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Conheça a fábrica da Taito de fliperamas no Brasil dos anos 80

14 de janeiro de 2019
Conheça a fábrica da Taito de fliperamas no Brasil dos anos 80

Conheça a fábrica da Taito de fliperamas no Brasil dos anos 80, nesta reportagem do Comando da Madrugada que mostra brevemente como eram montadas as máquinas e programados os jogos naquela época.

O Comando da Madrugada foi um programa brasileiro criado e apresentado pelo Goulart de Andrade exibido de 1982 a 2007. No trecho em questão, mostra-se como se gravava as vozes nos jogos (o que era comum nos pinballs), cenas do Donkey Kong (1981) e do The Pit (1982), da linha de montagem, das máquinas funcionando e do próprio falecido Goulart jogando.

Não é só uma reportagem interessante, mas também é uma viagem ao passado que mostra como os arcades eram produzidos aqui no Brasil e um pouco do antigo programa televisivo em si.

O vídeo foi disponibilizado pelo Museu de Tecnologia do Marcos Velasco, quem anda fazendo um ótimo trabalho preservando a imagem e a história de itens relacionados à tecnologia e da informática.

Aprenda mais

Outras curiosidades em geral

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Defenestrando Legend of Success Joe (1991)

13 de janeiro de 2019
Defenestrando Legend of Success Joe (1991)

Chegou o domingão e, com ele, vem também um gameplay de um jogo antigo, o do Legend of Success Joe, para você assistir aí de bobeira, junto também com jogatina da versão de NES do título. É bem melhor que a porcariada que passa na televisão, pode falar.

O vídeo foi defenestrado pelo Celso Affini em mais um Fliperama Nostálgico e é bem divertido, descontraído e informativo. Usamos o vídeo como principal fonte de dados para montar esta publicação. Como trata-se de um stream, o conteúdo começa na minutagem 11:13.

Legend of Success Joe (Ashita no Joe Densetsu) é um jogo de boxe e beat ’em up baseado no mangá Tomorrow’s Joe (Ashita no Joe) que saiu também em anime. Foi desenvolvido pela Wave Corporation e lançado os fliperamas com hardware Neo Geo em julho de 1991. É também a sequência do Success Joe, título de 1990.

O Legend of Success Joe foi muito mal recebido pela crítica e tido como um dos piores games do sistema Neo Geo, apesar de ter bons gráficos e ser baseado no popular Ashita no Joe. Uma das causas, provavelmente, foram os péssimos controles e animações, algo que fica nítido só de assistir ao vídeo do seu gameplay. Ele foi portado apenas para o Neo Geo AES em 30 de agosto de 1991 e para o Super Famicom em 1992 com o nome de Ashita no Joe Boxing.

Enredo

Danpei Tange é um boxeador frustrado. Largou os ringues quando perdeu a visão de um dos olhos, e desistiu de ser treinador quando foi traído por seu discípulo. Desde então, vive uma vida de miséria, andando com mendigos e enchendo a cara o dia inteiro. Um dia, Joe Yabuki chega à cidade onde Tange mora. Violento, orgulhoso, aproveitador e mentiroso, Joe arranja brigas, trapaceia, rouba e mente. No entanto, sua força e agilidade em suas brigas de rua despertam a atenção de Danpei, que vê em Joe o potencial para se tornar um grande boxeador, talvez até mesmo um campeão. É aí que começa Ashita no Joe, a saga de Joe Yabuki para deixar de ser um simples marginal e se tornar um grande campeão do boxe. Inicialmente a contragosto, Joe se recusa a treinar com Danpei, mas tudo muda quando entram em sua vida a bela Yoko Shiraki e o valente Rikiishi Tohru, aquele que se tornaria o grande rival de Joe até o fim da sua saga.

Gameplay

O jogador controla Joe quando o protagonista ainda era um aspirante a boxeador e segue sua carreira, transformando-se de um garoto desconhecido do lado ruim da cidade em um campeão de boxe. O jogo tem partes beat ’em up fora dos ringues, treinos e lutas de boxe.

