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Wonder Boy

20 de novembro de 2017
Wonder Boy

Wonder Boy (ワンダーボーイ) é um jogo de plataforma desenvolvido pela Escape (antigo nome de uma firma chamada Westone Bit Entertainment) e lançado pela Sega, em 1986, originalmente para os fliperamas. O jogo foi um sucesso tanto de público quanto de mercado, o que certamente foi um dos incentivos para ser portado para vários outros sistemas, como o Amstrad CPC, Commodore 64, Game Gear, Sega Mark III/Master System, SG-1000, Mobile Phone, Wii (Virtual Console), ZX Spectrum e PlayStation 4.

Wonder Boy deu origem a outros 5 jogos que fazem parte da série principal: Wonder Boy in Monster Land, Wonder Boy III: Monster Lair, Wonder Boy III: The Dragon’s Trap, Wonder Boy in Monster World e Monster World IV. Em outubro de 2016, o game também ganhou um remake chamado Wonder Boy Returns, desenvolvido pela CFK.

Além destes ports, outros jogos da série e o remake, existe também uma miríade de clones e jogos que riparam elementos do Wonder Boy, o que também é prova do impacto deste grande título.

Vídeo

Acima, temos o gameplay comentado do Wonder Boy do fliperama produzido pelo canal Defenestrando Jogos. O vídeo apresenta apresenta, além do gameplay do jogo, umas boas informações que utilizamos para montar esta publicação.

Screenshots

As screenshots acima são também da versão de arcade do Wonder Boy. Elas foram ampliadas. a resolução original é raster 256×224.

Enredo

Tom-Tom (na versão do Master System) ou simplesmente “Menino” (nas versões japonesas), é um garoto ilhéu e tribal estilo homem das cavernas. O Dark King (conhecido como Drancon na versão Game Gear), sequestrou a namorada do Wonder Boy, Tina (renomeada Tanya na versão Master System), e agora ele tem que invadir os domínios dessas criaturas para resgatá-la, reunindo itens úteis para conquistá-la ao final da jornada.

Gameplay

O Wonder Boy, como dissemos, é um jogo de plataforma. Nele, o jogador deve guiar o herói através de sete áreas, cada uma composta por quatro rounds. As fases sempre rolam da esquerda para a direita, com algum movimento vertical, e consistem em florestas, colinas, oceanos, cavernas, palácios de gelo e, ocasionalmente, terras das montanhas.

O protagonista pode armar-se com um machado de pedra que ele pode jogar contra inimigos que se aproximam, usar um skate com o qual ele pode correr rapidamente pelos níveis e sobreviver a um ataque de um inimigo e contar com a proteção temporária de um anjo que lhe permite destruir inimigos simplesmente passando por eles. O jogador adquire tais vantagens se quebrar os ovos abertos, que podem também conter surpresas desagradáveis, como maldições que o fazem perder a vitalidade mais rapidamente do que o habitual e os cogumelos venenosos que acabam com toda a saúde do Wonder Boy de uma só vez. Os ovos ruins estão cobertos de manchas vermelhas, enquanto os bons são totalmente brancos.

O jogador deve controlar o medidor de vida que constantemente diminui em certo ritmo e só pode ser reabastecido coletando frutas ao longo dos níveis. Há também uma boneca para colecionar em cada nível e que duplica os pontos de bônus atribuídos no final destes. Se todas as 28 bonecas forem coletadas, uma oitava área é desbloqueada.

No final de cada área, o herói encontrará uma encarnação do principal antagonista como chefão. Uma vez vencida a batalha, a máscara do senhor poderoso voa e se transforma em algum item, como uma xícara de chá ou um pedaço de fruta para o menino coletar. O feiticeiro maligno, em seguida, faz sua fuga.

Um modo alternativo de dois jogadores está disponível onde eles revezam toda vez que um perde uma vida.

G-LOC: Air Battle

8 de novembro de 2017
G-LOC: Air Battle

G-LOC: Air Battle é um jogo de tiro e combate aéreo desenvolvido pela Sega. O game foi lançado pela mesma firma em abril de 1990, originalmente para os fliperamas do Japão. É, também, sequência do clássico After Burner, adotando muita ação e a jogabilidade meio limitada, embora com um ritmo visivelmente reduzido, deste seu antecessor de 1987. Isto acabou tornando a sobrevivência em G-LOC mais uma questão de habilidade do que a jogabilidade “shoot ‘n hope” do After Burner e do After Burner II.

Em G-LOC: Air Battle, o jogador é um piloto de um caça aéreo experimental (chamado de A8M5 e que recebe upgrades até se tornar o A8M6) participando de batalhas aéreas contra outros aviões. Ele foi lançado em três versões diferentes de gabinetes: uma para jogar sentado, outro para jogar em pé e uma muito incrementada que girava em 360 graus, a R-360. Esta simulava a sensação de pilotar um caça e adicionava mais dinâmica ao jogo. Eu acho que a vi por aqui em Belo Horizonte, no fliperama do finado Central Shopping, mas não posso afirmar com certeza.

O G-LOC: Air Battle foi portado para vários outros sistemas, como o Master System (1990), Mega Drive (1991), Game Gear (1993), Amstrad CPC (1991, “G-R360 Loc”), Commodore Amiga (1992), Commodore C64 (1992, “G-R360 Loc”) e Sinclair ZX Spectrum (1992, “G-R360 Loc”), embora estas versões sejam pálidas em comparação com o original. Ele também é o terceiro jogo de uma série de nove jogos.

