Super Sergeant Shooter Level Pack

5 de janeiro de 2019
Super Sergeant Shooter Level Pack

Super Sergeant Shooter Level Pack é, como o seu título sugere, o pacote de fases do jogo de tiro em primeira pessoa em Flash Super Sergeant Shooter onde você vai continuar a atirar em hordas de soldados inimigos e recolher suprimentos para sobreviver e encontrar a saída de cada mapa.

Controles

  • WASD: Movimenta
  • Barra de Espaço: Atira
  • CTRL: Ação
  • TAB: Mapa
  • 1 a 4: Troca de armas
  • Z: Strafe
  • SHIFT: Corre
  • + ou -: Ajusta tamanho do HUD
  • ESC: Menu

Veja também

  1. Os códigos de trapaça do Doom funcionam neste jogo
  2. Se você gostou do Super Sergeant Shooter Level Pack, deveria experimentar a sequência, o Super Sergeant Shooter 2!
  3. Super Sergeant Shooter [Versão WAD] – Versão em WAD do jogo para você jogar com os ports avançados de Doom que conta com os mapas do Super Sergeant Shooter original e este seu pacote de fases.

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A evolução dos jogos de Aliens de 1982 a 2017

4 de janeiro de 2019
A evolução dos jogos de Aliens de 1982 a 2017

Confira aqui um vídeo que mostra brevemente a evolução dos jogos de Aliens de 1982 a 2017, feito com cenas dos jogos que melhor representam os saltos em nível gráfico e técnicos através dos anos.

Assim como o vídeo que mostra a evolução dos jogos do Predador de 1987 a 2015, este também não tem narração nem nada, mas, além de ser uma curiosidade interessante para assistirmos de bobeira, ainda mostra um pouco dos games que ainda não conhecemos. Ele foi criado pelo canal Cussan, mas o animal apagou o vídeo sem mais nem menos, mas consegui recuperar um backup e carregar em outro lugar.

Alguns jogos já foram mostrados neste outro vídeo por serem Aliens versus Predator, mas não pega nada. Tentei também completar a lista colocando as plataformas dos jogos que consegui descobrir por aí.

Os títulos são exibidos na seguinte ordem:

  • Alien (Atari 2600, 1982);
  • Alien (Commodore 64, 1984);
  • Aliens: The Computer Game (Amstrad CPC, 1986);
  • Aliens (Commodore 64, 1986);
  • Aliens (MSX, 1987);
  • Aliens (Fliperama, 1990);
  • Alien 3 (Amiga, 1992);
  • Alien 3 (Game Boy, 1993);
  • Alien vs. Predator (Super Nintendo, 1993);
  • Alien vs Predator: The Last of His Clan (Game Boy, 1993);
  • Alien 3: The Gun (Arcade, 1993);
  • Alien vs. Predator (Jaguar, 1994);
  • Aliens: A Comic Book Adventure (PC, 1995);
  • Alien Trilogy (PlayStation, Sega Saturn ou PC, 1996);
  • Aliens Online (PC, 1998);
  • Aliens Versus Predator (PC ou Mac, 1999);
  • Alien: Resurrection (PlayStation, 2000);
  • Aliens Versus Predator 2 (PC, 2001);
  • Aliens Versus Predator 2: Primal Hunt (PC, 2002);
  • Aliens Versus Predator 2: Primal Hunt (PC, 2002);
  • Aliens Versus Predator: Extinction (PlayStation 2 ou XBox, 2003);
  • Aliens: Extermination (Fliperama, 2006);
  • Aliens vs. Predator (PC, PlayStation 3 ou XBox 360, 2010);
  • Aliens: Infestation (Nintendo DS, 2011);
  • Aliens: Colonial Marines (PC, PlayStation 3 ou Xbox 360, 2013);
  • Aliens: Armageddon (Fliperama, 2014);
  • Alien: Isolation (PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 ou Xbox One, 2014);
  • Alien Covenant In Utero (PC, 2017);
  • Alien Covenant (Fliperama, 2017).

Qual destes jogos você conhece, gosta mais ou gostaria de conhecer?

