Principais Atualizações

Trapaças e gameplay do Raiden de MS-DOS [Velharia 21]

9 de outubro de 2017
Trapaças e gameplay do Raiden de MS-DOS [Velharia 21]

Aprenda trapaças e confira o gameplay do Raiden de MS-DOS (pra PC) em nosso vigésimo primeiro episódio da Velharia, a nossa série de vídeos a respeito de jogos antigos ou retro gaming.

Este port do shoot ’em up Raiden foi lançado em 1994 pela Acer. É uma versão que conta com uma jogabilidade muito boa, mas é extremamente difícil, a um ponto que chega a irritar o jogador. O Raiden, um jogo de tiro bem típico de sua época, foi originalmente desenvolvido e lançado pela Seibu Kaihatsu em abril de 1990 para os arcades do Japão.

Esta versão de MS-DOS do Raiden seria uma grande versão se tivesse, ao menos, a dificuldade mais balanceada. Até no nível mais fácil o negócio é ridiculamente tenso, você morre sem entender o que aconteceu. Outra grave deficiência é a impossibilidade de jogar com trilha sonora e sons ao mesmo tempo. Ou é um, ou outro (a música contida no vídeo foi colocada depois, na hora da edição). Se não fossem estas falhas, eu diria com alguma segurança, que este port do Raiden para PC iria ficar no mesmo nível de títulos de peso do gênero para esta plataforma, como o Raptor ou o Tyrian, devido a sua boa variedade de armas, inimigos e excelente jogabilidade, mas mantendo o estilo arcade no gameplay: sem loja de armas e equipamentos nem como escolher a próxima missão etc. Outra coisa que notou-se em algumas partes do game é que existe uma leve semelhança com o clássico Xevious, conhecido aqui no Brasil como Columbia.

O vídeo foi narrado pelo Facínora e mostra uma parte do gameplay deste difícil jogo para PC utilizando a trapaça de vidas infinitas, caso o contrário, o vídeo ficaria extremamente chato de assistir, pois se morre toda hora. Ele também falou algumas curiosidades e apontou alguns detalhes desta versão.

Trapaças para o Raiden de MS-DOS (PC)

Para ativar a trapaça do Raiden de MS-DOS, você vai precisar hackear o executável do game, o arquivo RAIDEN.EXE. Para isso, recomendo o programa HxD – Freeware Hex Editor and Disk Editor ,ou algum editor Hex de sua preferência.

Recomendo também extrema cautela e backup dos seus arquivos originais, especialmente se você não tiver habilidade com estas coisas. Não nos responsabilizamos por qualquer coisa que aconteça se der algum problema aí no seu sistema.

De posse do editor Hex, você vai abrir o executável do Raiden com ele e procurar e substituir valores no mesmo:

Para vidas infinitas:

procure por 	 	FE 8C 7A 0D
substitua por		90 90 90 90

Para bombas infinitas:

procure por 	 	FE 8C 7B 0D
substitua por		90 90 90 90

Saiba Mais

  • Raiden – O nosso post sobre o game original, com mais informações, vídeos e screenshots. Também fala um pouco de outros ports.
  • 1945k III – Um shoot ’em up coreano do ano 2000 razoavelmente obscuro que se parece bastante com o Raiden e, certamente, foi inspirado na série.
  • Raiden Legacy – Pacote do GOG que vem com o Raiden, Raiden Fighters, Raiden Fighters 2 e o Raiden Fighters Jet.
  • Raiden OST (1994) (PC MS-DOS) – Trilha sonora oficial do Raiden de PC (MS-DOS) disponível para baixar no formato MP3 e ripada do CD.

Download

Temos disponível para download o Raiden Legacy, que é uma compilação para PC (Windows XP, Vista, 7, 8, 10 e Mac OS X 10.7.0) que inclui quatro títulos da série Raiden: Raiden, Raiden Fighters, Raiden Fighters 2 e o Raiden Fighters Jet. Eles foram recriados e aprimorados para os computadores pessoais e podem ser baixados sem DRM no GOG por apenas US$ 6,43.

Laser Ghost

9 de outubro de 2017
Laser Ghost

Laser Ghost é um jogo de tiro estilo shooting gallery de terror desenvolvido e lançado pela Sega em novembro de 1990. Saindo originalmente para os fliperamas, o Laser Ghost tem elementos de filmes como Os Caça-Fantasmas (Ghostbusters) e Poltergeist III, com o personagem sendo um caçador de fantasmas que usa sua arma para proteger a cidade destes mortos-vivos.

O game foi portado para o Master System em 1991, exclusivamente para a Europa, mas este não é baseado no original do arcade e podia ser jogado tanto com a pistola Light Phaser ou com o joystick do console.

Enredo

Uma serie de eventos estranhos e inexplicáveis começam a surgir pela cidade. Poltergeists e fantasmas começam a assombrar os moradores e, como se isso não fosse ruim o bastante, uma jovem é sequestrada por uma alma penada em plena luz do dia. Agora Bill, Max e Carol, membros de uma equipe de caçadores de fantasmas, deverão por um fim em toda esta loucura paranormal.

Gameplay

Laser Ghost, em sua versão de arcade, pode ser jogado por até três pessoas ao mesmo tempo, usando as três armas montadas no gabinete do game. Cada arma conta com dois botões, um para o tiro comum e a outra para o especial de uso limitado. O gabinete possui um esquema que projeta na tela um longo feixe de luz vermelho cada vez que o jogador da um tiro, dando a ilusão que um raio laser real sai da arma em direção ao alvo. Os jogadores tem que atravessar cinco fases onde vão encarar ondas de fantasmas, cada uma terminando em uma luta contra o chefão. Um jogador recebe dano se o seu terço correspondente da tela, onde suas estatísticas são localizadas, é atingindo por um inimigo. Os danos podem ser recuperados com kits médicos que podem dropar dos fantasmas.

A versão do Laser Ghost para o Master System é completamente diferente. Nesta, os jogadores devem proteger uma jovem chamada Catherine que está sendo mantida em cativeiro na Mansão Manor, uma grande casa mal assombrada. Usando o joystick ou a pistola Light Phaser, os jogadores eliminam os vários perigos que Catherine enfrenta enquanto tenta escapar com a sua alma intacta.

Screenshots

As screenshots abaixo foram tiradas da versão de fliperama do Laser Ghost e foram ampliadas para serem postadas aqui:

Vídeo

Confira abaixo o gameplay do Laser Ghost, em sua versão de arcade, feito pelo canal Defenestrando Jogos. Este vídeo contém não apenas cenas deste antigo game, mas também muitas informações e curiosidades sobre o título. Nós utilizamos estas informações para montar esta publicação, diga-se de passagem.

