Principais Atualizações

Defenestrando Lethal Enforcers (1992)

3 de dezembro de 2017
Defenestrando Lethal Enforcers (1992)

Confira o Lethal Enforcers, um jogo de tiro de 1992, sendo defenestrado no Fliperama Nostálgico, um quadro do canal Defenestrando Jogos. Estou adicionando aqui este vídeo, que tem quase 45 minutos de duração, para você ter algo assistível neste domingo. Além do gameplay, ele partilha muitas informações e curiosidades sobre o game, o que usamos para montar este post.

Lethal Enforcers (リーサルエンフォーサーズ) é um jogo de tiro estilo rail/shooting gallery com pistola de luz desenvolvido e lançado pela Konami em outubro de 1992, para os arcades. Como um oficial de polícia disfarçado a missão do jogador em Lethal Enforcers é colocar um fim a uma série de criminosos que vão desde ladrões de bancos, sequestradores e vários outros meliantes. Os jogadores também devem proteger os inocentes contra as quadrilhas criminosas, tomando cuidado para não atirar acidentalmente neles.

O jogo se destaca pelo gabinete imponente, pelos gráficos digitalizado e elementos típicos de séries e filmes policiais dos anos 70 e 80, como Miami Vice, Máquina Mortífera e Magnun Force (o segundo filme do Dirty Harry). A música de fundo e efeitos sonoros do game são muito bons e também merecem menção.

Lethal Enforcers foi um sucesso de críticas na época, em suas variadas versões, segundo a maioria das revistas especializadas. O game também teve desempenho excelente no mercado. A mistura de ação com pistola de luz, gráficos digitalizados, som e o recurso multiplayer fez este jogo uma adição atraente para quase todos os fliperamas, rapidamente trazendo o retorno do investimento na maioria dos casos.

O Lethal Enforcers foi portado para o Mega Drive (1993), Sega CD (1993), Super Nintendo (1994), PlayStation (1997, Lethal Enforcers I & II) e PlayStation (20/11/97, Japão, Lethal Enforcers Deluxe Pack). Ele também rendeu duas sequências, Lethal Enforcers II – Gun Fighters (1994) e Lethal Enforcers 3 (2005). A Konami lançou em 2000 também o Police 911 (Police 24/7, na Europa) que também segue o enredo do game original.

Enredo

Em um certo dia em Chicago, Illinois (EUA), um oficial de polícia disfarçado chamado Don Marshall decidiu dar uma paradinha na loja de rosquinhas para fazer um intervalo. Ele é um dos dois sobreviventes de um grupo de oficiais de elite, com o resto acabando no hospital ou morrendo em ação. Quando ele termina a última gota de café, recebe uma ligação do departamento de polícia dizendo que uma grande organização criminosa invadiu a cidade e que eles precisam de ajuda. Assim que e a chamada terminou, Marshal resolveu dar uma passada no banco e, a partir deste momento, ele vai iniciar o trabalho mais difícil que ele teria durante seus anos na força policial. Ele, em conjunto com um companheiro, concorda em ajudar a por um fim em uma crescente onda de crimes que coloca a segurança da cidade em grave ameaça.

Gameplay

Lethal Enforcers, como eu disse, é um jogo de galeria de tiro on-the-rails. é um jogo de on-the-rails light-gun. O jogador começa armado com um revólver padrão, mas pode recolher upgrades como uma Magnum 357, uma 12, uma pistola automática, lança-granadas e rifle de assalto quando se dispara em seus ícones na tela, na medida em que o jogo progride. Apenas algumas armas podem ser recarregadas, enquanto outras não e só são úteis por um tempo limitado. Qualquer atualização de armas é perdida no caso o jogador seja atingido por fogo inimigo e perde vida. Atirar nas vítimas inocentes ou nos policiais resultará em perda do nível de energia do jogador.

Os inimigos sempre usam óculos escuros, máscaras de esqui ou máscaras de gás, enquanto outros policiais e pessoas inocentes são sempre sem nadas nos rostos. O personagem chefe, às vezes, terá o rosto exposto, no entanto, esta batalha é travada onde não há presentes inocentes.

O Lethal Enforcers tem seis fases (incluindo o  treinamento): “The Bank Robbery”, “Chinatown Assault”, “Hijacking”, “The Drug Dealers” e “Chemical Plant Sabotage”. Durante cada fase, o jogador deve atirar nos vagabundos sem prejudicar civis inocentes ou colegas policiais e um tiro é suficiente para matar a maioria dos inimigos. No final de cada fase, um chefão deve ser eliminado para completar o estágio. Uma configuração de dip switch na versão arcade permite que os jogadores possam escolher entre o Arcade Mode, com a progressão nas fases de modo linear, e Street Mode, podendo selecionar fases individuais.

Ranks

Existem diferentes ranks que o jogador pode atingir dependendo do seu desempenho: Patrulheiro, Detetive, Sargento, Tenente, Capitão e Comandante. Quando o jogo começa, o jogador é Patrulheiro, podendo ser promovido em cada fase concluída, desde que não tenham matado inocentes e outros policiais. Caso algum inocente seja morto, o jogador mantém seu rank ou é rebaixado até voltar a ser Patrulheiro.

