Principais Atualizações

Rocketville

13 de outubro de 2018
Rocketville

Rocketville é um jogo que nos lembra o popular Angry Birds e o inovador Crush the Castle. Aqui, você vai destruir os monstros, mirando e lançando seus foguetes neles. Boa sorte!

Instruções

  • Clique o mouse para ativar o turbo boost.
  • Clique para largar uma bomba.
  • Clique para detonar.
  • Destrua mais objetos!
  • Destrave novos foguetes na medida em que progride no jogo.

Clique Aqui Para Jogar

Karnak

12 de outubro de 2018
Karnak

Karnak é um mod para Heretic criado pelo Mike MacDee (Impie) que altera o gameplay e a ambientação deste jogo, transformando-o em um épico que combina feitiçaria e ficção científica num mundo estilo Antigo Egito.

Este PWAD modifica texturas, sons, telas, músicas, inimigos e armas. Alguns monstros são sensivelmente mais fortes ou perigosos que os originais, deixando assim o jogo relativamente mais difícil. Isto tudo torna o Karnak uma boa opção para quem quer dar uma variada no FPS da Raven Software sem perder a essência do original.

Gostei muito do setting do Karnak também. Este estilo meio Antigo Egito das texturas não apenas deixam o mod com um ar misterioso, mas me lembra também Stargate, outro universo que combina este tipo de temática com ficção científica.

Vídeo

Screenshots

Série

Primeiro de uma série de três mods, o Karnak é o único para Heretic, sendo os outros dois – Karnak 2 e Karnak: Scourge of Abydos – para Hexen e Hexen: Deathkings, respectivamente. O pacote para download vem com todos os três mods disponíveis.

Compatibilidade

Rodei o Karnak aqui com o GZDoom (1.8.2, 2.4.0 e 3.5.1) e Zandronum 3.0 e não notei problemas. O mod precisa do IWAD registrado do Heretic pra funcionar e vem com um patch para rodar no megawad Masters of Chaos.

Saiba mais

site ou autor do arquivo Mike MacDee tamanho do arquivo 206 MB licencaGrátis download link Download

Google+ vai encerrar suas atividades após dados de usuários vazarem

11 de outubro de 2018
Google+ vai encerrar suas atividades após dados de usuários vazarem

Nesta segunda-feira (dia 8 de outubro de 2018), o Google anunciou que, após dados de usuários vazarem devido a falha de segurança, o Google+ vai encerrar suas atividade, devendo transformar-se em um produto corporativo. O baixo uso e engajamento também foi um dos motivos para esta decisão.

Segundo o Wall Street Journal, a empresa “expôs dados privados de centenas de milhares de usuários do Google+ e optou por não divulgá-la”, em parte devido ao “medo de que isso pudesse causar um problema regulatório e causasse danos à reputação”. A empresa confirmou que até 500 mil contas foram potencialmente afetadas pela falha, expondo campos de perfis não públicos que incluiriam nome, e-mail, ocupação, gênero e idade.

A notícia, que nos foi trazida pelo Tyrant120 com este artigo do Tecnoblog, foi o assunto do Notícias do Facínora 36, nossa série de vídeos jornalísticos do canal que também traz um aviso importante para quem nos segue:

O vídeo acima conta com gameplay do Doom II sendo jogado com o Combined Arms. Brother in Arms e Brutal Doom Monsters Only e no set de mapas The Corrupt Citadel, continuando a partida exibida no vídeo do Top 10 remixes de músicas de videogame do [Vitz!].

O resultado disso é que o Google+ para consumidores será encerrado daqui em 10 meses, ficando disponível até agosto de 2019 para que os usuários tenham tempo de baixar e migrar suas informações.

Enfim, embora o Google+ realmente nunca tenha sido popular (creio ser problema de funcionalidade e layout), nós temos ainda dois perfis lá, um da Gaming Room e outra das Curtas do Doomguy, é uma comunidade que é relativamente ativa. Também, conhecia outros redutos lá que tinha sempre gente comentando e participando, inclusive uma do Doom. Ou seja, vamos perder um meio de divulgar nosso conteúdo e um espaço para a gente entrosar e trocar ideia.