Curiosidades

  • Algumas fontes apontam o jogo como lançado em 1989, porém, a própria tela do Laser Ghost mostra 1990;
  • Na tela título, aparece uma lápide que é uma referência a um jogo de 1989 da SEGA, o Line of Fire;
  • O gabinete do jogo era bem diferente e extravagante, pois se podia jogar com três jogadores. O primeiro e o terceiro player jogavam sentados enquanto o segundo player seguia em pé. Imagens do gabinete se encontram no vídeo acima.

Defenestrando Pit-Fighter (1990)

8 de outubro de 2017
Defenestrando Pit-Fighter (1990)

Assista ao grande clássico Pit-Fighter sendo defenestrado neste vídeo bastante descontraído e informativo que estamos adicionando aqui para você conferir no domingão.

Este vídeo do jogo de luta do fliperama dos anos 90 foi feito pelo canal Defenestrando Jogos e traz, além das imagens do antigo game, bastante informações e curiosidades sobre o mesmo. Nós usamos estes dados para montar esta publicação, diga-se de passagem.

Pit-Fighter é um jogo de luta desenvolvido e lançado pela Atari originalmente em agosto de 1990, para os arcades. Inovador, o Pit-Fighter chamava muita atenção nos fliperamas, especialmente por causa do tamanho da máquina, feito para abrigar três jogadores ao mesmo tempo; seu tema, inspirado em filmes de pancadaria dos anos 80; e o uso de gráficos digitalizados como sprites, algo nunca visto em games do gênero até então, antecedendo em dois anos o Mortal Kombat nesta característica.

Embora pareça que existem muitas críticas negativas a respeito do Pit-Fighter atualmente, a verdade é que ele reinou nos fliperamas que eu frequentava até a chegada do Street Fighter II: The World Warrior. Não me lembro da galera falando mal nesta época, mas sim muitos colegas e amigos comentando por causa dos motivos citados acima. Eu não cheguei a jogar muito este clássico, mas lembro que ele era maneiro até de assistir.

O sucesso do Pit-Fighter foi suficiente para lhe garantir uma enorme quantidade de ports para vários outros sistemas. O game ganhou versões para Atari 7800 (protótipo), MegaDrive/Genesis, Master System, Game Boy, Atari Lynx, Super Nintendo, Amstrad, Atari ST, Commodore Amiga, Commodore C64, MS-DOS e Sinclair ZX Spectrum. Ele também saiu em formas de compilações ou junto com outros games para outras plataformas, como o Commodore Amiga (1992, Pit Fighter/Super Space Invaders); Windows (17 de fevereiro de 2006, Midway Arcade Treasures Deluxe Edition), Mega Drive (1995, Telstar Double Value Games: Pit-Fighter / Wrestle War), PlayStation 2 (2004, Midway Arcade Treasures 2); Xbox (11 de outubro de 2004; Midway Arcade Treasures 2), GameCube (14 de outubro de 2004; Midway Arcade Treasures 2); Xbox 360 (6 de Novembro de 2012, Midway Arcade Origins) e PlayStation 3 (6 de Novembro de 2012, Midway Arcade Origins).

Apesar disto, o Pit-Fighter não ganhou nenhuma sequência. Parece que estavam planejando uma para o Genesis (Mega Drive) com mais personagens jogáveis mas desistiram. Veja mais informações nas curiosidades.

Enredo

Em Pit-Fighter, três lutadores, cada um com suas próprias técnicas, vão participar de um campeonato de luta underground. Buzz, um ex-lutador de luta livre muito forte, Ty, um kickboxer muito ágil, e Kato, um faixa preta terceiro grau muito veloz, vão galgar seu caminho até o topo das lutas enfrentando e derrotando outros lutadores de rua até derrotar o campeão, o misterioso Masked Warrior.

Os oito adversários (não são jogáveis) e o nome dos atores que os interpretaram em parenteses, que os protagonistas vão ter que encarar são:

  • Executioner (John Aguire);
  • Southside Jim (James Thompson);
  • Angel (Angela Stellato);
  • C.C. Rider (Rich Vargas);
  • Mad Miles (Miles McGowan);
  • Heavy Metal (Kim Rhodes);
  • Chainman Eddie (Eddie Venancio);
  • Masked Warrior (Bill McAleenan).

Gameplay

Posso dizer que o Pit-Fighter é um jogo de luta competitivo com um pouco da jogabilidade beat ’em up, algo que também vi no Street Smart (SNK), Violence Fight (Taito) e no Mat Mania (Technōs). Os lutadores se movimentam em 8 direções, podem combinar variados golpes, arremessar objetos nos oponentes e usar armas. Só que, ao invés de enfrentar vários adversários por uma série de fases, em Pit-Fighter, até três lutadores enfrentam cooperativamente uma variedade de lutadores de rua em partidas mais ou menos justas (às vezes, vem dois contra um e a multidão interfere frequentemente).

Tem também um power-up chamado de power pill que deixa o cara verde, mais forte e mais resistente. A multidão, além de apunhalar os lutadores, vai empurrar de volta pra arena qualquer um que sair fora dela. Tem também um gordão barbudo que tenta dar uma porretada que, quando derrubado, dropa o porrete que pode ser usado pelo jogador.

A cada três lutas, uma fase de bônus chamada de Grudge Match aparece. Nestas lutas, o jogador tem que encarar um clone do seu personagem, se estiver jogando sozinho, ou os outros jogadores, se for no multiplayer. As Grudge Matches são vencidas quando o oponente é derrubado três vezes (ao contrário das lutas normais que terminam quando um dos lutadores perde toda a energia), mas o perdedor não é eliminado da partida, só não ganha a grana extra do vencedor.

A última luta é, invariavelmente, contra o Masked Warrior, uma entidade misteriosa que mais parece um sujeito que curte sadomasoquismo. Se for uma partida multiplayer, os jogadores vão se enfrentar antes de cair na porrada contra este tipo.

Pit-Fighter também conta com impressionante zoom na câmera lado a lado, embora um um pouco falho como experiência de jogo. Vale frisar que apenas na versão gabinete dedicado é que os três protagonistas podiam ser jogados simultaneamente.