Curiosidades

  • Havia dois tipos de pistolas diferentes usadas no gabinete, um revólver que se assemelha a arma da tela de título e uma arma ligeiramente menor que se assemelha a uma arma semiautomática;
  • King Records lançou um álbum de edição limitada para este jogo (Konami Amusement Sounds ’93 Summer) em 21 de agosto de 1993;
  • Michael Jackson foi dono de um gabinete de Lethal Enforcers (número de série: 191251). Foi vendido no leilão oficial de Michael Jackson, em 24 de abril de 2009.

Atualizações

A versão japonesa difere da versão dos EUA em 3 aspectos:

  1. É possível ver o final no “Street Mode” desde que os estágios principais sejam selecionados e não os treinamentos de tiro;
  2. Alguns criminosos gritam: “Morra, porcos!”, provocando os policiais. Este insulto é omitido na versão americana;
  3. A animação de recarga é diferente. Na versão japonesa, a arma é supostamente recarregada, enquanto a versão dos EUA apresenta uma animação sobre como recarregar, mostrando uma mulher atirando com a arma fora da tela.

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Winter Holidays

2 de dezembro de 2017
Winter Holidays

Winter Holidays é um game quebra-cabeças online (HTML5) estilo match 3 e tema natalino onde você vai ter que combinar três ou mais peças iguais para retirá-las do tabuleiro e ganhar pontos.

Divirta-se!

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Mad Motor

1 de dezembro de 2017
Mad Motor

Mad Motor é um jogo de luta estilo beat ’em up e direção extremamente obscuro que foi desenvolvido pela Mitchell Corporation lançado pela Data East em 1989 para os fliperamas. Ele é centrado num motoqueiro com poderes demoníacos que percorre um mundo pós-apocalíptico lutando contra inimigos variados, com a tela rolando lateralmente.

O elemento de grande destaque do Mad Motor, além do seu enredo e ambientação absolutamente peculiares, é que o protagonista pode se transformar em um monstro demoníaco e ficar consideravelmente mais poderoso. Isto acontece quando sua barra de vida está quase no fim e seu personagem se transforma em um mutante. A animação de transformação é deveras característica e a moto também é modi

ficada. Nesta hora, uma voz digitalizada diz: “I´m alive! Full power” ou “Wolf power!”.

O jogo, além de ser extremamente desconhecido (quase não se encontra informações técnicas sobre ele na Internet), é uma incrível e absurda mistura de elementos de temas variados. Por exemplo, você vai ver cavaleiros medievais lutando em motocicletas, enquanto tem uma asa delta estilo Comandos em Ação lhes dando suporte aéreo.

O Mad Motor nunca foi portado para nenhum outro sistema nem teve continuações, pelo menos até onde pôde ser averiguado.

Vídeo

Confira acima o gameplay do Mad Motor feito pelo Defenestrando Jogos que forneceu algumas boas informações sobre este obscuro game, além de mostrar como ele é, de uma forma descontraída mas sem parecer um retardado mental.

Screenshots

As capturas de tela acima foram ampliadas.

Saiba mais

Doom Loot Box Mod

29 de novembro de 2017
Doom Loot Box Mod

Doom Loot Box Mod é um mod para Doom criado pelo Rip and Tear que substitui todas as armas e alguns power-ups dos mapas por loot boxes ao estilo de alguns jogos contemporâneos lançados por certas firmas.

As loot boxes nem sempre spawnam e são abertas apenas com umas chaves que raramente dropam dos monstros e podem ser acumuladas. Uma vez destrancada, uma loot box pode garantir, aleatoriamente, alguma arma ou power-up ao jogador. Pra completar a zica, não tem drop de armas de monstros no Doom Loot Box Mod. Apenas munição, se for o caso.

O mod, que foi mencionado até pelo John Romero no seu Twitter, teve sucesso em reproduzir como um jogo perde bastante graça quando se força muita microtransação. Sem gastar dinheiro, o jogador fica capado e não pode fazer muito, enquanto os jacus se divertem torrando dim dim com o game e achando que estão arrepiando. Parece-me que este tipo de coisa muitas vezes sacrifica a diversão de um jogo.

Não sei se o Doom Loot Box Mod poderia ser classificado como um joke WAD. O marketplace certamente é piada e a dificuldade para achar as boxes e as chaves certamente pode frustrar o jogador comum. Mas dá pra jogar mesmo assim, podendo ser até um desafio, aliás. Pelo menos, as chaves se mantém entre as fases.

