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Buster Bros.

18 de julho de 2018
Buster Bros.

Buster Bros., também conhecido como Pang ou Pomping World no Japão, é um jogo de tiro desenvolvido pela Mitchell Corporation e lançado em 1989 para os fliperamas. Basicamente, o esquema do Buster Bros. é idêntico ao de um jogo chamado Cannon Ball de 1983 do MSX (lançado como Bubble Buster no ZX Spectrum).

O jogo, seja com o título de Buster Bros. ou Pang, foi portado posteriormente para outras plataformas, como o Amiga, Amstrad CPC, Atari ST, Commodore 64, Game Boy, TurboGrafx CD, MS-DOS, ZX Spectrum, PlayStation e PSP, sendo lançado como parte de compilação nos dois últimos.

Buster Bros. foi um grande sucesso de críticas, e é realmente um jogo bastante único, com bons gráficos e um gameplay envolvente e potencialmente viciante. Isto pode ter justificado os ports citados acima e também os outros cinco jogos da série a qual ele deu início.

Vídeo

Assista acima o gameplay do Buster Bros. em mais um vídeo do Fliperama Nostálgico, do canal Defenestrando Jogos, que traz muitas informações e curiosidades sobre o jogo de uma forma bem irreverente, mas sem perder a compostura. Estes dados foram umas das fontes para montar esta publicação.

Gameplay

Buster Bros. (ou Pang) é um jogo de tiro com alguns elementos de plataforma que apresenta 50 fases no total e onde o objetivo (pode ser jogado por até duas pessoas ao mesmo tempo) é destruir os balões que ficam quicando pela tela. Para isto, pode-se atirar ganchos para cima, que estourarão os balões ao contato. O jogo também conta com um timer que mostra quanto tempo resta para o jogador completar a fase antes que dê game over.

Dependendo dos tamanhos dos balões, eles podem se dividir em duas partes menores ou evaporar totalmente. Além dos balões, algumas fases tem barreiras que tem que ser destruídas com os ganchos, visto que eles bloqueiam o seu acesso aos mesmos. Existem também algumas barreiras que são indestrutíveis.

Os personagens podem subir escadas, mas não saltar. Podem também recolher power-ups como: a habilidade de atirar dois ganchos de uma vez, um gancho que fica preso ao teto e espera algo tocá-lo e uma arma que tem uma alta taxa de tiro, mas não pode destruir barreiras. Além deste armamento extra, você também pode pegar uma ampulheta (que paralisa o timer por alguns momentos), dinamite (reduz todas os balões ao seu menor tamanho), vidinha e um campo de força.

As 50 fases do Buster Bros. se passam através de 17 locais reais: Monte Fuji, Monte Keirin, Wat Phra Kaew, Angkor Wat, Uluru, o Taj Mahal, Leningrado (São Petersburgo), Paris, Londres, Barcelona, Atenas, Egito, Quênia, Nova Iorque, Ruínas Maias, Antártica e Ilha de Páscoa. Todos estes locais mostram alguma coisa característica do mesmo ao fundo, como algum monumento etc.

Série

Além dos ports citados acima, o Buster Bros. deu início à série Pang:

  1. Pang/Buster Bros. (1989);
  2. Super Buster Bros. (1990);
  3. Buster Buddies (1995);
  4. Mighty! Pang (2000);
  5. Pang: Magical Michael (2010);
  6. Pang Adventures (2016).

Fangames com qualidade de títulos oficiais

17 de julho de 2018
Fangames com qualidade de títulos oficiais

Este post apresenta e fala a respeito de onze fangames com qualidade de títulos oficiais e, claro, também deixar os links para você baixá-los e obter mais informações sobre eles, visto que são todos gratuitos.

Inclusive, estes jogos feitos por fãs independentemente e baseados em trabalhos já consagrados e que parecem muito que foram feitos pelos seus desenvolvedores profissionais, se não melhores, foram o assunto do 12º Fan Gaming Room. Este episódio da Fan Gaming Room também foi o nosso vídeo especial de 3.000 inscritos no nosso canal do YouTube, marca que atingimos no dia 17 de julho de 2018.

O vídeo falou bem superficialmente sobre cada um dos jogos listados, considerou apenas os fangames que conhecemos (a maioria tem em nosso site já) e usou como critérios aparência, funcionalidade, se o jogo foi completo, se tem add-ons, editores, fanbase e, evidentemente, se é divertido.