Curiosidades

  • A edição 49 da EGM (de agosto de 1993) exibiu uma matéria de 2 páginas sobre a sequência que estavam planejando para o Pit-Fighter. A revista afirmou que o projeto estava 75% completo e seria lançado no último trimestre do ano para o Genesis. Kato, Buzz e Ty iriam retornar junto com três novos lutadores selecionáveis: Connor (campeão de karatê), Tanya (Roller Queen) e Chefe (Ex-guarda-costas). As imagens mostravam dois lutadores controlados pela CPU Helga (nível 1) e Jay-Jay (nível 2). De acordo com as imagens, parecia mais uma requentada no original, com gráficos aprimorados e novos lutadores;
  • O porte de Pit-Fighter para MS-DOS inexplicavelmente utiliza um algoritmo de redimensionamento de sprites que os estende apenas na vertical. Isso resulta em um aspecto de lutadores esquisitamente magros na tela;
  • O Pit-Fighter estava disponível tanto em gabinetes dedicados como em kits de conversão. As versões foram convertidas eram normalmente o jogo alojado em máquinas para dois jogadores, enquanto a máquina dedicada suportava até três jogadores. As versões dedicadas tinham monitores de 25 polegadas, mas, eventualmente, muitas dessas máquinas adaptadas para o Street Fighter II The World Warrior;
  • Pit-Fighter foi originalmente lançado como um jogo dedicado. 5.500 unidades foram produzidas nos EUA e 1000 na Irlanda para a distribuição europeia. O preço de venda foi de 2495 dólares em sua época de lançamento;
  • A versão kit de conversão foi lançada em março de 1991. 400 kits foram produzidos nos EUA e 155 na Irlanda. O preço de venda do kit foi de 995 dólares.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Special Strike: DLC 4

7 de outubro de 2017
Special Strike: DLC 4

Special Strike: DLC 4 apresenta um novo mapa multiplayer chamado “Ship” que pode ser jogado por até 16 jogadores simultaneamente e um arsenal completamente novo.

Atire nos jogadores rivais para ganhar dinheiro e comprar novas armas para tentar alcançar a maior pontuação no final de cada round e vencer.

Controles

  • WASD: Movimentar
  • Mouse: Mira e atira
  • R: Recarregar
  • B: Comprar armas
  • T: Chat
  • TAB: Menu
  • C: Agachar
  • 1, 2 e 3: Selecionar armas
  • Barra de Espaço: Pular

Clique Aqui Para Jogar

Advanced Arsenal RELOADED

5 de outubro de 2017
Advanced Arsenal RELOADED

Advanced Arsenal Reloaded é um mod pra Doom criado pelo Endie (ou Ender) que traz um arsenal poderoso baseado em armas reais para este clássico jogo de tiro em primeira pessoa.

Além deste set de armas, ele também adiciona cinco classes de protagonistas, alterações gráficas e de comportamento nos monstros, novos efeitos sonoros e níveis extras de dificuldade. Estes, por sua vez, são impraticáveis. Acima da dificuldade “Private 1st Class”, só o fuzileiro de escopeta te mata com praticamente com um tiro, ele tem precisão e velocidade apelantes e, como se não bastasse, ele não tem infighting com a própria classe. Nem masoquista dá conta de jogar em tais níveis.

Por outro lado, o controle das armas é excelente e seus efeitos sonoros muito bons também. Só não gosto deste estilo de sprites que parecem que foram ripadas de modelos 3D. Parecem meio mortas em relação ao resto do jogo. Os mais atenciosos vão perceber que os sprites de alguns inimigos estão meio zuados também.

As classes de protagonista do mod, Assault, Riot, Heavy, Spec-Ops e Recon, apresentam armamento inicial diferente, velocidade etc. Achei bacana isso também, embora a arma do Recon ser meio ruim.

O Advanced Arsenal ainda está em desenvolvimento, mas já é divertido de jogar. Os pontos fortes deste mod são o controle das armas, seus efeitos sonoros e as classes com com suas peculiaridades. Entretanto, ele poderia receber um tratamento melhor nos sprites de armas e de alguns inimigos, elas de título e intermissão mais bonitas e, sobretudo, ajustes ou balanceamentos em alguns inimigos, especialmente nos níveis extras de dificuldade. Uma maior dose de desafio no Doom pode ser bem vinda. O tiroteio e a adrenalina te fazem insistir até você conseguir vencer o mapa. u seja, a dificuldade extra pode ser um dos destaques deste PWAD, porém ela precisa de ser ajustada.

Vídeo

PS. Foi usada a versão [UPDATE 21 Aug] Advanced Arsenal RELOADED para gravar o vídeo acima.

Screenshots

Compatibilidade

O Advanced Arsenal Reloaded rodou aqui no GZDoom (1.8.2, 2.4 e 3.1) e no Zandronum 3.0, com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, The Ultimate Doom, Final Doom e de ambas as phases do Freedoom. O PWAD pareceu rodar de boa com tudo isso.

Eu joguei brevemente um skirmish contra bots no Zandronum e parece que rola multiplayer de boa. Só não vou garantir que funcione 100%, pois foi um teste extremamente superficial mesmo, e nem foi online.

Saiba Mais

site ou autor do arquivo Endie tamanho do arquivo 16,2MB licencaGrátis Download

1941: Counter Attack

4 de outubro de 2017
1941: Counter Attack

1941: Counter Attack é um jogo de tiro estilo shoot ’em up desenvolvido e lançado pela Capcom em fevereiro de 1990 para os fliperamas. O game foi portado, posteriormente, para o console SuperGrafx da NEC (bem desconhecido aqui nem terras tupiniquins), no dia 22 de agosto de 1991.

O 1941: Counter Attack é um prequel do clássico 1942, sendo parte da popular série de shooters históricos da Capcom, 19XX. Também, ao contrário dos outros jogos desta série, que se passam no Fronte Pacífico da Segunda Guerra Mundial, o 1941: Counter Attack tem como palco a Europa.

O game foi relançado para o PSP (Capcom Classics Collection Remixed) em 1996. Também consta que saiu também para PlayStation 2 e para o Xbox, na coletânea Capcom Classics Collection Vol. 2.

Enredo

Em plena Segunda Guerra Mundial, e a bordo dos clássicos aviões de combate aliados P-38 Lightning e o Mosquito Mk. IV, os protagonistas vão encarar o Fronte Ocidental do conflito, enfrentando o exército socialista alemão numa Europa tomada pelo conflito.

Gameplay

O gameplay do 1941: Counter Attack é sensivelmente mais incrementado do que os games anteriores da sua série. As suas fases são carregadas com obstáculos de todos os tipos e a experiência com o jogo realmente se beneficia disto.

