente), ele perde uma parte desta barra. Quando esta chega a zero, qualquer tiro termina o jogo, dando a opção para o jogador usar continues.

Os jogadores também podem recolher power-ups que melhoram o poderio dos seus caças e ganhar medalhas no final de cada fase, dependendo da sua acuraria e número de inimigos abatidos.

Curiosidades

  • O 1941 é o sétimo jogo de fliperama da Capcom que usava a placa CPS-1;
  • Foi o primeiro shmup a adicionar mais um ponto ao score ao usar continues, sendo fácil de discriminar quantas vezes estes foram usados;
  • O avião do jogador 1 é um Lockheed P-38 Lightning, um caça americano de motor de pistão, e o avião do jogador 2 é o famoso Mosquito B Mk.IV, um caça multiuso britânico que era construído quase que totalmente com madeira;
  • O game conta com algumas imprecisões históricas, mostrando o V3 como um foguete ao invés de um canhão. Além disso, as armas V não apareceriam na Segunda Guerra até 1944.

Dicas

  • Os caças controlados pelos jogadores não perdem energia quando colidem com penhascos, muros, edifícios etc. Eles vão apenas rolar um pouco depois de tais colisões, ficando invencíveis enquanto isto, possibilitando rolar pra cima e pra baixo nestes obstáculos e atirar em todas as direções. Desta forma, você pode acabar com um monte de inimigos quando você estiver sob ataque.

Série

Como dissemos, o 1941: Counter Attack é o quarto game da série 19XX que, até o momento, é composta de seis jogos:

  1. 1942 (1984);
  2. 1943 – Midway Kaisen (1987);
  3. 1943 Kai – Midway Kaisen (1988);
  4. 1941 – Counter Attack (1990);
  5. 19XX – The War Against Destiny (1995);
  6. 1944 – The Loop Master (2000).

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Defenestrando Raiden (1990)

4 de junho de 2017
Defenestrando Raiden (1990)

Confira o gameplay do Raiden em sua versão de fliperama, feito pelo canal Defenestrando Jogos, para você ter algo decente para assistir neste domingão. O vídeo, além de mostrar o jogo, revela muitas informações e curiosidades do mesmo, as quais usamos para montar esta publicação.

Raiden (雷電) é um shoot ’em up de rolagem vertical que foi desenvolvido e lançado pela Seibu Kaihatsu em abril de 1990, originalmente, para os fliperamas japoneses. Ele foi distribuído por outras firmas em outras regiões, também.

Ele foi portado para vários outros sistemas, como o PC Engine (1991), Mega Drive (1991, Raiden Trad), Super Famicom (1991, Raiden Densetsu), Super Famicom (1992, Raiden Trad), PC Engine Super (04/1992, Super Raiden), Jaguar (1994), PlayStation (1995, The Raiden Project), Atari Lynx (1997), FM Towns PC (1991, Raiden Densetsu), PC (MS-DOS), Google Play (2012, Raiden Legacy) e Apple App Store (2012, Raiden Legacy).

Apesar que a crítica especializada parece não ter aprovado o Raiden (mas quem se importa?), o game teve sucesso o suficiente não apenas para estes ports mas para gerar uma série composta de oito jogos:

  1. Raiden (1990);
  2. Raiden II (1993);
  3. Raiden DX (1994);
  4. Raiden Fighters (1996);
  5. Raiden Fighters 2 (1997);
  6. Raiden Fighters Jet (1998);
  7. Raiden III (2005);
  8. Raiden IV (2006).

Enredo

No ano de 2090, a Terra tornou-se o alvo de alienígenas dementes conhecidos como Cranassians. Após a invasão, um novo caça de ponta, o caça Raiden Supersonic Attack Fighter, foi criado. Ele é o resultado da engenharia reversa de uma das naves alienígenas abatidas no começo da guerra. Este novo caça é a única esperança de sobrevivência da humanidade.

Gameplay

Raiden é um jogo de tiro estilo shoot ’em up, como dissemos, que apresenta oito missões onde os jogadores (pode ser jogado por até dois ao mesmo tempo) pilotam os caças Raiden, esquivando-se de ataques inimigos, destruindo unidades hostis, edifícios, alvos terrestres e aeronaves. Há bombas e power-ups de mísseis, bem como medalhas colecionáveis que aumentam a pontuação do game. Quando o jogador morre, os fragmentos do caça se tornam projéteis que podem danificar os inimigos.

Depois de derrotar o chefe do estágio 8, a missão é terminada e o jogador recebe 1 milhão de pontos para cada loop completado. Depois, ele recomeça o jogo no estágio 1, só que este está mais difícil, com os inimigos vão atirar mais rapidamente e mais frequentemente.

Curiosidades

  • O título deste jogo traduzido do japonês é algo como “Thunder and Lightning”.
  • Raiden é o nome de um caça japonês monomotor da Segunda Guerra Mundial, o Mitsubishi J2M Raiden (雷電, “Thunderbolt”). A aparência é bem diferente, evidentemente.

Download

Temos disponível para download o Raiden Legacy, que é uma compilação para PC (Windows XP, Vista, 7, 8, 10 e Mac OS X 10.7.0) que inclui quatro títulos da série Raiden: Raiden, Raiden Fighters, Raiden Fighters 2 e o Raiden Fighters Jet. Eles foram recriados e aprimorados para os computadores pessoais e podem ser baixados sem DRM no GOG por apenas US$ 6,43.

