Principais Atualizações

La Tailor Girl

8 de agosto de 2018
La Tailor Girl

La Tailor Girl é um mod para Doom criado pelo Hege Cactus que adiciona charmosas protagonistas que podem usar armaduras que, além de lhes proteger, garantem bônus de ataques. Sem vestir nada, entretanto, a personagem terá problemas para usar armas e sujeita a perder vida.

Além deste sistema, o PWAD conta com telas, sons e HUD próprios, arsenal totalmente novo, altfires, estilo gráfico retrô e agradável, modificações nos pick-ups e outras funcionalidades interessantes. Também, como os seus monstros não são alterados, pode ser combinado com potencialmente qualquer pacote de inimigos. Inclusive, no vídeo abaixo, a segunda parte foi gravada com o Colourful Hell, outro WAD do Hege Cactus.

Vídeo

Review

Achei o La Tailor Girl espetacular. Não apenas é bem divertido de jogar e conta com características bem únicas no gameplay, como apresenta um estilo gráfico retrô que é muito bom, especialmente para quem gosta de jogos antigos. Tem uma dose de humor nos detalhes também. A grande variedade de armaduras e as modificações que garantem também promove replay, visto que isto significa bastante coisa para explorar. Outra coisa que posso citar é que quem desenhou isto tudo tem muito a manha…

Screenshots

Compatibilidade

Rodei o La Tailor Girl aqui no GZDoom (3.3.2 e 3.4.1) com os IWADs do Doom II: Hell on Earth, The Ultimate Doom, Final Doom e de ambas as phases do Freedoom. Parece que ele funfa suave com tudo isso.

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site ou autor do arquivo Hege Cactus tamanho do arquivo 47,8 MB licencaGrátis download link Download

10 Bullets

7 de agosto de 2018
10 Bullets

10 Bullets é um jogo original em Flash (para browsers) onde tudo depende do tempo certo. Um botão, 10 balas e massivas reações em cadeia é tudo o que você tem!

Então, quantas naves você consegue destruir? Será você paciente o suficiente para esperar a hora e o lugar certo pra atirar? Que momento você acha melhor para iniciar a reação em cadeia que vai explodir a tela?

Controles

  • Clique com o mouse ou use a barra de espaço para atirar.

Clique Aqui Para Jogar

Guardian of Paradise, um action RPG com gráficos anime e retrô

7 de agosto de 2018
Guardian of Paradise, um action RPG com gráficos anime e retrô

Guardian of Paradise é um action RPG gráficos tipo anime retrô desenvolvido e lançado independentemente por E. Hajimoto em 2005 para Windows. Com um estilo que parece saído de algum jogo de Pokémon combinado com Zelda para consoles 16-bit, Guardian of Paradise conta a história de um jovem que busca desesperadamente salvar a sua irmã, quem sofre de uma doença que só pode ser curada pelas águas milagrosas do Paraíso.

Os gráficos de Guardian of Paradise, além da nostalgia e de remeter a queridos animes para alguns, são extremamente vivos, coloridos e agradáveis, o que combina perfeitamente com a trilha sonora. O gameplay foge um pouco do típico que você esperaria em jogos do gênero, trazendo uma brisa de ar fresco para quem curte, mas procura coisa nova.

Vídeos

Abaixo, temos uma playlist com um “Let’s Play” do Guardian of Paradise com 18 vídeos que pode servir tanto para exibir o gameplay do jogo como servir de guia para o próprio.

Saiba mais

site ou autor do arquivo E. Hajimoto tamanho do arquivo 5 MB licencaFreeware sistemas operacionais compativeisWindows download link Download

Defenestrando Black Dragon (1987)

5 de agosto de 2018
Defenestrando Black Dragon (1987)

Como é de costume aqui nos domingos, trazemos mais uma jogatina nostálgica de fliperama, com o Black Dragon, este platformer da Capcom que foi apresentado e comentado no canal Defenestrando Jogos.

O vídeo mostra o gameplay, e é bem informativo e descontraído, como sempre. Também, usamos várias das informações partilhadas no mesmo para construir este post.

