Principais Atualizações

Shadow Warriors (Ninja Gaiden)

12 de fevereiro de 2019
Shadow Warriors (Ninja Gaiden)

Shadow Warriors, ou Ninja Gaiden, é um jogo de luta estilo beat ’em up com rolagem horizontal desenvolvido pela Tecmo e lançado por esta firma originalmente para os fliperamas em 1988. Este primeiro jogo da série Ninja Gaiden, a qual foi imortalizada posteriormente no NES com a trilogia de mesmo nome, segue Ryu Hayabusa combatendo uma organização criminosa e macumbeira em Nova Iorque.

Posteriormente, o Shadow Warriors/Ninja Gaiden ganhou versões para outras plataformas, como o ZX Spectrum (1990), Commodore C64 (1990), Amstrad CPC (1990), Amiga (1990), Atari ST (1990), Lynx e Wii (2009). Parece que o game foi também relançado de novo no C64 e no Amiga em uma coletânea chamada Hot 2 Handle.

Shadow Warriors surfou na onda de um grande sucesso de 1987 da Sega, Shinobi, junto com uma enxurrada de jogos de estilos similares e explorando a temática ninja, porém com uma pitada de comédia, como o Teenage Mutant Ninja Turtles e Caveman Ninja “Joe e Mac”. O game, que tem muito bons gráficos pra época (embora careça de animações mais fluidas) acabou sendo bem recebido pela crítica também.

Vídeo

Acima, temos o gameplay do Shadow Warriors, a versão europeia do Ninja Gaiden dos arcades, feita no quadro Fliperama Nostálgico do canal Defenestrando Jogos. O vídeo tem mais de meia hora de duração e é bastante descontraído e informativo. É também a principal fonte que usamos para montar este post.

Enredo

Ao ser contatado por um membro de seu clã que está no Estados Unidos, o ninja Ryu Hayabusa fica ciente dos planos de uma organização criminosa que está utilizando os segredos dos ninjas para tomar todo o país. Estes criminosos fazem parte de um culto maligno liderado por Bladedamus, um descendente de Nostradamus que busca concretizar suas profecias do fim do mundo. Isso obriga Hayabusa deixar Tokyo para Nova York a fim de impedir este plano macabro e destruir o mal onde quer que ele esteja.

Gameplay

Shadow Warriors (ou Ninja Gaiden) é, como já dito, um side scrolling beat ’em up para até dois jogadores, um controlado um ninja com roupa azul e o outro com roupa laranja. O game conta com uma boa variedade de cenários, todos com partes destrutíveis, como cabines telefônicas, placas e lixeiras, que podem dropar power-ups. Basta atirar um inimigo (ou ser arremessado por eles) em tais partes da tela para detoná-las.

O controle se movimenta em oito direções de forma similar a jogos do gênero, como Double Dragon. Também conta com um botão que serve para agarrar em barras, um para atacar e outro pra saltar. Existem cinco técnicas primarias que podem ser ativadas através dos botões ou suas combinações: “Triple Blow Combination”, uma série de socos e chutes que servem como ataque padrão do jogador; “Flying Neck Throw”, realizada atacando o inimigo enquanto pula; “Hang Kick”, ataca o inimigo enquanto esta segurando em uma barra; “Tightrope Walk”, onde o jogador se move pendurado em cima de uma corda bamba; e o “Phoenix Backflip”, que consiste em um backflip executado depois de correr contra uma parede e que se torna um ataque se o jogador tiver uma espada.

O jogo é muito lembrado por uma tela mórbida onde o protagonista está amarrado a uma mesa batendo violentamente a cabeça enquanto uma serra circular está indo em sua direção. Se o jogador não usar continue em 10 segundos, a tela fica vermelha, o ninja grita em agonia e as palavras “GAME OVER” aparecem seguidas de uma música dramática. Final Fight, lançado um ano depois, teve uma seqüência semelhante, mas com os personagens amarrados ao lado de dinamite.