Veja também

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A evolução dos jogos do Predador de 1987 a 2015

3 de janeiro de 2019
A evolução dos jogos do Predador de 1987 a 2015

Confira a evolução dos jogos do Predador (Predator) de 1987 a 2015 em um vídeo que combina, em ordem cronológica, vários clipes com gameplays de títulos onde esta criatura dos cinemas é o protagonista ou personagem selecionável.

O vídeo foi feito e publicado pelo canal Alex SandOr e é bem simples, só com as cenas, títulos, plataformas e o ano de lançamento dos jogos, porém é suficientemente interessante e nada pretensioso.

Note que alguns dados podem estar imprecisos no vídeo. Por exemplo, o Predator 2 é de 1992, não de 91. Busquei corrigir isto na lista abaixo:

  • Predator (Commodore 64 – 1987);
  • Predator 2 (MS-DOS, Amiga, CPC, ST, Commodore 64 e ZX Spectrum – 1990);
  • Predator 2 (Mega Drive, Master System e Game Gear – 1992);
  • Alien vs. Predator (Super Nintendo – 1993);
  • Alien vs Predator: The Last of His Clan (Game Boy – 1993);
  • Alien vs. Predator (Fliperama – 1994);
  • Alien vs. Predator (Jaguar – 1994);
  • Aliens Versus Predator (PC e Mac – 1999);
  • Aliens Versus Predator 2 (PC – 2001);
  • Aliens Versus Predator 2: Primal Hunt (PC – 2002);
  • Aliens Versus Predator: Extinction (PlayStation 2 e XBox – 2003);
  • Predator: Concrete Jungle (PlayStation 2 e XBox – 2004);
  • Aliens vs. Predator: Requiem (PSP – 2007);
  • Aliens vs. Predator (PC, PlayStation 3 e XBox 360 – 2010);
  • Predators (Android e iOS – 2011);
  • AVP: Evolution (Android e iOS – 2013);
  • Mortal Kombat X (Windows, PlayStation 4, XBox One, Android e iOS – 2015).

Claro que faltaram muitos títulos, mas creio que o canal se propôs a mostrar os saltos em aspectos técnicos e não a listar todos os games. Qual destes você gosta mais? Eu fico com o beat ’em up de 1994 e, claro, o Alien vs. Predator (AvP), o mod para Doom.

Veja também

 

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Kuri Kinton

2 de janeiro de 2019
Kuri Kinton

Kuri Kinton é um jogo de plataforma e luta estilo beat ’em up com rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Taito para os fliperamas japoneses em julho de 1988. Em Kuri Kinton, o jogador encarna um policial chinês que tem que derrotar um grande número de inimigos num estilo parecido com o do Kung Fu (ou Kung Fu Master), porém com novos elementos e gráficos mais avançados.

Além do gameplay, inimigos e fases bastante interessantes, o fato de Kuri Kinton ter sido fortemente inspirado em dois populares mangas (e animes), Kokuto no Ken e Dragon Ball, merece ser ressaltado. O protagonista mesmo parece uma mistura de Goku, usando uma espécie de quimono vermelho e técnicas similares ao Kaïo-Ken e Kamehamaha; com o Kenshiro, usando aqueles troços nos ombros e dando golpes com gritos (representados por balõezinhos na tela). Além disto, tem personagens que são certamente copiados do Dragon Ball, enquanto os chefões e suas técnicas são também claramente inspirados no Hokuto no Ken. Na época em que o game foi lançado, adaptações destes dois mangás não eram muito comuns, explicando o motivo do Kuri Kinton ter sido bastante popular. De fato, o jogo ainda é bem querido entre uma certa categoria de jogadores.

O Kuri Kinton não recebeu nenhuma sequência, mas foi portado para uma série de outros consoles, quase 20 anos depois de seu lançamento, como parte de coletâneas: PlayStation 2 (28 de julho de 2005 na Taito Memories Joukan), PSP (5 de janeiro de 2006 na Taito Memories Pocket), PlayStation 2 (30 de março de 2006 na Taito Legends 2), Xbox (31 de março de 2006 na Taito Legends 2), PSP (6 de outubro de 2006 na Taito Legends Power-Up) e Windows (31 de março de 2006 na Taito Legends 2).

Vídeo

Confira acima o gameplay deste incrível beat ’em up explorado e comentado em mais um episódio do Fliperama Nostálgico, a série de games antigos de arcade do canal Defenestrando Jogos. Nós usamos o vídeo como principal fonte de informações para esta publicação, diga-se de passagem.