Você pode baixar o Raiden Legacy aqui!

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Defenestrando Double Dragon 3: The Rosetta Stone (1990)

28 de maio de 2017
Defenestrando Double Dragon 3: The Rosetta Stone (1990)

Confira o gameplay do Double Dragon 3: The Rosetta Stone (1990) feito pelo canal Defenestrando Jogos e publicado, originalmente, no dia 1 de setembro de 2015. Trata-se de mais um vídeo que adicionamos para você assistir nos domingos e não precisar de ligar a TV e pegar câncer.

O vídeo traz muitas informações e curiosidades, além das imagens do game, e usamos alguns destes dados para montar esta publicação.

Double Dragon 3: The Rosetta Stone (ダブルドラゴン3 ザ・ロゼッタストーン) é um jogo de luta estilo beat ’em up de rolagem lateral desenvolvido pela East Technology e lançado pela Technōs Japan, em novembro de 1990, originalmente para os fliperamas.

É o terceiro game da série Double Dragon, possuindo um sistema completamente diferente da jogabilidade e dos gráficos das duas primeiras versões. Apesar das mudanças fazerem o Celso considerar o jogo uma bomba, ele ganhou ports para bastante sistemas: Famicom (1990), Mega Drive (1992), Game Boy (1992), Commodore C64 (1991), MS-DOS (1991), Atari ST (1991), Amiga (1991), Amstrad CPC (1991), Sinclair ZX Spectrum (1992), iOS, Android e jogos portáteis lançados pela Tiger Electronics (1991).

Enredo

Hiruko, uma cartomante misteriosa avisa Billy e Jimmy Lee sobre o surgimento, no Egito, de um novo e poderoso inimigo. Como os irmãos Lee terminaram seu treinamento de 2 anos e estão a procura de um verdadeiro desafio, afim de colocar suas habilidades à prova, eles concordam em enfrentar este novo adversário. Eles embarcam em uma missão pelo mundo, começando a sua missão nos Estados Unidos e acabando com o resto da gang Black Warriors. No decorrer do game, eles vão se unindo a novos aliados que os ajudam em busca das famosas “Pedras de Roseta”, que estão espalhadas pelo mundo.

Gameplay

Double Dragon 3: The Rosetta Stone pode ser jogado single player ou multiplayer cooperativamente com até 3 jogadores simultaneamente, assim como outro beat ’em up da Technos, o Combatribes, embora isto dependa do gabinete e configurações da máquina. Além disto, o Double Dragon 3 apresenta mudanças no gameplay que lembram este outro título da firma também. As técnicas dos jogos anteriores, como pegar pelo cabelo e cotovelada, foram retiradas em prol de novas habilidades como o quebra-costela, arremesso, o chute furacão e a corrida com um golpe que derruba os inimigos.

Os jogadores se movimentam nas oito direções e podem controlar os irmãos Lee, Billy, Jimmy e Sonny. Foi descartado também o sistema de golpes direcionais do Double Dragon II: The Revenge dando lugar ao tradicional soco e chute do Double Dragon original.

O jogo apresenta uma loja que permite ao jogador comprar armas: espadas e nunchakus, e power-ups: energia, velocidade e personagens extras. Os personagens extras permitem ao jogador controlar um novo char que substitui o atual quando este morre e diferem em cada fase:

  1. Os Irmãos Urquidez (Roney, Sunny, Jonny): Altos e fortes, eles têm a maior quantidade da energia dos quatro tipos de personagens. Até três lutadores podem ser comprados para que fiquem na reserva.
  2. Os Irmãos Chin (Seimei, Taimei, Sinmei): Chineses gordos com ataques poderosos de tai chi, mas lentos.
  3. Os Irmãos Oyama (Masao, Kunio, Akira): Mestres de karatê vestidos com quimonos e especialistas em ataques rápidos.

Curiosidades

  • O terceiro irmão Lee, Sonny, aparece apenas no terceiro game da série. Certamente, ele foi criado para que três jogadores pudessem jogar Double Dragon 3: The Rosetta Stone simultaneamente.
  • Enquanto os dois primeiros jogos da série foram criados por uma equipe interna da Technos, Double Dragon 3: The Rosetta Stone foi desenvolvido pela East Tecnology.
  • Um grafite na primeira fase do game mostra a palavra “Gigandes”. Este é como um dos programadores das versões anteriores era conhecido.
  • A versão japonesa do game possui algumas diferenças. Não existe a loja, sendo apenas possível escolher um dos aliados dos Lees (Chin, Urquidez ou Oyama), os golpes especiais são padrões e o nunchaku e espada podem ser recolhidos no chão em determinadas fases.

Série

Eu sempre tive a impressão que depois do Double Dragon II, que eu joguei muito em sua versão de MS-DOS, a série Double Dragon virou meio caça níquel. Entretanto, eu não conheço todos os jogos da série abaixo para falar:

  1. Double Dragon (1987);
  2. Double Dragon II – The Revenge (1988);
  3. Double Dragon 3 – The Rosetta Stone (1990);
  4. Super Double Dragon (1992);
  5. Battletoads and Double Dragon – The Ultimate Team (1993);
  6. Double Dragon V – The Shadow Falls (1994);
  7. Double Dragon (1995);
  8. Double Dragon Neon (2012).