Para se esquivar do fogo inimigo, o jogador deve lidar com obstáculos terrestres, encontrando o caminho através de fábricas e casas. Felizmente, o jogador pode bater contra as paredes e, ao fazê-lo, o caça vai girar e disparar uma onda multidirecional de balas. Esta é uma das inovações interessantes deste game, pois muitos alvos estão escondidos atrás de paredes ou pedras.

Há também um novo tipo de tiro onde você carrega o botão por alguns segundos e liberta uma arma poderosa, disparando mísseis teleguiados que destroem tudo pelo caminho. Tem também as bombas inteligentes que são lançadas durante os loops e o ataque relâmpago, sacrificando energia.

Aliás, a barra de energia é uma novidade que este título trouxe para a série, em contraste ao sistema de vidas usado pelos jogos lançados anteriormente. Toda vez que os jogadores são atingidos (o 1941: Counter Attack pode ser jogado por dois jogadores simultaneamente), ele perde uma parte desta barra. Quando esta chega a zero qualquer tiro atingido nos caças termina a partida, mas dando a opção para o jogador usar continues.

Os jogadores também podem recolher power-ups que melhoram o poderio dos seus caças e ganhar medalhas no final de cada fase, dependendo da sua acurácia e número de inimigos abatidos.

Vídeo

Abaixo, temos o o gameplay do 1941: Counter Attack, num vídeo feito pelo canal Defenestrando Jogos, que nos compartilhou muitas informações e curiosidades sobre o shoot ’em up. A principal fonte para montar este post foi este vídeo.

Screenshots

As screenshots abaixo foram tiradas da versão de arcade do 1941: Counter Attack. Elas foram ampliadas. A resolução original do game é 224 × 384 com paleta de 4096 cores.

Curiosidades

  • O 1941 foi o sétimo jogo de fliperama da Capcom a ser lançado com a placa CPS-1;
  • Foi o primeiro shmup a adicionar mais um ponto ao score ao usar continues, sendo fácil de discriminar quantas vezes estes foram usados por algum jogador;
  • O avião do jogador 1 é um Lockheed P-38 Lightning, um caça americano de motor de pistão. O avião do jogador 2 é o famoso de Havilland Mosquito B Mk.IV, um caça multiuso britânico que era construído quase que totalmente com madeira;
  • O game conta com algumas imprecisões históricas, mostrando o V3 como um foguete ao invés de um canhão. Além disso, as armas V não apareceriam na Segunda Guerra até 1944.

Dicas e macetes

  • Os caças controlados pelos jogadores não perdem energia quando colidem com penhascos, muros, edifícios etc. Eles vão apenas rolar um pouco depois de tais colisões, ficando invencíveis enquanto isto, possibilitando rolar pra cima e pra baixo nestes obstáculos e atirar em todas as direções. Desta forma, você pode acabar com um monte de inimigos quando você estiver sob ataque.

Série

Como dissemos, o 1941: Counter Attack é o quarto game da série 19XX que, até o momento, é composta de seis jogos:

  1. 1942 (1984);
  2. 1943 – Midway Kaisen (1987);
  3. 1943 Kai – Midway Kaisen (1988);
  4. 1941 – Counter Attack (1990);
  5. 19XX – The War Against Destiny (1995);
  6. 1944 – The Loop Master (2000).

Nove mods de jogos antigos para Doom

2 de outubro de 2017
Nove mods de jogos antigos para Doom

Nove mods de jogos antigos para Doom foram listados e comentados no no décimo quarto episódio da Gaming DooM, a nossa série de vídeos narrados a respeito do FPS da id Software.

Os WADs abordados foram ports, adaptações, remakes e até jogos stand-alones, mas não levou-se em consideração trabalhos que apenas usam elementos ou recursos de jogos antigos, senão o vídeo iria ter umas 15 horas de duração. Também não se trata de nenhuma toplist e os vídeos não estão em nenhuma ordem do tipo pior pro melhor etc.

Já havia um tempo que eu queria fazer algo sobre este assunto, pois sempre achei interessante estas tentativas, algumas mais bem sucedidas que outras, de adaptar clássicos antigos em engines mais novas (no caso o ZDoom, Zandronum etc.) Também acho bacana a ideia de demakes (refazer jogos novos em engines mais antigas ou menos poderosas), mas isto é assunto para outro vídeo.

Os mods listados no vídeo são o Metroid Dreadnought, WolfenDOOM (The Original Missions e Spear of Destiny), Sonic Robo Blast 2, Contra Doom, Super Mario Doom, Mega Man 8-Bit Deathmatch, Brutal Wolfenstein, Splatterhouse 3D e Jason’s Doom. Todos já foram apresentados aqui, em nosso canal.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Raiden

2 de outubro de 2017
Raiden

Raiden (雷電) é um shoot ’em up de rolagem vertical que foi desenvolvido e lançado pela Seibu Kaihatsu em abril de 1990 para os fliperamas japoneses, originalmente. Em outras regiões, o game foi distribuído por outras firmas.

Trata-se de um jogo de tiro bem típico daquela época, porém traz algumas inovações e uma boa dose de dificuldade somados a bons recursos gráficos e sonoros. Talvez não seja um clássico, mas muitos tem boas recordações do Raiden.

Ele foi portado para vários outros sistemas, como o PC Engine (1991), Mega Drive (1991, Raiden Trad), Super Famicom (1991, Raiden Densetsu), Super Famicom (1992, Raiden Trad), PC Engine Super (04/1992, Super Raiden), Jaguar (1994), PlayStation (1995, The Raiden Project), Atari Lynx (1997), FM Towns PC (1991, Raiden Densetsu), PC (1994 MS-DOS), Google Play (2012, Raiden Legacy) e Apple App Store (2012, Raiden Legacy).

Apesar que a crítica especializada parece não ter aprovado o Raiden (o que ninguém se importa), o game teve sucesso o suficiente não apenas para estes ports, mas para gerar uma série composta de oito jogos:

  1. Raiden (1990);
  2. Raiden II (1993);
  3. Raiden DX (1994);
  4. Raiden Fighters (1996);
  5. Raiden Fighters 2 (1997);
  6. Raiden Fighters Jet (1998);
  7. Raiden III (2005);
  8. Raiden IV (2006).

Enredo

No ano de 2090, a Terra tornou-se o alvo de alienígenas dementes conhecidos como Cranassians. Após a invasão, um novo caça de ponta, o caça Raiden Supersonic Attack Fighter, foi criado. Ele é o resultado da engenharia reversa de uma das naves alienígenas abatidas no começo da guerra. Este novo caça é a única esperança de sobrevivência da humanidade.