Enredo

Um policial veterano e a sua filha foram sequestrados por uma gangue e estão sendo mantidos reféns em um esconderijo subterrâneo. Um policial chinês, que é filho e irmão das vítimas, tem a missão de invadir este reduto criminoso repleto de vilões praticantes de artes marciais e acabar com os bandidos. Será que as habilidades do policial serão suficientes para vencer este desafio?

Gameplay

Como já dito acima, o Kuri Kinton é um beat ’em up que combina um gameplay similar ao Kung Fu com plataforma. O jogador tem socos, chutes, voadoras e rasteiras como golpes básicos, mas também pode atirar uma bola de energia similar a um Hadoken ou um Kamehameha e acumular energia que serve como escudo e para aumentar os poderes de seus golpes.

O jogo começa em um corredor subterrâneo repleto de soldados blindados e lutadores que atiram shurikens e tem que seguir uma setinha que o leva para a direção certa, penetrando cada vez mais fundo nas cavernas e no esconderijo dos bandidos. No final de cada fase, tem um chefão especialista em artes marciais que pode derrotar o jogador se ele não ficar esperto.

Só tem uma vida por partida no game, esta sendo representaca por uma barra de saúde que é drenada na medida em que inimigos atingem o jogador. Se usado um continue, o game retorna a uma parte anterior caso o jogador tenha morrido num chefão.

Screenshots

As screenshots acima foram tiradas da versão de arcade do Kuri Kinton e foram ampliadas.

Curiosidades

  • O título deste também dá o nome a um prato japonês chamado “kuri-kinton”, que é purê de batata-doce e castanhas.

Crispy Doom

1 de janeiro de 2019
Crispy Doom

Crispy Doom é um port avançado do Doom desenvolvido por Fabian Greffath que foca em promover uma experiência de jogo fiel à do clássico FPS da id Software em suas versões originais de MS-DOS, mas contando com alguns aprimoramentos na resolução, taxa de frame, controles e interface do usuário.

O Crispy Doom é um projeto derivado do Chocolate Doom, mas extrapola os limites impostos pela filosofia do port original ao introduzir mouse look, saltos, crosshair, novos códigos de trapaça etc. Embora estas funcionalidades já estejam presentes em ports mais populares e difundidos como o GZDoom e Zandronum, o Crispy Doom conta com a vantagem de manter-se totalmente compatível com arquivos de configuração, save, netplay e de demos criados pelo engine vanilla, o que implica rodar também com os do Chocolate Doom.

Vídeos

O vídeo acima mostra o showcase que eu fiz do Crispy Doom, mostrando o gameplay e falando sobre suas funcionalidades chave.

Exibir conteúdo: Mais vídeos

Funcionalidades

  • Resolução de tela 640×400 e 320×200 ainda disponível no modo “High Resolution Rendering: Off”;
  • Taxa de frames de renderização ilimitada com interpolação e sincronização vertical (Vsync) opcional com a taxa de atualização da tela;
  • Níveis de correção gama intermediários (0,5, 1,5, 2,5 e 3,5);
  • Remoção de todos os limites estáticos do engine, ou pelo menos o aumento dos menos cruciais;
  • Suporte para todos os IWADs do Doom clássico (veja mais detalhes);
  • Permite saltar, usar mouse look e ativar crosshair;
  • HUD minimalista opcional que mostra apenas números da barra de status;
  • Opção de tirar screenshots limpos, sem HUD ou mensagens do jogo;
  • Pode-se ativar animações aleatórias de morte espelhadas e sprites de cadáveres;
  • Conta com opções de linha de comando para permitir jogar com sprites das armas do jogador invertidos ou com a geometria dos mapas totalmente invertida;
  • Os jogadores podem andar sobre ou sob monstros e cadáveres pendurados se quiserem;
  • Pode escolher armas centralizadas ao atirar, coice e pitch;
  • Opção para avisar sempre que um segredo for revelado;
  • Podem ser ativadas estatísticas da fase no automap;
  • Correções de sons e opção para tocar as músicas completas;
  • Timers de reprodução e barras de progresso podem ser exibidas para gravar ou reproduzir demos;
  • CAPS LOCK ativa always run;
  • Aplicativo de configuração de Windows que simula o original de MS-DOS;
  • Projeto em código livre (open source);
  • Menu para configurar as funcionalidades opcionais.