Os primeiros cinco estágios são baseados em regiões americanas reais, como a cidade de Los Angeles, Brooklyn, Las Vegas, Carolina do Norte, e uma estrada de ferro transcontinental. O sexto e último estágio se passa dentro do esconderijo do inimigo, onde acontece um boss rush com os chefões do jogo, que incluem um lutador de sumô, um par de lutadores de luta livre parecidos com os The Road Warriors e um trio de acrobatas mascarados com garras. O chefe final, Bladedamus, empunha duas espadas e tem um ataque onde ele cospe fogo.

Screenshots

As imagens acima foram capturadas da versão de arcade do Shadow Warriors e foram ampliadas.

Curiosidades

  • Pelo título de Ninja Gaiden, o jogo é conhecido nos EUA. No Japão é conhecido como Ninja Ryukenden e o nome Shadow Warriors foi usado tanto nos EUA quanto na Europa. Ele foi lançado na Europa em 1989, apesar da tela de título ter escrito 1988;
  • Nas versões originais, na hora de enfrentar os chefões que lembram os Road Warriors, é possível ouvir uma música que lembra bastante à música Iron Man, do Black Sabbath;
  • No final da quarta fase, é possível ver o rosto de Nostradamus esculpido na montanha ao fundo e um pentagrama no centro da tela com o ano de 1999 dentro dele;
  • Na quinta fase, tem um muro de pedra onde está pichado o nome de outro clássico da Tecmo, o Rygar;
  • O último estagio possui várias imagens estranhas, como quadros de pedras voadores, estátuas de demônios e uma parede feita de rostos. Essa fase é dividida em três partes: no final da primeira, é possível ver um vitral de uma mulher sendo queimada na fogueira; no final da segunda parte, pode ser ver um gigantesco quadro com a imagem de Nostradamus; e na última parte, aonde se enfrenta o chefão final, ao fundo, existe o desenho de uma caveira e uma mulher com roupas sadomasoquistas, além de um corpo dilacerado amarrado a correntes e o pentagrama no centro da tela;
  • Este jogo de arcade foi produzido e lançado quase que simultaneamente com o Ninja Gaiden do Nintendinho, apesar do fato que são diferentes jogos com apenas algumas similaridades;
  • O designer do Shadow Warriors foi creditado apenas como “Strong Shima”, mas Masato Kato, quem trabalhou na versão de NES, identificou-o apenas como “Mr. Iijima”;
  • Nas cutscenes entre cada estágio, Ryu aparece comendo em um restaurante japonês, lendo jornal num trem, descendo um rio num caiaque, jogando num casino ou escalando um prédio, assustando os trabalhadores que limpam as janelas.

Série

Como dito acima, Shadow Warriors foi o primeiro de uma série rendeu mais sete jogos:

  1. Shadow Warriors/Ninja Gaiden (1988)
  2. Ninja Gaiden (1989);
  3. Ninja Gaiden Episode II – The Dark Sword of Chaos (1990, NES 8-bit/Famicom);
  4. Ninja Gaiden Episode III – The Ancient Ship of Doom (1991, NES 8-bit/Famicom);
  5. Ninja Gaiden (2004, Xbox);
  6. Ninja Gaiden Black (2005, XBox)
  7. Ninja Gaiden Sigma (2007, PlayStation 3);
  8. Ninja Gaiden Dragon Sword (2007, Nintendo DS);

Conteúdo do Doom 2016 abandonado e cenas de testes do jogo

11 de fevereiro de 2019
Conteúdo do Doom 2016 abandonado e cenas de testes do jogo

Este vídeo traz umas cenas com conteúdo do Doom 2016 (ou Doom 4) que foi abandonado e de testes do jogo quando ele ainda estava em desenvolvimento.

Dá pra ver upgrades das armas como mods de detonação manual, carregar impacto direto, travar no alvo, impacto direto carregado e enxame de foguetes para o Rocket Launcher, além de fatalities e outros elementos de jogos que foram descartados.

Alguns deles eu achei uma pena terem sido deletados…

O vídeo foi publicado pelo canal LeonardoETC e recomendado pelo RiboZurai.

Mais Doom 2016

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MUS Player

11 de fevereiro de 2019
MUS Player

MUS Player, ou apenas MUSPLAY, é um reprodutor de músicas .MUS, o formato usado em jogos como Doom e Heretic, desenvolvido por Vladimir Arnost e lançado originalmente no dia 8 de agosto de 1994.