Black Dragon, conhecido fora do Japão como Black Tiger, é um jogo de plataforma desenvolvido e lançado para os fliperamas pela Capcom em agosto de 1987. Considerado sucessor espiritual do clássico Ghosts ‘n Goblins, também da firma, Black Dragon se passa num mundo de fantasia medieval, onde o jogador assume o papel de um herói bárbaro que deveatravessar uma variedade de níveis bem coloridos, repleto de inimigos, coletando tesouros, armas e resgatando sábios que estão petrificados.

Embora o jogo conte com bons recursos gráficos, sonoros ou técnicos em geral pra época, além de ser bastante extenso, o que promove exploração e replay, ele não desfrutou do sucesso que o Ghosts ‘n Goblins e a sua sequência Ghouls ‘n Ghosts. O Celso, no vídeo desta publicação, atribui isto ao fato do jogo ser demasiadamente difícil, entretanto, estes dois outros títulos da Capcom também são famosos pelo seu elevado grau de dificuldade…

De qualquer jeito, o Black Dragon ganhou ports para alguns outros sistemas, Wii (7 de dezembro de 2010), PlayStation 3 (19 de fevereiro de 2013) e Xbox 360 (20 de fevereiro de 2013). Como Black Tiger, teve versões também para Amiga (1990), Amstrad CPC (1989), Atari ST (1989), Commodore 64 (1989), Wii (2011), PlayStation 2 (2006), Sony PSP (2006) e ZX Spectrum (1990). Alguns destes ports foram lançados como parte de coletâneas.

Enredo

Você é um bárbaro que deve matar três dragões que desceram dos céus e lançaram o Reino sob as trevas.

Gameplay

Black Dragon/Black Tiger é, como eu disse acima, um jogo de plataforma, porém há tiro também, com algumas fontes considerando-o inclusive um shoot ’em up. Eu acho, entretanto que poderia ser classificado como run and gun também. De qualquer maneira, o jogador deverá atravessar várias áreas repletas de inimigos, coletando tesouros, armas (power-ups) e destruindo os monstros em seu caminho.

Eventualmente, ele se deparará com homens idosos que, quando resgatados, dropam uma variedade de itens que incluem tempo extra, mais vitalidade ou mais moedas. Eles podem também vender itens, incluindo upgrades de armaduras, armas e chaves do tesouro, baús, poções antienvenenamento etc. Tais produtos e serviços podem ser comprados com as moedas coletadas ao destruir certos monstros ou quebrando uma série de potes. Esta moeda fictícia é chamada de Zenny, a mesma que, posteriormente, apareceu também em vários outros jogos da Capcom como Breath of Fire, Dead Rising, Forgotten Worlds, Mega Man Legends, Mega Man: Battle Network, Monster Hunter e Strider 2.

O herói está armado com uma maça cravada no final de uma longa corrente, bem como facas que são arremessadas. Tanto estes como a armadura usada pelo bárbaro, que oferece uma proteção limitada de ataques inimigos, podem ser atualizadas ao encontrar ou comprar os power-ups necessários.

Black Dragon é composto por oito fases que estão cheias de bônus escondidos que incentivam e premiam a exploração. Esses bônus são na forma de armas e armaduras (power-ups), bem como itens de tesouros valiosos. Muitos níveis incluem também calabouços escondidos cheios de bônus e sábios presos. Itens especiais que revelam moedas, atualizações de armaduras ou bônus extras também podem ser encontrados atacando certas paredes.

Curiosidades

  • Black Dragon/Black Tiger foi o primeiro jogo a apresentar a Zenny, a moeda ficcional da Capcom;
  • Alguns dos bônus escondidos do jogo deles são participações especiais de outros jogos dessa firma, como o barril do jogo Higemaru, o herói robô de Side Arms – Hiper Dyne, a libélula e o broto de bambu de Son Son.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

Atualização “Fase 8” do Mega Drive da Tectoy e Columns

4 de agosto de 2018
Atualização “Fase 8” do Mega Drive da Tectoy e Columns

A Tectoy lançou mais uma atualização, a Fase 8, para o seu Mega Drive que trouxe não apenas uma mudança considerável neste processo, mas também 17 novos jogos. O Facínora fez e demonstrou o update, e aproveitou e jogou e falou um pouco sobre o Columns, o excelente jogo combinar peças que foi lançado aqui no Brasil como Shapes and Columns.