Vídeo

Acima temos o Fliperama Nostálgico com o G-LOC: Air Battle, com o shooter dos anos 90 sendo defenestrado pelo Celso em seu canal. O vídeo é bem legal e informativo e nós usamos algumas destas informações para montar este post.

Screenshots

As screenshots acima foram tiradas da versão de fliperama do G-LOC e estão ampliadas. A resolução original do game é raster 320×224 (horizontal) e 24,576 de 2,097,152 cores.

Gameplay

O G-LOC: Air Battle é um jogo de tiro e de simulador de combate aéreo com a ação vista em primeira pessoa dentro da cabine do caça, e, quando algum míssil inimigo ficava travado em seu encalço, o ponto de vista muda para a perspectiva de terceira pessoa, semelhante a do After Burner. Nesta hora, o jogador deve rolar e girar para escapar do perseguidor. Se tiver sucesso em evitar o ataque, o jogo volta à perspectiva em primeira pessoa.

A aeronave do jogador está armada com uma metralhadora e um número limitado de mísseis que podem ser travados e lançados nos inimigos, os quais são recuperados ao passar de fases. G-LOC: Air Battle faz com que o jogador atravesse uma variedade de diferentes paisagens, incluindo ilhas, planícies e cânions.

Eventualmente, o jogador tem que tentar pousar seu caça em um porta-aviões com sucesso, senão é game over. Se o caça levar muitos tiros ou o tempo do jogo acabar (você perde tempo se colidir), também é game over. O jogador ganha mais tempo e avança pelas fases alcançando as metas que são definidas em cada estágio.

Os jogadores escolhem quais objetivos destruir, como navios, caças a jato ou tanques. Eventualmente, terão também que enfrentar chefes como o War Balloon, o Bomber e o adversário final, um inimigo que usa o mesmo avião que o jogador, mas com maior durabilidade e força.

Curiosidades

  • G-LOC é a abreviação para “G-force induced Loss of Consciousness”, ou “Perda de Consciência Induzida por Força G”;
  • O R360 – G-Loc Air Battle é uma versão melhorada do G-LOC e um simulador que literalmente fazia o gabinete do jogo girar 360º.

Série

Como dissemos, o G-LOC: Air Battle é parte da série After Burner. Esta, por sua vez, é composta de 9 games:

  1. After Burner (1987);
  2. After Burner II (1987);
  3. G-LOC – Air Battle (1990;
  4. R360 – G-LOC Air Battle (1990);
  5. Strike Fighter (1991);
  6. Sky Target (1995);
  7. Sega Strike Fighter (2000);
  8. After Burner Climax (2006);
  9. After Burner – Black Falcon (2007).

Michael Jackson’s Moonwalker

19 de outubro de 2017
Michael Jackson’s Moonwalker

Michael Jackson’s Moonwalker (マイケル・ジャクソンズ・ムーンウォーカー) é um jogo de luta desenvolvido pela Sega e lançado para o arcade (System 18) no dia 24 de julho de 1990. Baseado no filme de mesmo nome, o game é um beat ’em up isométrico em que Michael Jackson, junto com seu chimpanzé Bubbles, tenta salvar as crianças e derrotar o maligno Mr. Big.

O finado cantor pop em pessoa foi produtor e designer do Michael Jackson’s Moonwalker original, versão tal que é substancialmente diferente dos seu ports para o Mega Drive e Master System. Estes, mesmo mantendo grande parte dos elementos da versão de fliperama, abandonam a visão isométrica e a rolagem lateral sideways scrolling, se assemelhando mais a um game de plataforma ou algo parecido com o Shinobi. Estas versões para consoles caseiros contaram com o design de Roppyaku Tsurumi, que também foi co-produtor delas, junto com Jackson.

Computadores como o Amstrad CPC, Atari ST, Commodore 64, Commodore Amiga, PC (MS-DOS), MSX e o ZX Spectrum também ganharam versões do jogo, mas com uma jogabilidade completamente diferente da original e dos consoles. Segundo a revista Your Sinclair, a versão de ZX Spectrum tinha o gameplay similar ao Gauntlet e Operation Wolf deste computador.

Embora eu tenha jogado exaustivamente o Moonwalker do Master, um jogo muito popular desta plataforma quando foi lançado, me lembro da versão de fliperama ter uns recursos impressionantes pra época. O jogo é uma mistura peculiar de elementos como soldados futuristas, mafiosos, robôs, zumbis etc. É meio surreal imaginar como tudo isto se encaixaria num enredo, se fosse o foco do game.

Screenshots

As screenshots acima foram tiradas da versão do fliperama do Moonwalker e foram ampliadas.

Vídeo

Acima, temos o Celso defenestrando o Michael Jackson’s Moonwalker do arcade, neste episódio do seu Fliperama Nostálgico que foi publicado em seu canal no dia 18 de maio de 2015. Além de exibir o gameplay, o vídeo também traz muitas informações e curiosidades a respeito do jogo, sendo uma das fontes para esta publicação.

Já acima, temos o longplay da versão de Master System do Moonwalker, a que eu mais joguei.

Enredo

Como dito, o Michael Jackson’s Moonwalker é um jogo baseado no filme de 1988, uma antologia estrelada pelo próprio cantor pop. O game segue mais ou menos o seguimento Smooth Criminal do filme, onde Michael Jackson tem que resgatar as crianças e derrotar Mr. Big, seus capangas, máquinas mortais, mortos-vivos e outros inimigos que estão a serviço do mal. Jackson conta com a ajuda do seu chimpanzé Bubbles, seu bicho de estimação na vida real.