De qualquer maneira, tudo indica que o mod foi criado justamente para tirar um sarro do que o mercado de games AAA se tornou: coisa pra trouxa ficar moendo grana com besteira. Dito isso, o conceito de loot boxes não é intrinsecamente mau. Se usado de forma coerente, a fim de incrementar a diversão do jogo, e não torná-lo enjoado, caso não se fique gastando dinheiro com ele, creio que pode ser algo positivo. Também diria que dá para enriquecer um mod de Doom com loot boxes, dentro de um contexto ou com uma taxa melhor de spawn das boxes e de drop das keys

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

O autor diz que precisa do GZDoom 2.5 ou superior para carregar o PWAD, mas eu rodei o Doom Loot Box Mod aqui no GZDoom 3.2, com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, The Ultimate Doom e do Final Doom. Funcionou suave com tudo isso.

Saiba mais

  • Doom Loot Box Mod no ZDoom – Tópico do WAD feito pelo próprio autor no fórum oficial do ZDoom, com maiores informações, link alternativo para download e pra você procurar por atualizações. Em Inglês.
site ou autor do arquivo Rip and Tear tamanho do arquivo 24KB licencaGrátis Download

Ikari Warriors

27 de novembro de 2017
Ikari Warriors

Ikari Warriors é um clássico jogo de tiro estilo run and gun e shoot ’em up desenvolvido e lançado pela SNK em 1986, originalmente para os fliperamas. Este game de rolagem vertical saiu na época em que muitos clones do Commando estavam invadindo o mercado. Entretanto, o Ikari Warriors inovou em relação a esse game, trazendo os joysticks rotativos e a possibilidade de jogar simultaneamente por duas pessoas, superando tecnicamente o similar da Capcom e se tornando um sucesso instantâneo.

O grande sucesso o Ikari Warriors justificou ports para vários outros sistemas. Além do arcade, o game ganhou versões para Apple II, Amiga, Atari 2600, Atari 7800, Atari ST, Acorn Electron, Amstrad CPC, BBC Micro, Commodore 64, NES, MSX2, PC e ZX Spectrum. Além destes ports, ele também rendeu duas sequências oficiais, o Victory Road (1986) e o Ikari III: The Rescue (1989).

Vídeo

O vídeo acima mostra o gameplay e comenta o Ikari Warriors. Foi feito pelo canal Defenestrando Jogos. O vídeo é meio curtinho (tem quase 11 minutos), mas depois de conferir o gameplay, você pode jogar uma versão online do game em nosso site mesmo.

Screenshots

As screenshots acima foram ampliadas. A resolução original do Ikari Warriors padrão é raster, 216 x 288 e 1024 cores.

Gameplay

Em Ikari Warriors, os jogadores encarnam o Coronel Ralf e o Segundo Tenente Clark e tem que tentar alcançar a vila de Ikari, enfrentando hordas de inimigos compostas de tanques de guerra, soldados inimigos, minas e helicópteros. Uma série de power-ups ao longo do caminho e veículos que podiam ser usados pelos jogadores ajudam-nos ao prosseguir no game.

Graças aos inovadores joysticks rotativos, em Ikari Warriors, os jogadores podem movimentar-se nas oito direções, assim como usar dois botões, um para a arma padrão e o outro para as granadas. Como já dissemos, o game também permitiu que se até duas pessoas jogassem simultaneamente, algo também que era novidade na época.

Curiosidades

  • De acordo com o designer do game, Keiko Iju, o jogo foi inspirado em filmes do Rambo, com inclusive seu primeiro nome baseado no título japonês do Rambo: First Blood Part II (Rambo: Ikari no Dasshutsu ou The Furious Escape);
  • Coincidentemente ou não, o game Rambo: First Blood Part II, do Master System, tem o gameplay bastante similar ao Ikari Warriors;
  • Stan Szczepanski detém o recorde mundial oficial Guinness do game, com 1.799 mil pontos;
  • Ikari Warriors foi o primeiro game de sucesso a usar joysticks de oito direções. O TNK III, lançado em 1985, também da SNK, foi o primeiro a usar tais controles, mas não fez tanto sucesso;
  • O jogo foi intitulado apenas como Ikari (怒, “fúria”), originalmente, no Japão;
  • Seus personagens principais Ralf e Clark se tornaram muito famosos em outro jogo da SNK, o King of Fighters, no time que leva o nome deste primeiro jogo;
  • Ralf e Clark também fazem pontas nos Metal Slugs 6 e 7;
  • A SNK também lançou um clone do Ikari Warriors em 1987 chamado Guerrilla War (chamado de Guevara, no Japão). O jogo apresenta os sociopatas, genocidas e socialistas Che Guevara e Fidel Castro como protagonistas.

Saiba Mais

Defenestrando R-Type Leo (1992)

26 de novembro de 2017
Defenestrando R-Type Leo (1992)

Assista o Celso defenestrando o R-Type Leo (1992) em mais um episódio do seu Fliperama Nostálgico. O vídeo mostra não apenas o gameplay deste shoot ’em up mas também partilha algumas informações e curiosidades sobre o mesmo. Nós usamos estes dados para montar esta publicação.

R-Type Leo (アールタイプ・レオ) é um shoot ’em up de rolagem horizontal lançado pela Irem em dezembro de 1992. O jogo foi distribuído originalmente apenas pros fliperamas japoneses, sendo posteriormente portado para Windows (2011), Macintosh (2011) e Desura (2013) em coletâneas chamadas de IREM Arcade Hits.