Lembrando que não são jogos que se parecem com os últimos lançamentos, mas sim que tem qualidade de jogos profissionais de quaisquer época. Outra coisa que vale notar é que não é um top que nem estes canais de pela saco que tem por aí, mas apenas uma forma de divulgar os jogos que conhecemos (nós não conhecemos todos).

Enfim, vamos aos fangames

Os onze jogos citados no vídeo estão abaixo, com o link para a sua publicação que deve conter o seu download:

  1. MiniDOOM – A primeira excelente paródia 2D do Doom que resultou em um excelente jogo de plataforma run and gun com estilo retrô;
  2. MiniDoom 2 – A continuação do MiniDOOM, obviamente, que aprimorou a formula de sucesso e expandiu o gameplay do primeiro;
  3. Marvel First Alliance – Um excelente beat ’em up desenvolvido por um brasileiro que traz um enorme número de personagens, golpes, inimigos e várias fases. Deu início a uma série também;
  4. Street Fighter One – Um remake do primeiro Street Fighter que adiciona várias funcionalidades novas, como a opção de jogar com todos os lutadores, golpes especiais e personagens secretos;
  5. Stargate Adventure – Adaptação do seriado Stargate SG-1 em um adventure nos moldes dos antigos clássicos do gênero do fim dos anos 80/início dos anos 90;
  6. Mortal Kombat Project – Um excelente Mortal Kombat totalmente feito no MUGEN, com muito boa jogabilidade, dificuldade, com combos e todos os personagens combinando;
  7. Sonic Robo Blast 2 – Jogo construído por cima do Doom que traz o Sonic clássico em belos mapas tridimensionais;
  8. Mine Blocks – Um viciante clone em Flash (sim, em Flash) do Minecraft em 2D que é bem fiel ao original;
  9. Hunter’s Moon – Este mod para Doom é tão bem feito que merece ser citado nesta lista, tanto pelo capricho quanto por trazer a campanha single player que o Quake III Arena nunca teve;
  10. Dawn of the Tiberium Age – Este mod standalone do Tiberian Sun traz as quatro facções dos dois primeiros Command & Conquers, GDI, Nod, Aliados e Soviéticos em um só, com interface e gameplay aprimorados;
  11. Streets of Rage Remake – Um extraordinário remake dos Streets of Rages que não apenas reproduz com fidelidade a experiência dos originais, como a expande formidavelmente, trazendo vários novos personagens, possibilidade de seguir um caminho diferente, editores etc.

Menções honrosas

Os fangames abaixo não foram citados no vídeo, por algum motivo ou outro, mas merecem que você dê uma olhadinha neles também:

  1. Mega Man 8-Bit Deathmatch – Este mod, que também é standalone, talvez seja o que tenha ficado de fora injustamente do vídeo, pois se trata de uma divertidíssima adaptação do Mega Man clássico no esquema de arena do Quake 3;
  2. Mario!!! – Um antigo clone dos Super Mario Bros. do Nintendinho em MS-DOS que conta com muito fiéis gráficos e uma jogabilidade bem maneira;
  3. Dragon Ball Z RPG XP – RPG feito no RPG Maker XP do Dragon Ball Z completo e em Português;
  4. Street Chaves – Este grande título nacional só não entrou no vídeo só porque não usou recursos profissionais, como a maioria destes outros jogos citados;
  5. Resident Evil RPG – Uma popular adaptação em RPG do clássico survival horror que já teve até a sua própria edição remasterizada;
  6. Sailor Moon Plus: Beats of Rage – Um beat ’em up desenvolvido no OpenBOR com as personagens do anime;
  7. Toad Strikes Back! – Este fangame traz o Toad, ao invés do Mario, como herói no Reino Cogumelo. Conta com bonitos e coloridos gráficos típicos dos jogos do Super Mario;
  8. X-Men: Second Coming – Um jogo de luta 2D que adapta os eventos numa arc da Marvel de mesmo título que foi exibida nas revistas dos X-Men e usa recursos de grandes games da Capcom do gênero;
  9. Para todos os fangames que já estão adicionados em nosso site, acesse este link!

E agora é com você. Quais destes jogos você já conhece e os que você quer experimentar? E qual deles você gosta mais? Deixa aí nos comentários também a sua opinião e a sua sugestão.