Gameplay

Fliperama

Neste beat ’em up, o jogador deve derrotar todos os capangas e inimigos a mando de Mr. Big em cada fase. Michael Jackson, ao invés de atacar com chutes e socos (como é a tradição do gênero), lança uns poderes energéticos com as mãos ou faz uma dança mágica que hipnotiza todos os inimigos da tela e os destrói, depois de acompanharem o protagonista na tal dancinha.

Alguns inimigos são derrotados com apenas um tiro e outros precisam de serem atingidos várias vezes para serem derrotados. É possível carregar o ataque de Michael segurando o botão de tiro, o que aumenta o seu dano. Se manter pressionado o botão de ataque por muito tempo, esta força extra se perde, precisando ser carregada novamente. No final de cada rodada, o chimpanzé de estimação de Michael, Bubbles, aparecerá. Se Michael toca Bubbles, ele vai se transformar em um poderoso robô. Depois de Michael se tornar no robô (chamado por alguns de Moonwalker), ele será capaz de disparar lasers e mísseis. Michael deve derrotar o chefe no final de cada rodada a fim de avançar para a próxima. Porém, se você não pegar o Bubbles, deverá enfrentar o chefão sem esta transformação.

É possível jogar o Michael Jackson’s Moonwalker com três jogadores simultâneos. Cada um usa uma cor diferente: Branca (jogador à esquerda), vermelho (jogador do meio) e preto (jogador à direita).

Moonwalker para consoles caseiros

Como dissemos acima, o gameplay dos ports do Moonwalker pro Mega Drive/Genesis e Master System contavam com um esquema totalmente diferente, lembrando mais o Shinobi do que o original dos arcades.

Nestas versões, o jogador tem que resgatar as crianças, todas elas parecidas com a Katie do filme. Elas ficam espalhadas pelas fases, algumas atrás de objetos como portas e até tumbas. Muitos destes objetos estão vazios ou escondem power-ups ou inimigos, mas isso nunca varia entre as partidas, podendo o jogador fazer mapas das fases para lembrar onde está cada criança ou power-up e usar toda vez que reiniciar o jogo.

O ataque padrão do Michael Jackson é aquele chute que ele fazia durante suas apresentações. Se o jogador segurar o botão de ataque e apertar o direcional pra trás, Jackson faz o seu passinho Moonwalk, que serve para algumas coisas no jogo. Ele também pode rodopiar, ficando invulnerável no processo, mas isto o fará perder energia. Se o rodopio for segurado, Jackson faz aquela sua dancinha que hipnotiza e mata os inimigos todos da tela (Star Magic). Ele também pode combinar saltos com ataques ou agachar para dar socos.

Tem também o ataque com o chapéu, onde Michael o arremessa como um bumerangue. No Master System, isto é feito com o botão de ataque ao recolher o ícone do Michael Jackson laranja (o amarelo dá vida). No Mega Drive, isto é feito segurando o botão de rodopiar por dois segundos, com o direcional controlando o sentido desejado. Michael também conta com a ajuda do Bubbles, que aponta onde o jogador deve ir para terminar a fase. Neste console, tem mais interação com o cenário e variedade de inimigos durante as rodadas também.

No final de cada round da versão de Master System, até o 5-9, Jackson enfrenta um desafio com os capangas de Mr. Big. No 6-1, ele se transforma no robô e o jogo se transforma um shooter tipo aquela fase de bônus do Shinobi. No round 6-2, ele se transforma numa nave, mantendo um esquema similar à rodada anterior.

Já no Mega Drive, na fortaleza final, ele também pode se transformar em robô durante o round, mantendo a perspectiva padrão do jogo, mas daí não pode recolher as crianças. No último round, Jackson se transforma numa nave espacial e luta no espaço contra a nave do Mr. Big, com uma perspectiva em primeira pessoa similar a de um simulador de voo.

Trilha Sonora

Como não poderia deixar de ser, a trilha sonora do Moonwalker inclui músicas do próprio cantor. Elas são planos de fundo dos rounds (fases) do game, em sua versão de arcade:

  1. Cavern: “Bad
  2. Amusement Quarter: “Smooth Criminal
  3. Night Street: “Beat It
  4. Graveyard: “Another Part of Me
  5. Evil Fortress: “Bad

Outras músicas também rolam em outras partes do game, como Billie Jean, como em seu final.

Laser Ghost

9 de outubro de 2017
Laser Ghost

Laser Ghost é um jogo de tiro estilo shooting gallery de terror desenvolvido e lançado pela Sega em novembro de 1990. Saindo originalmente para os fliperamas, o Laser Ghost tem elementos de filmes como Os Caça-Fantasmas (Ghostbusters) e Poltergeist III, com o personagem sendo um caçador de fantasmas que usa sua arma para proteger a cidade destes mortos-vivos.

O game foi portado para o Master System em 1991, exclusivamente para a Europa, mas este não é baseado no original do arcade e podia ser jogado tanto com a pistola Light Phaser ou com o joystick do console.

Enredo

Uma serie de eventos estranhos e inexplicáveis começam a surgir pela cidade. Poltergeists e fantasmas começam a assombrar os moradores e, como se isso não fosse ruim o bastante, uma jovem é sequestrada por uma alma penada em plena luz do dia. Agora Bill, Max e Carol, membros de uma equipe de caçadores de fantasmas, deverão por um fim em toda esta loucura paranormal.