R-Type Leo é a terceiro jogo da série R-Type (veja abaixo) e a última versão de arcade da franquia, que depois só teve games para consoles caseiros. É também notado por desviar levemente do enredo e da jogabilidade dos seus jogos predecessores.

Enredo

Em R-Type Leo, a humanidade está atualmente em paz com seus antigos adversários, o Império Bydo, e aproveitou a oportunidade para realizar um massivo projeto espacial chamado Project Paradise, que estava nos planos dos humanos por algum tempo. Isso envolveu a construção de um planeta artificial terrestre chamado Eden que serviria de refúgio no caso da humanidade mais uma vez se encontrar ameaçada. No entanto, logo após a conclusão da construção, Major – o bio-computador responsável pela manutenção de Eden – passa a funcionar com defeito. Major toma o controle das defesas do planeta e lançar um ataque à humanidade. Cabe à nova frota R-9. a Leo, impedir o ataque de Major ao seus próprios criadores.

Gameplay

Como eu disse, o R-Type Leo é um shoot ’em up de rolagem lateral que tem a jogabilidade fugindo um pouco do esquema dos jogos anteriores da clássica série. O jogo não tem o uso de Force Pod e Wave Cannon, com as novas armas chamadas de Force Bits (mais tarde identificados em R-Type Final como “Psy Bits”) e o Bit Shot. Os três tipos de armas Force Bit são:

  • Vermelho – Claw Laser: um poderoso raio laser horizontal e onda transversal horizontal;
  • Azul – Mirror Laser: dispara múltiplos lasers que ricocheteiam;
  • Verde – Search Laser LRG: dispara lasers semi teleguiados que podem se curvar em ângulos de 90 graus.

Ao contrário dos dispositivos anteriores Bit Devices, os Force/Psy Bits são capazes de disparar para frente ou para trás, com a direção deles ditada pelo movimento da própria nave. O Wave Cannon é substituído por um Bit Shot, no qual os Psy Bits se separam da nave e colidem com o inimigo mais próximo. Os Bits só podem fazer isso por um tempo limitado antes de ficar sem energia, necessitando ser reconectados a nave para recarregar.

R-Type Leo apresenta seis fases e também é o primeiro jogo da série a permitir que dois jogadores joguem simultaneamente.

Curiosidades

  • R-Type Leo foi desenvolvido por um grupo interno de Irem, Nanao, autores do famoso Meikyuu Jima. Os autores originais da série de R-Type mudaram-se para Aicom (comprada pela SNK) e passaram a desenvolver outro excelente shoot ’em up, o Pulstar, lançado em 1995;
  • Planejamento do game: Hirogon e Akikaze;
  • Programadores: Denden, Yuki, Drunker e Shaka;
  • Projeto de gráficos: Sakotan, U.W.F., Maccoy, Kimi, Hidarin, Kakapo e Yassy;
  • Som: Hiroshi e Aiai.

Série

  1. R-Type (1987, Fliperama)
  2. R-Type II (1989, Fliperama)
  3. R-Type Leo (1992, Fliperama)
  4. R-Type III – The 3rd Lightning (1994, Super Famicom)
  5. R-Type Delta (1999, PlayStation)
  6. R-Type Final (2003, PS2)
  7. R-Type Tactics (2007, PSP)
  8. R-Type Dimensions (2014, PS3 e XBOX 360)

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Vinnie’s Shooting Yard 5

25 de novembro de 2017
Vinnie’s Shooting Yard 5

Vinnie’s Shooting Yard 5 é a nova galeria de tiro do Vinnie que você tem que experimentar!

Vinnie acabou de completar uma missão bem difícil e agora quer aprimorar suas habilidade de atirador. Acerte o máximo que conseguir com uma das armas disponíveis: Desert Eagle, Uzi, Shotgun e Barrett Sniper.

Controles

  • Mouse: Mira e atira
  • Barra de Espaço: Recarrega

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Dawn of The Tiberium Age e RPG Maker 2003 ganham atualizações no fim de 2017

23 de novembro de 2017
Dawn of The Tiberium Age e RPG Maker 2003 ganham atualizações no fim de 2017

Dawn of The Tiberium Age e o RPG Maker 2003 ganham atualizações no fim de 2017, segundo notícias que recebemos a alguns dias. O Dawn of The Tiberium Age vai para a sua versão 1.16, enquanto o RPG Maker 2003 foi para a 1.12a

O Facínora fala um pouco sobre estas interessantes novidades na vigésima oitava edição das Notícias do Facínora, uma das séries de vídeos do nosso canal do YouTube:

O Dawn of The Tiberium Age é um mod standalone do Command & Conquer: Tiberian Sun que combina o Tiberian Dawn (o primeiro Command & Conquer) e o Red Alert. O seu desenvolvimento começou em 2008 com o objetivo de combinar elementos do dois clássicos RTS utilizando a engine mais avançada do Tiberian Sun, o que garante melhorias tanto para jogar quanto para moddar tais games. Todas as quatro facções dos games originais (GDI, Nod, Aliados e Soviéticos) estão presentes e podem, simultaneamente, lutar entre si em mais de 100 mapas de multiplayers originais.