Talvez, eu esteja errado. Deixe nas opiniões o que você acha!

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Defenestrando Air Buster (1990)

21 de maio de 2017
Defenestrando Air Buster (1990)

Este é o vídeo do gameplay narrado do Air Buster feito e publicado pelo canal Defenestrando Jogos. Além de mostrar o jogo, o vídeo disponibiliza várias informações e curiosidades sobre o game, as quais usamos para montar este post.

Como é de costume nos domingos, nós estamos adicionando o vídeo deste game antigo de fliperama para você ter o que assistir de bom neste dia.

Air Buster é um jogo de tiro de rolagem horizontal no estilo shoot ’em up desenvolvido e lançado pela Kaneco em janeiro de 1990. Ele foi lançado originalmente para os fliperamas e, em 1991, ele foi portado para o PC Engine/TurboGrafx-16 e para o Mega Drive/Genesis, com o nome de Aero Blasters.

Em Air Buster, os jogadores controlam caças que foram desenvolvidos tanto para combates aéreos como para voos espaciais e tem que impedir uma invasão alienígena.

O game conseguiu inovar na repetitiva fórmula dos jogos de tiro que estavam sendo produzidos, exaustivamente, durante os anos 80 e 90. Air Buster é uma exceção a esta regra, oferendo um gameplay liso, multiplayer cooperativo e um design de fases inteligente.

Enredo

No ano de 2021, uma misteriosa arma espacial surge na órbita da Terra e ataca as nações da Terra. Os jogadores controlam os pilotos Mike ou Holly, membros da Trouble Speciality Raid Unit, uma unidade de elite aérea cuja missão é impedir essa invasão.

Gameplay

Como dissemos, é um shoot ’em up onde os jogadores controlam os caças espaciais Blasters e enfrentam uma grande quantidade de inimigos, sejam eles aéreos, terrestres ou espaciais. Os Blasters podem ser equipados com uma de sete armas, que incluem o “Striker”, que aumenta o poder de fogo; o “Reverse”, que atira diagonalmente na parte traseira da nave; o “Six Way Shot”, que atira semi-automaticamente em seis direções e o “Homing Shot”, que persegue os inimigos na tela. As outras três armas são misseis e foguetes que variam em suas cores e propriedades.

Também conta com o “Buster Flash”, um ataque bomba que limpa a tela dos inimigos mais fracos e seus tiros, sendo ativado pressionando o botão de fogo por alguns segundos. Entretanto, durante os poucos segundos que leva para esta arma carregar, você não pode atirar. Isto pode resultar em uma série de decisões e escapadas de última hora.

O jogo também conta com power-ups para incrementar o poder de fogo e bônus, que aparecem na forma do cifrão de dólar.

As seis fases do game são extremamente coloridas e acompanhadas com uma ótima trilha sonora rítmica. O design destas também são recheadas de boas ideias, como na segunda fase, onde você voa em alta velocidade através de corredores estreitos, ou durante a quarta fase, “Out of Gravity”, aonde você não consegue parar seu avião com um simples toque.

O jogo consegue manter um gameplay simples mas é desafiador o suficiente, como você pode ver no vídeo do gameplay.

Curiosidades

  • Lançado em 1991, o jogo foi licenciado pela Namco, eventualmente.
  • Ao longo do tempo, o jogo se tornou um clássico cult, devido ao número escasso do título nos arcades. Por isso, foram os ports para o Mega Drive e PC Engine que obtiveram maior sucesso de público.
  • Ambos estas versões para os consoles caseiros são bem fiéis, mas com o do Mega é uma interpretação quase perfeita do original do fliperama, com gráficos mais detalhados, mantendo o seu parallax, rodando em tela cheia e com melhores efeitos sonoros. Já no PC Engine, o Air Buster (Aero Blasters) apresenta um final levemente expandido.

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Defenestrando Hammerin’ Harry (1990)

14 de maio de 2017
Defenestrando Hammerin’ Harry (1990)

Hoje, neste domingão, vamos trazer o gameplay do Hammerin’ Harry, um antigo game de arcade. O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos, e compartilha informações e curiosidades, dado quais usamos para montar este post.

Hammerin’ Harry, conhecido no Japão como Daiku no Gen-san: Beranmechou Soudouki (大工の源さん 〜べらんめ町騒動記〜), é um jogo de plataforma desenvolvido pela Irem, em dezembro de 1990. Ele foi lançado por esta firma, originalmente, para os fliperamas e ganhou uma versão para o NES (Super Famicom), em 1991.

No game, você controla um trabalhador com um martelo gigante que deve atravessar as fases esmagando tudo o cruzar o seu caminho, sejam obstáculos e uma variedade de inimigos. A verdadeira estrela do jogo é, claro, o gigantesco martelo do herói, que, além de bater nos inimigos, também tem uma série de usos diversos.

Hammerin’ Harry pode ser descrito também como uma espécie de versão atualizada de Mystical Ninja Starring Goemon. Ambos games envolvem interpretações ligeiramente absurdas da sociedade japonesa, embora Harry tenha um pouco menos misticismo. Não é de admirar que a série não obteve muita notoriedade nos EUA, provavelmente muito estranha para este mercado.