Curiosidades

  • Como dito acima, o jogo é baseado no clássico Ashita no Joe, cujo mangá foi publicado de 1968 até 1973 pela Shonen Magazine. Ashita no Joe marcou época no Japão, ao ponto de fazer milhares de jovens japoneses fazerem uma passeata em homenagem à história quando a sua história chegou ao fim. Além disso, o personagem foi utilizado em diversas campanhas políticas do povo, ilustrando a força de vencer de um jovem da periferia rumo a um destino, embora glorioso, cheio de obstáculos e preços a serem pagos;
  • O port do Nintendinho (Super Famicon) do Legend of Success Joe parece melhor que o original de fliperama, com animações mais fluidas, mais focado no boxe e com melhores controles;
  • O Ashita no Joe guarda bastante semelhanças com dois outros icônicas obras de ficção de boxe, Rocky (inclusive parece com o game do Master System) e Hajime no Ippo. Dá até vontade de assistir o anime.

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Big Chungus Arena

12 de janeiro de 2019
Big Chungus Arena

Big Chungus Arena é um joke WAD para Doom II criado pelo Cory “Aquarius199/NiTROACTiVE” Scott, o Aquarius199, onde o jogador vai enfrentar o Big Chungus em uma arena de onde só se pode escapar depois que o coelho meme gordo e gigante for destruído.

Na arena, só tem disponíveis o Lança-Foguetes, o Backpack, uma Megasphere, umas Supercharges e Megaarmors, e uma porrada de foguetes para você recolher e usar para combater o Big Chungus. Ele tem cinco vezes mais health que o Cyberdemon (20000) e atira cenouras explosivas relativamente rápido.

Para quem não conhece, o Big Chungus é uma imagem do Pernalonga de 1941 que estava zuando o Hortelino, quando ele era mais gordo, que apareceu em 2018 como se fosse um jogo de PlayStation 4, acabou viralizando e virando meme. Eventualmente, fizeram montagens do Big Chungus em capas de vários outros games, incluindo na do The Ultimate Doom. Gostei do Big Chungus Arena, pois ele não é um joke WAD para trollar os outros nem algo só com valor humorístico, é também desafiador, pode ser combinado com alguns outros mods ou fazer umas baguncinhas, como pode-se ver em uma das partes do vídeo abaixo.

Vídeos

O vídeo acima é o nosso showcase do Big Chungus Arena. Em uma parte, foi usado também o mod Brother in Arms.

Exibir spoiler: Mais vídeos

Screenshots

Compatibilidade

Joguei o Big Chungus Arena no GZDoom 3.6.0 com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, Final Doom, da phase 2 do Freedoom e o do Doom 2 da BFG Edition. Funciona com todos eles com pouca diferença significativa.

Ele pode ser combinado com alguns mods de armas, mas, dependendo do caso, pode faltar munição, pois só tem o Lança-foguetes e os foguetes para recolher no mapa.

Veja também

site ou autor do arquivo Aquarius199 tamanho do arquivo 4.0 MB licencaGrátis download link Download

A evolução dos jogos de terror de 1982 a 2019

11 de janeiro de 2019
A evolução dos jogos de terror de 1982 a 2019

Este vídeo ilustra a evolução dos jogos de terror de 1982 a 2019 com partes de gameplay de vários títulos do gênero, cada um representando um ano. Foi feito pelo canal Cussan, que também produziu os vídeos da evolução dos jogos do Predador e a do Aliens, achei bem interessante e resolvi arquivar aqui também.

Nem todos os clipes tem os sistemas dos jogos exibidos, mas algum sabia e outros eu tentei descobrir, mas não sei se está tudo certo. Todavia, os títulos listados são:

  • 3D Monster Maze (ZX81, 1982)
  • Halloween (Atari 2600, 1983)
  • The Evil Dead (Commodore 64, 1984)
  • Friday the 13th (Commodore 64, 1985)
  • Uninvited (MS-DOS, 1987)
  • Sweet Home (NES, 1989)
  • Elvira: Mistress of the Dark (Amiga, Atari ST ou MS-DOS, 1990)
  • Alone in the Dark (MS-DOS, 1992)
  • The 7th Guest (MS-DOS, 1993)
  • Alone in the Dark 3 (MS-DOS, 1994)
  • Clock Tower (SNES, 1995)
  • Resident Evil (PlayStation, 1996)
  • Resident Evil 2 (PlayStation ou Windows, 1998)
  • Silent Hill (PlayStation, 1999)
  • Evil Dead: Hail to the King (Dreamcast ou PlayStation, 2000)
  • Silent Hill 2 (PlayStation 2, 2001)
  • Eternal Darkness (GameCube, 2002)
  • Fatal Frame 2: Crimson Butterfly (PlayStation 2, 2003)
  • The Suffering (PlayStation 2, Windows (2004) ou Xbox, 2004)
  • Condemned: Criminal Origins (Xbox 360, 2005)
  • Manhunt 2 (PlayStation 2, PSP ou Wii, 2007)
  • Dead Space (PlayStation 3, Windows ou Xbox 360, 2008)
  • F.E.A.R. 2: Project Origins (PlayStation 3, Windows ou Xbox 360, 2009)
  • Amnesia: The Dark Descent (Windows, 2010)
  • Dead Space 2 (PlayStation 3, Windows ou Xbox 360, 2011)
  • Slender: The Eight Pages (Windows ou Mac, 2012)
  • Outlast (Windows, 2013)
  • P.T. (PlayStation 4, 2014)*
  • Alien: Isolation (Windows, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 ou Xbox One, 2014);
  • Soma (Windows, Linux, Macintosh ou PlayStation 4, 2015)
  • Layers of Fear (Windows, Linux, Macintosh ou PlayStation 4, 2016)
  • Resident Evil 7: Biohazard (PlayStation 4, Windows, Windows Apps e Xbox One, 2017)
  • Visage (Windows, 2018)
  • Man of Medan (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2019).

*Não é o jogo do Lula.

Não deixe de comentar deixando os jogos que você conhece, os que mais gosta, os que faltaram e os que gostaria de conhecer.

Veja também

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Doom “Remastered”

10 de janeiro de 2019
Doom “Remastered”

Doom “Remastered” é um conjunto de mods configurados em um engine avançado do Doom com o objetivo de trazer aprimoramentos, na medida do possível, nos gráficos e animações do clássico FPS.

O Doom “Remastered” não apresenta mudanças consideráveis no gameplay, embora isso possa ser configurado no engine usado (GZDoom 3.6.0 Legacy), e não mexe em nenhum dos mapas. Os WADs combinados são: Smooth Doom (Gifty), Bolognese Gore Mod (Sergeant Mark IV), DHTP (Kurikai), JDUI (Zedas) e Project Doomed (Jay Reichard/Mr. Chris).

Vídeo

Screenshots

Compatibilidade

O Doom “Remastered” é um completamente standalone, já vindo com o Freedoom, que quebra o galho, mas pode ser usado com qualquer IWAD registrado do Doom clássico (The Ultimate Doom, Doom II: Hell on Earth, Final Doom, BFG Edition etc.).

Você pode jogar outros mods com o Doom “Remastered” simplesmente clicando nos PWADs, os arrastando e soltando em cima do seu executável, mas note que nem todos terão texturas em alta resolução ou animações mais suaves e fluidas nos monstros e armas. Isto vai depender dos recursos usados em tais mods. Inclusive, tem uns que podem sobrescrever tudo do Doom “Remastered”, tornando-o inútil.

Veja mais

  • JDUI – Link para a versão do JDUI compatível com Brutal Doom no Mod DB.
  • Project Doomed V2 – Vem com o Project Doomed original. Também no Mod DB.
site ou autor do arquivo Gaming Room tamanho do arquivo 326,9 MB licencaGrátis sistemas operacionais compativeisWindows download link Download

Cold as Hell: Special Edition

9 de janeiro de 2019
Cold as Hell: Special Edition

Cold as Hell: Special Edition é uma conversão total do Doom II onde o jogador é um fuzileiro naval que irá enfrentar hordas de criaturas demoníacas em uma instalação de pesquisa de armas da década de 50 no meio da Groenlândia. O mod foi criado pelo Jon “JonnyFive” Washburn e ganhou um Cacoward de 2008 em sua edição original, Cold as Hell.

O Cold as Hell: Special Edition é single player e conta com novos 17 mapas, gráficos, sons e músicas, além de modificações no gameplay, por trazer armamento e monstros com comportamentos distintos. Embora não tenha nada de muito espalhafatoso aparentemente, o PWAD também apresenta umas coisas interessantes nos mapas, como aliados, hubs e uma parte que simula um blindado que sai atropelando os monstros. Parece-me, de fato, um mod bastante único.