Além disto, o Dawn of The Tiberium Age também oferece o modo clássico, que mantém o gameplay o mais próximo dos originais, e o modo avançado, que adiciona muitos novos recursos e melhorias no equilíbrio competitivo. O mod também possui dezenas de missões novas para single player e para partidas cooperativas que podem ser facilmente jogadas pelo serviço online CnCNet, mantido pelos próprios jogadores.

Os criadores do mod afirmam que a atualização 1.16 traz várias melhorias tanto na engine como no cliente, como novas hotkeys e mapas refeitos ou totalmente novos. Esta nova versão do Dawn of the Tiberium Age está marcada para ser lançada no dia 1 de dezembro e você encontra mais informações, incluindo instruções de instalação, na sua página do Mod DB (em Inglês).

Abaixo, temos um vídeo do canal oficial do Dawn of The Tiberium Age que mostra uma partida cooperativa de 3 contra 3 do jogo que dura mais de meia hora:

Já o RPG Maker 2003, por sua vez, é um dos mais populares makers da ASCII/Enterbrain. No dia 8 de setembro de 2017 ele ganhou um novo update que trouxe uma pancada de novidades, correções e melhorias na interface e na engine.

Um mês depois, o querido maker recebeu ainda outra atualização, a 1.12a, que fez mais alguns ajustes e correções. Parece que o Cherry, um dos caras que mais colaborou para atualizar os RPG Makers antigos, teve alguma participação nisto também.

Esta novidade foi trazida pelo nosso grande amigo Mitsujii (o criador do RPG Dimmen), e você pode obter mais informações sobre ela neste tópico do fórum da RPG Maker Web.

Mais 10 mods brasileiros para Doom

21 de novembro de 2017
Mais 10 mods brasileiros para Doom

O Facínora apresentou mais 10 mods brasileiros para Doom no décimo quinto Gaming DooM. Este episódio desta nossa série de vídeos narrados sobre o épico jogo de tiro em primeira pessoa da id Software também é o nosso especial de 1.666 inscritos no nosso canal do YouTube, marca que alcançamos no dia 18 de novembro de 2017.

O Gaming DooM 15 continua o nosso 10 mods brasileiros para Doom, citando alguns belos WADs tupiniquins que ficaram de fora, injustamente, deste nosso primeiro vídeo da série:

Os 10 mods brasileiros citados no vídeo acima são:

  1. sans. – Criação do RiboZurai que buscou adaptar elementos do Undertale ao Doom;
  2. Higor’s Brutal Doom – A edição que o Higor Huann fez do Brutal Doom, somando o melhor da v19 e v20 do mod do Sargeant Mark IV;
  3. Doom Fortress – Mod multiplayer do Haroldo OK! que trouxe elementos do Team Fortress pro Zandronum;
  4. Final NeoDoom – Belíssimo megawad do Daniel Lemos, com novas armas, músicas originais e mais;
  5. Advanced Arsenal – Um mod do Endie que implementa um arsenal realista, porém mantém o gameplay mais arcade e também modifica outras coisas no jogo;
  6. Kriegsland – Mais um excelente mod do GAA1992, desta vez do Wolfenstein, especialmente The New Order;
  7. Hell League: A Boss mod – Um mod do XASSASSINX que traz uns chefões bem variados e bem trabalhados;
  8. Arsenal – Um apanhado de armas que o Daniel Lemos fez de vários outros mods dele. Também modifica monstros e implementa inventário;
  9. Gears of Hell – Um mod randomizador brasileiro feito pelo Imp Hunter inspirado no Aeons of Death;
  10. Legacy of Suffering – Este impressionante trabalho do Logan MTM lhe rendeu um Cacoward. Trata-se de um WAD completíssimo tematizado no Doom 3 extremamente bem feito.

Bom, é isso. Espero que gostem e vamos continuar aqui na luta. Quem sabe, rola até mais dez mods brasileiros para um próximo Gaming DooM?

Se tiver sugestão, comenta aqui!

Veja mais

Wonder Boy

20 de novembro de 2017
Wonder Boy

Wonder Boy (ワンダーボーイ) é um jogo de plataforma desenvolvido pela Escape (antigo nome de uma firma chamada Westone Bit Entertainment) e lançado pela Sega, em 1986, originalmente para os fliperamas. O jogo foi um sucesso tanto de público quanto de mercado, o que certamente foi um dos incentivos para ser portado para vários outros sistemas, como o Amstrad CPC, Commodore 64, Game Gear, Sega Mark III/Master System, SG-1000, Mobile Phone, Wii (Virtual Console), ZX Spectrum e PlayStation 4.