Série

Hammerin’ Harry é o primeiro game de uma série de nove jogos. Só alguns deles tem títulos em inglês:

  1. Hammerin’ Harry (1990);
  2. Daiku no Gen-san 2: Akage no Dan no Gyakushuu (1992, Nintendo Famicom);
  3. Hammerin’ Harry – Ghost Building Company (1993, Nintendo Game Boy);
  4. Ganbare! Daiku no Gen-san (1993, Nintendo Super Famicom);
  5. Daiku no Gen-san: Robô Teikoku no Yabou (1994, Nintendo Game Boy); 
  6. Daiku no Gen-San: Kachikachi no Tonkachi ga Kachi (2000, Nintendo Game Boy Color);
  7. Hammerin’ Hero/GenSan (2008, Sony PSP).

Embora os primeiros jogos da série mantiveram-se razoavelmente em cenários realistas, os títulos posteriores são bem bizarros, com Harry lutando contra fantasmas ou indo para o espaço sideral. Depois de se aposentar no mundo dos videogames, ele passou a estrelar em uma série de jogos pachinko, a qual, por sua vez, levou o seu ressurgimento como a estrela do jogo de PSP de 2008.

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Defenestrando o Magician Lord (1990)

7 de maio de 2017
Defenestrando o Magician Lord (1990)

Hoje, vamos assistir o Magician Lord, um game de plataforma dos fliperamas de 1990, sendo defenestrado em vídeo. Como fazemos nos domingos, geralmente, estamos disponibilizando algo que vale a pena dar uma conferida, ao contrário da programação normal dominical da TV.

O vídeo foi produzido e publicado pelo canal Defenestrando Jogos que, além de mostrar o gameplay do Magician Lord, ainda nos trouxe muitas informações e curiosidades sobre o mesmo, e usamos muitos destes dados para montar este ponto.

Magician Lord (マジシャンロード) é um jogo de plataforma com rolagem lateral desenvolvido pela Alpha Denshi e lançado, no dia 26 de abril de 1990, pela SNK. Neste game, o jogador assume o papel de um mago chamado e sua missão é salvar sua terra natal, num contexto de fantasia medieval.

O título saiu simultaneamente para o fliperama e para o console caseiro Neo Geo e, posteriormente, ganhou ports para outros sistemas: Neo-Geo CD (1994), Nintendo Wii (2007), PlayStation 2 (2008) e o Sony PSP (2008).

Enredo

O bruxo Elta, o último Magician Lord, está em uma jornada para salvar sua terra natal do maligno feiticeiro Gal Agiese. Gal planeja ressuscitar Az Atorse, o Deus da Destruição, usando os oito tomos do poder místico. Elta tem que encarar as criações de Gal nos oito níveis do jogo que ele deve atravessar.

Gameplay

O protagonista tem que pular, atirar e escalar pelas fases até chegar ao final de cada fase, onde ele vai enfrentar um servo de Gal até chegar à ultima fase, onde ele finalmente encara Az Atorse em pessoa.

O gameplay é típico do gênero em seus títulos da época para o arcade, o que torna Magician Lord bem desafiador. Para completar a treta, Elta deve chegar à fase final e derrotar o inimigo o mais rápido possível. Se o jogador levar muito tempo para concluir essa tarefa, ele será atacado por um monstro invencível.

A principal forma de ataque é um fraco mais rápido projétil de energia que pode lançado em uma das quatro direções. As esferas especiais que aparecem funcionam como power-ups, transformando o herói em um ser diferente, tornando-o mais poderoso e dando-lhe novo ataques.

Estas são as seis formas diferentes que Elta pode assumir, ao pegar as esferas:

  • Dragon Warrior: Nesta forma, o ataque é por meio do fogo de curto alcance mas contínuo. Este, ao contrário do ataque normal, também pode ser apontado para as diagonais;
  • Waterman: Os ataques nessa forma são como granadas de água que estouram ao tocar o solo e formam em pilares de água. O ataque pode bater várias vezes causando dano adicional, mas apenas abrangendo uma pequena área;
  • Poseidon: Sendo uma versão mais poderosa do Waterman, Poseidon chuta ondas de água que viajam ao longo do solo, causando vários hits. Isto faz com que os inimigos se congelem e quebrem com o impacto. Esta forma é muito poderosa, porém, se move muito lentamente;
  • Shinobi: Essa forma tem ganhos em agilidade e ataques com poderosos arcos mágicos de fogo que são largos, mas lentos;
  • Samurai: Embora limitado, a forma é a única que pode atacar através de paredes, escudos ou até mesmo vários inimigos. Usa um ataque de energia que causa dano massivo;
  • Raijin: A forma que tem a capacidade de um grande impulso, assim como um ataque único que cria um campo elétrico contínuo em torno do corpo do protagonista.

Curiosidades

  • Este é o primeiro jogo da Alpha Denshi para o hardware SNK Neo Geo, sendo o primeiro game que usou as capacidades do Zoom e Stretching do equipamento;
  • Na época, Magician Lord foi o game mais desejado para o Neo-Geo. Todas as avaliações de revistas foram muito positivas. Hoje em dia, é um dos games mais barato do console.