Sim, nós temos outras contas em outras redes sociais, mas o que aconteceu com o G+ pode sempre ocorrer com os outros sites, sem contar o risco de ser bloqueado arbitrariamente pelo Mark Fuckerberg no Facebook e do YouTube não enviar as notificações de nossos novos vídeos aos nossos inscritos, como acontece frequentemente. Por isto, é importante que você assine a nossa lista de emails, pois, com ela, não dependeremos de sites de terceiros para enviar as nossas atualizações e manter contato com nossos usuários. É totalmente gratuito e quem assinar vai receber conteúdo especial também, como keys grátis de jogos etc.

Fontes e referências

  1. Google vai descontinuar Google+ após expor dados de usuários – Rede social do Google tem “baixo uso e engajamento” e deve se transformar em um produto corporativo.
  2. Project Strobe: Protecting your data, improving our third-party APIs, and sunsetting consumer Google+ – Fonte em inglês em uma publicação do blog oficial do Google.
  3. The Corrupt Citadel – Um megawad até legalzinho feito no Oblige.
  4. União Europeia contra a Internet – Uma notícia importante referente ao futuro da Internet.

6-Bit Pixel Force

11 de outubro de 2018
6-Bit Pixel Force

6-Bit Pixel Force é um clone retrô do Mega Man feito em Flash que conta com um estilo maneiro 8-bit, seis personagens jogáveis e estágios de plataformas remanescentes de jogos antigos do gênero do NES.

Controles

  • Setinhas: Movimentação
  • A: Atirar
  • S: Saltar
  • Barra de Espaço: Pausa o jogo/seleciona armas

Clique Aqui Para Jogar

Zumbis em Brasília – O Jogo

9 de outubro de 2018
Zumbis em Brasília – O Jogo

Zumbis em Brasília é um jogo baseado na popular e hilariante série de mesmo nome criada pelo André Guedes que mostra que se o apocalipse zumbi não poupa nem os engravatados de Brasília, representados por cômicas paródias dos presidenciáveis das Eleições 2018.

Parece que o jogo foi criado pelo canal Evil Gamers Brasil e não é nada mais que uma espécie de re-skin do Mass Mayhem Zombie Apocalypse, da Pyrozen, mas ficou muito engraçado. Basicamente, em Zumbis em Brasília, você está numa floresta e tem que defender seu reduto dos zumbis que vem de ambos os lados. Para isto, o jogador vai usar armas que podem dropar ou ser compradas, um carro e até uma arma posicionada em um torreão que fica em cima da sua base.

Pelo o que vimos, o jogador começa controlando o Jair Bolsonaro, mas outros personagens podem ser destravados na medida em que se progride no Zumbis em Brasília. Também, existe uma grande variedade de armas, além de efeitos sonoros tirados da série.

Vídeos

O Facínora resolveu arriscar Zumbis e Brasília e mostrar para você no 12 episódio da nossa série de vídeos que lida com estes tipos de jogos, o que resultou no vídeo acima.

Acima, temos uma playlist que criamos em nosso canal do YouTube onde você poderá acompanhar todos os episódios da websérie Zumbis em Brasília. Estamos adicionando-os na medida em são lançados.

Exibir spoiler: Mais vídeos

Como jogar no dispositivo móvel (não testado por nós)

Aparentemente, dá pra jogar o Zumbis em Brasília no seu Android. Primeiro, você deve baixar a versão em Flash do jogo (arquivo .SWF). Depois, pegue na Playstore o Flash Game Player New para rodar o jogo. Não testamos o procedimento e não temos como avaliar, mas tem dois tutoriais em vídeo também, um aqui e outro aqui.

Veja mais

  1. Zumbis em Brasília online – Versão para browser para poder ser jogada em seu navegador, sem necessidade de instalação e tal.
  2. Mass Mayhem Zombie Apocalypse – O jogo original (sem políticos).
  3. Zumbis em Brasília Apocalipse – Versão do jogo onde os políticos são os zumbis.
site ou autor do arquivo Evil Gamers Brasil tamanho do arquivo 19,18 MB licencaGrátis sistemas operacionais compativeisWindows download link Download

Bungle in the Jungle

8 de outubro de 2018
Bungle in the Jungle

Bungle in the Jungle é um pacote de cinco mapas feito pelo Skelegant para o Netronian Chaos, o mod criado pelo Captain J que usa gráficos exclusivamente feitos no MS Paint e traz um sistema de armas onde a protagonista só pode carregar seis por vez.