Wonder Boy deu origem a outros 5 jogos que fazem parte da série principal: Wonder Boy in Monster Land, Wonder Boy III: Monster Lair, Wonder Boy III: The Dragon’s Trap, Wonder Boy in Monster World e Monster World IV. Em outubro de 2016, o game também ganhou um remake chamado Wonder Boy Returns, desenvolvido pela CFK.

Além destes ports, outros jogos da série e o remake, existe também uma miríade de clones e jogos que riparam elementos do Wonder Boy, o que também é prova do impacto deste grande título.

Vídeo

Acima, temos o gameplay comentado do Wonder Boy do fliperama produzido pelo canal Defenestrando Jogos. O vídeo apresenta apresenta, além do gameplay do jogo, umas boas informações que utilizamos para montar esta publicação.

Screenshots

As screenshots acima são também da versão de arcade do Wonder Boy. Elas foram ampliadas. a resolução original é raster 256×224.

Enredo

Tom-Tom (na versão do Master System) ou simplesmente “Menino” (nas versões japonesas), é um garoto ilhéu e tribal estilo homem das cavernas. O Dark King (conhecido como Drancon na versão Game Gear), sequestrou a namorada do Wonder Boy, Tina (renomeada Tanya na versão Master System), e agora ele tem que invadir os domínios dessas criaturas para resgatá-la, reunindo itens úteis para conquistá-la ao final da jornada.

Gameplay

O Wonder Boy, como dissemos, é um jogo de plataforma. Nele, o jogador deve guiar o herói através de sete áreas, cada uma composta por quatro rounds. As fases sempre rolam da esquerda para a direita, com algum movimento vertical, e consistem em florestas, colinas, oceanos, cavernas, palácios de gelo e, ocasionalmente, terras das montanhas.

O protagonista pode armar-se com um machado de pedra que ele pode jogar contra inimigos que se aproximam, usar um skate com o qual ele pode correr rapidamente pelos níveis e sobreviver a um ataque de um inimigo e contar com a proteção temporária de um anjo que lhe permite destruir inimigos simplesmente passando por eles. O jogador adquire tais vantagens se quebrar os ovos abertos, que podem também conter surpresas desagradáveis, como maldições que o fazem perder a vitalidade mais rapidamente do que o habitual e os cogumelos venenosos que acabam com toda a saúde do Wonder Boy de uma só vez. Os ovos ruins estão cobertos de manchas vermelhas, enquanto os bons são totalmente brancos.

O jogador deve controlar o medidor de vida que constantemente diminui em certo ritmo e só pode ser reabastecido coletando frutas ao longo dos níveis. Há também uma boneca para colecionar em cada nível e que duplica os pontos de bônus atribuídos no final destes. Se todas as 28 bonecas forem coletadas, uma oitava área é desbloqueada.

No final de cada área, o herói encontrará uma encarnação do principal antagonista como chefão. Uma vez vencida a batalha, a máscara do senhor poderoso voa e se transforma em algum item, como uma xícara de chá ou um pedaço de fruta para o menino coletar. O feiticeiro maligno, em seguida, faz sua fuga.

Um modo alternativo de dois jogadores está disponível onde eles revezam toda vez que um perde uma vida.

Defenestrando Strider (1989)

19 de novembro de 2017
Defenestrando Strider (1989)

Vamos assistir o Strider, grande clássico dos arcades, sendo defenestrado em mais um episódio do Fliperama Nostálgico, esta série de vídeos do canal Defenestrando Jogos muito legal e que quase sempre estamos adicionando aqui para você ter algo decente pra assistir aos domingos. Este trabalho, diga-se de passagem, é a principal fonte para esta publicação.

Strider, lançado no Japão como Strider Hiryū (ストライダー飛竜), é um jogo de plataforma com rolagem lateral desenvolvido e lançado pela Capcom em março de 1989, originalmente para os fliperamas (CPS-1).

Strider conta a história de Hiryu, membro de um grupo secretos de ninjas conhecido como “Striders” e que surgiu na série de mangás Strider Hiryu. O jogo foi louvado pelo seu gameplay inovador, música original e diversa e atuação de voz multi-idiomas, considerado um dos grandes sucessos da Capcom antes do Street Fighter II. Isto se refletiu não apenas na série e no grande número de ports que o jogo ganhou (veja abaixo), mas também em crossovers, como o Marvel vs. Capcom, paródias e na influência em diversas franquias como Ninja Gaiden, Devil May Cry e God of War.

Série

A série oficial do Strider é constituída de 4 jogos:

  • Strider (1989), o original;
  • Strider II (1990), sequencia conhecida nos EUA como Journey from Darkness: Strider Returns e desenvolvida pela Tiertex;
  • Strider 2, lançado no Japão como Strider Hiryū 2, desenvolvido pela Capcom e que ignora os acontecimentos de Strider II;
  • Strider (2014), reboot do original de 89.