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Defenestrando Snow Bros. (1990)

30 de abril de 2017
Defenestrando Snow Bros. (1990)

Hoje é dia de conferir o gameplay do Snow Bros., em sua versão de fliperama, num vídeo do Defenestrando Jogos, pra variar. Desta forma, você vai ter algo de bom pra assistir neste domingão brabo.

Como o de costume, o vídeo é descontraído e traz várias informações sobre o game, que compilamos para montar esta publicação.

Snow Bros. (スノーブラザーズ) é um jogo de plataforma desenvolvido pela Toaplan e lançado pela Capcom em abril de 1990, originalmente, para os fliperamas.

Não se sabe muito a respeito do enredo do game, se é que ele tem algum, mas, em Snow Bros., os jogadores tem que lutar contra monstros, atirando bolas de neve contra eles, enquanto avançam pelas fases.

Snow Bros. teve uma série de ports para outros sistemas: NES e Super Famicom (1991), Mega Drive (1993), Game Boy (1991), iOS, Android e Amiga (não chegou a ser lançada oficialmente).

Além dos ports, Snow Bros. também ganhou duas sequências, o Snow Bros. 2 – With New Elves (1994) e o Snow Brothers 3 – Magical Adventure (2002).

Gameplay

Em Snow Bros. um ou dois jogadores assumem os papéis dos bonecos de neve Nick e Tom. Eles lutam contra uma variedade de mais de cinquenta monstros, atirando bolas de neves neles até os cobrirem completamente. Os monstros que estão cobertos por neve não podem se mover até se sacudirem, podendo ser chutados e saírem rolando, como bolas de neve que, ao atingirem um inimigo, o matam instantemente. Se atingirem uma outra bola de neve parada, esta começa a rolar também, podendo quicar e tal. Para fazer isso, basta chegar perto do inimigo coberto de neve e apertar o botão de chutar.

Se uma fase demorar muito pra ser vencida, uma abóbora maligna aparece e tentará matar os jogadores. ela é invencível mas pode ser atordoada com as bolas de neve. A abóbora pode spawnar fantasmas que podem atravessar livremente a tela procurando por Nick e Tom, e não podem ser mortos ou atordoados. Neste caso, só resta o jogador tentar escapar deles enquanto elimina o resto dos monstros da fase.

A cada 10 fases, os jogadores devem enfrentar e derrotar um chefão, afim de continuar prosseguindo no game.

Uma série de power-ups estão disponíveis sob a forma de poções coloridas. Tem a poção amarela, que garante um tiro cumprido; a vermelha, que aumenta a velocidade; a azul que dá uma bola de neve maior e a verde, que infla. Os efeitos das poções vermelha, azul e amarela acabam quando o jogador perde uma vida e a poção azul e amarela aumenta o poder da bola de neve tanto de Tom quanto de Nick.

Dicas e truques

  • Se você matar todos os monstros em uma fase com apenas uma bola de neve faz com que os bônus de dinheiro, no valor de 10.000 pontos, apareçam;
  • Às vezes, um bônus em forma de bolo aparece em algum lugar do nível e, quando este é coletado, o jogo para e quatro criaturas feitas de neve aparecem em um curto espaço de tempo. Se esses inimigos são mortos, dropam uma letra da palavra SNOW: S, N, O ou W. Se as quatro letras forem todas recolhidas, se ganha uma vida extra. Este bolo brilhante também pode aparecer em outros momentos durante o jogo;
  • Se o dip switch de invulnerabilidade é ativado (configuração da máquina), além de ficar invencível, você também pode pausar o jogo com o botão Start do jogador 2 e reiniciado com o botão Start do jogador 1.

Curiosidades

  • A versão de Game Boy do Snow Bros., Snow Bros. Jr., inclui 10 novos níveis adicionais que aparecem depois de completar todas as 50 originais do arcade;
  • Esta versão de Game Boy procurou adaptar as fases originais do fliperama, mas algumas alterações em vários aspectos do game tiveram que ser alterados, devido às limitações deste console;
  • A versão de Nintendo 8-Bit, lançada na América do Norte e Europa, contém uma sequência de história no início do game, contando que Nick e Tom são príncipes que foram amaldiçoados e transformados em homens de neve pelo demônio King Scorch;
  • A versão de Mega Drive, lançada exclusivamente no Japão, foi desenvolvida pela própria Toaplan. Este port também contém uma nova sequência de história, além de 20 novos níveis extras aos 50 originais. Nestas novas fases, os jogadores passam a controlar as duas princesas gêmeas, Puripuri e Puchipuchi, depois que os Snow Brothers foram raptados por um novo adversário;
  • As versões para dispositivos móveis, iOS e Android, são remakes aprimorados do Snow Bros. e foram lançados pela ISAC Entertainment Co. Ltd;
  • A divisão francesa da Ocean Software tinha planos para lançar, em 1991, Snow Bros. para vários computadores pessoais, como o Commodore Amiga e Atari ST. Eles chegaram a ser portados mas nunca foram liberados para o público. Entretanto, em 2006, a ROM da versão de Amiga vazou na net. Como aconteceu com “Liquid Kids”, da Taito, a Ocean decidiu que o Snow Bros. não teria um bom desempenho no varejo e foi cancelado;
  • Existe um bootleg (versão pirata), deste jogo conhecido como “The Winter Bobble“;
  • Snow Bros. foi licenciado para Romstar nos EUA;
  • Este jogo foi lançado como um kit de conversão, geralmente instalado de fábrica em um gabinete genérico, de modo a poder ser convertido em uma máquina adequada ao Snow Bros. Este título era compatível com o JAMMA (uma das menores placas lançadas para o fliperama, um pouco maior que um cartucho de Super Famicom);
  • O letreiro do Snow Bros. mostra o logo do game com dois homens de neve e alguns inimigos cartunescos no fundo, mantendo o estilo “bonitinho” do título;
  • No dia 21 de outubro de 1990, a Pony Canyon/Scitron, lançou uma edição limitada da trilha sonora do game em um álbum (Out Zone, Snow Bros. – PCCB-00044);
  • A música do game foi composta por Osamu Ohta.