Um arquivo .MUS é um simples clone de uma música MIDI que consiste de duas partes. Composto de cabeçalho e corpo, ele usa os mesmos instrumentos, comandos similares e o mesmo princípio: uma lista de eventos de sons. Entretanto, enquanto os .MID são mais populares, não existem muitos reprodutores de ficheiros .MUS. Por isso, o MUS Player teve papel fundamental em reproduzir as músicas de jogos como Doom e Heretic que são neste formato.

O MUS Player reproduz as músicas através de OPL2, OPL3, Sound Blaster AWE 32, driver MPU 401 ou através de Sound Blaster MIDI port. Ele também permite especificar diferentes bancos de instrumentos, volume, taxa de playback ou dar loop na música repetidamente.

Hoje em dia, a necessidade do MUS Player é muito reduzida, pois os ports avançados de Doom podem rodar mods com músicas em vários formatos mais populares, como MP3, OGG e MIDI. Além disto, contamos com ferramentas como o próprio Slade que podem ter a funcionalidade de tocar os arquivos .MUS, mas nós vamos manter este programa aqui por curiosidade ou para aqueles que gostam de fazer as coisas no estilo da velha guarda.

Compatibilidade

Como o MUS Player é um aplicativo desenvolvido em meados dos anos 90 para o MS-DOS, ele provavelmente não vai rodar em sistemas operacionais modernos sem a ajuda de algo como o DOSBox.

site ou autor do arquivo Vladimir Arnost tamanho do arquivo 484 KB licencaFreeware sistemas operacionais compativeisMS-DOS download link Download

Defenestrando Thunder Dragon (1991)

10 de fevereiro de 2019
Defenestrando Thunder Dragon (1991)

Como é domingueira, vamos trazer aqui um vídeo de jogo antigo, o Thunder Dragon, para você ter o que assistir neste dia. O gameplay foi jogado e comentado pelo canal Defenestrando Jogos em uma live e é bastante descontraído sem deixar de ser informativo, sendo uma das principais fontes de dados desta publicação. O conteúdo começa na minutagem 5:57 do vídeo.

Thunder Dragon é um jogo de tiro estilo shoot ’em up com rolagem vertical onde os jogadores controlam helicópteros futuristas enfrentando aeronaves e mechas inimigos. Lançado em agosto de 1991 para os fliperamas, o jogo foi desenvolvido pela NMK e distribuído pela Tecmo, e não ganhou nenhum port, mas rendeu uma sequência em 1993, o Thunder Dragon 2.

Gameplay

Em Thunder Dragon, os jogadores (até dois ao mesmo tempo), controlam, como dito acima, helicópteros futuristas através de oito fases com um chefão no fim de cada uma delas. Entre os inimigos que deverão ser enfrentados, tem-se veículos futuristas, naves espaciais e mechas. Os helicópteros começam com uma arma padrão, que pode receber upgrades com itens recolhidos pelas fases, e uma bomba que limpa a tela.

Curiosidades

  • Existe uma versão bootleg do Thunder Dragon que usa o hardware de som do jogo Raiden (Seibu), a Z80 @ 3.579545 Mhz, e todas as músicas deste jogos estão presentes nela.

Dados técnicos

  • CPU principal: 68000 (@ 10 Mhz)
  • Hardware de som: YM2203 (@ 1,5 Mhz), (2x) OKI6295 (@ 24,242 Khz)
  • Orientação: Vertical
  • Resolução de vídeo: 224 x 256 pixels
  • Taxa de atualização: 60.00 Hz
  • Paleta de cores: 1024
  • Controle: Joystick de oito direções e 2 botões

Veja mais

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A evolução dos jogos de tiro em primeira pessoa de 1982 a 2019

9 de fevereiro de 2019
A evolução dos jogos de tiro em primeira pessoa de 1982 a 2019

Neste vídeo, podemos ver a evolução dos jogos de tiro em primeira pessoa de 1982 a 2019 em uma série de clipes mostrando trechos dos gameplays de pelo menos um dos títulos que melhor representam cada um destes anos.

O trabalho também foi feito e publicado pelo canal Cussan, que sempre lança uns vídeos curiosos mostrando as evoluções de certos games ou seus gêneros.