Inclusive, este update que saiu em junho de 2018 e o clássico board game da Sega foram os assuntos do oitavo episódio do Mega Nostalgia, a nossa série de vídeos a respeito do Mega Drive da Tectoy e também deste console em geral:

Jogos

Foi disponibilizado para download a Mega Atualização, um aplicativo que atualiza o seu SD Card e baixa nele os 17 jogos oficiais novos de uma maneira fácil e rápida, liberando também o escondido, Super Hang-On, que nós cobrimos no Mega Nostalgia 6. Os títulos inéditos adicionados são:

  • Air Hockey;
  • Anaconda;
  • Aniversário;
  • Asa Delta;
  • Batalha Naval
  • Bill Bolha;
  • Canhão;
  • Cavalos e Peões;
  • Corrida de Tampinhas, o jogador tem que controlar a força e a direção da sua tampinha e quem chegar primeiro no final da pista ganha;
  • Fica 1;
  • Força Alienígena;
  • Guerra dos Monstros;
  • Junte 4, versão eletrônica daquele jogo que você vai soltando umas rodinhas num troço vertical e tem que completar quatro da sua cor pra ganhar, tipo jogo da velha;
  • Pedreiro Polar, um jogo tipo Frogger com tema natalino;
  • Pense Bem (10 Jogos);
  • Wrestle War, um button masher de luta livre;
  • Mosaico.

Somos obrigados a dizer que estes jogos são novos para o cartão que acompanha o console, mas são antigos e simples. O Facínora experimentou o Junte 4, Corrida de Tampinhas, Pedreiro Polar e o Wrestle War, com apenas o último tendo gráficos melhorzinhos, mas ainda bem genérico. Alguns são potencialmente divertidos, ainda mais jogando com a família ou amigos, e podem promover algumas horas de entretenimento, mas não espere nada sofisticado.

Atualização

Para atualizar o console, você tem que baixar o aplicativo Mega Atualização, instalá-lo (o seu computador pode exibir uma mensagem de segurança, mas manda essa bicheira aí aceitar), conectar o SD Card do Mega Drive no seu PC Windows (infelizmente, ainda não tem opção para usuários Linux, mas a firma prometeu resolver isso), rodar o programa e clicar na Função 1 para restaurar o cartão. Caso você não tenha o Microsoft .NET Framework 4.6.1, será redirecionado automaticamente para baixá-lo e instalá-lo.

O processo de atualização é simples e é descrito no vídeo quanto no passo a passo com screenshots da publicação sobre a Fase 8 do blog da Tectoy. Tem este vídeo abaixo que também detalha o que deve ser feito:

Lembrando que convém você fazer um backup do SD Card original, pois o aplicativo vai formatar o cartão e apagar tudo o que tiver lá, inclusive os ROMs que você já tiver adicionado. Convém também tomar cuidado pra conferir qual unidade que tá o cartão.

Outra coisa que vale a pena notar é que não importa quantas atualizações que você tenha feito. Não precisa de fazer todas que você perdeu que o programa já vai deixar no jeito. Isto deixa tudo ainda mais simples.

Columns

Depois de dar uma olhada rápida nos 17 títulos que vem nesta atualização, fomos jogar brevemente mais um dos que já vinham neste relançamento do querido console, o Shapes and Columns, também conhecido como Jewels  e lançado originalmente para o fliperama em 1990. Trata-se de um match 3 puzzler que tem aparência similar ao Tetris, mas usa joias e onde o jogador tem que formar fileiras de ao menos 3 iguais na vertical, horizontal ou diagonal, de modo que estas fileiras desapareçam. Quando o tabuleiro alcança o topo, o jogo acaba.