Gameplay

Raiden é um jogo de tiro estilo shoot ’em up, como dissemos. Ele apresenta oito missões onde os jogadores (pode ser jogado por até dois ao mesmo tempo) pilotam os caças Raiden e esquivam-se de ataques inimigos, destróem unidades hostis, edifícios, alvos terrestres e aeronaves. Há bombas e power-ups de mísseis, bem como medalhas colecionáveis que aumentam a pontuação do game. Quando o jogador morre, os fragmentos do caça se tornam projéteis que podem danificar os inimigos.

Depois de derrotar o chefe do estágio 8, a missão é terminada e o jogador recebe 1 milhão de pontos para cada loop completado. Depois, ele recomeça o jogo no estágio 1, só que com a dificuldade incrementada, com os inimigos atirando contra os jogadores mais rapidamente e mais frequentemente.

Vídeo

Confira abaixo o gameplay do Raiden em sua versão de fliperama. O vídeo foi feito pelo canal Defenestrando Jogos e, além de mostrar o jogo, revela muitas informações e curiosidades do mesmo, as quais usamos para montar esta publicação.

Abaixo, temos o gameplay da versão de MS-DOS do Raiden, a qual foi lançada em 1994 pela Acer. Trata-se, também, do vigésimo primeiro episódio da Velharia, nossa série de jogos antigos:

Screenshots

As screenshots abaixo foram tiradas da versão de Arcade e de MS-DOS do Raiden. Elas foram ampliadas:

Curiosidades

  • O título deste jogo traduzido do japonês é algo como “Thunder and Lightning”;
  • Raiden é o nome de um caça japonês monomotor da Segunda Guerra Mundial, o Mitsubishi J2M Raiden (雷電, “Thunderbolt”). A aparência é bem diferente, evidentemente;
  • O jogo 1945k III é um shoot ’em up coreano razoavelmente obscuro que se parece bastante com o Raiden. O 1945k III foi lançado em 2000 e eu diria que foi inspirado na série que se iniciou com este game da Seibu Kaihatsu.

Saiba Mais

Download

Temos disponível para download o Raiden Legacy, que é uma compilação para PC (Windows XP, Vista, 7, 8, 10 e Mac OS X 10.7.0) que inclui quatro títulos da série Raiden: Raiden, Raiden Fighters, Raiden Fighters 2 e o Raiden Fighters Jet. Eles foram recriados e aprimorados para os computadores pessoais e podem ser baixados sem DRM no GOG por apenas US$ 6,43.

Você pode baixar o Raiden Legacy aqui!

site ou autor do arquivo Seibu Kaihatsu tamanho do arquivo 130MB licencaUS$ 6,43 sistemas operacionais compativeisWindows XP/Vista/7/8/10 e Mac OS X 10.7.0 Download

Defenestrando Growl (1991)

1 de outubro de 2017
Defenestrando Growl (1991)

Confira o gameplay do Growl, um beat ’em up dos anos 90, sendo defenestrado neste vídeo, que estamos adicionando aqui para fazer sua domingueira mais interessante.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e compartilha muitas informações e curiosidades conosco, dados quais usamos para montar esta publicação.

Growl, conhecido no Japão como Runark (ルナーク), é um beat ’em up desenvolvido pela Taito e originalmente lançado pela firma para os fliperamas, em janeiro de 1991. Growl se passa no Século XX, onde o jogador controla um patrulheiro florestal muito parecido com o Indiana Jones que tem que proteger a vida silvestre de um grupo de caçadores malvados que estão levando os animais à extinção.

O jogo foi portado posteriormente para o Mega Drive/Genesis, em 1991, e, em 2005, ganhou também uma versão para o PlayStation 2, na coletânea Taito Memories Joukan.

Eu notei uma similaridade no enredo e no estilo de armas e inimigos com o clássico Cadillacs and Dinosaurs, da Capcom. Você concorda?

Enredo

Em algum ponto do século passado, um grupo anda a praticar a caça predatória, matando de forma imprudente animais silvestres e os levando à beira da extinção. Quatro jovens guardas da reserva florestal desafiam estes malvados caçadores, colocando suas vidas em risco no lugar dos animais. Porém, os vilões fazem para eles a seguinte proposta: Permita a caça com lucros vantajosos para todos ou morram!

Gameplay

Como eu disse, o Growl é um beat ’em up, onde os jogadores enfrentam uma grande quantidade de inimigos na porrada, combinando golpes ou com ajuda de armas que podem recolher no decorrer do game. Pode ser jogado por até quatro pessoas simultaneamente, que podem escolher um dos quatro diferentes guardas florestais, cada um com diferentes características (saúde, ataque e salto).

Os controles se movimentam nas 8 direções e contam com dois botões de ação, ataque e salto. Ao pressionar ambos os botões enquanto está rodeado por inimigos, o jogador pode realizar um ataque especial que atinge todos os inimigos ao seu redor. Um salto mais longo pode ser conseguido ao pressionar ambos os botões enquanto mantém pressionado o joystick pra cima.

Os personagens podem adquirir armas destruindo barris e caixotes de madeira ou desarmando certos inimigos. Há um total de oito armas que podem ser obtidas: três armas corpo a corpo (um cano, uma espada e um chicote), duas armas de arremesso (facas e granadas de mão) e três armas de fogo (uma pistola, uma metralhadora e um lança-foguetes). Os barris e caixotes também podem ser carregados e arremessados nos inimigos. Quando a metralhadora ou o lança-foguetes ficam sem munição, estes ainda são empunhados pelo jogador como armas de combate corpo a corpo. A pistola, por outro lado, pode ser atirada pelo jogador depois que todas as balas são usadas. O jogador pode soltar sua arma atual pressionando os dois botões simultaneamente. Se uma arma fica no chão após um determinado período, ela desaparecerá totalmente.

Existem sete fases comuns, chamadas de rounds, e uma de bônus, somando um total de oito estágios. e um jogo de bônus, para um total de oito estágios. Os locais das fases incluem uma cidade, um trem em movimento, um barco, uma selva, uma caverna e o esconderijo dos caçadores. Existem seis tipos de personagens inimigos ao longo do jogo, excluindo o chefe final (que tem duas formas). Há também ajudantes de animais que ajudarão o jogador depois de serem resgatados de um caçador, como uma águia, um rebanho de veados e um elefante.