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Defenestrando o Rad Mobile (1991)

23 de abril de 2017
Defenestrando o Rad Mobile (1991)

Conheça o Rad Mobile (ラッドモビール), este jogo de corrida da Sega lançado em janeiro 1991 para os fliperamas, em mais um vídeo canal Defenestrando Jogos.

Como o de costume, estamos adicionando um vídeo de gameplay de algum jogo antigo nos domingos, o que é sempre bem legal de assistir e também é uma boa alternativa à porcaria televisiva dominical. O Defenestrando Jogos, além de mostrar o Rad Mobile, ainda compartilhou várias informações e curiosidades, o que compilamos e adaptamos para montar este post.

Desenvolvido por uma divisão da Sega, a Sega-AM2, o Rad Mobile é um jogo de corrida bastante inovador da firma, que introduziu novos elementos na jogabilidade, principalmente sob a forma de efeitos climáticos dinâmicos. Em 1989, o Turbo Out Run também incluiu efeitos de tempo limitados, mas eles eram muito menos proeminentes como característica do jogo e muito menos impressionantes do são em Rad Mobile.

Outra inovação apresentada no game é que em muitas das etapas do mesmo, o gabinete move-se junto com o cenário dependendo da posição do carro na pista.

Contou com uma sequência, o Rad Rally, de 1991, e um port para o Sega Saturn (conhecido no Japão como Gale Racer), que saiu em 1994. Este port contou com vários upgrades em relação ao original dos arcades, como gráficos, introdução e trilha sonora aprimoradas, além de um sistema de save game e chaveirinhos novos do Sonic.

Gameplay

Rad Mobile é um jogo de corrida com vinte fases que se passam pelos Estados Unidos, de Los Angeles até Nova York. No game, o jogador guia um protótipo da Ferrari 330 P4, o único disponível para ser dirigido, e competindo contra oponentes controlados pelo computador.

Alguns estágios também têm patrulhas da polícia e os jogadores devem evitar ou fugir destes carros, sob o risco de ser parado, significando perda de valiosos segundos.

Além do tempo apertado, motoristas rivais (os carros marcados pela palavra “RIVAL” no game) e dois sentidos de tráfego pesado, os jogadores agora tem que lidar com chuvas fortes, neblinas espessas e escuridão. O para-brisas e faróis devem ser usados manualmente pelo jogador. Isto é algo que, juntamente com a visão interna do carro, estilo simulador, dá uma sensação mais realista e interativa para a corrida.

O estilo do gameplay do Rad Mobile me lembrou bastante uns jogos da série Test Drive, uma popular franquia de games de corrida do início dos anos 90 para o PC.

Curiosidades

  • Na tela de título do Rad Mobile, está escrito 1990. Porém, jogo foi lançado em 1991 mesmo, no Japão;
  • Rad Mobile foi o primeiro jogo de fliperama de 32 bits da Sega;
  • O lendário mascote da firma, Sonic, é mostrado no game num chaveiro que oscila no espelho retrovisor do jogador. É a primeira vez que o Sonic apareceu em um jogo;
  • Uma máquina do Rad Mobile é apresentada num filme de 1992, Encino Man, conhecido no Brasil como “O Homem da Califórnia” e estrelado por Brendan Fraser;
  • Rad Mobile conta com dois finais que dependem de qual lugar do jogador termina e se ele usou os atalhos. O melhor final é conseguido ao terminar em primeiro lugar sem o uso de atalhos.

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Defenestrando Mercs (1990)

16 de abril de 2017
Defenestrando Mercs (1990)

Pra começar a domingueira, confira o gameplay do Mercs feito pelo canal Defenestrando Jogos, que, além de mostrar um pouco do game, oferece bastante informações e curiosidades a respeito deste run and gun.

Mercs, lançado originalmente em março de 1990 como Senjō no Ōkami II (戦場の狼Ⅱ Wolf of the Battlefield II), no Japão, é um jogo de tiro run and gun com visão top-down desenvolvido pela Capcom para os arcades, sendo o nono título a usar a placa CPS-1, desta firma.

O Mercs conta com recursos gráficos sólidos e som em abundância, considerando o contexto em que foi lançado, várias armas e veículos para usar e abusar e chefões enormes para derrotar. É um game que contou com boa repercussão no que diz respeito a críticas e de vendas, o que é evidenciado pela sua continuação, seus ports e relançamentos. O Mercs ganhou o prêmio “Hyper Game” concedido pela MegaTech.