Gameplay

Laser Ghost, em sua versão de arcade, pode ser jogado por até três pessoas ao mesmo tempo, usando as três armas montadas no gabinete do game. Cada arma conta com dois botões, um para o tiro comum e a outra para o especial de uso limitado. O gabinete possui um esquema que projeta na tela um longo feixe de luz vermelho cada vez que o jogador da um tiro, dando a ilusão que um raio laser real sai da arma em direção ao alvo. Os jogadores tem que atravessar cinco fases onde vão encarar ondas de fantasmas, cada uma terminando em uma luta contra o chefão. Um jogador recebe dano se o seu terço correspondente da tela, onde suas estatísticas são localizadas, é atingindo por um inimigo. Os danos podem ser recuperados com kits médicos que podem dropar dos fantasmas.

A versão do Laser Ghost para o Master System é completamente diferente. Nesta, os jogadores devem proteger uma jovem chamada Catherine que está sendo mantida em cativeiro na Mansão Manor, uma grande casa mal assombrada. Usando o joystick ou a pistola Light Phaser, os jogadores eliminam os vários perigos que Catherine enfrenta enquanto tenta escapar com a sua alma intacta.

Screenshots

As screenshots abaixo foram tiradas da versão de fliperama do Laser Ghost e foram ampliadas para serem postadas aqui:

Vídeo

Confira abaixo o gameplay do Laser Ghost, em sua versão de arcade, feito pelo canal Defenestrando Jogos. Este vídeo contém não apenas cenas deste antigo game, mas também muitas informações e curiosidades sobre o título. Nós utilizamos estas informações para montar esta publicação, diga-se de passagem.

Curiosidades

  • Algumas fontes apontam o jogo como lançado em 1989, porém, a própria tela do Laser Ghost mostra 1990;
  • Na tela título, aparece uma lápide que é uma referência a um jogo de 1989 da SEGA, o Line of Fire;
  • O gabinete do jogo era bem diferente e extravagante, pois se podia jogar com três jogadores. O primeiro e o terceiro player jogavam sentados enquanto o segundo player seguia em pé. Imagens do gabinete se encontram no vídeo acima.

Rad Mobile

28 de agosto de 2017
Rad Mobile

Rad Mobile (ラッドモビール) é este jogo de corrida da Sega lançado em janeiro 1991 para os fliperamas. Desenvolvido por uma divisão da Sega, a Sega-AM2, trata-se de um jogo de corrida bastante inovador da firma, que introduziu novos elementos na jogabilidade, principalmente sob a forma de efeitos climáticos dinâmicos.

Outra inovação apresentada no game é que em muitas das etapas do mesmo, o gabinete move-se junto com o cenário dependendo da posição do carro na pista. Em 1989, o jogo Turbo Out Run também incluiu efeitos de estação limitadas, mas eles eram muito menos proeminentes como característica do jogo e muito menos impressionantes do que em Rad Mobile.

O Rad Mobile contou com uma sequência, o Rad Rally, de 1991. Também ganhou um port para o Sega Saturn (conhecido no Japão como Gale Racer), que saiu em 1994. Este port contou com vários upgrades em relação ao original dos arcades, como gráficos, introdução e trilha sonora aprimoradas, além de um sistema de save game e chaveirinhos novos do Sonic.

Gameplay

O Rad Mobile é um jogo de corrida com vinte fases nos Estados Unidos, se passando de Los Angeles até Nova York. No game, o jogador guia um protótipo da Ferrari 330 P4, o único disponível para ser dirigido, enquanto compete contra oponentes controlados pelo computador.

Alguns estágios também têm patrulhas da polícia e os jogadores devem evitar ou fugir destes carros, sob o risco de ser parado, o que significa perda de valiosos segundos.

Além do tempo apertado, motoristas rivais (os carros marcados pela palavra “RIVAL” no game) e dois sentidos de tráfego pesado, os jogadores têm também de lidar com chuvas fortes, neblinas espessas e escuridão. Os para-brisas e faróis devem ser usados manualmente pelo jogador. Isto é algo que, juntamente com a visão interna do carro, estilo simulador, dá uma sensação mais realista e interativa para a corrida.

O estilo do gameplay do Rad Mobile me lembrou bastante uns jogos da série Test Drive, uma popular franquia de games de corrida do início dos anos 90 para o PC, além, é claro, do clássico Stunts.

Screenshots

Vídeo

O vídeo abaixo foi feito pelo canal Defenestrando Jogos. Este, além de mostrar o gameplay do Rad Mobile, ainda compartilhou várias informações e curiosidades, o que compilamos e adaptamos para montar este post:

Curiosidades

  • Na tela de título do Rad Mobile, está escrito 1990. Porém, jogo foi lançado em 1991 mesmo, no Japão;
  • Rad Mobile foi o primeiro jogo de fliperama de 32-bits da Sega;
  • O lendário mascote da firma, Sonic, é mostrado no game num chaveiro que oscila no espelho retrovisor do jogador. É a primeira vez que o Sonic apareceu em um jogo;
  • Uma máquina do Rad Mobile é apresentada num filme de 1992, Encino Man, estrelado por Brendan Fraser e conhecido no Brasil como “O Homem da Califórnia”;
  • Rad Mobile conta com dois finais que dependem de qual lugar o jogador termina e se ele usou os atalhos. O melhor final é conseguido ao terminar o jogo em primeiro lugar sem o uso de atalhos.

Cyborg Justice

15 de junho de 2017
Cyborg Justice

Cyborg Justice é um beat ‘em up desenvolvido pela Appaloosa Interactive (antiga Novotrade International) e lançado pela Sega para o Mega Drive, em abril de 1993.