O Columns ganhou ports para vários sistemas, e o Facínora o conheceu através do Master System quando alugou o seu cartucho em alguma locadora e acabou gostando muito. Além destes dois queridos consoles da Sega, o Master e o Mega, o jogo teve versões para TurboGrafx-16, Game Boy Color, Game Boy Advance, PlayStation 2, Sega CD, Game Gear, Saturn, Dreamcast, Virtual Console e também saiu na compilação Arcade Legends Sega Genesis Volume 2.

Talvez faremos um vídeo exclusivo para o Columns do Mega Drive, com mais informações e mais gameplay pois é um jogo muito divertido e querido, mas, até lá, este vai quebrar o galho. Outro quebra galho, caso você não tenha este console ou nenhum dos outros ports deste board game, é jogar os clones ou similares que temos aqui na Gaming Room. O Facínora citou o Dropini no vídeo, mas abaixo segue a lista de todos os que temos aqui no site:

Bom, esperamos a sua opinião sobre este assunto também, talquei?

T.R.E.K: Rise of Biotech

3 de agosto de 2018
T.R.E.K: Rise of Biotech

T.R.E.K: Rise of Biotech é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido independentemente pelo olzhas1one onde o jogador assume o papel de um membro de uma equipe de operações especiais e deve derrubar uma corporação especializada em produzir mutantes e ciborgues.

Usando o Zandronum como engine e sendo uma conversão total standalone do Doom, o T.R.E.K foi inspirado em jogos de tiro dos anos 90, tendo como maior influência o Rise of the Triad, segundo o próprio autor. Nota-se também semelhanças e elementos de outros trabalhos, como HACX, William Shatner’s TekWar, Operation Body Count, Terrorists! e até do Brutal Doom.

Em relação ao Doom, o T.R.E.K traz gráficos, efeitos sonoros, música de fundo, inimigos (incluindo comportamentos), mapas e armas totalmente novos.

Vídeo

Fiz o showcase do T.R.E.K no décimo terceiro episódio da nossa Fan Gaming Room, a série de vídeos do nosso canal onde cobrimos fangames e jogos alguns independentes.

Review

Logo de cara, já pra notar um dos maiores defeitos deste jogo: os sprites dos inimigos e classes
são muito feios. As armas também ficaram bem avacalhadas neste aspecto, mas nem tanto. Por outro lado, achei o controle das armas muito bons, te passando confiança. Dá pra ver também que a dificuldade é sensivelmente maior que a do vanilla, mas não é nada absurdo. Outro ponto positivo que posso citar parece ser a trilha sonora. Pelo menos as músicas que escutei foram muito bem escolhidas.

As texturas também estão meio tortas, se você parar pra prestar atenção, mas, somada aos efeitos sonoros e alguns outros elementos, realmente promovem uma atmosfera nostálgica de FPS antigos que tentavam chupinhar a popularidade do Wolfenstein 3D, Doom ou Duke Nukem 3D.

Gostei dos mapas, pelo menos os que eu joguei. O progresso neles parecem ser bem intuitivos como no Zero Horizon, outro FPS do olzhas1one, o que evita você de ficar perdido sem saber o que fazer nas fases, algo que acho extremamente tedioso e irritante.

Bom, apesar do T.R.E.K ainda estar devendo bastante no quesito visual, realmente gostei de experimentar este jogo.  Se dessem uma garibada nestes recursos gráficos, acho que levaria o projeto pra outro nível, a não ser que a ideia seja mesmo ter esse aspecto de tosqueira, vai saber… Vale notar que esta versão, 0.0.1, ainda é uma bem inicial de desenvolvimento, o que significa que estas deficiências possam ser sanadas no futuro.