Enredo

Os EUA enfrentam uma grave crise quando o ex-presidente foi sequestrado por um grupo de revolucionários, durante uma viagem à África Central que tinha o objetivo de promover a paz mundial. Três soldados antiterroristas altamente qualificados são contratados para abrir caminho através das linhas inimigas.

Esta equipe mercenária de operações especiais, conhecida como “Wolf Force”, é composta por Joseph Gibson (jogador 1, em azul), Howard Powell (jogador 2, em vermelho) e Thomas Clarke (jogador 3, em amarelo). Eles devem aniquilar as tropas rebeldes e salvar o ex-presidente, que está cativo no país ficcional africano de Zutula, administrado por um governo do apartheid.

Imagina se o Lula é sequestrado se você iria lá encarar um exército de carniceiros pra salvar ele? Se bem que ele ia se sentir é em casa…

Gameplay

A versão de fliperama do Mercs possui suporte para até três pessoas jogarem simultaneamente o game, que tem sete fases, sendo a última o resgate do ex-presidente de um C-130 Hercules (um avião militar de transporte da Lockheed).

Os controles consistem em um joystick de oito direções e dois botões: um para o ataque normal, que pode receber upgrades e outro para o ataque Megacrush, que detona todos os inimigos da tela, mas é limitado pelo número de bombas que o jogador possui.

Os personagens controlados pelos jogadores tem um indicador de vitalidade que irá gradualmente diminuir na medida em que tomam danos. A vitalidade pode ser recuperada recolhendo kits de primeiros socorros ou power-ups. Em determinadas fases, os jogadores pode pilotar veículos inimigos capturados.

Série Commando e ports

É o segundo game da série do Commando, sendo precedido por este game de 1985 e seguido pelo Wolf of the Battlefield: Commando 3, de 2008.

Além da sequência, o Mercs foi portado para o Amiga (1991), Mega Drive/Genesis (1991), Master System (1987), Sinclair ZX Spectrum (1991), Commodore C64 (1991), Amstrad CPC (1991) e Atari ST (1991).

O run and gun também foi relançado em várias compilações, como o Capcom Generations (Sega Saturn e PlayStation) em 1998, Capcom Classics Collection Vol. 1 (PlayStation 2 e Xbox), em 2005, e o Capcom Classics Collection: Reloaded (PlayStation Portable), em 2006.

Por fim, o jogo também ganhou sua versão para o Windows Wii em 2009, com o título Mercs: Wolf of the Battlefield, afim de relacionar o antigo título com o Wolf of the Battlefield: Commando 3.

Vale a pena colecionar jogos lacrados?

25 de janeiro de 2017
Vale a pena colecionar jogos lacrados?

Este é um vídeo do canal Defenestrando Jogos onde se analisa se vale a pena colecionar jogos lacrados. Nele, o Celso Affini, o dono e apresentador do canal, dá a sua opinião a respeito de manter os jogos ainda em suas embalagens originais.

Ele afirma que as coleções de jogos são umas das mais bacanas e divertidas coleções que se pode ter, pelo simples fato de se poder jogar aqueles jogos incríveis do nosso passado. Mas e os jogos lacrados? O que se faz com um jogo que está no mesmo estado que saiu da fabrica?

Ele partilha da nossa posição de que games são para de jogar, neste vídeo, coincidentemente lançado este vídeo um dia depois em que nós mandamos este meme lá na nossa Curtas do Doomguy, zuando esses caras que se dizem gamers da velha guarda mas só ficam ajuntando tranqueira em casa, sem jogar nada. Como exemplo de contraponto, alguém que coleciona e joga, ainda usamos o próprio Celso como exemplo.

É claro que, se você tem interesse em guardar o produto lacrado para ele valorizar é uma coisa bem diferente de ficar com a parada sem serventia em casa, só pra ficar olhando ou mostrando pros outros, como quem não tem mais nada na vida (vai ver é o caso).

Para fazer os colecionadores mais mongolões exigentes arrancarem os cabelos, ele deslacrou umas relíquias no vídeo, como o Phantasy Star Online e mostrou também outros títulos de sua coleção.

E você? O que você acha disso tudo?

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Crossed Swords

21 de novembro de 2016
Crossed Swords

Crossed Swords é um jogo de ação em terceira pessoa em um mundo de fantasia medieval desenvolvido pela Alpha Denshi e lançado pela SNK, originalmente para o Neo Geo Arcade, em 1991. Ele também é categorizado, por algumas pessoas, como um action RPG hack ‘n slash, embora eu consideraria que ele é, essencialmente, um game de ação, mas que apresenta elementos e roteiro de RPG.

O game foi a segunda tentativa da SNK de lançar um RPG de ação, sendo o game Riding Hero a primeira. Ele também tem o gameplay similar a um outro game da SNK, o The Super Spy (1990), que mistura tiro em primeira pessoa com beat ’em up, também com elementos de RPG.

O resultado, então, é um game um tanto quanto não usual, como vocês poderão assistir no vídeo, embora ele lembre um pouco o Dark Souls, segundo o Celso do Defenestrando Jogos.

Ele foi portado para o console Neo-Geo, posteriormente (1991), e rendeu uma sequência, o Crossed Swords 2.