O jogo começa com uma espaçonave caindo em uma colônia de mineração, com o seu ocupante morrendo logo depois da colisão. O seu cérebro é resgatado e transplantado em um corpo cibernético, porém, dá erro na hora de apagar sua memória e ele se recusa a se tornar um escravo. Agora, ele tem que escapar deste planeta, enfrentando um exército de ciborgues através das fases até chegar no cérebro gigante que controla tudo.

O jogador pode arrancar e usar partes dos ciborgues inimigos, assim como combinar golpes e utilizar funcionalidades especiais das peças instaladas em seu corpo. O game conta com modo Arcade e Duelo e pode ser jogado por uma ou duas pessoas.

O Cyborg Justice foi introduzido ao nosso Hall da Fama no dia 15 de julho de 2017, sendo um dos jogos mais importantes da Gaming Room.

Vídeo

Screenshots

PS. Essa publicação está muito simplificada. Vamos enriquecê-la assim que possível.

Versão de arcade do Altered Beast online

27 de Maio de 2017
Versão de arcade do Altered Beast online

Experimente a versão de arcade do Altered Beast online, jogando o clássico beat ’em up da Sega em seu browser, sem necessidade de download nem nada. Trata-se da mesma exata versão sendo emulada em uma versão para navegadores do MAME, e não algum remake ou algo assim.

Quem conhece o game já sabe. Você é um centurião que foi revivido para enfrentar os mortos-vivos e outras criaturas mitológicas e macabras comandadas pelo Nefasto Neff, um deus pagão (ou demônio) que sequestrou Athena, a filha de Zeus, outro deus pagão.

Além de usar chutes e socos para enfrentar os monstros, você pode recolher power-ups dos cérberus brancos (os cachorrinhos de 3 cabeças que aparecem eventualmente) que vão te alterando e fortalecendo, até você se tornar uma besta poderosa, uma diferente em cada fase.

Controles

  • Setinhas: Movimentar
  • CTRL: Socar
  • ATL: Chutar
  • Barra de Espaço: Saltar
  • ↑ + Barra de Espaço: Saltar mais alto
  • 5: Inserir ficha
  • 1: Start (iniciar game)

Clique Aqui Para Jogar

Spider-Man: The Video Game

8 de Maio de 2017
Spider-Man: The Video Game

Spider-Man: The Video Game é um jogo de luta estilo beat ’em up desenvolvido e lançado pela Sega, em setembro de 1991, para os fliperamas (Sega System 32). Como você poderia imaginar, é inspirado no popular personagem da Marvel, o Homem-Aranha, e em suas histórias.

Apesar de ser um jogo muito bom, com belos gráficos e animações, excelente jogabilidade, algumas funcionalidades inéditas e de ter sido bem recebido pela crítica, a Sega não quis portar ele para nenhum outro sistema. Segundo consta, ele poderia ter sido convertido facilmente para o Sega Saturn, por causa do hardware do console. Talvez, isto não tenha acontecido por questões de licenciamento dos personagens.

Vai saber.

Enredo

O Homem-Aranha (Spider-Man) e seus aliados, a Gata Negra (Black Cat), Gavião Arqueiro (Hawkeye) e o Namor (Sub-Mariner), tem que recuperar um artefato místico do Rei do Crime (Kingpin) e, depois, do Doutor Destino (Doctor Doom).

Gameplay

Spider-Man: The Video Game é um beat ’em up de rolagem horizontal que pode ser jogado por até quatro jogadores ao mesmo tempo. Eles podem escolher entre um dos quatro heróis para lutar através quatro níveis enfrentando, vilões como Venom, Escorpião (Scorpion), Lagarto (Lizard), Duende Verde (Green Goblin), Homem Areia (Sandman), Rei do Crime, Duende Macabro (Hobgoblin), Electro, Dr. Octopus e, é claro, o próprio Dr. Destino.

Cada personagem conta uma arma diferente que pode ser usada a qualquer momento do jogo, embora custando parte de sua energia. O Homem-Aranha usa suas teias, a Gata Negra usa um cabo com um gancho, Gavião Arqueiro usa seu arco e flechas e o Namor usa sua descarga elétrica.

O jogo alterna entre dois modos, o Big Mode e o Wide Mode. Ele começa como um beat ‘en up normal, sendo possível movimentar nas 8 direções, atacando com socos, voadoras e especiais. Porém, em determinados momentos, a perspectiva dá um zoom pra fora e você passa a enxergar os personagens mais distantes. Neste momento, a jogabilidade passa a ser mais semelhante a um run and gun ou a algum jogo de plataforma, com ele se movimentando, pulando em superfícies e atirando com a arma que o personagem possui.

Screenshots

Vídeo

Abaixo, temos o gameplay deste clássico de fliperama, jogado e comentado pelo canal Defenestrando Jogos, que sempre traz muitas informações e curiosidades de uma forma bem descontraída. O conteúdo desta publicação foi feito, principalmente, com dados tirados do próprio vídeo:

Curiosidades

  • Algumas das músicas utilizadas do Spider-Man: The Video Game, são, na verdade, remixes da BGM do jogo Quartet, da Sega, de 1986.
  • Outros recursos como efeitos sonoros e até inimigos também foram requentados de outros games, como uns do clássico Moonwalker.
  • O Duende Verde faz uma das suas poucas aparições no mundo dos videogames em Spider-Man: The Video Game.

Alien Storm

11 de Abril de 2017
Alien Storm

Alien Storm (エイリアンストーム) é um jogo de luta estilo beat ’em up de rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Sega, originalmente para os fliperamas, em maio de 1990, no Japão.