Existem também quatro variações de jogo, que podem ser determinadas pelas configurações de dipswitch:

  • A configuração comum de dois jogadores, usada na maioria dos gabinetes de dois jogadores;
  • Um modo de quatro jogadores com slots de moeda individuais para cada jogador, também visto na maioria dos gabinetes de 4 jogadores, como Crime Fighters, Gauntlet e Quartet;
  • Um modo pra quatro jogadores com dois gabinetes ligados por um cabo especial;
  • Um modo de quatro jogadores que usa dois slots de moedas para todos, geralmente visto em gabinets de Trog, entre outros de quatro jogadores que usam dois slots de moeda.

Curiosidades

  • Na tela título consta que Growl foi lançado em 1990, mas o game saiu apenas em 1991. Será que eles acharam que ia sair mais cedo mas acabou atrasando uns dias?
  • Este jogo foi dedicado ao falecido Sr. Katsujiro Fujimoto;
  • Growl proíbe as iniciais “SEX” na tabela de pontuação. Se você tentar, as iniciais são automaticamente alteradas ‘KOU’.

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Special Strike: DLC 3

30 de setembro de 2017
Special Strike: DLC 3

Atire em jogadores rivais em Special Strike: DLC 3, este jogo multiplayer online de tiro em primeira pessoa inspirado no Counter-Strike para browser, para ganhar dinheiro e comprar novas armas de fogo e tenta fazer a melhor pontuação no final de cada fase.

Special Strike: DLC 3 apresenta um mapa multiplayer totalmente novo, o Blockland, inspirado no Minecraft, com uma paisagem similar à deste game da Mojang.

O terceiro DLC da série Special Strike pode ser jogado por até 16 pessoas e apresenta novas armas.

Controles

  • WASD: Movimentar
  • Mouse: Mira e atira
  • R: Recarregar
  • B: Comprar armas
  • T: Chat
  • TAB: Menu
  • C: Agachar
  • 1, 2 e 3: Selecionar armas
  • Barra de Espaço: Pular

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Action Doom 2: Urban Brawl

28 de setembro de 2017
Action Doom 2: Urban Brawl

Action Doom 2: Urban Brawl é um jogo que roda com o ZDoom e que simula o esquema de um beat ‘em up com a perspectiva em primeira pessoa do Doom. Foi desenvolvido principalmente pelo “Scuba” Stephen Browning, com ACS de Mike Watson e James Bauer, e lançado em setembro de 2008.

Ele apresenta gráficos no estilo de HQs, atuações de voz, um enredo e cutscenes inspirados em Sin City e inúmeras referências a antigos clássicos do gênero. Note que, apesar do título, o Action Doom 2 é um prequel do Action Doom, mas com o gameplay totalmente diferente. Embora tenha também um pouco de tiro, o combate do Urban Brawl é focado mais na pancadaria, seja com os punhos ou com armas de combate a curta distância.

Vale frisar que os sprites do inimigos foram todos desenhados a mão, sendo a maioria típica dos antigos e queridos beat ’em ups. As armas, o lado decadente da cidade e elementos de cenário também são velhos clichês deste tipo de game. Além disto, o jogo conta com BGM original, composta pelo Ralphis. Certamente, estas características merecem destaque aqui.

Vídeo

Gameplay

A perspectiva do Action Doom 2: Urban Brawl é a clássica do Doom, em primeira pessoa, mas o foco é bem maior no melee do que no tiro, embora existam armas de fogo no jogo. O jogador vai enfrentando um grande número de inimigos, podendo combinar golpes ou utilizar garrafas, tacos de baseball, canos de ferro, facas e outros objetos para ajudar. Se você apertar duas vezes o altfire, você manda um uppercurt. Mas este golpe não é muito fácil de encaixar, especialmente em determinados inimigos.

Como nos beat ’em ups, você só pode usar uma arma por vez, exceto as de fogo e a motosserra. Você pode descartar a arma de combate corpo a corpo atual pressionando a tecla definida no options, ou esperar ela exaurir, como acontece na maioria dos títulos deste gênero.

Algumas armas possuem características especiais, como a garrafa de Jack Daniels que, quando consumida, aumenta sua resistência antes de ser quebrada e usada para espetar os inimigos. O extintor de incêndio, por sua vez, além de usado para apagar fogo (em algumas partes do jogo) pode congelar os inimigos e quebrá-los quando pressionado o altfire.

Em algumas partes do jogo você conta com a ajuda do seu amigo, Flynn Haggar. Ele é uma referência, ao mesmo tempo, do Abobo (Double Dragon) e do Jesse Ventura, um ex-lutador de luta livre americano. Ele vai te ajudar a porrar os vagabundos da fase, mas pode morrer também.

É interessante a relativa possibilidade de interação com o cenário. Não poderia faltar comida achada dentro das latas de lixo pra recuperar health, outra das marcas registradas dos beat ’em ups. O hidrante, quando recebe uma certa quantidade de golpes, atira sua tampa causando grande dano nos inimigos ou no próprio protagonista, se não tiver mais ninguém por perto. Existe também uma parte do jogo onde você detona um carro, possivelmente uma referência ao Final Fight ou ao Street Fighter II.

O jogo oferece também escolhas que podem alterar as próximas fases e até o seu final. Segundo consta, existem seis finais diferentes e nem todos são bons…

Screenshots

Compatibilidade

Apesar de ser também um mod, o Action Doom 2: Urban Brawl é um game standalone. Ele vem com o seu próprio executável, embora eu o tenha rodado aqui como um IWAD no GZDoom 2.4 mesmo.

Saiba Mais

site ou autor do arquivo "Scuba" Stephen Browning tamanho do arquivo 56,9MB licencaGrátis sistemas operacionais compativeisWindows Download

Double Dragon 3: The Rosetta Stone

27 de setembro de 2017
Double Dragon 3: The Rosetta Stone

Double Dragon 3: The Rosetta Stone (ダブルドラゴン3 ザ・ロゼッタストーン) é um jogo de luta estilo beat ’em up de rolagem lateral desenvolvido pela East Technology e lançado originalmente para os fliperamas pela Technōs Japan, em novembro de 1990.

É o terceiro game da série Double Dragon, possuindo um sistema completamente diferente da jogabilidade e estilo gráfico das duas primeiras versões. Apesar destas mudanças fazerem muitos considerarem o jogo uma bomba, ele ganhou ports para bastante sistemas: Famicom (1990), Mega Drive (1992), Game Boy (1992), Commodore C64 (1991), MS-DOS (1991), Atari ST (1991), Amiga (1991), Amstrad CPC (1991), Sinclair ZX Spectrum (1992), iOS, Android e jogos portáteis lançados pela Tiger Electronics (1991).