Anime Invasion

16 de julho de 2018
Anime Invasion

Anime Invasion é um mod para Doom criado por Demetria que substitui os monstros por spawns aleatórios de waifus.

As garotas variam em uma grande gama de características diferentes, como roupas, cores de cabelo e aparência (umas têm caudas, por exemplo). E, já que a aparência básica de todas, por outro lado, não muda tanto, waifus de tipos diferentes ficam quase que indistinguíveis visualmente umas das outras. Isto causa um problema durante o jogo: dificulta identificar quem é quem, qual a mais perigosa etc.

Outra coisa notável deste PWAD são os modelos tridimensionais que foram usados para os gráficos e animações das personagens. Além disto, elas têm efeitos sonoros próprios e algumas apresentam comportamentos diferentes dos monstros originais.

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

Rodei o PWAD aqui no GZDoom (2.4 e 3.4.1) e no Zandronum 3.0, com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, The Ultimate Doom, Final Doom e de ambas as phases do Freedoom. Pareceu funcionar de boa com tudo isso.

Infelizmente, o Anime Invasion conta com umas classes de herói que são praticamente inúteis, mas que impedem de combinar o mod com pacotes de armas. Não consegui com nenhum que testei. Lembrando que é uma versão bem inicial de desenvolvimento, o qual parece que foi largado desde que esta foi lançada.

Saiba mais

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Defenestrando Out Run (1986)

15 de julho de 2018
Defenestrando Out Run (1986)

Vamos conferir hoje o gameplay comentado do Out Run feito pelo canal Defenestrando Jogos. Trata-se de mais um Fliperama Nostálgico, uma que apresenta títulos antigos dos arcades de uma forma descontraída, mas informativa e sem cair no besteirol e sem berreiro, como acontece nestes Let’s Plays da vida.

Como é de costume, estamos adicionando este vídeo aqui para você ter algo para assistir na domingueira, visto que só passa câncer na televisão, mas especialmente neste dia.

Out Run (アウトラン) é um clássico jogo de corrida desenvolvido e lançado pela Sega para os fliperamas em 20 de setembro de 1986. Sucesso de crítica e de mercado, Out Run se tornou um dos games mais vendidos de sua época, sendo notável por ser inovador devido aos seus excelentes gráficos com a famosa tecnologia sprite-scaling, o seu robusto hardware, gameplay não linear, e trilha sonora selecionável, características pioneiras até então.

A premissa de Out Run também fugiu um pouco do tema de Fórmula 1 que dominava os jogos de corrida até então. Uma maquina possante, o vento no cabelo e uma loira pistoleira ao lado… É  bem a cara dos anos 80, com um tema bem casual e despojado, mas sem deixar de ser um tanto quanto extravagante.

Como não poderia deixar de ser, o sucesso do Out Run justificou portes para vários outros sistemas, como o NEC PC-8801, Atari ST, Amiga, Amstrad CPC, Apple II, Commodore 64, Game Gear, Genesis/Mega Drive, Master System, PC Engine, MS-DOS, Windows (Sega Smash Pack), Saturn, ZX Spectrum, Dreamcast (Yu Suzuki Game Works Vol.1), PlayStation 2, Sega Mark III, XBox (destravável no Out Run 2), MSX 2. LCD tabletop e até celulares (em 2002, numa era pré smartphones).

Além disto, o Out Run também deu início uma série composta de nove jogos, sendo sucedido por Out Run 3-D (1989, Master System), Battle Out Run (1989, Master System), Turbo Out Run (1989, Arcade), Out Run Europa (1991, Game Gear), Out Runners (1992, Fliperama), Out Run 2019 (1993, Mega Drive), Out Run 2 (2003, Fliperama) e Out Run 2 SP (2004, Fliperama).

O legado do Out Run não parou por aí. Além de ser um dos jogos de corrida mais característicos dos arcades, todos os seus ports e sequências, encontramos facilmente seus elementos em outras franquias de sucesso, como Lotus e Mad Gear. A IGN, em 2015, considerou este clássico da Sega um dos dez jogos mais influentes do gênero, atrás de Pole Position, Gran Turismo e Virtua Racing.