O game, que contém elementos de vários outros hits da empresa (Shinobi, Altered Beast e outros), parece bastante com o clássico Golden Axe, porém num cenário futurista e com monstros alienígenas. O estilo das criaturas do game são bem lovecraftianos, bem parecidos com os do filme o “Enigma de Outro Mundo” (The Thing), de 1982.

Apesar de não ter aparecido tanto nos fliperamas brasileiros, o Alien Storm ganhou ports para vários sistemas, como o Master System, Mega Drive, Nintendo Wii, PlayStation 3, XBox 360, Sinclair ZX Spectrum, Commodore C64, Amstrad CPC, Commodore Amiga, Atari ST, PC e dispositivos móveis.

Enredo

Em Alien Storm, uma raça alienígena homicida está invadindo a Terra e a única coisa entre ela e a dominação do mundo é uma força especial conhecida como “Alien Busters”. A equipe é composta de Karen (chamada de “Karla” em algumas versões), Garth (chamado de “Gordon” em algumas versões e que parece com o Elvis) e Scooter (o robô, chamado de “Slammer” em outras versões).

Gameplay

Este side-scroller beat ’em up permite que até três jogadores possam jogá-lo ao mesmo tempo, assumindo o papel de caçadores de aliens. Estes invasores estão disfarçados como uma variedade de objetos de rua; tais como cabines telefônicas, latas de óleo, latas de lixo e caixas de correio. Os alienígenas revelam suas verdadeiras formas quando os jogadores se aproximam deles.

Cada um dos três heróis carrega sua própria arma individual; Gordon tem a sua arma de plasma, Karla tem um lança-chamas e Scooter tem um chicote elétrico. Eles também tem especiais únicos, como no Golden Axe.

No final de cada nível, os guerreiros vão entrar em um edifício e a ação muda para uma galeria de tiro, mudando uma perspectiva de primeira pessoa, similar aos estágios de bônus do Shinobi ou Shadow Dancer.

O jogo não é muito comprido e não tem muitos chefões, mas é bem divertido e tem um visual intrigante.

Screenshots e imagens

As screenshots abaixo foram tiradas de diversos ports do Alien Storm e algumas podem estar ampliadas:

Vídeos

O vídeo abaixo mostra o gameplay do Alien Storm do arcade, feito pelo canal Defenestrando Jogos. Datado de 28 de julho de 2015, além mostrar um pouco do jogo, revela muitas informações e curiosidades sobre o mesmo, o que usamos para fazer esta publicação:

Já o vídeo abaixo mostra um pouco do port do Alien Storm para o Mega Drive, com a qualidade do vídeo meio ruim (foi filmado da TV) mas foi feito por nós, sendo o segundo episódio do Mega Nostalgia:

Curiosidades

  • Alien Storm foi o segundo jogo da série a usar a placa System 18, da SEGA;
  • Gilius Thunderhead, o anão de Golden Axe, aparece como um juiz na votação final. Outros personagens deste game aparecem nas TVs dos níveis de galeria de tiro.
  • Este jogo apresenta uma opção estranha. Pressionando o botão do modo de serviço você entra em um menu com as opções de configuração habituais. A última opção permite que o proprietário da máquina coloque seu próprio nome na introdução do jogo, num sinal de LED na van dos Aliens Busters;
  • Existem diferenças gráficas e de design diferentes nos estágios entre as versões americana e japonesa. E, na versão americana, para recarregar energia, basta inserir fichas e pressionar o botão start para ter 25% dela recarregada.

Double Dragon [Master System]

8 de julho de 2016
Double Dragon [Master System]

Para comemorar os 29 anos do lançamento do primeiro Double Dragon, que se deu em julho de 1987, nós fizemos e gravamos o playthrough da sua versão do Master System (embora esta tenha sido lançada em 1988), pois é a nossa versão mais querida e está sendo introduzida no nosso Hall of Fame hoje!

Logo depois que foi lançada a versão do game para o Nintendinho, a SEGA garantiu os direitos para desenvolver o port do game da Technōs Japan para o Master System e o Sega Mark III. Em relação a esta versão, a do Master apresentou melhoras nas cores e nos gráficos, também contou com suporte para o FM Sound Unit (aquele bagulho que melhora as músicas no Mark III) e seu modo para dois jogadores era cooperativo, permitindo dois jogadores lutando contra os inimigos ao mesmo tempo.

Apesar disso, tecnicamente, ainda é bastante inferior à versão original dos fliperamas, embora seja ainda muito divertido e um dos games de Master mais jogados pelos membros e ex-membros da Gaming Room.

Enredo

Em uma cidade devastada pela guerra e corrupção, a lei e a ordem deram lugar ao terror e a violência. Gangues impiedosas comandam as ruas. O crime e o derramamento de sangue são corriqueiros. A cidade vive em constante medo.

O seu nome é Billy Lee. Seu irmão gêmeo é o Jimmy Lee. Nas ruas eles te chamam de Spike, e seu irmão, the Hammer. Isso é porque vocês dois são mestres nas antigas artes marciais de Kempô e Kung Fu. Você tem o que é necessário para sobreviver nas piores ruas do mundo. E, agora, você tem um problema para resolver.

Os Black Warriors, a gangue mais malvada da cidade, quer vingança. Eles querem você morto. Para te atrair até o território deles, eles sequestraram sua namorada, a bela Mary Ann.

Agora você tem que se aventurar neste território inóspito para resgatar Mary Ann, derrotar os Black Warriors e trazer de volta a lei e ordem para a cidade.