Vídeo

O vídeo acima foi feito pelo Icarus, que demonstra e comenta o gameplay do Cold as Hell: Special Edition. Como sempre, um bom entretenimento, mas está em inglês.

Screenshots

Compatibilidade

De acordo com a documentação, o Cold as Hell: Special Edition precisa do GZDoom 1.1.06 ou superior e o IWAD do Doom II: Hell on Earth. Não testei se funciona no Final Doom ou na phase 2 do Freedoom, mas deve funcionar, sei lá.

Saiba mais

  1. Cacoward 2008 – Veja o prêmio que o Cold as Hell ganhou.
  2. Cold as Hell: Special Edition no Doomworld – Com mais informações e mirrors para download do mod. Em inglês.
  3. O mod conta com um manual em formato PDF que contém ainda mais info, como detalhes do enredo, instalação e tudo mais. Em inglês também.
site ou autor do arquivo Jon "JonnyFive" Washburn tamanho do arquivo 48,1 MB licencaGrátis download link Download

Fatal Fury 2

8 de janeiro de 2019
Fatal Fury 2

Fatal Fury 2 é um jogo de luta desenvolvido e lançado pela SNK originalmente em dezembro de 1992 para os fliperamas, sendo eventualmente portado para diversos outros sistemas, ganhando também uma versão aprimorada chamada Fatal Fury Special em 1993.

Fatal Fury 2 é o segundo game da série Fatal Fury e uma sequência direta do Fatal Fury: King of Fighters. Ele apresenta gráficos e gameplay aprimorados em relação ao game original e, embora não tenha chegado a superar o então líder do gênero da época, Street Fighter II: The World Warrior, foi geralmente bem recebido pela crítica e obteve sucesso comercial suficiente para ser portado para várias outras plataformas além do fliperama: Neo Geo (1993), Neo-Geo CD (1994), PC Engine CD (1994), Genesis/Mega Drive (1994), SNES (1993), Game Boy (1994), X68000 (1993), PlayStation 2 e Virtual Console (2008).

Vídeo

Acima, temos o Fatal Fury 2 sendo apresentado, jogado e comentado em mais um Fliperama Nostálgico, o quadro de games antigos dos arcades do canal Defenestrando Jogos. O vídeo traz várias informações e curiosidades a respeito do segundo game da icônica série da SNK.

Enredo

Após a morte de Geese Howard nos eventos do Fatal Fury original, um misterioso nobre torna-se o patrocinador do novo torneio King of Fighters. Desta vez, a disputa é realizada através do planeta com lutadores de todo o mundo competindo. Conforme o misterioso desafiante avança, vai derrotando os participantes do primeiro torneio e procurando o homem responsável por derrotar Geese.

Além de Terry Bogard, Andy Bogard e Joe Higashi, os competidores são:

  • Big Bear – Um lutador de luta livre australiano anteriormente conhecido como Raiden no primeiro Fatal Fury;
  • Jubei Yamada – Um antigo mestre de judô japonês conhecido como “Yamada, o Demônio” durante sua juventude;
  • Cheng Sinzan – Um mestre gordo de Taiji de Hong Kong que está tentando abrir seu próprio centro de treinamento;
  • Kim Kaphwan – Um mestre de Taekwondo da Coreia do Sul;
  • Mai Shiranui – Uma linda kunoichi que é filha do líder do clã ninja Shiranui e que é afim do Andy Bogard.

Richard Meyer, Michael Max, Tung Fu Rue, Duck King, Hwa Jai e Geese Howard ficaram de fora, embora alguns destes façam aparições durante algumas das cutscenes do jogo.

Gameplay

Fatal Fury 2 não apenas apresenta gráficos, mas também gameplay mais avançados que o seu predecessor, Fatal Fury: King of Fighters. Os controles de jogo foram modificados, desta vez fazendo uso completo da configuração de quatro botões do Neo Geo, incluindo quatro botões de ataque (Soco Fraco, Chute Fraco, Soco Forte e Chute Forte). Este é aparentemente um dos primeiros jogos da Neo-Geo a usar essa configuração de botões que se tornaria comum.