Gameplay

Em Out Run, o jogador guia uma Ferrari Testarossa vermelha através de uma série de locais americanos tentando alcançar os checkpoints em cada fase antes do tempo acabar, o que significa game over. Alcançar os checkpoints aumenta o tempo restante. A perspectiva é em terceira pessoa, com a câmera colocada perto do chão, o que pode acabar limitando a visão do jogador à distância.

No final de cada fase, os jogadores vão ter que escolher um dos caminhos de uma bifurcação na estrada, o que leva a diferentes cenários. As estradas estão repletas de tráfego civil que deve ser cuidadosamente evitado, se não, o jogador vai acabar sendo desacelerado e perderá tempo.

Para além de poderem escolher rotas, os jogadores também podem escolher qual a música da excelente trilha sonora do jogo no som do carro. As músicas são ‘Magical Sound Shower’, ‘Passing Breeze’ e ‘Splash Wave’.

Curiosidades

  • O esquema da escolha do caminho não foi inventado no Out Run. Ele já existia no TX-1, um jogo da Tatsumi de 1983;
  • O Out Run podia ser encontrado em um dos gabinetes mais extravagantes da história dos fliperamas que foi criado para se parecer com uma Ferrari Testarossa, tinha um volante e pedais, podia inclinar e contava com um poderoso sistema de som que colocava os auto falantes logo atrás da cabeça do jogador;
  • A trilha sonora do Out Run é tida em alta estima até hoje, sendo composta por  
    Hiroshi Kawaguchi, quem trabalhou também em inúmeros títulos da Sega;
  • A Sega não tinha permissão para usar uma Ferrari no jogo. Isto levou a uma série de ameaças e picuinhas judiciárias até que isto foi resolvido no Out Run 2, com a firma japonesa obtendo permissão para usar Ferraris nesta sequência;
  • Os carros dos oponentes são: 1972 Volkswagen Beetle, 1971 Chevrolet Corvette, 1985 Porsche Carrera 911 Turbo, 1985 BMW 325i Cabriolet E30 e Lorry;
  • O Out Run contém vários outdoors com propagandas diversas, notavelmente das motocicletas KTM;
  • Richard Jackson detém o recorde oficial deste game com 52.897.690 pontos;
  • No filme Donnie Darko, um sci-fi que gente burra fala que gosta para parecer inteligente, Donnie, o protagonista, aparece jogando Out Run num fliperama com a sua namorada. A cena mostra ele batendo o carro durante uma DR.

Mais Out Run

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Chalk: shoot ’em up independente com um toque único

14 de julho de 2018
Chalk: shoot ’em up independente com um toque único

Chalk é um shoot ’em up independente com um toque único que foi desenvolvido pelo Joakim Sandberg e lançado em 2007 onde o jogador vai enfrentar inúmeros inimigos, como é comum no gênero, mas desenhando linhas de giz entre eles.

Em um estilo similar ao do Nintendo DS, o botão esquerdo do mouse é usado em uma tela sensível ao toque, onde o jogador desenha formas tela segurando o clique do periférico. Isto, combinado com os gráficos e efeitos sonoros, dão até a impressão de estar se desenhando numa sala de aula.

A trilha sonora de Chalk é boa também, acompanhando bem o que acontece no jogo. Apesar de não ser um jogo nada usual, usou um conceito criativo e interessante e pode representar uma boa dose de desafio para quem está procurando um jogo grátis, simples e pequeno.

Vídeo

Atenção

Chalk força o modo de janela em 2x o tamanho para facilitar o processo de desenhar com o mouse, e tentar jogar com a tela cheia pode acelerar o jogo demasiadamente, tornando-o impraticável. Se for o caso, reinicie o game pressionando [ESC].

Veja mais

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Toad Strikes Back!

13 de julho de 2018
Toad Strikes Back!

Toad Strikes Back! é um fangame do Super Mario desenvolvido independentemente pelo Thunder Dragon e lançado no dia 29 de outubro de 2007 que traz o Toad como personagem principal e combina elementos de vários jogos da franquia e de alguns outros grandes títulos do gênero.

Especialmente considerando a sua proposta, Toad Strikes Back! apresenta excelentes gráficos, controles e trilha sonora, tudo num estilo retrô magnífico. Notei também alguma coisa ou outra que me lembrou outros platformers como Wonder Boy in Monster Land e o jogo é extremamente familiar sem ser repetitivo. Ou seja, não é simplesmente um remake com personagens diferentes, mas um jogo que captura a experiência dos originais enquanto a incrementa com elementos originais.