Vídeo

O sétimo episódio da nossa série Velharia foi o longplay do Double Dragon do Master System:

Screenshots

Saiba Mais (Notas do Velharia #7)

  • Double Dragon online – Um remake do Double Dragon bastante parecid com a do Master, para flash, que pode ser jogada no seu browser desktop, sem necessidade de download e instalação de nada.
  • MegaDriver: Warehouse – Cover da trilha sonora da segunda missão do game feito pela banda MegaDriver, citada no vídeo e usada no final do mesmo.
  • MegaDriver: Double Dragon – Cover da música da introdução do Double Dragon, feito pela mesma banda.

Alex Kidd In Shinobi World online

18 de Março de 2016
Alex Kidd In Shinobi World online

Esta é uma versão online do excelente cartucho do Master System, o Alex Kidd in Shinobi World, este game da SEGA lançado em 1990 e que é uma paródia “bonitinha” do clássico Shinobi.

O Alex Kidd arrumou uma namorada lá do planeta Shinobi, mas o malvado ninja das trevas, Hanzo, a sequestrou para sacrificá-la, para assim dominar o mundo. Felizmente, um antigo espírito guerreiro encontrou Alex e fundiu-se com o corpo dele, aumentando suas habilidades para ajudá-lo a resgatar a sua namorada.

Lembre-se que este é o próprio game emulado para ser jogado diretamente no seu próprio browser, e não apenas um remake ou port para alguma plataforma como Flash ou Unity3D.

Controles

  • Setinhas: Botão direcional
  • CTRL: Ataca
  • ALT: Pula

Dicas e Soluções

Clique Aqui Para Jogar

Alex Kidd In Shinobi World

15 de Março de 2016
Alex Kidd In Shinobi World

Alex Kidd In Shinobi World é um jogo desenvolvido e lançado pela SEGA, para o Master System, em 1990. Como você poderá imaginar, trata-se de uma paródia do clássico Shinobi com o então mascote da companhia, o Alex Kidd.

É um divertido game de plataforma com inimigos e fases baseadas no Shinobi, com bastante passagens secretas, gráficos e trilha sonoras agradáveis. Nota-se também que, apesar de ser da série Alex Kidd, apresenta uma mecânica ou gameplay substancialmente diferente dos outros jogos (que também são bem diferentes entre si).

É um jogo relativamente fácil devido ao sistema de ganhar vidas extras. Cada unidade de energia (coraçãozinho) que você recolher depois de acumular 6 delas, vira uma vida nova. Dá para terminar o jogo com muitas vidinhas sobrando se você souber onde procurá-las.

O game, que foi um sucesso de críticas na época, também foi lançado também para o Virtual Console em 2009.

Enredo

Um ser maligno chamado Hanzo, o Ninja das Trevas, escapou depois de 10.000 anos do seu confinamento e raptou a nova namorada de Alex Kidd, do planeta Shinobi. Depois, Alex encontra com o espírito de um antigo guerreiro que venceu Hanzo no passado que lhe conta que o vilão quer sacrificar a namorada de Alex para dominar o mundo.

Para ajudar Alex Kidd em sua jornada, o espírito do guerreiro se funde no corpo de Alex, aumentando sua força, habilidade e coragem. Agora ele tem que partir e resgatar sua namorada das mãos do Ninja das Trevas.

Vídeo

Assista abaixo o quinto programa do nosso velharia, que exibe o playthrough comentado do Alex Kidd in Shinobi World. Tentamos também mostrar todas as passagens secretas e parece não ficou faltando nenhuma.

Screenshots

Capinha do Jogo da Tec Toy

Capa do AKSW da Tec Toy

Capa do Alex Kidd in Shinobi World na sua versão distribuída pela Tec Toy, no Brasil. Clique para ampliar.

Shinobi Kid

Uma curiosidade sobre este game é que, originalmente, ele foi desenvolvido para ser apenas uma paródia do Shinobi, na linha de jogos como o Kid Dracula (Castlevania), Parodius (Gradius) e Star Parodier (Star Soldier). Ou seja, ele não ia ter nada a ver com a franquia do Alex Kidd e era chamado, quando protótipo, como Shinobi Kid.

Mari-Oh

O jogo tinha algumas diferenças então, como uns gráficos e o primeiro chefão, que era chamado de Mari-Oh e era claramente uma mistura do Mario com o Ken-Oh, um boss do Shinobi. Ele foi renomeado para Kabuto na versão final, porém manteve as características do Mario, como atacar com bolas de fogo e diminuir de tamanho, se levar dano suficiente.

Shinobi Kid

Uma screenshot do Shinobi Kid. Eu tinha visto essa cena em algum lugar e achava que era alguma passagem secreta do game que eu desconhecia…

Jogar Alex Kidd In Shinobi World

Você pode jogar este game diretamente no seu browser, sem precisar de download, aqui!

Hokuto No Ken [Master System]

1 de Março de 2016
Hokuto No Ken [Master System]

Hokuto no Ken é um beat ‘em up da Sega lançado em 1986 para o Master System (ou Sega Mark III no Japão), baseado na famosa série de mangá e anime de mesmo nome, que por sua vez foi traduzida para o inglês como Fist of the North Star (Punho da Estrela do Norte).

É a versão japonesa do Black Belt que não pôde ser distribuída internacionalmente com seu aspecto original por motivos de direitos autorais.