Compatibilidade

O Crispy Doom é compatível com todos os IWADs do Doom clássico: Doom, Doom Shareware, Doom II: Hell on Earth, The Ultimate Doom, Final Doom, Doom 3: BFG Edition e Freedoom.

Ele também roda qualquer mod limit-removing, além dos compatíveis com o engine original do Doom e do Chocolate Doom. Também é compatível com DeHackEd e lumps no formato BEX.

Versões do Crispy Doom pro Heretic, Hexen e Strife não estão sendo desenvolvidas ativamente.

Saiba mais

site ou autor do arquivo Fabian Greffath tamanho do arquivo 7,4 MB licencaOpen Source sistemas operacionais compativeisWindows XP/Vista/7/8.1/10 download link Download

Aeon QCDE

31 de dezembro de 2018
Aeon QCDE

Aeon QCDE é uma modificação do pacote de mapas para Doom Aeon Deathmatch, uma criação vencedora do Cacoward de Mechanix Union, feita pelo DBThanatos e Michaelis para deixar todos os seus 33 belos mapas otimizados para disputar deathmatches no excelente mod QC: Doom Edition e deixando o gameplay mais parecido com o Quake mesmo.

O megawad usa pisos totalmente em 3D e recebeu modificações nos locais que spawnan itens e armas para ficar menos Doom e mais Quake. Todos os mapas tem os locais próprios para os pick-ups, incluindo um Megahealth e uma Heavy Arma para controle, junto com pontos específicos onde tanto um Quad Damage ou Protection vão spawnar se existirem jogadores suficiente no campo. Leia o resto desse post »

site ou autor do arquivo DBThanatos tamanho do arquivo 84,6 MB licencaGrátis download link Download

Defenestrando Power Spikes (1991)

30 de dezembro de 2018
Defenestrando Power Spikes (1991)

Pra começar bem a domingueira, vamos assistir esta live do Power Spikes, um clássico jogo de vôlei dos arcades sendo defenestrado em mais um Fliperama Nostálgico que estamos adicionando aqui para você ter algo de bom e construtivo para assistir neste dia.

O vídeo é bem informativo e muito descontraído, com bastante linguagem chula e ofensiva (assim que é bom), mas também não é aqueles let’s plays retardados que desanimam de assistir. Várias das informações desta publicação foram retiradas dele. O conteúdo começa na minutagem 12:40.

Power Spikes, lançado no Japão como Super Volley ’91 (スーパーバレー91), é um jogo de vôlei desenvolvido e lançado pela Video System em abril de 1991. É também a sequência do popular Super Volleyball (1989), apresentando também uma simulação de uma partida de voleibol com visão e rolagem lateral, mas com jogabilidade e gráficos consideravelmente aprimorados.

Considerado também um clássico por muitos, o Power Spikes foi sucedido, por sua vez, pelo Power Spikes II e ganhou um port para NES em 1993, o Hyper V-Ball. Teve também um bootleg chamado Spikes que foi lançado em 1991 no gaiato na Itália.

Gameplay

Power Spikes mantém todas as características do Super Volleyball, mas apresenta melhorias, como o fato de utilizar apenas um botão, o que deixa a jogabilidade mais simples. Um novo saque especial foi adicionado, onde a bola desaparece e depois aparece. O jogador é auxiliado em todas as partidas, exceto na final, por um cursor azul em forma de seta que indica qual área o oponente vai atacar.

Existem duas versões do jogo, uma para os fliperamas orientais (Japão, Coréia do Sul e China) e outra internacional que diferem no modo de escolha da equipe. Nas versões asiáticas, pode-se escolher apenas a seleção do país para o qual o port foi feito, podendo selecionar a equipe masculina ou feminina. Se jogar no modo para dois jogadores, pode-se escolher entre três seleções nacionais diferentes, para os quais existem nomes, rostos e características dos jogadores com rostos inspirados em atletas reais da época. Na seleção italiana, pode-se reconhecer jogadores como Andrea Lucchetta e Luca Cantagalli, por exemplo. Já na versão ocidental (internacional), o jogador participa do campeonato masculino podendo escolher entre nove seleções nacionais, inclusive o Brasil. Todas as equipes selecionáveis ​​têm as características e faces dos jogadores, mas os rostos são cópias retocadas dos presentes no Super Volley ’91. Outra diferença entre as versões são os oponentes que se enfrentam no modo single player.