Ports

Como eu disse, o Strider foi portado para um grande número de outros sistemas. Só para consoles caseiros temos:

Nintendo 8-Bit (julho de 1989), Genesis (1990), Mega Drive (1991); Master System (1991), PC Engine (1994), PlayStation (28 de julho de 2000, junto com o Strider 2), Game Boy Advance (19 de setembro de 2006, na coletânea Capcom Classics Mini Mix – versão de NES), PSP (22 de março de 2006, no Capcom Classics Collection Remixed), Xbox (24 de novembro de 2006, no Capcom Classics Collection Vol. 2), PlayStation 2 (24 de novembro de 2006 no Capcom Classics Collection Volume 2) e Wii (16 de fevereiro de 2012, versão do Genesis).

Computadores pessoais

Amstrad CPC (1989), Atari ST (1989), Commodore C64 (1989), Commodore Amiga (1989), PC (1989, MS-DOS), Sinclair ZX Spectrum (1989), Amstrad CPC (1990, por Kixx), Amstrad CPC (1990, Les Aventuriers) e Sharp X68000 (1992).

Ele também saiu na Capcom Colletion, uma coletânea da Capcom, para o Amstrad CPC (1991), Atari ST (1991), Commodore C64 (1991) e Commodore Amiga (1991).

Enredo

No futuro distópico de 2048, o mundo é tiranizado pelo ditador global conhecido como “Grandmaster Meio”, um ser que prometia salvar o planeta com as velhas promessas de um mundo melhor, mas só trouxe a opressão a agressão, como o de costume. Hiryu é o mais jovem integrante de todos os tempos de um grupo de ninjas high tech chamado de Striders. Ele foi encarregado com a missão de assassinar o Grandmaster e, armado com uma espada curva de plasma conhecida como “Falchion” (ou “Cypher”), ele deve viajar o mundo para encontrar e destruir seus inimigos. Hiryu começa sua jornada ao infiltrar-se na capital do império do Grandmaster, localizada na Kazakh Soviet Socialist Republic (República Socialista Soviética de Kazakh).

Gameplay

Os controles de Strider consistem em joystick que se movimenta em oito direções e um botão de ataque e saltos. O protagonista, Hiryu, pode fazer saltos acrobáticos dependendo da combinação destes botões, ou deslizar sobre certos obstáculos ou inimigos. O jovem ninja também consegue se agarrar em certas plataformas e tetos e escalar muros usando um gancho metálico. Quando ele corre em um declive, Hiryu pode ganhar impulso e dar um salto maior do que o comum.

Vários power-ups podem ser obtidos a partir de caixas de itens metálicos transportados por certos inimigos. Estes incluem um aumento do alcance da espada que dura 100 golpes, dois tipos de kit médicos representados pelo kanji usado para escrever o nome de Hiryu(飛 e 飛竜), um que aumenta a saúde, vida extra e um power-up que não só torna Hiryu invulnerável ao ataque, mas também aumenta suas próprias habilidades de ataque com as sombras do herói que duram 30 segundos.

Strider tem 5 fases no total e cada uma contém subdivisões menores, com cada com o seu próprio limite de tempo para ser vencida. Hiryu inicialmente tem um indicador de saúde de três pontos (que pode ser aumentado para cinco pontos com o power-up adequado). Ele perderá uma vida quando o medidor de saúde ou o timer forem totalmente esgotados ou quando ele cair pra fora da tela. Se ele perder todas as suas vidas, adivinhe, é game over.

Curiosidades

  • O Strider foi lançado no Brasil em 1993 para o Master System pela nossa Tec Toy. Esta foi a versão que eu, o Facínora, conheci o jogo;
  • O mangá (veja abaixo) Strider Hiryu foi ilustrado por Tatsumi Wada, que pode ser um um apelido para o criador de Strider, Moto Kikaku, ou talvez o contrário;
  • Strider foi o terceiro game lançado para o CPS-1;
  • O título deste jogo pode ser traduzido diretamente do japonês como “Flying Dragon Strider”;
  • Uma das três meninas no final do nível 2 aparece como um personagem Striker (Ton-Pooh) em Marvel vs. Capcom – Clash of Super Heroes.

Strider Hiryu (série de mangá que deu origem ao Strider)

Hiryu, também consagrado como um dos mais populares da Capcom, não têm suas origens no jogo, mas nas páginas preto e branco de uma antologia de mangá de 1988, Strider Hiryu. O mangá foi serializado entre maio e outubro daquele ano, mensalmente distribuído pela Comp Comics e ilustrada por Tatsumi Wada. A Capcom esteve fortemente envolvida na produção do mangá que conta a história do ex-Strider, Hiryu, que se aposentou depois de matar sua irmã mais velha, Mariya, enlouquecida por razões misteriosas. Há alguns anos desde o incidente, Hiryu é forçado a sair da aposentadoria pelo diretor do grupo Strider, Matic, quando ele diz a notícia da captura de Kain por forças inimigas. O jogo de fliperama foi lançado logo após o mangá terminar, embora, como você pode ver, não tenha muito a ver com o seu enredo.

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Illuminatus

18 de novembro de 2017
Illuminatus

Illuminatus é um mod para Doom II desenvolvido pelo Cory “Aquarius199/NiTROACTiVE” Scott para os modos de jogo single player ou cooperativo que contém 32 mapas totalmente novos.