O sistema de batalha de dois planos foi mantido, mas Fatal Fury 2 permite que estes sejam alternados à vontade, apertando soco fraco e chute fraco simultaneamente (A+B), enquanto no primeiro jogo, você só poderia trocar de plano se a CPU estivesse em um plano de batalha diferente. O jogador também pode executar um “Power Attack” que irá derrubar o oponente do outro plano. Quando o oponente está no outro plano, o jogador pode pular atacando com soco ou chute. Algumas fases contém fios eletrificados ou uma debandada de touros, tornando arriscado trocar de plano, mas pode-se jogar o oponente lá para causar-lhe dano extra.

Outras técnicas especiais também foram adicionadas. Depois que o jogador defende o ataque de um oponente, ele pode aplicar um contra-ataque chamado de “Evasion Attack”. Pode-se também insultar os oponentes pressionando o botão de Soco Forte à distância. O jogador também pode correr para trás do adversário para recuar, batendo rapidamente a alavanca para trás duas vezes. Além disto, este jogo introduz o uso de “Desperation Moves” ou “Fury”, técnicas altamente poderosas que só podem ser usadas quando a barra de vida estiver em 25% e piscando em vermelho. Fatal Fury 2 e Art of Fighting foram os primeiros jogos de luta a introduzir esses movimentos.

O modo single player tem o jogador enfrentando todos os oito personagens (incluindo um clone do personagem do jogador), seguido por quatro chefões não selecionáveis. Após cada quarta partida, o jogador participará de uma rodada de bônus para tentar angariar mais pontos.

Screenshots

As screenshots acima foram tiradas da versão de arcade do Fatal Fury 2 e foram ampliadas.

Curiosidades

  • Fatal Fury 2 era chamado no Japão de Garou Densetsu 2: Aratanaru Tatakai (餓狼伝説2 ~新たなる闘い~ ), algo que poderia ser traduzido como “A Lenda do Lobo Faminto 2 – A nova batalha”;
  • Esse é o segundo jogo da série 100-Mega Shock, da SNK, a usar cartucho de 100 MB;
  • De acordo com um flyer americano, o nome do jogo é “Fatal Fury 2 – The Sultan of Slugs Battle Royale” e que traduzido ficaria assim: “Fúria Fatal 2 – Os Sultões do Golpe Decisivo”;
  • O Hungry Wolf é uma referência a Terry Bogard, o personagem principal de Fatal Fury. Andy e Joe (e, em menor escala, Mai e Mary) são chamados de Lobos Solitários;
  • Mantendo a tradição, uma animação baseada neste jogo foi lançado no Japão com desenhos de personagens de Masami Ohbari. O filme também foi lançado nos EUA pela Viz Video, uma divisão da Viz Comics;
  • Assim como o primeiro jogo introduziu o famoso Terry Bogard, Fatal Fury 2 apresenta a lutadora mais popular da SNK, Mai Shiranui;
  • Em maio de 1994, a revista Electronic Gaming Monthly, em sua edição 58, premiou o port de SNES do Fatal Fury 2 como jogo do mês;
  • Quando o jogador vence a primeira partida, a tela mostra as pessoas assistindo ao torneio dentro do Pao Pao Café do primeiro Fatal Fury.

Dicas e segredos do Fatal Fury 2

  • Na fase de de Kim Kaphwan (Coreia) há um velho em uma moto que cruza a tela de vez em quando. É  possível derrubá-lo do veículo usando um ataque (botão R) para mover-se de um plano para o outro enquanto ele passa. Quando você o acertar, a motoca continua sem ele.

Defenestrando Xexex (1991)

6 de janeiro de 2019
Defenestrando Xexex (1991)

Como é domingo, estou trazendo aqui mais um gameplay de jogo antigo, o do Xexex, para você dar uma curiada e ter algo para assistir neste dia onde só passa podreira na televisão.

O vídeo foi publicado e comentado em mais um episódio do Fliperama Nostálgico, do canal Defenestrando Jogos, e é bem descontraído e informativo. Inclusive, é a principal fonte de dados para esta publicação. Como ele foi exibido originalmente em uma live, o conteúdo começa de fato na minutagem 10:56.

