DOOM Retro

31 de agosto de 2020

DOOM Retro é um port avançado do Doom desenvolvido por Brad Hard que, mesmo trazendo uma série de refinamentos e melhorias interessantes, promete manter a experiência clássica e nostálgica do FPS da id Software.

O DOOM Retro é apenas single player, open source, foi lançado originalmente 10 de dezembro de 2013 para Windows e garante suporte a todos os mapas e mods compatíveis com engines vanilla, BOOM, MBF e limit removing.

Apresentando-se como minimalista, o DOOM Retro é um fork do Chocolate Doom, o famoso port que também tem a proposta de manter a experiência do Doom o mais old school possível, mas já garante ter tomado vida própria.

Screenshots

Funcionalidades em destaque

  • Um launcher de WADs embutido simples e conveniente.
  • Resolução 600×400 (o dobro do Doom original) que acomoda qualquer tamanho de tela enquanto mantém o aspecto 4:3 correto.
  • Pode rodar no Linux sob Wine.
  • Renderizador software de 256 cores altamente otimizado, com cada frame escalada na tela usando aceleração hardware com APIs do Direct3D ou OpenGL.
  • Modo widescreen 16:10 com a escolha de dois HUDs diferentes.
  • Modo de janela ou tela cheia facilmente alternáveis pressionando [ALT] + [ENTER].
  • Console poderoso e não intrusivo que está sempre disponível ao pressionar [~], onde todas as mensagens e todas as configurações podem ser trocadas, mantendo o mantendo o menu de opções organizado e consistente com o Doom original.
  • Sem limite de taxa de frames.
  • Pode-se aplicar motion blur caso o jogador faça umas curvas rápidas.
  • Suporte a lumps de música no formato MUS, MIDI, MP3, Ogg Vorbis, WAV, FLAC e MOD.
  • Vários efeitos de translucidez alfa, aditivos e por pixel.
  • Mais sangue é derramado ao atirar nos monstros.
  • Todo sangue derramado deixa respingos permanentes no chão.
  • Cacodemons têm sangue azul, Hell Knights e Barons of Hell tem sangue verde, Spectres tem sangue parcialmente invisível e Lost Souls não têm sangue.
  • Monstros amigos, incluindo cães ajudantes compatíveis com MBF, podem spawnar num mapa.
  • Sombras dinâmicas são lançadas por monstros.
  • Os setores líquidos sobem e descem.
  • Objetos são parcialmente submersos e sobem ou descem, e a visão do jogador quando no líquido é parcialmente submersa.
  • Brightmaps são aplicados em algumas texturas.
  • Cadáveres são espelhados aleatoriamente e reagem a splash damage de foguetes ou explosões de barris, deixando rastro de sangue no piso quando arrastam.
  • A tela sacode quando o jogador leva dano ou algum barril explode perto dele.
  • O campo de visão pode ser alterado.
  • Os mapas E1M4b: Phobos Mission Control e E1M8b: Tech Gone Bad, aqueles novos criados pelo John Romero, estão incluídos e podem ser jogados com os comandos map E1M4B ou map E1M8B no console quando os IWADs do Doom ou do The Ultimate Doom estiverem carregados.
  • Existem 10 níveis de correção de gama mais escuros para acomodar as telas LCD mais brilhantes de hoje (com um nível de correção de gama mais escuro de 0,90 definido como padrão).
  • Um modo com baixo detalhamento que emula a resolução 320×200 original, mas aprimorado com SSAA (anti-aliasing de superamostragem).
  • Suporte específico para o SIGIL, sendo este megawad do John Romero automaticamente carregado se encontrado.
  • Os vários limites do Doom original foram aumentados ou completamente removidos.
  • Suporte a arquivos e lumps DeHackEd, incluindo aqueles com extensões BOOM.
  • O suporte ao DeHackEd foi estendido para permitir 2910 states adicionais (numerados 1089 a 3999), 100 objetos de mapas adicionais (numerados de 150 a 249) e 100 sprites adicionais (numerados 145 a 244). Isto foi adotado por vários outros ports avançados do Doom.
  • Suporte parcial a MAPINFO lumps no estilo do Hexen.
  • Suporte parcial a lumps UMAPINFO.
  • Mapas com nodes regulares, nodes DeePBSP v4 e nodes ZDoom estendidos e descomprimidos são suportados.
  • Várias melhorias de renderização que incluem remoção de coisas inúteis e aprimoração de outras.
  • Correção da maioria dos “bugs” do engine original.
  • Um modo “vanilla” que permite comparar facilmente as geralmente sutis diferenças entre o DOOM Retro e o Doom original.
  • Suporte a teclado “modernizado”, com WASD, Caps Lock usado para correr sempre etc.
  • Suporte a controles DirectInput e XInput, sendo que os últimos vibram quando o jogador leva ano, atira ou tem algum barril explodindo perto. Estes controles podem ser conectados no meio de uma partida.
  • Suporte a mouse aprimorado, com permissão a uma maior sensibilidade do mouse, movimento vertical desabilitado por padrão, a rodinha podendo ser usada para trocar de armas e uma funcionalidade mouselook onde a posição vertical é atualizada dinamicamente.
  • Mais de 1400 correções específicas para bugs de fases dos WADs oficiais do Doom e do Doom 2 que incluem texturas incorretas, faltando ou desalinhadas, inclusive aquelas que fazem o teto e o piso sangrarem. Também foram ajeitados monstros que ficam presos dentro das paredes.
  • Estatísticas estendidas para jogado e mapas.
  • Automapa modificado e aprimorado, inclusive com um modo rotacional ativado com a tecla R.
  • Screenshots no formato PNG, do mesmo tamanho da tela e sem limite de quantas vezes possam ser capturadas.
  • Várias melhorias implementadas nas animações dos monstros.

Compatibilidade com IWADs

O DOOM Retro oferece suporte para os IWADs do Doom, The Ultimate Doom, Doom II: Hell on Earth, Freedoom, Chex Quest, Hacx e BFG Edition (incluindo No Rest for The Living). Para quem não sabe o que é IWAD, são aqueles arquivos tipo o DOOM.WAD ou o DOOM2.WAD.

Veja também

site ou autor do arquivo Brad Harding tamanho do arquivo 2,6 MB licencaOpen Source sistemas operacionais compativeisWindows XP/Vista/7/8/8.1/10 download link Download

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