Screenshots

Saiba mais

  • T.R.E.K no Game Jolt – Com link alternativo para download, mais informações e eventuais atualizações. Em inglês.
site ou autor do arquivo olzhas1one tamanho do arquivo 81,7 MB licencaFreeware sistemas operacionais compativeisWindows download link Download

Gang Wars

2 de agosto de 2018
Gang Wars

Gang Wars (ギャングウォーズ) é um jogo de luta estilo beat ’em up desenvolvido pela Alpha Tenshi e lançado pela SNK em julho de 1989 para os fliperamas. O Gang Wars se destacava pelo tema típico dos filmes de pancadaria dos anos 80 (inclusive com um personagem que é a cara do Jackie Chan) e pelo seu inovador sistema de power-up. Este jogo era também conhecido por ser bastante papa-fichas.

O Gang Wars bons controles e algumas coisas interessantes no gameplay, mas não rendeu nenhuma sequência e, até onde pude ver, só ganhou ports bem mais tarde, em 2012, pro PlayStation 3 e pro PSP (provavelmente como parte de coletâneas).

Screenshots

As screenshots acima foram tiradas da versão de arcade do Gang Wars e foram ampliadas. A resolução original é 256 x 224 pixels.

Enredo

Em Nova Iorque, dois artistas marciais, Mike e Jackie, ouvem falar sobre uma gangue maligna liderada pelo bandido Jaguar que está aterrorizando a cidade. O criminoso ordenou um sequestro de uma jovem mulher chamada Cynthia. Agora, Mike e Jackie vão abrir caminho na base da porrada através de várias localidades da cidade, derrotando a quadrilha para restabelecer a paz e salvar Cynthia.

Vídeo

Acima, temos o o gameplay do jogo Gang Wars em mais um episódio do Fliperama Nostálgico, uma série de vídeos do canal Defenestrando Jogos. É um videozinho de qualidade que também muitos dados  que usamos para montar esta publicação.

Gameplay

Como dissemos, o Gang Wars é um beat ’em up. Ele conta com rolagem horizontal e até dois jogadores podem controlar dois personagens diferentes ao mesmo tempo, cada um com diferentes estilos de luta. Os movimentos são compostos por dois tipos de ataque (soco e chute), como saltar para lutar contra inimigos ou superar obstáculos.

Os jogadores têm acesso a um repertório de técnicas que podem ser usadas ao pressionar ou combinar esses botões. Os personagens também podem pegar armas para bater, jogar projéteis e armas de fogo, embora alguns itens pareçam ter seu uso exclusivo para algum deles.

O grande diferencial do Gang Wars, na minha opinião, é um sistema de power-up aonde o jogador pode distribuir pontos em três categorias: Power, Speed e Guard para o seu personagem. Isto, além de personalizá-lo, faz com que fique mais forte, rápido e resistente aos ataques, respectivamente. De início, tem-se quatro pontos e, dependendo da performance, o jogador pode ganhar de 1 a 5 para aumentar seus atributos. Este esquema aparece ao iniciar o jogo e no final de cada fase (exceto a última, é claro) e cada golpe que o jogador erra significa menos hits e menos pontos.

Curiosidades

  • Existe a possibilidade de se fazer dois finais em Gang Wars. Um deles é quando o chefão foge e o outro quando você o derrota. Em ambos finais, Cynthia é libertada;
  • O jogo foi distribuído pela SNK, porém quem o criou foi a famosa ADK que, na época usava o nome Alpha Denshi ou apenas Alpha, como no caso desse jogo;
  • O Gang Wars tem uma semelhança enorme com o jogo Ninja Combat;
  • A versão americana do Gang Wars tem a famosa tela com a frase “Winners don’t use drugs” e existe uma versão bootleg do game que apresenta efeitos sonoros diferentes;
  • O personagem Jackie é bem parecido com o ator e artista marcial Jackie Chan, além de partilharem o mesmo nome.

Le Lonely Game

1 de agosto de 2018
Le Lonely Game

Le Lonely Game é mais um jogo online com tema daqueles memes old school. Desta vez, você vai tirar a prova se é capaz de desviar das flechas do amor que caem do céu para continuar sendo forever alone.

Controles

  • Use o mouse para desviar das flechas do Cupido pelo máximo de tempo possível.