Xexex (ゼクセクス) é um jogo de tiro estilo shoot ’em up com rolagem lateral que conta com muitos elementos do R-Type e Gradius, combinando-os com a mecânica de tentáculos do jogo XMultiply. Xexes foi desenvolvido e lançado pela Konami em 1991 para os arcades e só veio a ser portado para outras plataformas em 2007, quando foi incluído na compilação do PSP, Salamander Portable, que saiu apenas no Japão.

A falta de ports não deve ter sido por falta de popularidade, pois o Xexex foi bem recebido pela crítica na época. O shoot ’em up ganhou prêmios (1992 Gamest Awards) de melhor gráficos (vencendo Virtua Racing) e melhor música (vencendo Metal Black), sendo também indicado como Jogo do Ano (ficando em 4º), melhor jogo de tiro (2º) e Melhor Direção (6º), perdendo para Street Fighter II′: Champion Edition, Sonic Wings e Art of Fighting, respectivamente.

Apesar de não ter saído para muitas outras plataformas, alguns consideram o Xexex predecessor espiritual de um outro shooter espacial, o Axelay, que foi lançado para Super Nintendo em 1993.

Enredo

Num futuro onde a humanidade alcançou o conhecimento avançado de poder viajar a imensas distâncias, podendo visitar inúmeros planetas da galáxia, a princesa Elaine, do planeta E-Square, pede ajuda aos humanos para que seu planeta não seja aniquilado por forças maléficas. O piloto, comandando a Flintock, uma nave espacial com partes orgânicas, tem a missão de resgatar a princesa de cabelo azul e encontrar e destruir as hordas inimigas sob o comando do lorde maligno chamado Klaus.

Gameplay

Em Xerex, os pilotos (pode ser jogado por até duas pessoas simultaneamente) irão passar por vários estágios lindamente desenhados, com inúmeros inimigos, algumas naves gigantes, toneladas de efeitos e um super tiro bem único. Existem dez planetas diferentes em Xerex, cada um representando uma fase do jogo e contendo um chefão. Entre os estágios, detalhes do enredo são exibidos em cutscenes similares às do Phelios.

A nave controlada pelos jogadores, a Flintlock (ou Flint Lock), tem uma orbe destacável chamada Flint que se comporta de maneira semelhante ao Force Device do R-Type. Os controles consistem um botão de tiro, que pode ser pressionado para carregar e aumentar o seu poder de fogo, o que lança ou chama de volta o Flint e o direcional de 8 direções. Power-ups podem ser obtidos na versão japonesa para aumentar o poder do Flint, sua velocidade de movimento, mudar a arma principal, ou até mesmo dar ao jogador uma vida extra.

Existem diferentes mecânicas de jogo entre o lançamento japonês original e os internacionais. A versão japonesa tem vidas (com pontos de respawn) em vez de uma barra de vida e uma maior variedade de armas. As internacionais removem todas as armas, exceto uma atualizável. Os padrões do inimigo também são alterados ligeiramente. Na versão japonesa, o jogador começa com o Proton Laser, um fino fluxo de balas fracas. Certos inimigos podem dropar novas armas e o nome do armamento atual é exibido na parte inferior da tela. Nas versões internacionais, a arma primária disponível é o Proton Laser (mísseis são secundários), que pode ser melhorada com power-ups.

As armas da versão japonesa são:

  • Proton Laser: a arma inicial que emite um fluxo estreito de projéteis;
  • Homing Laser: um laser de 3 direções com os fluxos superior e inferior contando com um dobramento ligeiro teleguiado;
  • Shadow Laser: um feixe de laser que cria uma sombra que causa dano quando a nave sobe e desce;
  • Round Laser: um tiro difuso incomum (diferente da arma principal da versão internacional);
  • Spiral Laser: um laser espiral de largura considerável;
  • Search Laser: um laser teleguiado que segue trajetórias retangulares;
  • Ground Laser: dispara um Proton Laser atualizado junto com um feixe de laser que percorre o solo.

Curiosidades

  • A Konami lançou quatro cartas do Yu-Gi-Oh! Trading Card Game, Flint, Flint Lock, Flint Attack (Flint Missile) e King of Destruction – Xexex, como uma referência ao Xexex;
  • Xexex foi lançado na América do Norte com o nome Orius. Em japonês o título é lido como zekusekusu, que em português pode ser pronunciado como “zeksex”;
  • Além disto, alguns consideram o Xexex predecessor espiritual de um outro shooter espacial, o Axelay, que foi lançado para Super Nintendo em 1993;
  • King Records lançou um álbum com a trilha sonora em uma edição limitada para este jogo (Xexex: Konami Kukeiha Club), no dia 21 de outubro de 92.