À primeira vista, parecem que as diferenças se resumem aos gráficos e algumas músicas da trilha sonora do jogo, porém o seu gameplay é substancialmente diferente. A primeira delas é a falta dos power-ups que ficam passando no topo da tela, que recuperam energia ou podem dar invencibilidade temporária. O único jeito usual (sem manha) de recuperar energia é bater num certo número de inimigos (contamos 10) o que enche o medidor em uma pequena quantidade.

Por este e por outros motivos, o jogo é sensivelmente mais difícil do que o seu equivalente internacional. Enfrentar os chefes também é um pouco mais complicado, apesar das estratégias serem similares. O gordão subchefe da primeira fase (o Heart), por exemplo, só morre se o jogador ficar dando soco no saco dele.

Os cenários são diferentes e bem mais interessantes que os do Black Belt. O plano de fundo pós-apocalíptico de Hokuto no Ken estilo Mad Max é mais coerente do que um sujeito andando de kimono batendo nos outros na rua de algum lugar que você não sabe se é um Japão feudal ou num Estados Unidos moderno.

O jogo é muito massa e realmente tem o feeling do anime. Sem diminuir o outro game, Hokuto no Ken, é mais interessante que o Black Belt em uma série de aspectos.

Enredo

Uma das adaptações das telinhas mais fieis para o Master System, Hokuto no Ken conta os eventos que acontecem na primeira série televisiva do anime, especificamente as batalhas de Kenshiro contra Shin e sua gangue, até a batalha final, com Raoh.

Contra hordas de inimigos baseados em personagens existentes no anime, muito bem caracterizados (especialmente se contar as limitações de um cartucho de 1 megabit do Master), Kenshiro tem que avançar em um mundo devastado por uma guerra nuclear até recuperar a sua amada, Yuria.

Vídeo

No quarto episódio do nosso programa Velharia, apresentamos e fizemos o playthrough completo do Hokuto no Ken. Decidimos dedicar o vídeo porque esta série de mangás e animes é muito influente para os videogames, servindo de inspiração para uma grande variedade de jogos e não apenas aqueles situados no universo oficial de Hokuto no Ken. The Last Battle do Mega Drive e o próprio Street Fighter são bons exemplos.

Além disso, também ensinamos como matar os mestres e também como acessar a fase extra, Chapter 7:

Screenshots

Diferença de Nomes entre Hokuto no Ken e Black Belt

Hokuto no Ken 	 	 	 	Black Belt 	 	 	Personagem/Técnica
Kenshiro (ケンシロウ) 	 	 	Riki 	 	 	 	Protagonista
Yuria (ユリア) 	 	 	 	Kyoko 	 	 	 	Namorada do herói
Shin (シン) 	 	 	 	Ryu 	 	 	 	Primeiro chefão
Colonel (カーネル) 	 	 	Hawk 	 	 	 	Segundo chefão
Devil Rebirth (デビル・リバーズ) 	 	Gonta 	 	 	 	Terceiro chefão
Toki (トキ) 	 	 	 	Oni 	 	 	 	Quarto chefão
Souther (サウザー) 	 	 	Rita 	 	 	 	Quinto chefão
Raoh (ラオウ) 	 	 	 	Wang 	 	 	 	Chefão final
北斗百裂拳 (Hokuto Hyakuretsu Ken) 	鉄拳制裁 (Tekken Seisai) 	 	Primeiro golpe final
北斗壊骨拳 (Hokuto Kaikotsu Ken) 	 	悪党撃破 (Akutō Gekiha) 	 	Segundo golpe final
北斗七死星点 (Hokuto Shichishi Seiten) 	闘魂一発 (Tōkon Ippatsu) 	 	Terceiro golpe final
柔の拳 (Jū no Ken) 	 	 	懺悔無用 (Sangen Muyō) 	 	Quarto golpe final
北斗有情拳 (Hokuto Ujō Ken) 	 	極意炸裂 (Gokui Sakuretsu) 	Quinto golpe final

Dicas e Trapaças

Desde que carregamos o Velharia 4 em nosso canal do Youtube, descobrimos algumas manhas para o Hokuto no Ken.

Nós fizemos um vídeo para demonstrar:

Também tem a versão em texto, logo abaixo:

  • A primeira é a da fase extra (ou Chapter 7), que é um Boss Rush onde Kenshiro enfrenta todos os mestres de novo, sem recuperar a energia. Fique pressionando pra cima várias vezes depois de derrotar o Raoh quando a mensagem final aparece depois que Ken e Yuria se reencontram. Há quem diga que 20 vezes bastam, mas convém fazer mais, para garantir.
  • A segunda é como recuperar energia. Só funciona no chapter 1, 3 e 4. Basta dar uma voadora pro alto (baixo, cima + chute) quando o timer chegar a “080”. Vai aparecer a letra “E” flutuando. Se você conseguir pegá-la, você enche sua barra de energia.
  • A terceira é como pegar a invencibilidade (similar aquele ícone vermelho do Black Belt). Só funciona nas fases 2 e 5. Para conseguir pegá-la, basta dar um soco na cara daquele cachorro parecido com o do filme História sem Fim, que fica em cima dos templos nestas fases. Vai aparecer uma letra “P” que, quando pega, te dá esta invencibilidade temporária.
  • A quarta é meio complicada, pois você tem que derrotar o chefão sem perder energia (como se fosse o perfect do Street Fighter). Se conseguir a façanha, dê um pulo alto pra frente. Você vai pular a fase toda e enfrentar o chefão diretamente.

Testamos todas as manhas acima e todas funcionam. A manha da fase secreta funciona do jeito que ensinamos no Truques do Black Belt também.

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