Não se dá informações sobre as plataformas das versões dos FPS exibidos no vídeo, mas consegui descobrir algumas (tem uns que nem tem desculpa não saber) e nem sei se está tudo certo. Todavia, os 47 games exibidos seguem abaixo:

  • Maze War (Mainframe, Terminal ou Xerox Alto, 1974);
  • Battlezone (Fliperamas, 1980);
  • The Colony (Macintosh, 1988);
  • Catacomb 3-D (MS-DOS, 1991);
  • Wolfenstein 3D (MS-DOS, 1992);
  • Doom (MS-DOS, 1993);
  • Heretic (MS-DOS, 1994);
  • Star Wars: Dark Forces (MS-DOS, 1995);
  • Quake (MS-DOS, 1996);
  • Duke Nukem 3D (MS-DOS, 1996);
  • GoldenEye 007 (Nintendo 64, 1997);
  • Quake II (Windows, 1997);
  • Half-Life (Windows, 1998);
  • Unreal Tournament (Windows, 1999);
  • Counter-Strike (Windows, 2000);
  • Perfect Dark (Nintendo 64, 2000);
  • Halo: Combat Evolved (Xbox, 2001);
  • Return to Castle Wolfenstein (Windows, 2001);
  • Medal of Honor: Allied Assault (Windows, 2002);
  • Battlefield 1942 (Windows, 2002);
  • Call of Duty (Windows, 2003);
  • Half-Life 2 (Windows, 2004);
  • Halo 2 (Xbox, 2004);
  • F.E.A.R.: First Encounter Assault Recon (PlayStation 3, Windows ou Xbox 360, 2005);
  • Black (PlayStation 2 ou Xbox, 2006);
  • BioShock (Windows ou Xbox 360, 2007);
  • Team Fortress 2 (Windows, 2007);
  • Call of Duty 4: Modern Warfare (Windows, Xbox 360 ou PlayStation 3, 2007);
  • Crysis Warhead (Windows, 2008);
  • Left 4 Dead 2 (Windows ou Xbox 360, 2009);
  • Killzone 2 (PlayStation 3, 2009);
  • Battlefield: Bad Company 2 (Windows, Xbox 360 ou PlayStation 3, 2010);
  • Bulletstorm (Windows, Xbox 360 ou PlayStation 3, 2011);
  • Borderlands 2 (Windows, Xbox 360, Macintosh ou PlayStation 3, 2012);
  • Counter-Strike: Global Offensive (Windows, Xbox 360, Macintosh ou PlayStation 3, 2012);
  • BioShock Infinite (PlayStation 3, 2013);
  • Metro: Last Light (Windows, Xbox 360, Macintosh, Linux ou PlayStation 3, 2013);
  • Wolfenstein: The New Order (Windows, Xbox 360, PlayStation 3, Xbox One ou PlayStation 4, 2014);
  • Far Cry 4 (Windows, Xbox 360, PlayStation 3, Xbox One ou PlayStation 4, 2014);
  • Tom Clancy’s Rainbow Six Siege (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2015);
  • Doom 2016 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2016);
  • Overwatch (Windows, 2016);
  • Battlefield 1 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2016);
  • Titanfall 2 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2016);
  • Prey (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2017);
  • Far Cry 5 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2018);
  • Cyberpunk 2077 (Windows, PlayStation 4 ou Xbox One, 2019).

E você? Diz aí quais destes você jogou e gosta mais. Se tiver alguma correção também, não hesite em comentar nos avisando.

Veja também

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Microsoft insiste novamente para que o Internet Explorer seja abandonado

8 de fevereiro de 2019
Microsoft insiste novamente para que o Internet Explorer seja abandonado

A Microsoft insiste novamente para que o Internet Explorer seja abandonado de vez, visto que ainda tem muita gente usando este navegador mesmo com o seu sucessor, o Edge, já vindo de graça no Windows 10.

É engraçado que o Internet Explorer nunca foi um navegador muito bom, mas, ao que parece, muitas pessoas e empresas ainda usam estes browsers e de seus modos de compatibilidade por uma questão simples de praticidade. Outra possível razão para a persistência no uso do IE é o fato do Edge não ser compatível com Windows 7 ou 8 (no Brasil, onde tem um número considerável de PCs rodando o XP até hoje, o IE ainda deve durar bastante). Ainda outro possível motivo é o fato de ninguém ligar muito pro Edge mesmo.