Enredo

O enredo conta a história de um cavaleiro errante, o Knight of the Journey, que viaja através de uma terra encantada, Belkana,  onde encontra um vilarejo, o qual precisa da ajuda de um herói para eliminar os monstros e demônios que ali perturbam a paz. Entretanto, a ameaça não terminou ali. Das profundidades da montanhas de Graisa, o Lorde Demônio Nausizz ordena e comanda ataques nas comunidades, espalhando o terror uma a uma. O cavaleiro precisa, então, abrir caminho até o coração da ameaça, avançando em vários territórios, contando com a ajuda de súditos leais do reino, até o Mundo Diabólico. Lá, ele vai travar a batalha final que vai definir se a paz vai ter vez novamente em Belkana.

Screenshots

Vídeo

Abaixo, temos mais um vídeo do canal Defenestrando Jogos que explora esse game de fliperama talvez não muito conhecido por nós, brasileiros:

Defenestrando Jogos fez a cobertura do Anime Friends 2016

6 de agosto de 2016
Defenestrando Jogos fez a cobertura do Anime Friends 2016

Este é um vídeo do canal Defenestrando Jogos onde o apresentador (e dono), Celso Affini, foi fazer a cobertura do evento Anime Friends 2016.

Não é a primeira vez que ele cobre o Anime Friends, um evento que rola todo mês de Julho em São Paulo e faz com que pessoas do Brasil todo se reúnam para curtir e trocar ideias sobre animes, mangás, jogos, brinquedos karaokê (argh) e muito mais da cultura pop e nipônica.

De uma forma muito bem humorada e sem receio de falar o que pensa, o que é bem característico de Affini, a cobertura ficou muito legal, resultando num vídeo bem legal e de alta qualidade para você, que gosta destes assuntos, assistir neste sabadão.

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Enredo Dos Jogos [Humor]

20 de março de 2016
Enredo Dos Jogos [Humor]

Este é mais um vídeo do canal Defenestrando Jogos, publicado originalmente no dia 25 de junho de 2015 que tenta falar sobre algo que todos nós que começaram a jogar videogames nas décadas de 80 e 90 devem ter experimentado, em maior ou menor escala: o de entender o enredo no game, visto que não haviam jogos dublados ou legendados na época. A gente não sabia inglês também, pois éramos muito novos e as vezes nem tinha manual à disposição, no caso de vários jogos de PC ou fliperama.

O que acabava acontecendo? A gente ficava imaginando e inventando o que seria a história do game e acabava bolando a nossa própria ou substituindo as partes que a gente não entendia por alguma coisa que a gente achava que era e, muitas vezes, eram conclusões absurdamente engraçadas.

Isso servia, além de forçar a gente a tentar entender inglês, a usar a criatividade para transpor estas barreiras pois, era simples se identificar ou criar personalidade para os personagens ou eventos que ali nos eram apresentados.

Fazendo uma reflexão sobre isso, o Celso, do canal, fez este vídeo onde ele mostra como a sua imaginação era usada para dar vida aos personagens e esses enredos são os mesmo que usava na época, pois esse tipo de coisa a gente não esquece.

Vale lembrar que este é o caso dele. Eu não pensava tanta indecência hauhauhau Convém tirar as crianças e idosos da sala, pois o linguajar deste vídeo, que é bem engraçado, é tenso.

Depois de assistir, diga-nos o que achou e compartilhe suas experiências similares conosco!

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Defenestrando Mérito Em Videogames

27 de fevereiro de 2016
Defenestrando Mérito Em Videogames

Neste vídeo do canal Defenestrando Jogos, originalmente publicado no dia 4 de fevereiro de 2016, Celso Affini debate o mérito dentro dos videogames.

De forma descontraída, casual e bem humorada, o apresentador argumenta que, algo que deveria vir de um reconhecimento comum de algo de bom que uma pessoa fez foi transformado num desculpa para alguns jogadores se auto consagrarem. Ele afirma que, cada vez mais, as pessoas se chamam de “mito”, de “fod4” etc, mas o reconhecimento deveria vir de outras partes.

Ele não tira a importância da competição dentro dos games, mas como é, primeiramente, uma atividade para a nossa distração e divertimento, devemos desencanar disso.

Eu concordo com vários dos pontos que ele levantou no vídeo. E você?

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O que é ser um gamer?

31 de janeiro de 2016
O que é ser um gamer?

Este é um vídeo que tenta definir o que é ser um gamer. Será que ser um gamer é ser o melhor em um estilo de jogo, dominar todos os estilos, ou conhecer e procurar o maior número de jogos?

O rapaz do canal, Celso Affini, apesar de ter um currículo invejável para qualquer fã de videogames, por ter trabalhado na Nintendo (saiba mais) como demonstrador profissional de games, fala de uma maneira modesta, clara e contundente sobre um assunto que gera muitas brigas inúteis, não apenas pelas redes sociais, mas até em mesas de bares.

Trata-se de um vídeo bacana que me levou a conhecer este canal, que parece ser interessante, o Defenestrando Jogos.

Eu meio que concordo com a opinião dele, embora eu ache que este adjetivo “gamer” já esteja meio desgastado.

E você? O que acha? Comente e diga-nos a sua opinião.

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