Esta minicampanha apresenta alguns gimmicks extras em relação ao mod original, como missões onde tem que resgatar reféns e tal. Também conta com música de fundo retrô, ambientes únicos, um novo chefão e uma fase tipo bullet hell e um chefão secretos. Também, os mapas parecem bem estruturados e bem pensados.

Vídeo

O vídeo acima foi feito pelo Icarus, que explorou o Bungle in the Jungle ao revisitar o excelente Netronian Chaos.

Screenshots

Compatibilidade

Não testei o Bungle in the Jungle a fundo, mas ele deve ter a mesma compatibilidade do Netronian Chaos, mod que eu rodei no GZDoom 3.3.1 com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, The Ultimate Doom, Final Doom e de ambas as phases do Freedoom. Não cheguei a ver se os mapas funcionam com outros mods.

Saiba mais

site ou autor do arquivo Skelegant tamanho do arquivo 18,0 MB licencaGrátis download link Download

Defenestrando Jail Break (1986)

7 de outubro de 2018
Defenestrando Jail Break (1986)

Hoje, como é de praxe, vamos trazer um gameplay de um jogo antigo, sendo o do Jail Break, desta vez. O vídeo foi narrado, produzido e publicado pelo canal Defenestrando Jogos como parte da sua série Fliperama Nostálgico, e traz informações e curiosidades de um jeito descontraído, mas sem deixar virar besteirol.

Jail Break é um jogo de tiro com rolagem horizontal desenvolvido e lançado pela Konami em março de 1986 para os fliperamas, originalmente. Saído no mercado japones com o nome Manhattan 24 Bunsho, este shoot ’em up foi inspirado no clássico filme de 1981 de John Carpenter: Fuga de Nova York (Escape from New York), onde um policial sozinho deve eliminar hordas de presidiários que escaparam da prisão e resgatar o diretor.

Um jogo bastante avançado para sua época, Jail Break oferece um bom movimento multi-sprite e inteligência artificial suficientemente decente para frustrar o jogador. Ele também tem uma série de efeitos sonoros de fala que dão pra entender, como “Help me!” (“Ajude-me!”), “Save the hostages” (“Salve os reféns”) ou “The warden has been taken hostage” (“O diretor foi feito refém”).

O Jail Break ganhou ports para outras plataformas, como o Amstrad CPC (1986), Commodore 64 (1986), Xbox 360 (2010) e ZX Spectrum (1987). Só não entendi como ele não ganhou versões para consoles caseiros da época, acredito que até plataformas como o NES e o Master System teriam ganhado ports fieis deste jogo, que parece ser divertido. Vai ver, pelo fato de ser papa ficha, espantou alguns jogadores e não chegou a fazer o sucesso que justificasse…

Enredo

Um rebelião de prisioneiros resulta na fuga dos piores criminosos na cidade de Manhattan, que sequestraram o diretor para fazê-lo de refém e colocam em risco a população inocente. O único que pode impedir que a cidade seja tomada é um destemido policial que, munido de armas para eliminar ou prender multidões enlouquecidas de vagabundos enquanto resgata cidadãos que estão presos nas ruas sob fogo cruzado. O policial deve abrir seu caminho através das ruas do centro de Nova Iórque, um parque, uma ponte e, eventualmente, uma prisão.

Gameplay

Jail Break é um shoot ’em up bem difícil onde o protagonista pode atirar para as oito direções e que conta com um botão para atirar, outro para trocar de armas e o direcional. O policial vai correndo lateralmente pelas fases, da esquerda para a direita, enfrentando uma grande quantidade de inimigos. As fases variam entre ruas do centro da cidade, parque, ponte e uma prisão.

O protagonista também deve resgatar os reféns que ficam entre o tiro cruzado para garantir armas como uma bazuca, rifle e um lançador de gás lacrimogênio. Caso algum destes cidadãos inocentes seja atingido, o jogador perde todas as armas, voltando para a pistola inicial.