Todavia, um especialista em segurança da Microsoft, Chris Jackson, publicou um texto chamado “Os riscos de usar o Internet Explorer” onde se detalha o assunto. Uma das justificativas para abandonar o IE de vez é ele ficará cada vez menos compatível com o que a Internet vier a oferecer. Segundo Jackson, o browser é apenas uma “solução de compatibilidade” e “chegaria a um cenário no qual, ao otimizar suas funcionalidades, acabaria não sendo capaz de usar novos apps conforme são lançados”.

Particularmente, acho que o IE ainda é mais útil que o Edge, pois ele ainda tem suporte ao player do Unity e, só com ele dá pra jogar games que foram incorporados neste formato nas páginas. De resto, não estou nem aí pra isso.

Idoso falsamente acusado bate recorde de inscritos em seu canal do YouTube

7 de fevereiro de 2019
Idoso falsamente acusado bate recorde de inscritos em seu canal do YouTube

Idoso falsamente acusado pela turma do lacre bate recorde de mais inscritos num só dia em seu canal do YouTube, recorde que era previamente do PewDiePie, o maior youtuber do mundo na atualidade.

Nilson Izaías Papinho, conhecido também como Vovô do Slime, é um senhor aposentado de 72 anos criou um canal para fazer amigos, pois se sentia muito sozinho e tal. Um belo dia, começaram a forçar o canal dele, compartilhando os seus vídeos com palavras carinhosas e tal, mas isto só durou até suspeitarem que ele era eleitor de Jair Bolsonaro. Daí, não demorou a aparecerem perfis fakes acusando-o de pedofilia, numa clara tentativa de assassinato de reputações. Parece que até um youtuber boçal aí também entrou na onda, publicando tweets irresponsáveis que incentivaram uma onda de vídeos acusando o velho.

Entretanto, isto só serviu para impulsionar o canal do velhinho, que, em 4 dias, pulou da casa dos 1 mil inscritos para mais de 2 milhões. Enfim, este foi o assunto que tratamos na 44 edição das nossas Notícias do Facínora, que inclusive contou com a participação do Emerald, do canal Monk’s, o nosso grande apoiador:

No vídeo, falamos e comentamos o caso e ressaltamos algumas lições importantes que devemos tirar disto tudo: a primeira é não ter mentalidade de gado [2]. É fácil a pessoa entrar na hype e na histeria da turba enfurecida e sair atacando os outros sem ter certeza de que são culpadas, e isso não é nem perto de bom. Aliás, mesmo que quem embarca nessa o faça para sinalizar virtudes, de virtuoso isso não tem nada: é coisa de gente Maria vai com as outras e injustas, portanto cretinas e más. Objetivamente.

A segunda é que não existe publicidade ruim. Se você não gosta de alguma pessoa, evite falar nela, se não vai acabar promovendo-a. Para entender, veja abaixo o crescimento espetacular do canal do sr. Nilson, que inclusive bateu o recorde do PewDiePie três vezes:

Além disso, o Pyong Lee (que também ajudou o Careca TV) auxiliou o aposentado a monetizar o seu canal. Ele afirmou em um de seus vídeos que sofria de várias doenças e faltava dinheiro para comprar os remédios. Agora, certamente o Sr. Nilson resolveu seus problemas financeiros.

Portanto, além de ser uma atitude digna de sociopatas atacar injustamente um senhor debilitado, acusando-o falsamente de algo que pode lhe custar muito (inclusive a vida) ainda é coisa de gente limítrofe, de QI 70. Em outras palavras, a pessoa que iniciou esta polêmica por motivos fúteis impulsionou extraordinariamente o canal do seu desafeto ao invés de prejudicá-lo.

Pra deixar ainda mais curioso (na falta de uma palavra melhor), segundo este artigo do site Teleguiado, a feminista responsável por esta presepada parece não sentir o menor remorso de fazer esta maldade e confessou que foi por acreditar que Nilson votou no político que ela não gosta. Com o backlash que sofreu, ela deletou o tweet com a acusação ao idoso e trancou o perfil. Ouvi falar também que vai ter repercussões judiciais.