A única coisa que eu achei que ficou a dever é o fato que não consegui aumentar o tamanho da tela, ficando o jogo muito pequeno em monitores menores. Pode ser que tenha algum jeito que eu desconheça. Se alguém souber, comente aí. Eu ainda tenho que jogar ele mais a fundo pra falar com certeza, mas eu diria que o Toad Strikes Back! é um fangame com qualidade profissional.

Vídeos

Enredo

Pelo o que eu entendi do enredo do Toad Strikes Back!, parece que o nosso herói encanador e rechonchudo virou uma lenda no Reino do Cogumelo (Mushroom Kingdom), provavelmente por ter salvado este mundo tantas vezes. Um belo dia, entretanto, o Rei Koopa (Bowser) volta a ameaçar o Reino, somente o nosso bravo e heroico cogumelo ambulante poderá impedi-lo.

Saiba mais

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Demonic Dungeons

12 de julho de 2018

Demonic DungeonsDemonic Dungeons é um jogo online em Flash de estratégia com um estilo retrô que combina tower defense e adventure e onde o objetivo é construir e defender o seu calabouço e destruir as estruturas do herói que está invadindo. Para esta tarefa, você terá monstros e demônios para ajudá-lo.

Tem duas curiosidades sobre o Demonic Dungeons que merecem ser citadas aqui: primeiro é o que ele foi desenvolvido por um brasileiro (Matheusbr0) e segundo que usa charsets e chipsets do RPG Maker 2000/2003 e identificamos pelo menos uns tilesets do RPG Maker VX! Vale a pena dar uma conferida por causa disto e pelo estilo bem distinto de jogo e pelo fato de ele ser divertido e adequado para dar uma boa distraida.

Controles

  • WASD e Setinhas: Movem o mapa
  • Mouse: Selecione e constrói coisas
  • ESC: tela de opções, cancelar colocação de construção
  • Colete itens para os seus heróis, desbloqueie novos edifícios e aprimore o seu calabouço para realizar suas missões.

Clique Aqui Para Jogar

Dicas para o Out Run do fliperama

11 de julho de 2018
Dicas para o Out Run do fliperama

Esta publicação reúne algumas dicas e manhas para o Out Run do fliperama, um dos mais clássicos e influentes jogos de corrida de todos os tempos, desenvolvido pela Sega e lançado por esta firma em 1986.

Lembrando que estas dicas nos foram enviadas ou reunidas de diversas fontes. Pode ser que nem todas estejam descritas corretamente ou que existam macetes mais eficientes para este jogo. Qualquer problema, correção, complementação ou dúvida, não hesite em comentar para nos avisar.

Rota mais rápida

A rota que permite terminar o Out Run mais rapidamente é Direita (Devil’s Canyon), Esquerda (Snowy Alps), Direita (Wheatfield) e Direita (Autobahn).

Começar bem a corrida

Ao invés de ficar só apertando o acelerador, você deve tentar manter o ponteiro no verde imediatamente antes do vermelho. No momento em que o farol der o sinal verde, meta o pé com tudo. Ao invés de trocar de marcha a 170 mph,vai ser a cerca de 120 mph para evitar a desaceleração. Essa dica te dá aproximadamente 1 segundo. e funciona toda vez que começar a partir de 0 mph. É difícil acertar o tempo quando você não tem luz verde.

Dirigir fora da estrada

Num instante antes de sair da rodovia, tente reduzir a marcha rapidamente e, em seguida, dar marcha novamente. Se feito corretamente. você pode dirigir fora da estrada sem perder velocidade por cerca de 1 ou 2 segundos. Se você conseguir no tempo certo, dá pra reduzir e, em seguida, colocar marcha novamente após estes 1 a 2 segundos e não perder velocidade nenhuma ao dirigir fora da estrada. Desta forma, você pode continuar correndo a 292mph mesmo que esteja off road.

Mensagem secreta de crédito

Logo antes das bifurcações nas estradas, pressione e segure Start. Quando você escolher um dos caminhos e a outra desaparecer da visão, uma mensagem secreta de crédito vai aparecer na tela.