O enredo do Illuminatus se passa alguns anos depois dos eventos do Final Doom. Tudo parecia tranquilo até que uma usina da UAC localizada nos EUA afundou e um vazio infernal surgiu nas proximidades, com as estruturas ao redor sendo dominadas pelas forças demoníacas.

O megawad não apresenta nenhuma mudança no gameplay, sendo este totalmente vanilla. Isto implica que o Illuminatus deve ser compatível com os inúmeros mods de gameplay ou de monstros para Doom. Entretanto, o PWAD contém novas telas, músicas e texturas, ou modificações nestas.

Vídeo

Screenshots

Enredo

Como eu disse antes, o enredo do Illuminatus se passa alguns anos depois dos eventos do Final Doom. Tudo parecia tranquilo até que uma usina da UAC localizada nos EUA afundou e um vazio infernal surgiu nas proximidades, com as estruturas ao redor sendo dominadas pelas forças demoníacas. Alguns soldados foram zumbificados e levados para trabalhar em algum projeto abominável no inferno. Pra variar, sobrou pro Doomguy limpar a área e ver que confusão é esta.

Existe um documento que vem junto com o Illuminatus que conta mais detalhes sobre o enredo e os mapas, mas está em inglês.

Compatibilidade

Eu testei o Illuminatus aqui no GZDoom (1.8.2, 2.4 e 3.2), Zandronum (2.0 e 3.0) e ZDoom 2.8.1, com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, Final Doom e da phase 2 do Freedoom e pareceu rodar de boa com tudo isto.

De acordo com o que eu pude ver, o megawad também deve ser compatível com ports mais antigos e o Chocolate Doom. O Aquarius199 disse que ele roda até no DOSBox (com o DOOM2.EXE e tal, como nos velhos tempos) mas apresentará uns bugs desta forma, os quais ele pretende eliminar quando atualizar o megawad.

Saiba Mais

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Special Strike: Dust 2

18 de novembro de 2017
Special Strike: Dust 2

Special Strike: Dust 2 é um jogo de tiro em primeira pessoa online para browsers inspirado no Counter-Strike e que apresenta o famoso mapa multiplayer “Dust 2” que pode ser jogado simultaneamente por até 16 jogadores, além de um arsenal totalmente novo.

Em Special Strike: Dust 2, você vai atirar nos jogadores rivais para comprar novas armas e tentar alcançar a maior pontuação no final de cada fase para vencer as partidas.

Controles

  • WASD: Movimentar
  • Mouse: Mira e atira
  • R: Recarregar
  • B: Comprar armas
  • T: Chat
  • TAB: Menu
  • C: Agachar
  • 1, 2 e 3: Selecionar armas
  • Barra de Espaço: Pular

Clique Aqui Para Jogar

Brother in Arms com o Freedoom

17 de novembro de 2017
Brother in Arms com o Freedoom

Confira o gameplay do Brother in Arms, um mod para Doom que implementa um sistema de aliados apelões, com o Freedoom, o Doom livre, neste vídeo de nosso canal do YouTube. A partida foi jogada no Zandronum. O vídeo está em Português e com legendas em Inglês.

Eu gravei este vídeo a pedidos do Fegelein/TheClubGuy, quem tocou o desenvolvimento do Brother in Arms por um tempo. de forma a promovê-lo com um IWAD gratuito como o Freedoom. Assim, quem não tem os games originais poder aproveitar este interessante PWAD que deixa fácil praticamente qualquer mapa “normal” (pra dar pressão mesmo tem que ser tipo num Chillax da vida).

Já o Freedoom, para quem não conhece, é um projeto desenvolvido a partir do código aberto do Doom (que foi liberado pela id em 1997) e pretende continuamente desenvolver um jogo de tiro usando recursos totalmente originais, como sprites, sons e mapas. Assim, ele pode ser distribuído gratuitamente, ao contrário dos IWADs registrados ou oficiais do Doom e Doom II, Final Doom etc.

Comecei a gravação a partir do segundo mapa do Freedoom (0.8), pois, na primeira fase, não apareceu nenhum item que contém os aliados para chamar e, portanto, não teria nada de diferente em relação este IWAD puro.

Veja mais

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Gameplay do Brother in Arms v1a

15 de novembro de 2017
Gameplay do Brother in Arms v1a

Confira o gameplay do Brother in Arms v1a neste vídeo deste mod para Doom que adiciona aliados poderosíssimos ao jogo, que estava na página do Mod DB em nosso canal do YouTube.

Estamos arquivando o vídeo aqui também, só pra constar e com autorização do TheClubGuy, quem tocou o projeto por um tempo e manteve a publicação do mod naquele site.

No vídeo, o Brother in Arms é exibido rodando junto com o absurdamente difícil megawad Chillax.

Saiba mais

  • Brother in Arms – Publicação do Brother in Arms aqui, na Gaming Room, com mais vídeos, screenshots e informações.
  • Brother in Arms no Mod DB – Com o vídeo original, mais informações e tal. Em inglês.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

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