Clique Aqui Para Jogar

Crack Down

31 de julho de 2018
Crack Down

Crack Down (クラックダウン) é um jogo de tiro run and gun e shoot ’em up desenvolvido e lançado pela Sega em abril de 1989, originalmente para os fliperamas. Usando uma perspectiva top-down semelhante a de Gauntlet, em Crack Down, o jogador controla Ben ou Andy, uma dupla de agentes encarregados de parar o cientista louco, o Mr. X (Mr. K na versão do Mega) de tomar o controle do mundo. Os agentes abrem caminho através de vários níveis cronometrados, plantando explosivos e destruindo inimigos ciborgues usando armas e bombas.

Em 1990, o Crack Down foi portado pela própria Sega para o Mega Drive/Genesis e para um tanto de computadores pessoais (Atari ST, Amiga, Amstrad CPC, Commodore 64, MS-DOS e ZX Spectrum) pela U.S Gold. A sua versão de Mega Drive também saiu para o Nintendo Wii (Virtual Console) em 2007 e no Steam em julho de 2010.

Screenshots

As screenshots acima foram tiradas da versão de fliperama do Crack Down e foram ampliadas.

Enredo

Em uma cidade futurista tomada por um poderoso exército biomecânico criado pelo diabólico cientista Mr. X (ou Mr. K), dois agentes de elite, Ben e Andy, devem plantar as bombas Clystron para destruir este sistema de vida artificial e eliminar o vilão, pois ele pretende eliminar todas as formas de vida humana da Terra e dominar o mundo.

Gameplay

Como dito, o Crack Down é um run and gun/shoot ’em up para uma ou duas pessoas onde a perspectiva é de cima pra baixo e ação é exibida através de uma tela dividida, permitindo a ambos jogadores trabalhar individualmente ou em equipe. O objetivo de cada fase é plantar todas as bombas e escapar antes que o tempo acabe, algo que é exibido através de timers com contagem regressiva nas telas e aumenta a tensão do jogo.

Os explosivos devem devem ser ajustados ao passar por áreas marcadas com um “X”, enquanto metralhadoras e canhões podem ser recarregados ao encontrar suas munições em lugares específicos em cada fase. Se munição acabar, os jogadores podem usar socos e chutes para vencer os adversários.

As armas – a metralhadora e o canhão – podem também ser trocadas para frente e para trás, enquanto as bombas inteligentes eliminam todos os inimigos na tela.

Vídeo

Assista acima o Crack Down sendo jogado e comentado em mais um Fliperama Nostálgico, do canal Defenestrando Jogos. O vídeo é muito informativo e compartilha muitas curiosidades que usamos para montar esta publicação.

Versão de Mega Drive

No dia 20 de dezembro de 1990, a Sega portou o Crack Down para o seu Mega Drive. Esta versão não foi muito bem sucedida por várias razões, sendo um porte muito pobre do arcade que sofre de uma lentidão irritante, além de outras diferenças notáveis:

  1. Toda a introdução e telas foram alterados. Não existem mais telas de introdução gráficas, apenas texto simples em um céu. As telas são muito diferentes;
  2. O nível 3-3 está faltando, sendo substituído por uma fase que não estava no arcade que é terrivelmente mal feita, com apenas um labirinto muito quebrado com os pontos marcados e o jogador nele, tornando este mapa parecer pior do que um jogo mediano 8-bit;
  3. Os sinais de “perigo” que apareciam no telhado ainda estão no idioma japonês, mesmo nas versões europeia e americana. O aviso para atirar para baixo, a fim de fazer um caminho para a saída, faz mostrar uma foto de Playdoc, enquanto no arcade aparecia Prayboy. Censura?
  4. Ben e Andy transportam a bazuca uma vez que esta arma escolhida. Na versão do Mega Drive, isto não pode ser visto;
  5. Os detalhes do inimigo não são exibidos depois de completar o jogo, mas são mostrados no lado direito, se o jogador 2 não estiver participando.
  6. Existe apenas um tipo de super bomba.