Curiosidades

  • A tradução do título deste jogo em japonês é “Manhattan 24th Precinct, NYPD Station 151, West 100th Street”, uma referência à uma delegacia de polícia real de Nova Iórque;
  • Existiam rumores d que o jogo tem um final onde aparece uma mulher pelada brevemente durante a cerimônia final. Não se sabe se é verdade;
  • Não se sabe também se é possível matar os motoqueiros se você ficar no mesmo ponto por muito tempo;
  • Donn Nauert detém o recorde oficial deste jogo com 185900 pontos.

Dicas e manhas

  • A quinta fase se passa na prisão. No final deste estágio, o diretor estará preso a uma cadeira e guardado por vários prisioneiros. Você não pode acertar o diretor nem ao menos com um tiro, caso contrário, é game over;
  • Cada vez que o jogo é terminado, ele reinicia em um nível de dificuldade maior ainda. Se cada uma das cinco fases for completada 20 vezes, você alcança a fase 100, mas a dificuldade volta para a da primeira;
  • No início da fase, resgate quatro reféns em seguida para pegar a arma de gás lacrimogênio. Atire no bandido que fica pela janela dos prédios que vai aparecer uma loira vagabunda com as tetas de fora. Isto também acontece em outros pontos do jogo.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Mayhem Mansion

6 de outubro de 2018
Mayhem Mansion

Mayhem Mansion é um mod para Doom II desenvolvido pelo Darsycho onde o jogador se encontra em uma peculiar mansão cheia de inimigos e itens absurdos. O Mayhem Mansion foi inspirado no jogo Exploding Lips, mas propõe ter menos confusão, embora ainda tenha um gameplay bastante caótico e que vai fazer o jogador ter que ficar quebrando a cabeça pra continuar avançando.

O mod conta com mapas (que parecem poder ser jogados em qualquer ordem), texturas, sons, inimigos, armas, HUD, intro e vários outros elementos próprios. Além disto, conta com moedas que podem dropar eventualmente e serem gastas em lojas que se encontram nos mapas que vendem itens e outras coisas que podem ajudar o jogador.

Screenshots

Vídeos

Acima, temos um vídeo que mostra partes do gameplay do Mayhem Mansion.

Exibir spoiler: mais vídeos

Compatibilidade

Testei o mod brevemente aqui no GZDoom (1.8.2 e 3.5.1) e no Zandronum 3.0, com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, Final Doom e da phase 2 do Freedoom. Parece que funciona de boa com tudo isso, mas não deu pra jogar a fundo.

Saiba mais

  • Mayhem Mansion no ZDoom – Tópico mantido pelo próprio autor do mod, com mais informações, links alternativos para download e eventuais updates.
site ou autor do arquivo Darsycho tamanho do arquivo 36,3 MB download link Download

Top 10 remixes de músicas de videogame do [Vitz!]

6 de outubro de 2018
Top 10 remixes de músicas de videogame do [Vitz!]

Confira o nosso Top 10 remixes de músicas de videogame do [Vitz!], um sujeito muito gente boa que comanda o canal de mesmo nome, numa lista que conta especialmente com BGMs de Doom e Duke Nukem 3D refeitas de uma forma interessante, mas sem perder a essência das originais.

Inclusive, usamos alguns trabalhos do [Vitz!] ocasionalmente nos vídeos dos nossos canais (YouTube e Bitchute), e já tínhamos um apanhado delas no nosso site também, mas, como ele lançou muita coisa nova desde então e já estava nos planos do Facínora criar este Top 10 dele, resolvemos publicar este vídeo onde colocamos trechos das músicas e as listamos do último até o primeiro lugar:

Como gameplay, resolvi explorar o The Corrupt Citadel, um megawad pro Doom feito no Oblige jogado no vídeo do SynthDoom Mk2, coincidentemente também relacionado a música. O Combined Arms. Brother in Arms e Brutal Doom Monsters Only também foram carregados na partida para deixar o vídeo mais animado.

Note também que é este um top pessoal e você não é obrigado a concordar com as posições de cada música. Lembre-se que você pode sempre seguir o conselho do Gil Brother, aquele de dois dedos, se achar ruim de alguma coisa.

Vídeos e downloads das músicas completas

Abaixo, você terá os vídeos com as músicas completas e sem efeitos sonoros seguidas dos links para você baixá-las. Lembre-se que se você for usar alguma delas em algum projeto seu, não deixe de dar os créditos pro [Vitz!], ele merece:

10 – I Saw Demons for Breakfast

Este é um remix da “I Sawed the Demons”, do Doom. Original de Bobby Prince.