Em certas partes do jogo, são exibidas dicas que ajudam o jogador a aprender algumas técnicas do jogo. A pontuação inicial das partidas e nível de dificuldade podem ser alterados com DIP switches.

Modo de um jogador

  • Na versão internacional, tem que se derrotar em ordem: China, Japão, EUA, Cuba, U.R.S.S.;
  • Na versão japonesa e coreana, deve-se derrotar os times: França, EUA, Cuba, Itália, U.S.S.R (modo masculino), Alemanha, Peru, China, Cuba, U.S.S.R (modo feminino);
  • Na versão japonesa e coreana, quando você consegue um ponto, verá o rosto do jogador que fez o ponto e as estatísticas deste jogador.

Modo de dois jogadores

  • Na versão internacional, pode-se selecionar as mesmas equipes, mas, nas orientais, você apenas pode selecionar, respectivamente, a equipe japonesa versus a equipe coreana e a equipe italiana contra a equipe dos EUA.

Curiosidades

  • Na versão ocidental do Power Spikes, as seleções presentes parecem ter sido influenciadas pela popularidade dos games japoneses nos países onde o jogo seria comercializado. Por exemplo, existem seleções que não tinham tradição no vôlei na época, como a britânica;
  • Ainda na versão ocidental, durante um jogo com qualquer time, você pode ver os rostos da Itália, a equipe do vôlei com mais títulos no Mundo no início de 1990;
  • Uma versão bootleg foi feita pela Playmark. O layout, fontes e componentes do PCB são os mesmos que os dos seus jogos originais e as eproms têm etiquetas com seu logotipo.

Dicas e manhas para o Power Spikes

  • Thunder Serve: segure o diagonal no canto superior esquerdo antes de pressionar o botão de saque. Antes de acertar a bola, segure para a diagonal inferior esquerda quando a bola ficar vermelha e aperte o botão. Este saque faz um ace a qualquer momento, exceto nos dois últimos jogos, mas você também pode fazê-lo. Você deve pressionar o botão um pouco antes da bola ficar vermelha, o que vai resultar num ace na última linha no chão. A bola parece com um míssil atirado no ar;
  • Phantom Serve: segure o direcional para o canto superior direito antes de apertar o botão de saque e, antes de bater na bola, mantenha o direcional no canto inferior direito e, quando a bola ficar vermelha, pressione o botão. A bola se divide em três. Este saque faz também um ace exceto nas últimas duas disputas.
  • Towering Serve: segure para cima antes de sacar e acerte a bola antes que ela fique vermelha. A bola sai da tela e você não vai saber onde  ela vai cair.

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Super Sergeant Zombies

29 de dezembro de 2018
Super Sergeant Zombies

Super Sergeant Zombies é um jogo de tiro em primeira pessoa para browsers que combina jogos antigos do mesmo desenvolvedor, brvasil, requentando muitos dos elementos do originais, como o primeiro mapa do Super Sergeant Shooter e a temática do Super Zombie Shooter!

Controles

  • WASD: Movimentar
  • Mouse: Mira e atira
  • Rodinha do Mouse: Troca de arma
  • R: Recarrega
  • Barra de Espaço: Saltar
  • SHIFT: Correr
  • CTRL: Agachar
  • T: Bullet time

Veja também

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Marine Doom

29 de dezembro de 2018
Marine Doom

Marine Doom, também chamado de MARINE1.WAD, é um mapa para Doom II desenvolvido para ser usado pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, os Marines, criado e lançado em 1996 para o público pelo Sergeant Daniel G. Snyder.

Jogado como parte do treinamento dos Marines na época, o mapa foi concebido para quatro pessoas no modo cooperativo com a missão de destruir um bunker inimigo. Conta com novos gráficos, efeitos sonoros e armas, as últimas garantidas por um patch DeHackEd que também limita a saúde do jogador a apenas 20% e aumenta os hit points do Heavy Weapon Dude para 450.