No vídeo abaixo, o sr. Nilson tenta esclarecer a celeuma:

Quem fez um vídeo muito bom sobre o caso foi o Izzy Nobre (e ele também foi acusado falsamente por uns dementes de ter atacado também o veio em um vídeo anterior). Nós comentamos sobre isto também no Notícias do Facínora 44:

No fim das contas, deu tudo certo. A internet acabou fazendo a justiça que o estado jamais conseguiria fazer, mas poderia ter acontecido algo muito trágico. Não vamos dar sorte pro azar e usar a cabeça antes de pagar de mongolão online, okay? Obrigado.

Fontes e veja mais

  1. Autora de boato sobre Vovô do Slime confessa motivação política e assume não ter provas – Com prints e tudo mais.
  2. Considerações econômicas, sociais e morais sobre a hype – Comportamento de manada nunca é bom.
  3. NET e Claro tentam conluio novamente com a Anatel para limitar a Internet – Todo dia tem palhaçada nova na internet brasileira.
  4. Canal oficial do Nilson Izaías Papinho, o Vovô do Slime.
  5. Porque a esquerda odeia videogames – Embora esquerdistas não pensem duas vezes em acusar um senhor idoso de algo gravíssimo que pode-lhe custar a vida, eles dizem que videogames são perigosos pois estimulam a violência. Videogames, né?
  6. Provas de que o Sr. Nilson é inocente e que as acusações de pedofilia são falsas – No Twitter.

Dark7

5 de fevereiro de 2019
Dark7

Dark7, ou Dark 7, é um mapset para Doom II muito interessante criado por Bryant “Gunrock” Robison e lançado em 2002 ambientado num cenário ártico, onde o jogador deve completar uma missão furtiva no estilo de jogos como 007: Tomorrow Never Dies ou Syphon Filter.

Escolhido, junto com sua sequência, como um dos 10 melhores WADs de 2002 ano pelo Doomworld, Dark7 traz sete mapas para single player e cooperativo, novos gráficos, efeitos sonoros e músicas, e um sistema que restringe as possíveis rotas do jogador e registra os objetivos das missões. Para além disso, o gameplay é bem vanilla.

Vídeo

O vídeo acima mostra o Trailblazer v1.4c combinado com o Dark 7. Foram jogados pelo Tyrant120, que mandou o Mapa o1 e o Mapa 03 deste PWAD.

Screenshots

Compatibilidade

O Dark7 precisa do ZDoom 2.0.63a ou superior, e deve funcionar de boa em qualquer versão recente do GZDoom e do Zandronum. O IWAD do Doom II: Hell on Earth também é necessário para jogar este mod, mas, caso você não o tenha, pode tentar algum do Final Doom ou o da phase 2 do Freedoom, pois devem quebrar o galho suave.

Saiba mais

  • Dark7 no Doomworld – Com mais informações, mirrors para download e tal. Em inglês.
  • Dark7 no Mod DB – Mais informações e mirros para download. Em inglês, também.
site ou autor do arquivo Bryant "Gunrock" Robison tamanho do arquivo 6,25 MB licencaGrátis download link Download

Primeiras impressões do Mortal Kombat 11

4 de fevereiro de 2019
Primeiras impressões do Mortal Kombat 11

Neste vídeo, o sujeito do excelente Canal do Videogame compartilha conosco as suas primeiras impressões do Mortal Kombat 11. Foi o melhor comentário que vi a respeito das imagens que foram liberadas no evento realizado em Los Angeles, com as novidades apresentadas pela NetherRealms.

Ele fala sobre os fatalities, crushing blows, fatal blows, personagens (e seus designs) e muito mais.

Veja também

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Commando

4 de fevereiro de 2019
Commando

Commando é um clássico jogo de tiro tipo run and gun multidirecional desenvolvido e lançado pela Capcom nos arcades em maio de 1985. Nele, os jogadores, a fim de resgatar prisioneiros de guerra, devem enfrentar hordas de inimigos usando um rifle padrão e algumas granadas.