Brutal Doom v21 + Chex Quest Patch

10 de julho de 2018
Brutal Doom v21 + Chex Quest Patch

Brutal Doom v21 + Chex Quest Patch (Cheques.pk3) é um simples patch para o Brutal Doom v21 Public Beta April 2018 que eu, o Facínora, criei para corrigir um bug que tornam as chaves que spawnan nos mapas do Chex Quest inúteis para abrir suas respectivas portas. O patch também corrige as animações das armaduras do Brutal Doom que ficam meio atrapalhadas ao jogar este mod do Sergeant Mark IV com algum IWAD dos Chex Quests.

O patch deve ser ser carregado depois do Brutal Doom v21 e foi testado no Chex Quest 1 e no Chex Quest 3.

Existem bugs menores ao rodar o “Brutal Chex Quest“, como algumas texturas faltando, algumas mensagens e barulhos de tiro enquanto os Flemoids ficam escarrando, mas não preocupei em olhar isso porque não atrapalha o gameplay e certamente vão ser corrigidos nas versões futuras do Brutal Doom V21.

Vídeo

Compatibilidade

O Brutal Doom v21 + Chex Quest Patch deve ser compatível com qualquer port que seja compatível com o Brutal Doom v21, mas ele deve ser carregado depois do PWAD do Sergeant Mark IV.

Veja também

site ou autor do arquivo Gaming Room tamanho do arquivo 7 KB licencaGrátis download link Download

Defenestrando Flying Shark (1987)

8 de julho de 2018
Defenestrando Flying Shark (1987)

Como tudo mundo já deve estar acostumado, hoje é dia de vídeo de gameplay aqui e estamos trazendo o do Flying Shark, um joguinho de navinha da década de 80 sendo comentado no Fliperama Nostálgico, um dos quadros do canal Defenestrando Jogos.

Além do vídeo ser uma boa opção para você assistir sem ter que apelar para a programação dominical comum, ele traz algumas informações e curiosidades sobre o game, sendo este uma das fontes para este nosso post.

Flying Shark, lançado na America do Norte como Sky Shark, é um shoot ’em up de rolagem vertical de 1987. Este jogo de tiro foi desenvolvido pela Toaplan e lançado originalmente pela Taito nos fliperamas japoneses em março daquele ano. Em Flying Shark, o jogador pilota um biplano de guerra e tem que destruir o exército inimigo no ar, terra e no mar, em uma variedade de cenários distintos.

Como é tradicional nos jogos da Toaplan, Flying Shark é um título bastante difícil, algo que não foi empecilho para garantir bons resultados no mercado e de crítica. Isto lhe garantiu não apenas duas sequências, o Fighting Hawk (1988) e o Fire Shark! (1989), como também uma boa variedade de ports para outras plataformas, como o Sharp X68000 (1991), FM Towns (1993), NES (1989), Amiga, Commodore 64, MS-DOS, ZX Spectrum, Amstrad CPC e Atari ST.

Gameplay

Pilotando um biplano, os jogadores (pode ser jogado por uma ou duas pessoas) enfrentam um grande número de inimigos, como em qualquer bom shoot ’em up. Certas ondas de aeronaves do exército oponente dropam bônus quando abatidas, como power-ups, pontos e vidas extras. Cada estágio começa e termina em uma pista e, toda vez que o jogador aterrissa novamente ao fim da fase, cada bomba restante soma 3.000 pontos para a sua pontuação total. O jogador recebe três bombas no início de cada estágio que são repostas ao morrer ou no início da próxima. Flying Shark tem cinco fases e, quando todas são vencidas, recomeça fazendo um loop do estágio dois indefinidamente.

Curiosidades

  • Flying Shark foi lançado pela Electrocoin no Reino Unido e pela Romstar na América do Norte;
  • O título deste jogo traduzido do japonês (飛翔鮫) significa “Flying Shark” mesmo;
  • A trilha e efeitos sonoros do Flying Shark foram criados por Tatsuya Uemura, quem também trabalhou em outros jogos da Toaplan como Tiger Heli, Hellfire, Twin Cobra, Out Zone, Dogyuun e Zero Wing, com a OST deste último sendo feita em parceria com Toshiaki Tomisawa and Masahiro Yuge;
  • A versão de NES contou com trilha sonora de Tim Follin, seu primeiro trabalho nesta plataforma;
  • A maioria dos ports para computadores pessoais deste jogo foram lançados apenas na Europa e na América do Norto. A versão do NES também saiu exclusivamente pro mercado norte-americano.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

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