Download via SoundCloud

9 – Ginza Mandou Lembranças

Remix do tema de Ginza do Shin Megami Tensei. Original de Tsukasa Masuko.

Download via SoundCloud

8 – A Knot in the Gut

Remix da “Gut Wrencher” do Duke Nukem 3D. Original por Bobby Prince.

Download via SoundCloud

7 – Regular Refinery

Remix da música de intermissão do Doom. Original de Bobby Prince.

Download via SoundCloud

6 – Alexandre Got The Shot

Original: “Shawn’s Got The Shotgun” do Doom II, de Bobby Prince.

Download via SoundCloud

5 – Facing the Spider

Remix (não terminado) da “Facing the Spider” do Doom. Original de Bobby Prince.

Download via SoundCloud (ainda não tem)

4 – Marching Feet

Remix da “Evil Incarnate” do Spear of Destiny e Doom II. Original de Bobby Prince.

Download via SoundCloud

3 – Cataclysmic Impact

Remix (não terminado) da “Cataclysmic Impact” do Plutonia 2. Original de James Paddock.

Download via Bandcamp da versão terminada (diferente desta)

2 – Spikes and Fireballs

Remix da “The Imp’s Song” do Doom. Original de Bobby Prince.

Download via Bandcamp

1 – Observing from the Shadows

Remix da “Stalker” do Duke Nukem 3D. Original de Lee Jackson.

Download via SoundCloud

Então é isso aí. Não deixe de nos dizer qual das músicas você gostou mais!

1337d00m: Doom renderizado em ASCII

5 de outubro de 2018
1337d00m: Doom renderizado em ASCII

1337d00m é uma versão do Doom com gráficos renderizados código ASCII criada por Dario Zubovic no engine Unity, usando o Doom shareware e BGM de uma banda chamada Turtle Skull.

O resultado é algo que é obviamente Doom, com jogabilidade razoavelmente similar, mesma estrutura de mapas e efeitos sonoros, mas com os gráficos totalmente feitos com caracteres em ASCII, o código desenvolvido na década de 60 a partir do qual era usado pelos telégrafos para enviar dígitos e letras, o famoso Código Morse. Muitos jogos roguelikes tem este tipo de visual também e parece que o autor do 1337d00m tirou inspiração deste gênero (que foi praticamente inaugurado com gráficos ASCII) para criá-lo, mas no Doom fica complicado de jogar, pois é difícil distinguir o que é o que no mapa, parece que você está com miopia, sei lá.

Existem outras tentativas de fazer Doom em ASCII e livrarias que convertem imagens para arte neste código, como o AAlib Software Library, mas o Zubovic usou um shader de pós-processamento que possibilitou refinar o visual e criar algo que funciona e é jogável, embora tenha me dado dor de cabeça. Aliás, se aumentar o nível de dificuldade, ainda deixa a parada mais ilegível ainda. Tem também o modo monocromático que deixa com as cores parecidas com as dos antigos monitores CGA (tudo verde) o que, somado aos caracteres, faz ficar mais parecido com source code da Matrix do Matrix. Só não é tão fácil de distinguir o que é o que como no filme.

Vídeo

No vídeo acima, joguei a E1M1 e a E1M2 do 1337d00m, mas tirei o som pois não curti essa banda e também pra evitar mimimi de copyright no YouTube.

Screenshots

Pequeno review do Facínora

Tipo, nos níveis de dificuldade mais fáceis, dá até pra ir mais de boa, mas creio que o 1337d00m vale mais pelo aspecto técnico do que pelo jogo em si. Claro, tem a questão do desafio que é potencial até pra gerar boas disputas, como pra ver quem consegue ir mais longe jogando desta forma sem perder a sanidade, mas achei interessante que o Zubovic conseguiu criar algo realmente jogável. Ou seja, ele foi além de outras tentativas de criar um Doom com gráficos renderizados em ASCII ou outros projetos similares.

 

site ou autor do arquivo Dario Zubovic tamanho do arquivo ~60 MB licencaGrátis sistemas operacionais compativeisWindows, Linux e Mac OS X download link Download
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