Fontes e mais coisas interessantes

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Super Sergeant Shooter Level Pack

5 de janeiro de 2019
Super Sergeant Shooter Level Pack

Super Sergeant Shooter Level Pack é, como o seu título sugere, o pacote de fases do jogo de tiro em primeira pessoa em Flash Super Sergeant Shooter onde você vai continuar a atirar em hordas de soldados inimigos e recolher suprimentos para sobreviver e encontrar a saída de cada mapa.

Controles

  • WASD: Movimenta
  • Barra de Espaço: Atira
  • CTRL: Ação
  • TAB: Mapa
  • 1 a 4: Troca de armas
  • Z: Strafe
  • SHIFT: Corre
  • + ou -: Ajusta tamanho do HUD
  • ESC: Menu

Veja também

  1. Os códigos de trapaça do Doom funcionam neste jogo
  2. Se você gostou do Super Sergeant Shooter Level Pack, deveria experimentar a sequência, o Super Sergeant Shooter 2!
  3. Super Sergeant Shooter [Versão WAD] – Versão em WAD do jogo para você jogar com os ports avançados de Doom que conta com os mapas do Super Sergeant Shooter original e este seu pacote de fases.

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A evolução dos jogos de Aliens de 1982 a 2017

4 de janeiro de 2019
A evolução dos jogos de Aliens de 1982 a 2017

Confira aqui um vídeo que mostra brevemente a evolução dos jogos de Aliens de 1982 a 2017, feito com cenas dos jogos que melhor representam os saltos em nível gráfico e técnicos através dos anos.

Assim como o vídeo que mostra a evolução dos jogos do Predador de 1987 a 2015, este também foi feito pelo canal Cussan e não tem narração nem nada, mas, além de ser uma curiosidade interessante para assistirmos de bobeira, ainda mostra um pouco dos games que ainda não conhecemos.

Alguns jogos já foram mostrados neste outro vídeo por serem Aliens versus Predator, mas não pega nada. Tentei também completar a lista colocando as plataformas dos jogos que consegui descobrir por aí.

Os títulos são exibidos na seguinte ordem:

  • Alien (Atari 2600, 1982);
  • Alien (Commodore 64, 1984);
  • Aliens: The Computer Game (Amstrad CPC, 1986);
  • Aliens (Commodore 64, 1986);
  • Aliens (MSX, 1987);
  • Aliens (Fliperama, 1990);
  • Alien 3 (Amiga, 1992);
  • Alien 3 (Game Boy, 1993);
  • Alien vs. Predator (Super Nintendo, 1993);
  • Alien vs Predator: The Last of His Clan (Game Boy, 1993);
  • Alien 3: The Gun (Arcade, 1993);
  • Alien vs. Predator (Jaguar, 1994);
  • Aliens: A Comic Book Adventure (PC, 1995);
  • Alien Trilogy (PlayStation, Sega Saturn ou PC, 1996);
  • Aliens Online (PC, 1998);
  • Aliens Versus Predator (PC ou Mac, 1999);
  • Alien: Resurrection (PlayStation, 2000);
  • Aliens Versus Predator 2 (PC, 2001);
  • Aliens Versus Predator 2: Primal Hunt (PC, 2002);
  • Aliens Versus Predator 2: Primal Hunt (PC, 2002);
  • Aliens Versus Predator: Extinction (PlayStation 2 ou XBox, 2003);
  • Aliens: Extermination (Fliperama, 2006);
  • Aliens vs. Predator (PC, PlayStation 3 ou XBox 360, 2010);
  • Aliens: Infestation (Nintendo DS, 2011);
  • Aliens: Colonial Marines (PC, PlayStation 3 ou Xbox 360, 2013);
  • Aliens: Armageddon (Fliperama, 2014);
  • Alien: Isolation (PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 ou Xbox One, 2014);
  • Alien Covenant In Utero (PC, 2017);
  • Alien Covenant (Fliperama, 2017).

Qual destes jogos você conhece, gosta mais ou gostaria de conhecer?

Veja também

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