Curiosidades

  • Há referências ao Shinobi de fliperama: o som “Hiyaaa” que Ben e Andy exclamam após detonar uma super bomba é o mesmo que o ninja Shinobi faz ao lançar a magia. Além disso, duas das quatro super bombas também aparecem no clássico game da Sega. Se olhar bem de perto, a bomba de eletricidade e o furacão com bumerangues também estão presentes em Crack Down;
  • Existe também um bônus secreto, o Shinobi Bonus, que você ganha quando não usa nenhuma arma, apenas os golpes próximos aos inimigos. Este bônus faz com que você ganhe 10 mil pontos por estágio;
  • No final da Cena 2, Ato 4, há uma máquina que produz faíscas elétricas. No topo da máquina, pode ser lido: “s-4635 system24”. Esta é uma referência à placa de arcade que executa o game.

Download

Não temos nenhum link para download da versão original do Crack Down para arcade nem dos computadores, mas ele pode ser baixado no Steam, em sua versão de Mega Drive. É parte do SEGA Mega Drive and Genesis Classics.

site ou autor do arquivo Sega licencaR$ 6,29 sistemas operacionais compativeisWindows XP/Vista/7/8/10 download link Download

Hokuto no Doom + Ketchup Gore Mod

30 de julho de 2018
Hokuto no Doom + Ketchup Gore Mod

Este vídeo mostra o Hokuto no Doom rodando com uma versão do Ketchup Gore Mod na E1M2 que modifiquei para que todos os ataques do Kenshiro explodam os inimigos independentemente da arma usada, afinal, ele é o herdeiro da arte marcial mortal conhecida como Hokuto Shinken…

Pra quem não conhece, o Hokuto no Doom é uma conversão do Doom em um FPS do Hokuto no Ken feita pelo iceman57. Ele transformou adaptou todos os gráficos e efeitos sonoros de acordo com a obra original escrita por Buronson e ilustrada por Tetsuo Hara. Não é nenhum mod muito extravagante, mas quem é fã do anime ou do mangá geralmente adora este jogo.

Já o Ketchup v5 Gore Mod é um PWAD do Sergeant Mark IV que adapta o sistema de sangue, gore e gibbing do Brutal Doom para ser usado em conjunto outros mods diversos. Eu editei brevemente este arquivo para gravar este vídeo e ele está disponível aqui para download.

A trilha sonora deste mapa do E1M2, é uma versão em MIDI da Semari Kuru Kiba, música composta pelo Nozomi Aoki para a trilha sonora do Hokuto no Ken. Ele tem uma longa lista de trabalhos em seu currículo. Já o MIDI foi feito pelo Stephan “Selfdestructboy” Hauschildt e é parte da excelente BGM do Hokuto no Doom.

Instruções

Primeiro, puxe o Hokuto no Doom e descompacte em uma pasta qualquer. Depois, baixe esta edição que fiz do Ketchup Gore Mod e descompacte nesta pasta ou onde você preferir. O seu nome de arquivo é ketchupV5-HnD.pk3, mas você pode usar o Ketchup Gore Mod original também, só não vai ter tanta explosão de inimigos.

Para jogar o Hokuto no Doom com o Ketchup Gore Mod, ou quaisquer outros mods, você vai ter que
carregar seu IWAD como PWAD, usando o IWAD do Doom, The Ultimate Doom ou o da phase 1 do Freedoom. Como o jogo foi desenvolvido por cima do Doom shareware, a maioria dos ports avançados impede que ele seja usado como IWAD em conjunto com outros mods.

Visite as nossas publicaões do GZDoom ou o ZDL para aprender como usar estas ferramentas e obtê-las, caso precise de ajuda com isto.

Saiba mais

  • O vídeo surgiu de uma ideia que tive para incrementar uma partida que o Tyrant120 jogou com estes dois PWADs.
  • O RiboZurai me ajudou com as edições.
  • BGM da E1M1 do Hokuto no Doom – Ai Wo Torimodose em versão MIDI. Um dos nossos vídeos mais populares.

Clique Aqui Para Assistir Ao Vídeo

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