Enredo

Hiruko, uma cartomante misteriosa, avisa Billy e Jimmy Lee sobre o surgimento, no Egito, de um novo e poderoso inimigo. Como os irmãos Lee terminaram seu treinamento de 2 anos e estão a procura de um novo e verdadeiro desafio a fim de colocar suas habilidades à prova, eles concordam em enfrentar este adversário. Eles embarcam em uma missão pelo mundo, começando a sua missão nos Estados Unidos e acabando com o resto da gang Black Warriors. No decorrer do game, eles vão se unindo a novos aliados que os ajudam em busca das famosas “Pedras de Roseta”, espalhadas pelo mundo.

Gameplay

Double Dragon 3: The Rosetta Stone pode ser jogado single player ou multiplayer cooperativamente com até 3 jogadores simultaneamente (dependendo do gabinete e configurações da máquina), assim como o Combatribes, outro beat ’em up da Technos.Aliás, o Double Dragon 3 apresenta mudanças no gameplay que lembram este outro título da firma também: as técnicas dos jogos anteriores, como pegar pelo cabelo e cotovelada, foram retiradas em prol de novas habilidades, como o quebra-costela, arremesso, o chute furacão e a corrida com um golpe que derruba os inimigos.

Os jogadores se movimentam nas oito direções e podem controlar os irmãos Lee, Billy, Jimmy e Sonny. Foi descartado também o sistema de golpes direcionais do Double Dragon II: The Revenge dando lugar ao tradicional soco e chute do Double Dragon original.

O jogo apresenta uma loja que permite ao jogador comprar armas: espadas e nunchakus, power-ups, energia, velocidade e personagens extras. Estes permitem ao jogador controlar um novo char que substitui o atual quando este morre, sendo diferentes em cada fase:

  1. Os Irmãos Urquidez (Roney, Sunny, Jonny): Altos e fortes, eles têm a maior quantidade da energia dos quatro tipos de personagens. Até três lutadores podem ser comprados para que fiquem na reserva;
  2. Os Irmãos Chin (Seimei, Taimei, Sinmei): Chineses gordos com ataques poderosos de tai chi, mas lentos;
  3. Os Irmãos Oyama (Masao, Kunio, Akira): Mestres de karatê vestidos com quimonos e especialistas em ataques rápidos.

Screenshots

As screenshots abaixo foram tiradas da versão de fliperama do Double Dragon 3 e foram ampliadas:

Vídeo

Confira abaixo o gameplay do Double Dragon 3: The Rosetta Stone feito pelo canal Defenestrando Jogos e publicado, originalmente, no dia 1 de setembro de 2015. O vídeo traz muitas informações e curiosidades, além das imagens do game, e usamos alguns destes dados para montar esta publicação:

Curiosidades

  • O terceiro irmão Lee, Sonny, aparece apenas no terceiro game da série. Certamente, ele foi criado para que três jogadores pudessem jogar Double Dragon 3: The Rosetta Stone simultaneamente;
  • Enquanto os dois primeiros jogos da série foram criados por uma equipe interna da Technos, Double Dragon 3: The Rosetta Stone foi desenvolvido pela East Tecnology;
  • Um grafite na primeira fase do game mostra a palavra “Gigandes”. Este é como um dos programadores das versões anteriores era conhecido;
  • A versão japonesa do game possui algumas diferenças. Não existe a loja, sendo apenas possível escolher um dos aliados dos Lees (Chin, Urquidez ou Oyama), os golpes especiais são padrões e o nunchaku e espada podem ser recolhidos no chão em determinadas fases.

Série

Eu sempre tive a impressão que depois do Double Dragon II, que eu joguei muito em sua versão de MS-DOS, a série Double Dragon virou meio caça níquel. Entretanto, eu não conheço todos os jogos da série abaixo para falar:

  1. Double Dragon (1987);
  2. Double Dragon II – The Revenge (1988);
  3. Double Dragon 3 – The Rosetta Stone (1990);
  4. Super Double Dragon (1992);
  5. Battletoads and Double Dragon – The Ultimate Team (1993);
  6. Double Dragon V – The Shadow Falls (1994);
  7. Double Dragon (1995);
  8. Double Dragon Neon (2012).

Talvez, eu esteja errado. Deixe nos comentários o que você acha!

Sobre o download

Temos disponível para download o Double Dragon Trilogy, uma compilação do Double Dragon, Double Dragon 2: The Revenge e do Double Dragon 3: The Rosetta Stone, feita pela DotEmu e lançada no GOG. Ele tem suporte para vários idiomas (incluindo Português Brasileiro), é compatível com Windows e inclui dois posters do game de brinde.

Não é de graça, mas custa apenas cerca de três dólares e você pode usar cartão de crédito (inclusive nacional) ou boleto bancário para pagar, e o serviço é 100% confiável.

site ou autor do arquivo Technōs Japan tamanho do arquivo 111,7MB licencaUS$3.77 sistemas operacionais compativeisWindows Vista/7/8/10 Download

Monster Infighting [Gaming DooM]

25 de setembro de 2017
Monster Infighting [Gaming DooM]

Aprenda mais um pouco sobre Monster Infighting, uma funcionalidade que é uma das marcas registradas do clássico Doom e que foi passada para suas sequências em menor ou maior grau.

O Monster Infighting foi abordado no vídeo”Algumas táticas e técnicas usadas no Doom clássico“, o episódio de número 12 da Gaming DooM, a nossa série de vídeos narrados sobre o clássico jogo de tiro em primeira pessoa da id Software, mas muito superficialmente e que pode induzir o jogador ao erro. Tendo isto em vista, o Facínora tratou de explorar mais minuciosamente aspecto do game no Gaming DooM 13, este vídeo, complementando e retificando o anterior.

O Facínora mostrou no vídeo, narrando e com cenas de gameplay, como o monster infighting acontece no Doom clássico (Doom, The Ultimate Doom, Doom II e Final Doom). Ele também citou que isto ocorre quase do mesmo jeito no Heretic, Hexen, Quake e no Quake 2 e que no Doom 3 e no Doom 2016, o monster infighting, quando ocorre, é bem diferente.

O monster infighting pode ser uma essencial parte da estratégia do jogador nos diferentes modos de jogar o Doom, desde single player até speedruns, seja para economizar tempo, munição ou até algo imprescindível para terminar algum mapa.