Vídeo

Screenshots

ainda não tirei ¯\_(ツ)_/¯

Compatibilidade

O Marine Doom é compatível com o Doom II v1.9 e, portanto, deve funcionar em qualquer port avançado. Ele precisa do IWAD do Doom II: Hell on Earth, Final Doom ou da phase 2 do Freedoom.

O mapa também pode ser combinado facilmente com outros mods, sejam eles de armas, monstros e até de gameplay. Se der algum problema em alguma arma ou algo assim, basta não carregar o DeHackEd patch (SUPER2.DEH) junto, apenas o MARINE1.WAD.

Instruções para carregar

Para rodar o Marine Doom do jeito que ele foi concebido para ser jogado (sem outros mods), você deve carregar primeiro o arquivo MARINE1.WAD e depois o SUPER2.DEH. Se você quiser usar o ZDL, basta jogá-los na área “External Files” da janela do programa nesta ordem. Se quiser usar a linha de comando, deve ficar algo mais ou menos assim:

ZDOOM -file MARINE1.WAD -deh SUPER2.DEH

Claro que você pode podendo substituir o ZDOOM pelo executável do port avançado de sua preferência. Desta forma, todos os arquivos devem estar na mesma pasta. Lembrando também que precisa de um IWAD com a estrutura do DOOM2.WAD. Dá pra usar o executável do Doom 2 original, mas vai ter que usar o original no DOSBox e fazer umas tretas lá que eu não recomendo. 

Instruções para corrigir o patch DeHacked

O nosso pacote para download já vem corrigido, mas o SUPER2.DEH original vem bugado. Se você quiser ajeitar, siga estas instruções (depois eu traduzo):

The shotgun replacement’s behavior is a bit glitchy as it will not deselect correctly after having fired. This is because the new animation mixes the shotgun’s flash frames (30 and 31) with the normal animation frames (18 to 29). This can be fixed by editing the included SUPER2.DEH file so that frame 22’s next frame is 18 (instead of 30) and frame 31’s next frame is 1 (instead of 18).

Saiba mais

site ou autor do arquivo Sergeant Daniel G. Snyder tamanho do arquivo 2,53 MB licencaGrátis download link Download

Circle of Caina

28 de dezembro de 2018
Circle of Caina

Circle of Caina SP é um mod single player para Doom II criado e lançado no dia 5 de janeiro de 2018 pela Doomer Boards Community que traz novos oito mapas, gráficos, efeitos sonoros e músicas.

Não tem muito mais informações disponíveis sobre este PWAD e, embora pareça ser um mod de Natal (por causa da neve e das luzinhas), seu título, Circle of Caina, é muito provavelmente uma referência à Divina Comédia (a famosa obra do século XIV escrita por Dante Alighieri), como apontou um seguidor da nossa Curtas do Doomguy. Ou seja, é bem capaz deste mod se passar mesmo é no Inferno. Inclusive, na Esfera de Caina é onde as almas dos traidores dos seus parentes permanecem submersas com apenas o tórax e a cabeça fora do gelo.

Vídeo

No vídeo acima, o Mapa 01 do Circle of Caina foi jogado pelo Tyrant120 e o Mapa 02 pelo Facínora. Nem ele nem eu conhecíamos o WAD antes, então você vai notar um pouco de exploração e backtracking pra descobrir a saída das duas fases que jogamos. Usamos os mods Combined Arms 1.0 (Combine_Kegan) e Brother in Arms (Arrowood) pra dar uma aliviada na pressão.

Screenshots

Compatibilidade

O Circle of Caina SP precisa de um port com Limit Removing e o IWAD do Doom II: Hell on Earth, Final Doom ou o da phase 2 do Freedoom. Com o Freedoom, pode ser que perca um pouco da atmosfera, devido ao fato dele usar gráficos diferentes nos mapas, mas dá pra jogar sem bugar nem nada. Testei o mod no GZDoom 3.3.2 e 3.6.0 pessoalmente e os autores com no PrBoom-plus cl2 e o Crispy Doom.

Também, como o mod é vanilla, deve poder ser combinado com outros de boa, tanto de monstros, armas ou de gameplay.

Saiba mais

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