Um game seminal e sucesso de críticas e comercial, Commando inspirou uma porção de outros grandes títulos, como o Ikari Warriors e o Rambo: First Blood Part II, o qual é mais conhecido no Brasil por causa do Master System. Isto também justificou ports do game para várias outras plataformas, saindo como parte de coletâneas em algumas delas (veja aqui).

Além dos vários ports e o seu legado, o Commando também ganhou duas sequências, o Mercs (1990) e Wolf of the Battlefield: Commando 3 (2008).

Vídeo

Acima, temos o gameplay comentado e defenestrado do Commando, em um vídeo produzido e publicado pelo canal Defenestrando Jogos. O trabalho compartilha algumas informações e curiosidades que usamos como fonte para esta publicação.

Enredo

Deixado em uma ilha por um helicóptero, Super Joe é um soldado altamente treinado que, armado com uma submetralhadora e um estoque de granadas de mão, deve abrir caminho através de um exército massivo inimigo. Além de sobreviver e destruir os oponentes, Super Joe deve também salvar prisioneiros de guerra.

Gameplay

O jogador controla Joe, que pode disparar sua arma em qualquer uma das oito direções, enquanto suas granadas só podem ser jogadas verticalmente em direção ao topo da tela, independentemente da direção que Joe está. Ao contrário da metralhadora, as granadas podem ser lançadas para limpar obstáculos e, quando bem colocadas, podem eliminar vários inimigos de uma só vez.

No final de cada fase, a tela para e o jogador deve lutar contra vários soldados que saem de um portão ou fortaleza. Eles estão sob as ordens de um oficial covarde que imediatamente foge. Se o jogador atirar nele pelas costas, ganhará pontos de bônus. Ao longo do caminho, pode-se tentar libertar prisioneiros de guerra quando são transportados pelo inimigo.

Quando o jogador atinge 10.000 pontos, ele ganhará uma vida extra. Depois disto, isto acontecerá a cada 50.000 pontos até que se atinja 960.000 pontos, quando o jogo para de liberar vidas extras.

Na versão de NES, há um upgrade de metralhadora que a deixa mais poderosa, um “óculos” que permite que o jogador veja todos os bunkers escondidos e um upgrade de granada ilimitadas. O jogador perderá essas atualizações se perder vida.

Screenshots e imagens do Commando

Curiosidades

  • Commando foi lançado originalmente como Senjō no Ōkami (戦場の狼), o que pode ser traduzido como “Wolf of the Battlefield” ou “Lobo do Campo de Batalha”;
  • O jogo foi licenciado para a Data East para fabricação e distribuição nos Estados Unidos em julho de 1985. Este foi o primeiro (e único) game que a Capcom licenciou para a Data East;
  • Existe uma versão que nunca foi lançada oficialmente. Ela foi criada pela Sculptured Software em 1989 e deveria ter sido lançada pela Atari Corporation para o XE Game System, um console não muito famoso por aqui. Embora o jogo tenha aparecido nos catálogos da Atari na época, nunca chegou ao mercado apesar de estar completo. Nos anos 2000, o protótipo do cartucho foi encontrado;
  • Tim Balderramos detém o recorde oficial deste game, com 10.051.200 pontos feitos no dia 5 julho de 1986.

Dicas e macetes para o Commando

  • Um glitch no game em sua versão de fliperama faz as balas do jogador atravessarem saírem de cima do campo de batalha. Basta ficar totalmente no canto inferior da tela e atirar para baixo. Você vai ver os projéteis vindo da parte de cima da tela. Isto pode ajudar a detonar os inimigos e é demonstrado no vídeo;
  • Em alguns pontos das fases, pode-se encontrar abrigo através de itens do cenário enquanto elimina-se os inimigos para ganhar mais pontos e, consequentemente, vidas. Como não tem tempo para terminar as fases e os soldados não param de vir, basta ficar esperto para garantir umas vidinhas extras. Isto é demonstrado também no vídeo, especificamente numa parte onde tem umas árvores.

Ports

Como dito acima, o Commando saiu para um grande número de plataformas, além do fliperama:

Exibir spoiler: ports

Saiba mais

  • Commando online – Temos aqui uma versão online do Commando, especificamente uma conversão em Flash da versão do Commodore 64 deste game.
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