Abaixo, segue algumas peculiaridades que foram abordadas mais detalhadamente no vídeo:

  • Monstros são imunes a ataques de projéteis da mesma raça, mas não a ataques melee ou de hitscan;
  • Se um monstro for atingindo pela explosão de algum barril devido a um ataque de outro inimigo, este vai sofrer retaliação do primeiro;
  • Os monstros inimigos vão ignorar o jogador enquanto lutam entre si;
  • Monstros com ataque melee não atacam outros inimigos por engano, mas vão retaliar caso sejam atacados;
  • Como o projétil do Pain Elemental é a Lost Soul, se ele atirar num monstro por engano, o monstro vai atacar a Lost Soul ao invés do Pain Elemental;
  • Os inimigos do jogador não costumam retaliar o Arch-Vile se este monstro atacá-los por engano. Isto foi determinado no próprio código do game;
  • Monstros summonados como aliados não são imunes aos projéteis de monstros inimigos da mesma raça.

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Defenestrando Art of Fighting [1992]

24 de setembro de 2017
Defenestrando Art of Fighting [1992]

Assista o grande clássico de luta da SNK, Art of Fighting, sendo defenestrado neste vídeo que estamos disponibilizando aqui para você ter algo que você consegue assistir no domingo sem pegar câncer.

O vídeo foi feito e narrado pelo canal Defenestrando Jogos e, como de costume, além de mostrar o gameplay do Art of Fighting, compartilha também inúmeras informações e curiosidades sobre o mesmo, dados quais usamos para montar este post.

Art of Fighting (龍虎の拳 ou Ryūko no Ken) é um jogo de luta 2D desenvolvido e lançado pela SNK em setembro 1992, originalmente, para os arcades japoneses. Foi o primeiro game da série de mesmo nome (a segunda franquia de luta da SNK) e é um dos grandes nomes do gênero, sendo indiscutivelmente um clássico.

O Art of Fighting entrou sério na competição deste tipo de jogo depois que o Street Fighter II e o Mortal Kombat escancararam a porta do mercado e obteve o sucesso que os outros clones e pretensos concorrentes jamais tiveram. Isto justificou não apenas duas sequências Art of Fighting 2 (1994) e Art of Fighting 3: The Path of the Warrior (1996), mas uma série de ports para outros sistemas:  Neo Geo AES, Neo-Geo CD, SNES, Mega Drive/Genesis, PC Engine CD, PlayStation 2, Wii (Virtual Console). O Art of Fighting foi apresentado em várias destas versões como parte de coletâneas.

Enredo

Ryo Sakazaki e seu amigo e rival Robert Garcia partiram para encontrar a irmã de Ryo, Yuri, que foi seqüestrada pelo Sr. Big. O bandido levou a menina afim de atrair Takuma Sakazaki, o pai de Ryo e o criador da forma fictícia do karatê conhecido como Kyokugen Karate (“Extreme Style”) e também porque Ryo se recusou a trabalhar para o Mr. Big.

Ryo e Robert enfrentarão vários adversários até encarar o Mr. Big. Quando este é derrotado, os protagonistas devem enfrentar, no topo de um penhasco, o enigmático Mr. Karate, quem, no final das contas, é o próprio Takuma Sakazaki.

Gameplay

Art of Fighting é um jogo de luta de artes marciais entre dois personagens que conta com dois personagens selecionáveis no modo 1 jogador (Ryo e Robert) e oito no modo de 2 jogadores. O Mr. Big e o Mr. Karate podem ser jogados na versão de arcade Neo Geo MVS e a do console Neo Geo AES através de truques. Veja as dicas para ver como jogar com os chefões na versão de fliperama.

Este é o primeiro jogo de luta que apresenta zooms onde a câmera caminha quando os lutadores se aproximam ou se afastam um do outro. Este também é o primeiro jogo de luta a utilizar um medidor de especial que vai se esgotando toda vez que um movimento especial é executado. Quanto mais poderoso o movimento especial, mais ele é gasto. Quando o medidor está vazio, os movimentos especiais não podem mais podem ser feitos, mas, no entanto, você pode recarregar o medidor permanecendo imóvel e pressionando os botões A e B, o que te deixa indefeso.

Toda vez que o jogador derrota dois oponentes no modo história, ele vai participar de estágios de bônus, podendo escolher entre: Bottle Cut, onde os lutadores tem que cortar os topos das garrafas em uma mesa; Ice Pillar Smash, onde o lutador tem que reunir poder suficiente para destruir cinco blocos de gelo; e o Initiate Super Death Blow, onde o jogador tem que executar um super golpe em um específico número de vezes afim de aprender a usá-lo durante as batalhas.

O dano progressivo que cada lutador assimilou é mostrado em seus respectivos rostos.

Dicas

O Mr. Big e o Mr. Karate podem ser jogados na versão de arcade Neo Geo MVS, alcançando suas respectivas fases no jogo e tendo um segundo jogador entrando na partida.

Curiosidades

  • Art of Fighting foi o primeiro game da SNK a apresentar os designs de personagens do ex-ilustrador Shinkiro, quem iria fazer os designs dos personagens para os jogos Fatal Fury e The King of Fighters eventualmente;
  • Os eventos de Art of Fighting são bastante referenciados no universo ampliado da SNK. No The King of Fighters ’97, por exemplo, paródias dos eventos são apresentados no final;
  • O título deste jogo traduzido do japonês seria algo como “Dragon and Tiger Fist” ou “Punho do Dragão e do Tigre”;
  • Existe um bootleg (piratão) deste jogo conhecido como Fit of Fighting;
  • O design de Robert Garcia foi inspirado pelo famoso ator de filmes de pancadaria Steven Seagal;
  • O desing de Takuma Sakazaki foi inspirado pelo Masutatsu Oyama;
  • O Haou Shou Ken (ou como o jogo o colocou, o “Haow-Ken”) sofreu mudança na pronuncia devido a sua semelhança com o Hadouken da Street;
  • A posição de luta dos personagem e a sua vitórias dependem de quantos golpes eles levaram;
  • Lee Pai Long é chamado Lee Piron no código fonte do jogo.

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Don’t Look Behind You

23 de setembro de 2017
Don’t Look Behind You

Don’t Look Behind You é um joguinho online para browsers (em flash) de free running que usa gráficos estilo retrô, sprites ripadas do Wonder Boy e música do Mat Mania.

Neste game, você é um cara tipo o Indiana Jones que tem que fugir da rocha que fica rolando atrás de você, enquanto recolhe tesouros e tal.

Controles

  • Setinhas: Movimentar
  • Z: Pular

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